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Q662919 Português
De acordo com o contexto, assinale a alternativa correta em relação à ortografia.
Alternativas
Q662918 Português
Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência
Segundo neurologistas, o que essas pessoas têm é distúrbio do sono atrasado

Pessoas com o gene da “vespertilidade” têm predisposição para acordar tarde.

Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a “vagabundagem”: o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.

O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, consequentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.

Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.

Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio-dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e à noite, quando tem mais energia.

O pesquisador Luciano Ribeiro Jr., da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: “Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.

A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.

A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre de transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.

O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior suscetibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestório, além do comportamento sexual.

O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e, principalmente, um trabalho de reeducação.

E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’.”, diz o neurologista.

Bruna Bernacchio. Revista Galileu. Adaptado.
De acordo com o trecho: “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase.”, assinale a alternativa cujo termo destacado equivale sintaticamente a O lado oposto do vespertino.
Alternativas
Q662917 Português
Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência
Segundo neurologistas, o que essas pessoas têm é distúrbio do sono atrasado

Pessoas com o gene da “vespertilidade” têm predisposição para acordar tarde.

Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a “vagabundagem”: o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.

O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, consequentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.

Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.

Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio-dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e à noite, quando tem mais energia.

O pesquisador Luciano Ribeiro Jr., da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: “Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.

A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.

A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre de transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.

O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior suscetibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestório, além do comportamento sexual.

O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e, principalmente, um trabalho de reeducação.

E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’.”, diz o neurologista.

Bruna Bernacchio. Revista Galileu. Adaptado.
Leia o trecho abaixo para responder à questão
“Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.” O trecho acima pode ser substituído sem prejuízo semântico pelo(s) seguinte(s) trecho(s): I. quando dormirmos à noite, no escuro, produzimos também, um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo. II. se dormirmos enquanto é noite, no escuro, produzimos também um hormônio próprio chamado melatonina, responsável pelo comando do ciclo do sono e fazendo com que este seja mais profundo e de maior qualidade. III. ao dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos, também, um hormônio específico chamado melatonina, que é responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que este tenha melhor qualidade e seja mais profundo. É correto o que se apresenta em
Alternativas
Q662916 Português
Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência
Segundo neurologistas, o que essas pessoas têm é distúrbio do sono atrasado

Pessoas com o gene da “vespertilidade” têm predisposição para acordar tarde.

Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a “vagabundagem”: o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.

O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, consequentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.

Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.

Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio-dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e à noite, quando tem mais energia.

O pesquisador Luciano Ribeiro Jr., da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: “Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.

A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.

A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre de transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.

O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior suscetibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestório, além do comportamento sexual.

O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e, principalmente, um trabalho de reeducação.

E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’.”, diz o neurologista.

Bruna Bernacchio. Revista Galileu. Adaptado.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q475543 Enfermagem
Os sinais e sintomas dos portadores de esquizofrenia se inicia ao final da adolescência e inicio da idade adulta em forma gradual ou súbita, ou seja, quando o jovem está concluindo o Ensino Médio e se tornando independente econômica e socialmente. A seguir alguns sintomas apresentados pelo esquizofrênico, exceto:
Alternativas
Q475542 Enfermagem
Em relação aos Indicadores Biologicos assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q475541 Enfermagem
Em relação ao conceito de esterilização assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q475540 Enfermagem
Brinquedoteca é um espaço destinado à ludicidade, ao prazer, às emoções, às vivências corporais, ao desenvolvimento da criatividade, da imaginação, da autoestima, do autoconceíto positivo, do pensamento, da ação, da sensibilidade, da construção do conhecimento e das habilidades. De acordo com a citação acima, são finalidades a serem desenvolvidas numa brinquedoteca, exceto:
Alternativas
Q475539 Enfermagem
Manobra de Valsalva, Manobra de Heimlich e Manobra de tração da Mandíbula são:
Alternativas
Q475538 Enfermagem
Hipocalemia, hipernatremia, acidose metabólica, hipercapnia são respectivamente:
Alternativas
Q475537 Enfermagem
Sobre o Sistema Renina - Angiotensina - Aldosterona leia as seguintes afirmativas e depois responda:

I. Em decorrência da queda da pressão arterial, o rim secreta a enzima renina, que quebra o angiotensinogênio, transformando-o em angiotensina I

