Questões de Concurso Para prefeitura de colômbia - sp

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Q1813404 Português
Texto para responder à questão.

Eu, meu melhor amigo
   Os manuais de autoajuda se incorporaram à vida moderna tanto quanto os telefones celulares ou a internet. Cada vez mais gente encontra inspiração em seus conselhos para perseguir uma vida melhor […], os títulos de maior sucesso ensinam a ficar rico em pouco tempo, a atrair a sorte para si próprio e a galgar degraus no trabalho rapidamente. Se todos os títulos fossem colocados em uma centrífuga, o conselho fundamental que daí resultaria seria: goste de você, tenha confiança em si mesmo, acredite em sua capacidade. Em resumo: preserve sua autoestima. Os psicólogos são unânimes em afirmar que a autoestima é a principal ferramenta com que o ser humano conta para enfrentar os desafios do cotidiano, uma espécie de sistema imunológico emocional. […] Resume o historiador inglês Peter Burke: “A autoestima é o conceito mais estudado na psicologia social, e há um bom motivo para isso. Ela é a chave para a convivência harmoniosa no mundo civilizado”.
   A autoestima é vital não apenas para as pessoas, mas também para as famílias, os grupos, as empresas, as equipes esportivas e os países. Sem ela, não há terreno fértil para as grandes descobertas nem para o surgimento de líderes. Quem não acredita em si mesmo acha que não vale a pena dizer o que pensa. Desde o início da civilização, o mundo é movido a pessoas que confiam de tal forma nas próprias ideias que se sentem estimuladas a dividi-las com os outros.
[…]
(ZAKABI, Rosana. Veja. São Paulo, Abril, ano 40, nº 26, 4 jul. 2007.)
Considerando-se os elementos de coesão textual, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q1813403 Português
Texto para responder à questão.

Eu, meu melhor amigo
   Os manuais de autoajuda se incorporaram à vida moderna tanto quanto os telefones celulares ou a internet. Cada vez mais gente encontra inspiração em seus conselhos para perseguir uma vida melhor […], os títulos de maior sucesso ensinam a ficar rico em pouco tempo, a atrair a sorte para si próprio e a galgar degraus no trabalho rapidamente. Se todos os títulos fossem colocados em uma centrífuga, o conselho fundamental que daí resultaria seria: goste de você, tenha confiança em si mesmo, acredite em sua capacidade. Em resumo: preserve sua autoestima. Os psicólogos são unânimes em afirmar que a autoestima é a principal ferramenta com que o ser humano conta para enfrentar os desafios do cotidiano, uma espécie de sistema imunológico emocional. […] Resume o historiador inglês Peter Burke: “A autoestima é o conceito mais estudado na psicologia social, e há um bom motivo para isso. Ela é a chave para a convivência harmoniosa no mundo civilizado”.
   A autoestima é vital não apenas para as pessoas, mas também para as famílias, os grupos, as empresas, as equipes esportivas e os países. Sem ela, não há terreno fértil para as grandes descobertas nem para o surgimento de líderes. Quem não acredita em si mesmo acha que não vale a pena dizer o que pensa. Desde o início da civilização, o mundo é movido a pessoas que confiam de tal forma nas próprias ideias que se sentem estimuladas a dividi-las com os outros.
[…]
(ZAKABI, Rosana. Veja. São Paulo, Abril, ano 40, nº 26, 4 jul. 2007.)
Em “Se todos os títulos fossem colocados em uma centrífuga, o conselho fundamental que daí resultaria seria: goste de você, tenha confiança em si mesmo, acredite em sua capacidade.” (1º§) pode-se afirmar que o mesmo efeito discursivo visto na conjunção destacada está presente em (atente para o destacado):
Alternativas
Q1813402 Português
Texto para responder à questão.

