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Q4379630 Não definido
A Lei Federal nº 12.608/2012, que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), dispõe sobre o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) e o Conselho Nacional de Proteção e Defesa Civil (CONPDEC), autoriza a criação de sistema de informações e monitoramento de desastres e dá outras providências. Em sua Seção I, esta lei aponta as diretrizes e objetivos que abrangem ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação voltadas à proteção e defesa civil. As alternativas listadas a seguir contemplam os objetivos da PNPDEC, EXCETO:
Alternativas
Q4379629 Não definido
A Defesa Civil do Estado de Santa Catarina tem por objetivo o planejamento de ações para promover a defesa permanente contra situações de emergência. Para garantir a execução das ações preventivas, de socorro e assistência emergenciais e de recuperação e reconstrução às populações atingidas por desastres, foi criado um fundo estadual para captar, controlar e aplicar recursos financeiros. Em relação à denominação desse fundo, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4379628 Não definido
As primeiras ações relacionadas à defesa da população surgiram nos países envolvidos na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), sendo a Inglaterra o primeiro país a criar uma organização denominada Civil Defense (Defesa Civil), que tinha o objetivo de garantir a segurança da população, minimizando os danos causados por possíveis ataques de inimigos. Com a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, o governo brasileiro também criou uma organização visando à seguridade da população. Assinale a alternativa que indica a denominação e o ano de criação desta primeira organização no Brasil:
Alternativas
Q4379627 Não definido
O município de Garuva-SC está localizado na base da: 
Alternativas
Q4379626 Não definido
Qual a altitude do município de Garuva-SC, em relação ao nível do mar?
Alternativas
Q4379625 Não definido
Segundo a Lei Complementar nº 19/2002, que altera a Lei Complementar nº 1, de 02 de março de 1998, em seu Art. 12, segundo o item I, a nomeação para o cargo público far-se-á:
Alternativas
Q4379624 Não definido
Em que mês do ano ocorre um dos maiores encontros de trilheiros de Santa Catarina, conhecido como Garulama.
Alternativas
Q4379623 Não definido
Como é conhecido o caminho em Garuva, que já foi utilizado por padres jesuítas, há mais de 200 anos, que ligava o litoral ao interior, indo até o Paraguai. Os antigos contam que jesuítas guardavam ouro nas grutas desse caminho.
Alternativas
Q4379622 Não definido
Um trabalhador gasta R$5,00 por dia com transporte para ir trabalhar (ida e volta). Ele trabalha 22 dias por mês. Sabendo que ele gasta 10% do seu salário com transporte, qual o salário desse trabalhador?
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Q4379621 Não definido
João quer comprar um carrinho de brinquedo. Ele foi à loja e descobriu que esse brinquedo custa R$ 40,00. O vendedor disse que dá um desconto de 10% para o pagamento à vista. João tem R$30,00 investido. Qual é o rendimento que ele precisa ter para conseguir comprar o carrinho à vista?
Alternativas
Q4379620 Não definido
O litro da gasolina custava R$ 6,00 na semana passada. Se hoje o preço está R$ 6,36, qual foi o aumento que teve?
Alternativas
Q4379619 Não definido
Maria trabalha em casa e está preocupada com sua conta de luz. Ela usa seu computador 8h/por dia e ele consome energia equivalente a R$ 0,50 por hora. Maria usa seu computador 30 dias no mês. E sua geladeira fica ligada 24 h/por dia, também 30 dias por mês e custa R$ 0,25 por hora. Qual é o custo da conta de luz de Maria, considerando que esses são seus únicos gastos com energia?
Alternativas
Q4379618 Não definido
João recebe R$ 2,50 de seu pai para comprar comida no colégio. Sabendo que João tem 200 dias letivos por ano, pergunta-se: quanto João receberá de seu pai no ano para comprar comida no colégio? 
Alternativas
Q4379617 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Assinale a alternativa CORRETA com relação a este fragmento: “Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós”.
Alternativas
Q4379616 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Assinale a alternativa CORRETA com relação aos verbos utilizados no trecho “O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar”:
Alternativas
Q4379615 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Considerando o trecho “Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica)”, é INCORRETO afirmar que 
Alternativas
Q4379614 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Assinale a alternativa CORRETA com relação ao uso do vocabulário no texto:
Alternativas
Q4379613 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Considerando os elementos do texto, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4379612 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Assinale a alternativa INCORRETA, conforme o conteúdo do texto:
Alternativas
Q4379611 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Um grupo de capoeiristas pode facilmente falar e entender a expressão “meia-lua”, enquanto pessoas de fora desse grupo talvez não entendam imediatamente o conceito específico dentro da capoeira. Um jogador de futebol pode usar a expressão “carrinho” com um sentido que não corresponde ao significado mais comum do termo e, por isso, pode não ser entendido por pessoas que não gostam de futebol. Essas situações de uso da língua retratam exemplos de
Alternativas
Respostas
401: E
402: D
403: C
404: C
405: A
406: A
407: E
408: D
409: D
410: D
411: E
412: A
413: D
414: C
415: B
416: X
417: E
418: C
419: A
420: C