II. Ao mesmo tempo a renina estimula a medula óssea para produção de células sanguíneas

III. Na circulação pulmonar, a angiotensina I entra em contato com as enzimas conversoras (ECA) que se encontram no endotélio desses vasos, transformando- se em angiotensina II

IV. A angiotensina II é um potente vasoconstrictor que promove a elevação da pressão arterial.

V. Nas glândulas suprarrenais a angiotensina II estimula a produção de hormônio antidiurético. Este hormônio promove a reabsorção de H2O e NaCl, aumentando a volemia e por consequência a pressão arterial. São verdadeiras:
Alternativas
Q475536 Enfermagem
Ao paciente submetido a RTU ( Ressecção Transuretral) há necessidade de controle de infusão e drenagem de solução além de observar e avaliar o débito e outros cuidados. Realizando balanço parcial, ao final de plantão fechando a folha de controle o balanço total da folha de controle é:

imagem-003.jpg
Alternativas
Q475535 Enfermagem
Relacione a coluna da direita com a coluna da esquerda e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

I. HAS, IRA e DM ( ) Plegia dos MMII, Hemiparesia à E, crise hipertensiva , disartria

II. TRM, AVEI e HAS ( ) Dieta hipossódica , controle de glicemia capilar, cefaléia e controle de peso.

III. DPOC, BCP e Hepatite C tremores ( ) Hematúria, disúria, hipertermia,

IV. GNDA, ITU e bacteremia necrose hepática, colúria ( ) Cansaço, tosse produtiva,

A alternativa correta é:
Alternativas
Q475534 Enfermagem
Analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta:

I. Os termos hipertensão maligna, exsudato, hiperemia peri-incisional, referem-se às intercorrências pós- operatórias

II. Cinecoronariografia, Angiografia cerebral, ECG, EEG e PFP são exames realizados respectivamente no vaso sanguíneo, encéfalo, vasos sanguíneos, encéfalo e pulmão.

III. A monitorização de PAM, Saturação de O2 são parâmetros importantes na avaliação e controle de microcirculação.
Alternativas
Q475533 Enfermagem
Escala de Sorensen, Apgar, Glasgow e French são respectivamente avaliação de:
Alternativas
Q475532 Enfermagem
Foi prescrito Penicilina cristalina 1 500 000 UI em SF 0,9% 100 ml IV de 4/4h. Dispondo de Frasco Ampola (FA) de Penicilina cristalina de 5 000 000UI e ampola de Água destilada de 10 ml aspira-se do FA:
Alternativas
Q475531 Enfermagem
Na administração de Nitroglicerina (Tridil) injetável recomenda-se;
Alternativas
Q475530 Enfermagem
Relacione a coluna da direita com a coluna da esquerda e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

I. Imunização ativa ( ) a pessoa adquire com injeção de imunoglobulina

II. Imunização passiva ( ) Célula B

III. Resposta imune específica ( ) Célula T contra determinada doença

IV. Resposta imune humoral ( ) A pessoa adquire em contato com outra pessoa com doença infecto contagiosa.
Alternativas
Q475529 Enfermagem
O cateterismo vesical é um procedimento invasivo podendo provocar traumatismo ou infecção hospitalar, caso não seja utilizada a técnica asséptica rigorosa. Analise atentamente os procedimentos descritos abaixo a assinale a alternativa correta:

I. Retrair o prepúcio com o pênis elevado perpendicularmente ao corpo e realizar a antissepsia do óstio externo da uretra;

II. O prepúcio deve ser mantido à glande durante a antissepsia do óstio externo da uretra para evitar traumatismo

III. Alidocaína gel é introduzida através do óstio externo da uretra feminina, só que em quantidade menor do que a da uretra masculina.

IV. O sistema coletor de urina fechada é conectado à sonda antes de inserir a sonda no paciente

V. Antisséptico alcoólico é utilizado para evitar contaminação durante a passagem da sonda na uretra do paciente

Os procedimentos corretos são:
Alternativas
Q475528 Enfermagem
1 medida adulta, 1 gota, 1 ml, 1 mg e meia conta gota equivale a:
Alternativas
Respostas
4781: B
4782: B
4783: D
4784: C
4785: B
4786: B
4787: E
4788: D
4789: C
4790: C
4791: A
4792: C
4793: B
4794: E
4795: A
4796: B
4797: D
4798: D
4799: A
4800: B