Questões de Concurso
Para prefeitura de pinhalzinho - sc
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“As atividade humanas realizam-se nas práticas sociais, mediadas por diferentes linguagens: verbal (oral ou visual-motora, como Libras e escrita), corporal, visual, sonora e, contemporaneamente, digital. Por meio dessas práticas, as pessoas interagem consigo mesmas e com os outros, constituindo-se como sujeitos sociais. Nessas interações, estão imbricados conhecimentos, atitudes e valores culturais, morais e éticos.”
(BRASIL, BNCC, 2017, p. 61)
Assinale a alternativa correta com relação à concepção de linguagem e do seu processo de ensino e aprendizagem na BNCC.
1. Valorizar as especificidades comunicativas dos mais diversos grupos sociais sem, no entanto, negligenciar a norma culta da língua, proporcionando uma abertura e ampliação das competências e habilidades linguísticas.
2. O exercício da oralidade inerente às práticas pedagógicas aponta para o fato de que a escola não ensina apenas a língua escrita, mas deve também ser espaço de fala e desenvolvimento das competências e habilidades expressivas e argumentativas.
3. A língua é produto de quem a fala. Todos chegamos à escola sabendo a língua. Sendo assim, o ensino deveria focar apenas a leitura para ampliação e desenvolvimento de vocabulário.
4. No que concerne ao desenvolvimento da competência linguística, a atenção deve voltar-se, sobretudo, para a etnografia da fala: análise de interações verbais, produções discursivas, atividades verbais e comunicativas, bem como a cognição.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
O assunto ______ que nos falou era sério, como as coisas _______ que gosta.
Chegaram _________ casa ainda cedo, após escapar _______ trânsito intenso.
A pesquisa era prejudicial _______ candidato.
O orgulhoso senhor,_______ quem nunca faltou amigo, jamais quis prejudicar o fiel escravo, _________ quem dependeria na velhice.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, atendendo a regência.
1. Na perspectiva formalista, o fenômeno linguístico é considerado abstrato e objeto único.
2. Na perspectiva sociointeracionista, a linguagem é uma entidade capaz de veicular sentidos por si mesma.
3. A concepção formalista da linguagem aborda o fenômeno linguístico com foco na estrutura linguística, desconectada das interferências comunicativas.
4. A concepção sociointeracionista, também conhecida como funcional e pragmática, vê o fenômeno linguístico como produto e processo da interação humana.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
( ) A beleza de Maria e Teresa provocaram ciúmes e disputas.
( ) Perguntei sobre a família Pereira e disseram- -me que estavam bem.
( ) Sugiro a Vossa Excelência que fique em casa esta noite, pois está adoentado.
( ) Decidimos participar desta reunião porque nos julgamos apto a discutir o problema.
( ) Os EUA são um país muito rico e poderoso.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Assinale a alternativa que aponta as sequências tipológicas identificáveis nesta fábula (texto) na ordem em que aparecem.
Investigado por um caso de corrupção, na década de 1980, o secretário da Indústria e Comércio, Otávio Ceccato, respondeu a um grupo de repórteres para rebater as denúncias quanto ao seu envolvimento: “Como São Pedro, nego, nego, nego”. Ceccato respondeu, usando como argumento a conhecida passagem bíblica em que São Pedro negou conhecer Jesus Cristo três vezes na mesma noite.
(Fonte da reportagem: Veja, 1 jun 1988)
Assinale a alternativa que apresenta o princípio da coerência ferido pela resposta de Otávio Ceccato:
Utilize o texto abaixo para responder à questão.
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes. Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias. É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda. Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
(ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. SP, Editora Planeta do Brasil, 2009, p. 130-131).
Assim, assinale a alternativa em que isso acontece.
Utilize o texto abaixo para responder à questão.
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes. Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias. É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda. Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
(ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. SP, Editora Planeta do Brasil, 2009, p. 130-131).
Utilize o texto abaixo para responder à questão.
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes. Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias. É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda. Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
(ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. SP, Editora Planeta do Brasil, 2009, p. 130-131).
Assinale a alternativa que apresenta a relação de sentido correta entre os diversos trechos do texto.
Utilize o texto abaixo para responder à questão.
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes. Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias. É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda. Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
(ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. SP, Editora Planeta do Brasil, 2009, p. 130-131).
Portanto, o raio da circunferência circunscrita a este triângulo, em centímetros, é igual a:
A medida, em cm, de um dos lados congruentes é:
10 ∙ 101/2 ∙ 101/4 ∙ 101/8 ∙ 101/16 ∙ 101/32 ∙ 101/64 ∙ 101/128
é:
Analise as afirmativas abaixo:
1. f(x + y) = f(x)f(y) para todo x,y ∈ R+
2. f é uma função sobrejetiva.
3. f é uma função ilimitada superiormente e limitada inferiormente.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Desta forma, o valor que o terceiro filho recebeu, em reais, é: