Foram encontradas 2.424 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4005612 Atualidades
Os tratamentos de saúde alternativos volta e meia se tornam alvo de polêmicas no Brasil, que possui regras rígidas para a regulamentação dessas práticas. Recentemente uma nova técnica foi aprovada pela Câmara dos Deputados, contrariando a opinião de muitos profissionais da área médica. Qual é esse recurso?
Alternativas
Q4005611 Legislação Municipal
Segundo a Lei Orgânica de Mondaí/SC, extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade o que acontecerá com o servidor estável, inclusive o de autarquia, lotado no município?
Alternativas
Q4005610 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

Os traficantes encontraram forma de burlar as agências, utilizando o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo.



De acordo com as regras de acentuação gráfica:

Alternativas
Q4005609 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais.



Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Alternativas
Q4005608 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade.



O sujeito da oração é: 

Alternativas
Q4005607 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

Elas duram por curto período, até 'serem' transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade.



O verbo destacado encontra-se

Alternativas
Q4005606 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

Uma nova geração de drogas mais difíceis de serem detectadas circula no mercado ilegal. Novos entorpecentes aumentam os motivos de preocupação dos policiais.



Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.

Alternativas
Q4005605 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

Embora tenham usos farmacológicos legítimos, o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.



Assinale a opção cujo vocábulo representa sua classe gramatical.

Alternativas
Q4005604 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório.



O predicado da oração é: 

Alternativas
Q4005603 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores.



O número de preposições presentes na frase é de: 

Alternativas
Q4005602 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

Os pró-fármacos são 'substâncias' que só conseguem causar efeito após serem 'decompostas' por enzimas do sistema digestivo.



Os vocábulos destacados exemplificam um caso de:

Alternativas
Q4005601 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As substâncias que o corpo transforma em drogas ilegais



Os traficantes de drogas encontraram uma forma de burlar as agências reguladoras, utilizando uma das ferramentas mais potentes do nosso corpo: o metabolismo. Os pró-fármacos são substâncias que só conseguem causar efeito após serem decompostas por enzimas do sistema digestivo ou por outras reações químicas do corpo. Embora tenham usos farmacológicos legítimos (5% a 7% dos medicamentos aprovados enquadram-se nesta categoria), o seu uso como drogas recreativas é um fenômeno relativamente novo.


A maioria das drogas ilícitas funciona por meio de interação com receptores específicos das células cerebrais, estimulando ou bloqueando a liberação de substâncias chamadas neurotransmissores. Elas duram por curto período, até serem transformadas em substâncias inativas ou com menos atividade, que são então eliminadas do corpo, normalmente pela urina. Mas, no caso dos pró-fármacos, uma pequena parte da molécula precisa ser removida ou substituída antes de agir sobre esses receptores, o que é feito dentro do corpo por processos naturais.


Uma questão importante dos pró-fármacos é que eles são de difícil detecção. As forças policiais precisam de amostras de referência para comparar com a droga ou equipamentos avançados para descobrir sua estrutura molecular. Como a lista desses compostos não é conhecida e pequenas alterações químicas podem gerar padrões diferentes que precisam ser analisados, é fácil deixar passar essas drogas novas - o que também explica porque muitas delas só apareceram nos boletins de ocorrência na última década.


Para amostras biológicas, como sangue, urina ou saliva, existe ainda outra dificuldade. Como os pró-fármacos precisam ser convertidos dentro do corpo para que se tornem ativos, eles, de fato, não são encontrados em casos de overdoses letais, pois a substância prejudicial causadora da morte é o produto daquela transformação. Por isso, existem obstáculos para diferenciar os pró-fármacos dos componentes mais clássicos nos quais eles são convertidos.


Embora os efeitos gerais que levam à morte sejam os mesmos, identificar adequadamente qual droga foi utilizada originalmente pode ajudar a indicar as tendências das vendas ilegais, seu uso e disponibilidade. Mas, para incluir essas substâncias na categoria de drogas ilícitas, é preciso ter evidências de que elas causam psicoatividade - definindo-as como compostos que podem afetar as funções mentais, como a cognição, o humor e as emoções. A psicoatividade também pode ser determinada por testes de laboratório. As drogas são incubadas com um pequeno número de células e os pesquisadores determinam se elas se ligam a proteínas na superfície celular, chamadas de receptores. Mas muitos pró-fármacos não se ligam aos receptores antes de serem convertidos.


Embora essas apreensões sejam pouco frequentes e não atinjam o volume das drogas mais comuns, como a cocaína, a maconha ou a heroína, o seu surgimento no mercado ilegal serve de alerta sobre possíveis novas tendências do mercado de drogas ilícitas. Existem efeitos desconhecidos potencialmente de duração e intensidade e também dificuldades para indiciar os fornecedores desses pró-fármacos.


Com cerca de uma nova substância psicoativa por semana no mercado ilegal desde 2021, a imensa diversidade de drogas no mercado indica um dos principais desafios para os toxicologistas e químicos forenses.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/czkpxzkl2gko. Adaptado

As forças policiais 'precisam' de amostras de referência.



Conjugando o verbo destacado no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se: 

Alternativas
Q4005600 Redação Oficial

Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira, que correspondem a tipos de documentos.



Primeira coluna:



1. Edital.


2. Ofício.


3. Ata.



Segunda coluna:



(__) É como são feitas as comunicações administrativas entre autoridades ou entre autoridades e particulares, tendo como foco assuntos oficiais.


(__) Um relato fiel de fatos que ocorreram e decisões que foram feitas durante reuniões e assembleias,


(__) É um ato escrito oficial que inclui aviso, determinação ou citação. É publicado por uma autoridade competente, e divulgado na imprensa oficial e em outros órgãos, de modo a ser facilmente acessado por todos.


Fonte disponível em: < Documentos oficiais: veja quais são os tipos e quando usá-los! - Sou Secretária (sousecretaria.com.br)>



Marque a alternativa, que cita a CORRETA associação entre as colunas: 

Alternativas
Q4005599 Gestão de Pessoas

Uma das coisas mais importantes e buscadas dentro das organizações empresariais é uma comunicação eficaz. Analise a seguir os principais motivos que tornam a comunicação eficaz tão relevante para as empresas:



I. Melhoria nos processos.


II. Aumento de conflitos.


III. Melhora do clima organizacional.



Fonte disponível em: < A importância da comunicação eficaz nas organizações - Portal (ibccoaching.com.br)>



É CORRETO o que se afirma e

Alternativas
Q4005598 Arquivologia

Conforme suas características, forma e conteúdo, os documentos podem ser classificados segundo gênero e a natureza do assunto. De acordo com este contexto assinale a opção abaixo que corresponde a natureza do assunto.



Fonte: Paes, Marilena Leite − Arquivo Teoria e Prática − 3. Ed. − Rio de Janeiro − Editora: FGV − 2004. 

Alternativas
Q4005597 Direito Administrativo

Avalie e faça a associação da segunda coluna, com a primeira, de acordo com os princípios da administração pública.



Primeira Coluna:



I. Legalidade


II. Impessoalidade


III. Moralidade



Segunda Coluna:



(__) Todas as ações da administração pública devem estar em conformidade com a legislação vigente.


(__) A atuação dos agentes públicos deve pautar-se por princípios éticos e morais.


(__) Os atos e decisões devem ser imparciais, sem discriminação ou preferências pessoais.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo. 

Alternativas
Q4005596 Arquivologia

Considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e ___________, visando a sua eliminação ou recolhimento para ____________.



Lei nº 8.159/1991.



Marque a alternativa que corretamente completa as lacunas no excerto:

Alternativas
Q4005595 Ética na Administração Pública

Devem ser consideradas algumas regras básicas de comportamento profissional para o trato diário com o público interno, externo e os colegas de trabalho, avalie as asserções:



I. A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público.



ASSIM,



II. Os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.


Fonte: Lei nº1.171/1994.



A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:

Alternativas
Q4005594 Administração Geral

Observe a imagem a seguir e analise as afirmativas: 



Imagem associada para resolução da questão



Fonte: Chiavenato, Idalberto, Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações 7. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.



I. O desenvolvimento de um ciclo permite definir quais as correções que deverão ser introduzidas no ciclo seguinte, e assim por diante.


II. Quando consideradas em um todo integrado, as funções administrativas formam o processo administrativo. Quando consideradas isoladamente, o planejamento, a direção, a organização e o controle constituem funções administrativas.


III. A organização é a função administrativa que determina antecipadamente quais são os objetivos a serem atingidos e como se deve fazer para alcançá-los.



Das assertivas dispostas, está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4005593 Administração Geral

Assinale a opção que preenche adequadamente a lacuna (X), do texto abaixo:



O principal objetivo da (X) é criar uma organização mais eficiente, com processos otimizados, que contribuam para a realização dos objetivos da organização. Busca estabelecer uma infraestrutura compatível com os propósitos da empresa, adotando algumas práticas, assim as organizações podem melhorar a qualidade do trabalho, reduzir os desperdícios, aumentar a produtividade e, em última análise, alcançar um melhor desempenho global. Ou seja, como consequência definir os métodos e processos de trabalho indispensáveis a efetividade gerencial. 

Alternativas
Respostas
1981: B
1982: B
1983: A
1984: D
1985: D
1986: C
1987: D
1988: A
1989: A
1990: C
1991: B
1992: B
1993: C
1994: C
1995: C
1996: B
1997: A
1998: D
1999: C
2000: A