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Q3665070 Segurança e Transporte

Observe a figura a seguir: 


q_16 esc.png (338×307)

Fonte: Bianchi, A.S.; Weis, L.C.G. Projeto Cirandado Trânsito.Disponível em: https://crppr.org.br/wp-content/uploads/2018/10/CARTILHA-BEM-VIND O-AO-TR%C3%82NSITO-Manual-de-Sobreviv%C3%AAncia-para-Pais -doc_web.pdf>.


A criança da figura está utilizando dispositivos de segurança para um transporte seguro. Identifique a alternativa correta que os descreve:

Alternativas
Q3665069 Noções de Primeiros Socorros

As fraturas são interrupções na continuidade dos ossos, ocorrem quando um osso está sujeito a um estresse maior do que ele pode aguentar. Dentre as causas de fraturas, podemos citar o impacto direto, o esmagamento, os movimentos de torção súbitos e contrações musculares extremas.


Fonte: Lia Gonçalves Possuelo [et al.].Primeiros socorros na educação infantil.Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2022 (modificado).


Caso uma criança seja alvo de uma fratura, identifique a seguir uma atitude correta nos primeiros socorros prestados:

Alternativas
Q3665068 Noções de Primeiros Socorros

Para Souza (2013), primeiros socorros são procedimentos e cuidados de urgência, prestados de início a uma pessoa, em situações de acidentes ou mal súbito no lugar onde o caso está acontecendo. Os primeiros socorros podem salvar vidas e evitar que condições mais graves aconteçam.


Fonte: Lia Gonçalves Possuelo [et al.].Primeiros socorros na educação infantil.Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2022.


Dentre as situações a seguir, identifique aquela que se trata de um problema relacionado aos primeiros socorros:

Alternativas
Q3665067 Segurança e Transporte
O cinto de segurança deve ser usado por todos assim que entrarem no veículo. Ele tem várias utilidades, dentre elas, analise as afirmações a seguir como V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( ) Mantém a pessoa no lugar. Em caso de colisão ou freada brusca, o cinto evita o deslocamento dentro do veículo.
( ) O cinto de segurança não evita que a pessoa seja lançada para fora do veículo.
( ) Impede que a pessoa se choque com outros ocupantes de dentro do veículo.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta:
Alternativas
Q3665066 Sociologia

No ambiente de trabalho, existem vários problemas que podem surgir nas relações entre as pessoas, muitas vezes resultando em conflitos e desafios. Sobre esse tema, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que apresenta tipos de discriminação:


Coluna I:


1.Discriminação de gênero.


2.Discriminação racial.


3.Discriminação de classe social.


Coluna II:


( )Acontece quando apenas funcionários que moram em bairros menos favorecidos economicamente não têm acesso a programas de treinamento, oportunidades de promoção ou desenvolvimento de carreira.


( )Acontece quando funcionários são submetidos a avanços sexuais indesejados, comentários inapropriados ou outros comportamentos hostis com conotação sexual no ambiente de trabalho.


( )Acontece quando funcionários são alvo de comentários sobre a cor de sua pele, piadas ou insultos no local de trabalho que dizem respeito a seus traços.


Assinale a alternativa que associação entre as colunas:

Alternativas
Q3665065 Direito Administrativo
A prestação de contas no serviço público é um conceito fundamental que se refere às obrigações e à responsabilidade de órgãos governamentais e servidores públicos de prestar informações sobre suas ações, decisões e utilização de recursos públicos. Nesse sentido, é correto afirmar que a prestação de contas decorre do princípio da:
Alternativas
Q3665064 História e Geografia de Estados e Municípios

O Prêmio Nacional de Inovação é considerado a mais importante inciativa de reconhecimento e estímulo à prática da inovação no país. A iniciativa reconhece os esforços bem-sucedidos de inovação e gestão da inovação das empresas, ecossistemas de inovação e pesquisadores que atuam no Brasil. Ao encontro disso, a região _____________ é responsável pela maior fatia de empresas de tecnologia no Estado de Santa Catarina.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto:

Alternativas
Q3665063 Sociologia

"O conceito estabelece que os impactos ambientais não são distribuídos de forma homogênea entre a população, uma vez que pessoas em situação de vulnerabilidade são mais afetadas por mazelas ambientais como poluição, descarte de resíduos tóxicos, exposição a trabalhos em ambientes insalubres, enchentes, eventos climáticos extremos, entre outras".


O trecho trata de uma explicação dada por Jokura (2023) e se refere:

Alternativas
Q3665062 História e Geografia de Estados e Municípios
Analise as afirmativas a seguir e identifique a correta sobre dados do município de Brusque:
Alternativas
Q3665061 Conhecimentos Gerais

Em 19/07/2023, um documento foi apresentado pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, que proferiu as seguintes palavras: "Estamos aqui para vivenciar um momento de restauração, de promover escuta e debate intercultural, porque a Constituição não é meramente um texto escrito, mas, sim, um sentimento, enquanto alicerce da nossa democracia constitucional" (Agência Brasil e STF, 2023).

