Questões de Concurso
Para prefeitura de descanso - sc
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"Em todas as fases da vida, a prática de atividade física é essencial. Colocar o corpo em movimento pode influenciar aspectos importantes da saúde e, por isso, é um hábito que deve ser cultivado desde a infância. Durante os primeiros anos de vida, espera-se que as crianças adquiram habilidades motoras fundamentais como correr, pular, arremessar e equilibrar. Desenvolver essas habilidades é importante tanto para a realização de tarefas cotidianas quanto para a prática de esportes no futuro. Segundo um estudo da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, o desenvolvimento inadequado dessas habilidades pode ser um dos motivos que afastam crianças da prática de atividade física, que deveria ser, em média, 60 minutos diários de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)".
[Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/desinteresse-em atividade-fisica-pode-ter-origem-em-falhas-na-aprendizagem motora-na-infancia/. Acesso:28/09/2024].
A coordenação motora fina e a grossa são duas classificações da coordenação com características distintas. Assinale a alternativa que apresenta atividade em que prevalece a utilização da coordenação motora fina.
A Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), em seu Artigo 4º, afirma que o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:
I. Educação digital, com a garantia de conectividade de todas as instituições públicas de educação básica e superior à internet em alta velocidade, adequada para o uso pedagógico, com o desenvolvimento de competências voltadas ao letramento digital de jovens e adultos, criação de conteúdos digitais, comunicação e colaboração, segurança e resolução de problemas.
II. Vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima de sua residência a toda criança a partir do dia em que completar 4 (quatro) anos de idade.
III. Atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.
É correto o que se afirma em:
Sobre a história da Educação Física, analise as assertivas a seguir:
I. A Educação Física Higienista concebia a Educação Física como agente potencializadora de saneamento público, dava ênfase à questão da saúde, e tinha como objetivo formação de homens sadios e fortes, na busca de uma sociedade livre de doenças infecciosas e dos vícios que deterioravam a saúde e o caráter dos homens.
II. A fase da Educação Física Militarista (1930-1945), foi o período compreendido entre a Revolução de 1930 e o fim da 2ª Guerra Mundial. Neste período também existiu uma preocupação com a saúde numa perspectiva diferente da atual, mas o objetivo principal desta fase era à obtenção de uma juventude forte e saudável que fosse capaz de suportar o combate, a luta e a guerra.
III. Na psicomotricidade, a preocupação com o processo de aprendizagem na EF, supera a importância dada a execução do gesto técnico isolado. A psicomotricidade busca desenvolver fatores como a noção de corpo, tonicidade, equilíbrio, estrutura espaço-temporal, lateralidade, coordenação motora global e coordenação fina (FERREIRA, 2001).
[Disponível em: https://uece.br/eventos/congressoeducfisica escolar/anais/trabalhos_completos/505-42855-26102019 125310.pdf. Acesso: 27/09/2024].
É correto o que se afirma em:
"A Imagem Corporal é a representação mental do próprio corpo e do modo como ele é percebido pelo indivíduo, isso quer dizer que o ser humano carrega uma bagagem de emoções, sentimentos e experiências pessoais e por isso passa por constantes modificações baseadas na forma agimos e sentimos".
[Disponível em: https://doity.com.br/anais/conexaofametro 2017/trabalho/38274. Acesso: 28/09/2024].
O fragmento de texto acima elucida uma das formas que a Educação Física permite ao aluno o acesso ao conhecimento, sentido e significado das manifestações da cultura corporal de movimento através, entre outras, das práticas corporais. Essa afirmação compõe o rol de justificativas para que a Educação Física, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), se enquadre na área de (a):
Considere a assertiva acerca do sistema cardiovascular em Fisiologia do Exercício e identifique as categorias corretas.
"O sistema cardiovascular tem várias funções importantes no organismo humano, as quais servem de suporte para todos os outros sistemas. Pode-se dividir o sistema cardiovascular, considerando de forma sucinta suas principais funções, em cinco diferentes categorias, são elas:"
[Fisiologia do exercício. − Brasília: Fundação Vale, UNESCO, 2013. 74 p. − Cadernos de referência de esporte; 2].
I. Disponibilização.
II. Remoção.
III. Transporte.
IV. Manutenção.
V. Prevenção.
É correto o que se afirma em:
Observe atentamente a imagem a seguir:

"O movimento do corpo humano é resultado da interação entre o esqueleto, os músculos estriados esqueléticos, as articulações e o sistema nervoso. O sistema nervoso envia impulsos nervosos através dos neurônios para os músculos, desencadeando sua contração ou relaxamento e, consequentemente, movimentando os ossos aos quais estão conectados. Muitos desses músculos trabalham em pares, como podemos observar na figura".
[Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/musculos -do-corpo-humano.htm. Acesso: 28/09/2024].
Na imagem, o número 1 indica a ação em que ocorre a fase excêntrica do movimento, nessa fase o bíceps e o tríceps se encontram, respectivamente:
A recuperação escolar pode ocorrer de diferentes formas, dependendo do contexto e dos objetivos estabelecidos para a aprendizagem. Sobre a recuperação na Educação Física, analise abaixo:
I. A recuperação escolar deve ter como principal objetivo auxiliar os estudantes que não obtiveram a média necessária para serem aprovados no bimestre ou ano letivo.