Eu, meu melhor amigo
   Os manuais de autoajuda se incorporaram à vida moderna tanto quanto os telefones celulares ou a internet. Cada vez mais gente encontra inspiração em seus conselhos para perseguir uma vida melhor […], os títulos de maior sucesso ensinam a ficar rico em pouco tempo, a atrair a sorte para si próprio e a galgar degraus no trabalho rapidamente. Se todos os títulos fossem colocados em uma centrífuga, o conselho fundamental que daí resultaria seria: goste de você, tenha confiança em si mesmo, acredite em sua capacidade. Em resumo: preserve sua autoestima. Os psicólogos são unânimes em afirmar que a autoestima é a principal ferramenta com que o ser humano conta para enfrentar os desafios do cotidiano, uma espécie de sistema imunológico emocional. […] Resume o historiador inglês Peter Burke: “A autoestima é o conceito mais estudado na psicologia social, e há um bom motivo para isso. Ela é a chave para a convivência harmoniosa no mundo civilizado”.
   A autoestima é vital não apenas para as pessoas, mas também para as famílias, os grupos, as empresas, as equipes esportivas e os países. Sem ela, não há terreno fértil para as grandes descobertas nem para o surgimento de líderes. Quem não acredita em si mesmo acha que não vale a pena dizer o que pensa. Desde o início da civilização, o mundo é movido a pessoas que confiam de tal forma nas próprias ideias que se sentem estimuladas a dividi-las com os outros.
[…]
(ZAKABI, Rosana. Veja. São Paulo, Abril, ano 40, nº 26, 4 jul. 2007.)
Tendo em vista características do gênero discursivo apresentado, pode-se afirmar em relação ao trecho destacado a seguir “Resume o historiador inglês Peter Burke: ‘A autoestima é o conceito mais estudado na psicologia social, e há um bom motivo para isso. Ela é a chave para a convivência harmoniosa no mundo civilizado’.” (1º§) que:
Alternativas
Q1813401 Português
Leia o fragmento do poema a seguir de Cruz e Souza.

Antífona
Ó Formas alvas, brancas, Formas claras
De luares, de neves, de neblinas!
Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas...
Incensos dos turíbulos das aras

Formas do Amor, constelarmante puras,
De Virgens e de Santas vaporosas...
Brilhos errantes, mádidas frescuras
E dolências de lírios e de rosas ...

Indefiníveis músicas supremas,
Harmonias da Cor e do Perfume...
Horas do Ocaso, trêmulas, extremas,
Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume...

Visões, salmos e cânticos serenos,
Surdinas de órgãos flébeis, soluçantes...
Dormências de volúpicos venenos
Sutis e suaves, mórbidos, radiantes...

Infinitos espíritos dispersos,
Inefáveis, edênicos, aéreos,
Fecundai o Mistério destes versos
Com a chama ideal de todos os mistérios.

Do Sonho as mais azuis diafaneidades
Que fuljam, que na Estrofe se levantem
E as emoções, todas as castidades
Da alma do Verso, pelos versos cantem.
[...]
(CRUZ E SOUZA, In: MOISÉS, Massaud.)
Pode-se afirmar que:
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Q1813400 Português
O excerto do livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
   “... Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos. Meu pai, logo que teve aragem dos onze contos, sobressaltou-se deveras; achou que o caso excedia as raias de um capricho juvenil.
   – Desta vez, disse ele, vais para a Europa; vais cursar uma Universidade, provavelmente Coimbra; quero-te homem sério e não para arruador e gatuno. E como eu fizesse um gesto de espanto: – Gatuno, sim senhor; não é outra coisa um filho que me faz isto...
(ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Edições de Ouro.)
Acerca dos recursos referenciais utilizados, é correto afirmar que pode ser reconhecido o emprego de termo que mantém um elemento já introduzido no discurso em:
Alternativas
Q1813399 Português
O excerto do livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
   “... Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos. Meu pai, logo que teve aragem dos onze contos, sobressaltou-se deveras; achou que o caso excedia as raias de um capricho juvenil.
   – Desta vez, disse ele, vais para a Europa; vais cursar uma Universidade, provavelmente Coimbra; quero-te homem sério e não para arruador e gatuno. E como eu fizesse um gesto de espanto: – Gatuno, sim senhor; não é outra coisa um filho que me faz isto...
(ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Edições de Ouro.)
Considerando o excerto anterior, pode-se afirmar que se trata de um texto:
Alternativas
Q1813398 Português
O excerto do livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
   “... Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos. Meu pai, logo que teve aragem dos onze contos, sobressaltou-se deveras; achou que o caso excedia as raias de um capricho juvenil.
   – Desta vez, disse ele, vais para a Europa; vais cursar uma Universidade, provavelmente Coimbra; quero-te homem sério e não para arruador e gatuno. E como eu fizesse um gesto de espanto: – Gatuno, sim senhor; não é outra coisa um filho que me faz isto...
(ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Edições de Ouro.)
Considerando as relações lógico-semânticas estabelecidas no discurso, pode-se afirmar que:
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Q1813397 Literatura
“A vinda da família Real portuguesa ao Brasil, além de ter preparado o caminho para a independência, movimentou a vida na colônia e trouxe progresso.” O comentário anterior diz respeito ao contexto histórico ao qual relaciona-se qual período da literatura?
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Q1813396 Direito Administrativo
Carine, servidora pública, facilitou a locação de um bem integrante do patrimônio da autarquia à qual é vinculada, por preço inferior ao de mercado. De acordo com a Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992 (Lei de Improbidade Administrativa), Carine, independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica, poderá estar sujeita à seguinte cominação:
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Q1813382 Conhecimentos Gerais
“Uma investigação conjunta do The New York Times e The Observer revela que, em 2014, a empresa obteve uma base de dados de pretenso uso acadêmico e a explorou sem permissão para elaborar estratégias eleitorais durante as eleições [...]. É um dos maiores roubos de informação da história do Facebook.” A notícia do El País é referente às seguintes afirmativas, EXCETO:
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Q1813374 Português
O sentido maior
   Quando eu era jovem, um padre dava aulas sobre Tomás de Aquino (1225-1274), doutor da igreja e teólogo global. O tema eram as cinco provas da existência de Deus. Após a exposição, o jesuíta contou, como arremate de uma boa aula, um caso sobre o doutor angélico. Disse que, após o italiano ter escrito coisas profundas e enormes sobre a divindade, teve um êxtase místico e, segundo a narrativa, uma compreensão de Deus além da Razão, além da Escolástica, além de Aristóteles e de toda a gramática possível de um cérebro humano. Ao sair da “divina possessão”, ele emudeceu e resistiu a continuar escrevendo sua já famosa obra. Motivo? Para ele, após o contato com Deus na forma direta que os místicos vivem, o que ele escrevera sob o rigor acadêmico e com base erudita, parecia- -lhe superficial, fraco, pífio, irrelevante e tão distante do que experimentara que ficou abatido. Bem, antes de partir precocemente do mundo, Tomás terminou ditando comentários ao Cântico dos Cânticos, o poema amoroso salomônico que possui dezenas de interpretações. Curioso que a última obra do grande intelectual católico seja sobre o amor. 