II. A recuperação escolar é um processo de apoio e intervenção pedagógica que visa ajudar os alunos a superarem dificuldades no aprendizado e alcançarem os objetivos propostos.
III. A família é parte essencial do processo de ensino-aprendizagem, logo, devem estar envolvidos na recuperação, auxiliando o aluno nas dificuldades, acompanhando e participando de maneira efetiva.
É correto o que se afirma em:
Considere as afirmativas relacionadas ao gol no Handebol, de acordo com as regras do Handebol segundo a Confederação Brasileira de Handebol. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas.
(_) Um gol será marcado quando a bola ultrapassar completamente a linha de gol, desde que nenhuma infração às regras tenha sido cometida pelo arremessador ou por algum outro jogador, ou oficial de sua equipe, antes ou durante o arremesso. O árbitro de gol confirma a validade do gol com dois apitos curtos e mostra ao mesmo tempo, a sinalização nº 12.
(_) Um gol deve ser validado se houver uma violação das regras por um defensor, mas mesmo assim, a bola entrar na baliza.
(_) Não se pode validar um gol se um árbitro, o cronometrista ou o Delegado interromper o jogo antes que a bola tenha cruzado completamente a linha de gol.
Assinale a alternativa com a sequência correta.
O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos
O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.
O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.
Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.
Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.
Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.
Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.
Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.
Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.
Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.
Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundo o astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.
"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."
Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.
Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente.
Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.
"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.
"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.
Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo espaço.
Por causa dessas diferenças de análises do espectro que os cientistas viram nesses pequenos pontos vermelhos características diferentes: às vezes como uma galáxia que abriga milhões de estrelas, às vezes como uma galáxia com um buraco negro supermassivo.
"Não vemos este tipo de galáxias no nosso universo próximo. Foi algo que surgiu nessa época do início do universo, que durou por um certo tempo e que agora não vemos mais", disse à BBC News Mundo a astrofísica Begoña Vila, engenheira de instrumentos da Nasa.
"Quando se começou a observá-los, no princípio se pensava se tratar de outro objeto. Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."
Por serem diferentes e por serem "mestres do disfarce", os objetos estão desafiando os modelos que os cientistas construíram para explicar a origem das galáxias.
"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem tem sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."
O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos
O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.
O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.
Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.
Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.
Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.
Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.
Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.
Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.
Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.
Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundo o astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.
"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."
Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.
Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente.
Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.
"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.
"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.
Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo espaço.
Por causa dessas diferenças de análises do espectro que os cientistas viram nesses pequenos pontos vermelhos características diferentes: às vezes como uma galáxia que abriga milhões de estrelas, às vezes como uma galáxia com um buraco negro supermassivo.
"Não vemos este tipo de galáxias no nosso universo próximo. Foi algo que surgiu nessa época do início do universo, que durou por um certo tempo e que agora não vemos mais", disse à BBC News Mundo a astrofísica Begoña Vila, engenheira de instrumentos da Nasa.
"Quando se começou a observá-los, no princípio se pensava se tratar de outro objeto. Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."
Por serem diferentes e por serem "mestres do disfarce", os objetos estão desafiando os modelos que os cientistas construíram para explicar a origem das galáxias.
"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem tem sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."
O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos
O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.
O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.
Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.
Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.
Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.
Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.
Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.
Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.
Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.
Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundo o astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.
"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."
Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.
Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente.
Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.
"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.
"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.
Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo espaço.
Por causa dessas diferenças de análises do espectro que os cientistas viram nesses pequenos pontos vermelhos características diferentes: às vezes como uma galáxia que abriga milhões de estrelas, às vezes como uma galáxia com um buraco negro supermassivo.
"Não vemos este tipo de galáxias no nosso universo próximo. Foi algo que surgiu nessa época do início do universo, que durou por um certo tempo e que agora não vemos mais", disse à BBC News Mundo a astrofísica Begoña Vila, engenheira de instrumentos da Nasa.
"Quando se começou a observá-los, no princípio se pensava se tratar de outro objeto. Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."
Por serem diferentes e por serem "mestres do disfarce", os objetos estão desafiando os modelos que os cientistas construíram para explicar a origem das galáxias.
"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem tem sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."
"Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."
Em relação à ortografia do vocábulo 'superemocionante' correto afirmar:
Fonte: DE PAULO COELHO, Géssica Elias; SILVA¹, Paula Cristina Pacheco; DE SF LOPES¹, Thalitta Fernanda. A Prática Pedagógica do Professor Mediador e a Motivação no Processo de Ensino e Aprendizagem.
Diante do exposto, identifique a alternativa que NÃO condiz com a ideia supracitada.
Sobre o ciclo da água, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):
(__) A água não está em constante ciclagem no ambiente.
(__) O movimento da água é gerado pela energia que a Terra recebe do Sol.
(__) À medida que a energia solar aquece as águas superficiais, o processo de evaporação é acelerado e a água que estava no estado líquido se transforma em vapor e vai ocupar o espaço com outras moléculas, como as de gás nitrogênio (N2), oxigênio (O2) e dióxido de carbono (CO2).
Fonte: Mortimer E. et al. Matéria, energia e vida, uma abordagem interdisciplinar − O mundo atual: questões sociocientíficas. São Paulo: Editora Scipione, 2020.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.