   A história narrada traz uma questão que sempre me assombrou. Em todos os campos, inúmeras pessoas ao meu redor falam de uma densidade maior atrás do simples discurso ou do sentimento imediato. Sim, você pode ler os mais refinados teólogos, porém, sempre serão pálida sombra do objeto sagrado em si. O mesmo valeria para as emoções humanas como o amor. Romeu indica várias vezes a Julieta (e é correspondido) que as palavras são irrelevantes, que o que eles sentem está além da expressão delas. Já vi discursos semelhantes sobre arte e até sexo. Haveria uma densidade, uma complexidade, algo tão imenso que tudo o que eu possa expressar seria incompleto.
   Sempre desconfiei um pouco da afirmação sobre a densidade extraordinária que tornaria as coisas indizíveis. Por vezes acho que devo ter uma capacidade melhor de expressão ou uma capacidade menor de sentir. Um dos itens explica o fato de eu achar que as coisas são no limite do que consigo expressar e que não possuem uma película que esconde o “mais além” de uma metafísica absoluta.
   A leitura de boas obras sempre me pareceu muito prazerosa, muito, exatamente porque as ideias, a estética da escrita, o encadeamento de personagens ou de fatos e as soluções dos bons autores me seduzem. Uma taça boa de vinho ou uma noite amorosa são extraordinárias pelo que são em si, pelo prazer ali contido, pelas papilas gustativas agraciadas, pelos hormônios atiçados, pelos disparos de adrenalina e outras coisas. Não perco a consciência, não letivo, não transfiguro, não tenho êxtase: apenas gosto e sinto o motivo de eu gostar, alguns surpreendentes. Seria bom em descrever ou ruim em sentir de forma mais densa? Faltaria metafísica ou abundaria consciência? A descrição que alguns fazem de suas experiências sempre me pareceu fascinante e sedutora e profundamente distante do plano no qual eu sinto. Idiossincrasia? Couraça racional? Seria lucidez ou secura? Nunca saberei de fato, mas o vinho sempre pareceu bom, o texto fascinante, o sexo envolvente, o afeto belo, a boa música avassaladora e a paisagem produtora de paz interna. Já chorei de alegria diante de experiências lindas como um quadro que eu desejava conhecer ou quando desci ao Grand Canyon nos Estados Unidos. Eram lágrimas provocadas pela emoção de beleza, uma invasão positiva de muitos bons sentimentos que antigas expectativas estimularam. Era emoção, não transcendência que me derrubasse ao solo impactado pelo eterno. Vários filósofos chamaram isso de maravilhar-se, uma suspensão momentânea da racionalidade junto de incapacidade de narrar o experienciado. Mas, passado alguns instantes, recuperamos a lógica narrativa. Eu estava feliz porque era bom estar ali, porque eu desejara estar ali, porque eu me preparara para estar ali e porque, enfim estando, se fechava um ciclo de ansiedadedesejo-prazer produzindo o momento único e... lacrimoso. Foi muito bom, excelente até, todavia foi aquilo e eu posso descrever o início, o meio e o fim daquele instante. Por vezes lembro-me da experiência de um “banho xamânico” em Oaxaca, no México. A guia da experiência dizia que aspirássemos as plantas naquela sauna e que imaginássemos a luz lilás sobre nós. Aluno fiel, eu aspirava a planta acre que ela jogara às brasas e imaginava a luz lilás. Ao final de meia hora de exercício imaginativo, ela me perguntou o que eu tinha sentido e eu disse: “Um cheiro forte dessa planta”. Ela insistia: “E?”. “Só”, eu respondia à desolada senhora. Eu sentira o cheiro e imaginara a luz. Foi minha experiência xamânica. Na verdade, é minha experiência de vida. As coisas são no limite do que existem, sem energias ou algo muito mais denso escondido pelo véu do discurso. Onde alguns descrevem alguém de “energia pesada”, eu vejo um chato agressivo. Não há uma “aura”, apenas frases desagradáveis ou reclamações incessantes. Onde identificam “vampiros de energia” eu vejo alguém irritante. Seria a mesma coisa? Volto ao que eu sinto (sem fazer disso uma definição de valor universal): as coisas são no limite do que existem. Dou a elas sentido, simbolismo, signos aleatórios e que dependem da minha imaginação, sem “energia”. Essa é imensa solidão da consciência, ou, ao menos, da minha consciência. Uma boa semana para todos.
(KARNAL, Leandro. Sentido maior. O Estado de São Paulo, São Paulo,
19/01/2020. Caderno 2, p. C2.)
Onde alguns descrevem alguém de ‘energia pesada’, eu vejo um chato agressivo [...]. Onde identificam ‘vampiros de energia’ eu vejo alguém irritante” (4º§) Levando em conta os conceitos de denotação e conotação, pode-se afirmar, com base no texto, que “energia pesada” e “vampiros de energia” são expressões:
Alternativas
Q1812971 Geografia
A robotização é a introdução de robôs ou máquinas inteligentes no lugar dos trabalhadores. Ela avança continuamente nas economias desenvolvidas e também em inúmeras economias subdesenvolvidas, embora em um ritmo mais lento. Expressa uma desvantagem para os trabalhadores ao empregar robôs na linha de produção:
Alternativas
Q1812970 Geografia
Os chamados “tigres asiáticos” são a Coreia do Sul, Cingapura e Taiwan, além da cidade de Hong Kong. Estas quatro economias apresentam uma situação bastante original, pois, inicialmente, as indústrias ali instaladas foram praticamente “transplantadas” para estes países. Indústrias norte- -americanas e japonesas foram instaladas nestas áreas devido a uma série de vantagens. Expressa uma vantagem para que as indústrias norte-americanas e japonesas fossem instaladas:
Alternativas
Q1812969 Geografia
Estudar Geografia é uma forma de compreender o mundo em que vivemos. Por meio deste estudo, podemos entender melhor o local em que moramos – seja uma cidade, seja uma área rural – e o nosso país, assim como os demais países. Sobre o estudo da Geografia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) O campo de preocupação da Geografia é o espaço da sociedade humana. ( ) As modificações que a sociedade humana produz em seu espaço são, hoje, mais intensas que no passado. ( ) Na atualidade, ainda existem países que não dependem dos demais. ( ) O espaço geográfico é apenas o local de morada da sociedade humana. ( ) Deve-se fazer, atualmente, um estudo do espaço geográfico de modo multiescalar. A sequência está correta em
Alternativas
Q1812968 Geografia
Bacia hidrográfica é a área ou região de drenagem de um rio principal e seus afluentes. É a porção do espaço em que as águas das chuvas, das montanhas, subterrâneas ou de outros rios escoam em direção a um determinado curso d’água, abastecendo-o. Uma das principais bacias hidrográficas do Brasil é a Amazônica. Os rios de uma bacia podem receber classificações quanto ao relevo, foz, recarga, regime dentre outros. Considerando a bacia Amazônica, as classificações de relevo, foz, recarga e regime são, respectivamente:
Alternativas
Q1812967 Conhecimentos Gerais
Os países latino-americanos, em geral, vêm conhecendo uma estagnação econômica desde a década de 1980. São economias muito dependentes de investimentos estrangeiros e que enfrentam o crescimento do desemprego e a integração problemática na economia global. Tais problemas provocaram a expansão de uma verdadeira indústria da droga, especialmente a cocaína, que vem corrompendo as instituições e ampliando a área de atuação do crime organizado. A indústria da droga é basicamente voltada para a exportação, em especial para os mercados norte-americano e europeu, embora o consumo interno esteja crescendo em inúmeros países latino- -americanos. A Colômbia é o principal centro de exportação e, ainda, fornecedora de insumos essenciais para a fabricação da droga. O grupo que atua na Colômbia como uma organização criminosa é:
Alternativas
Q1812966 Geografia
São diversas as modalidades de produção industrial; dentre elas, destacam-se: Taylorismo, Toyotismo, Fordismo e Volvismo. Ao comparar o Taylorismo e o Fordismo pode-se afirmar que a diferença entre as modalidades podem ser encontradas na alternativa:
Alternativas
Q1812965 Geografia
É muito raro, atualmente, encontrar vegetação exclusivamente natural (sem interferência humana) em qualquer parte da superfície terrestre. Com isso, a fauna nativa também desaparece. As maiores reservas florestais do globo ainda estão localizadas nas seguintes áreas, EXCETO:
Alternativas
Q1812964 Geografia
Desertos são áreas de clima árido que, normalmente, se situam no interior dos continentes, tanto em baixas latitudes (zona intertropical) quanto em médias latitudes (dos trópicos aos círculos polares). Os desertos podem ser classificados em quentes ou frios. A área de um deserto pode implicar em predominância de características climatológicas. Dos desertos relacionados, qual ocupa a menor extensão de terra?
Alternativas
Q1812962 Geografia
Desde o início do século XX vem ocorrendo um contínuo crescimento do meio urbano à custa do meio rural, isto é, grande quantidade de pessoas transfere-se do campo para as cidades. Este processo tem como consequência a urbanização. Sobre o processo de urbanização da humanidade, analise as afirmativas a seguir. I. Historicamente, a cidade precedeu o campo. II. Existem algumas sociedades que são, hoje, totalmente urbanas, com 100% de suas populações vivendo nas cidades, como: Cingapura, Hong Kong, Ihas Cayman, Naru, Gibraltar, Mônaco e Vaticano. III. No ano 2000, a população urbana ultrapassou a rural em termos mundiais pela primeira vez em toda a história da humanidade. IV. As expressões crescimento urbano e urbanização possuem o mesmo significado no estudo urbano. Estão corretas apenas as afirmativas
Alternativas
Respostas
121: A
122: A
123: A
124: B
125: C
126: C
127: D
128: C
129: C
130: B
131: A
132: D
133: C
134: A
135: A
136: C
137: A
138: C
139: B
140: B