Esse documento é a tradução da Constituição brasileira de 1988. Assinale a alternativa que indica corretamente a língua para a qual a Constituição foi traduzida:

Alternativas
Q3665059 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória? 


Já aconteceu de você se lembrar perfeitamente de ter deixado as chaves em um certo lugar de forma que, se elas não estão ali, é porque alguém as pegou e depois descobrir que elas estavam todo o tempo no seu bolso? Ou você, alguma vez, ouvir um amigo contar algo que aconteceu com você e a história dele ser bem diferente do que você se recorda?


Essas experiências nos deixam um tanto perturbados. Mas elas ocorrem com frequência e, às vezes, nem as percebemos.


"Todas as pessoas têm recordações falsas o tempo todo, mesmo as que acreditam ter a melhor memória do mundo", garante a psicóloga Julia Shaw, do University College de Londres.


Shaw se refere particularmente à memória autobiográfica, "as lembranças das nossas vidas que vêm frequentemente acompanhadas de um rodapé intitulado 'componentes multissensoriais': recordar como se sentia, o que sabia, como via a si, como sonhava... com emoções fortes".


"Essas [lembranças] são muito mais complexas do que [recordar] um evento", explicou Shaw ao programa Life Scientific, da BBC.


Para se recordar de um evento — por exemplo, "no dia 11 de setembro de 2001, houve um ataque às Torres Gêmeas em Nova York" — não é preciso acessar muitos locais do cérebro.


Mas, quando revivemos uma experiência própria, é preciso conectar todas as partes do cérebro responsáveis pelas diferentes sensações, formando uma grande e complicada rede de neurônios.


Shaw adverte que as lembranças não são o registro exato do passado, como gostaríamos de imaginar. Segundo ela, estudos científicos já confirmaram, mais de uma vez, que a forma como recordamos é inevitavelmente defeituosa e costuma guardar pouca relação com eventos que podem ser verificados.


Crise de identidade


"Somos a nossa memória, somos esse imenso museu de formas inconstantes, essa porção de espelhos quebrados", disse o escritor argentino Jorge Luis Borges (1899-1986). Ele conseguiu compreender muito bem que as recordações são realidades dinâmicas, mutantes e imprecisas. Mas, se "somos a nossa memória" e ela é tão pouco confiável... será que nós somos mentiras?


Em certo sentido, sim. Porém, o fato de que nunca poderemos ter a certeza de que o que recordamos está certo não deve nos preocupar, segundo a especialista em lembranças falsas. "Acredito que é uma visão muito importante de como funciona o nosso cérebro", explica Shaw. "E, em última instância, o nosso cérebro não existe simplesmente para registrar o passado de forma perfeita e confiável. Ele está ali para navegar pelo presente e pensar no futuro".


"Estas coisas maravilhosas e criativas são excelentes para resolver problemas, permitem que sejamos inteligentes, recombinam criativamente informações recolhidas no passado e as unem de forma que nunca havíamos feito antes, para criar uma nova história, uma nova solução ou uma nova ideia."


"É para isso que ele é adaptado e, portanto, coisas como falsas recordações são um subproduto dessa incrível capacidade de inteligência", afirma a psicóloga [...] "Você retira e coloca partes, porque esquece algumas ou toma emprestadas recordações de outras pessoas, ou de outras fontes", explica ela. "O que é intrigante sobre as recordações é que nós não temos acesso à versão original, mas apenas àquela que fizemos da última vez".


Retirado e adaptado de: BBC News Brasil. Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória. BBC News Brasil. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g6yyrgqwgo Acesso em: 29 out., 2023.

Analise o seguinte trecho, retirado de "Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória?":


... a forma como recordamos é inevitavelmente defeituosa e costuma guardar pouca relação com eventos que podem ser verificados.


Assinale a alternativa que poderia substituir a expressão em destaque no trecho sem prejuízo de valor:

Alternativas
Q3665058 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória? 


Já aconteceu de você se lembrar perfeitamente de ter deixado as chaves em um certo lugar de forma que, se elas não estão ali, é porque alguém as pegou e depois descobrir que elas estavam todo o tempo no seu bolso? Ou você, alguma vez, ouvir um amigo contar algo que aconteceu com você e a história dele ser bem diferente do que você se recorda?


Essas experiências nos deixam um tanto perturbados. Mas elas ocorrem com frequência e, às vezes, nem as percebemos.


"Todas as pessoas têm recordações falsas o tempo todo, mesmo as que acreditam ter a melhor memória do mundo", garante a psicóloga Julia Shaw, do University College de Londres.


Shaw se refere particularmente à memória autobiográfica, "as lembranças das nossas vidas que vêm frequentemente acompanhadas de um rodapé intitulado 'componentes multissensoriais': recordar como se sentia, o que sabia, como via a si, como sonhava... com emoções fortes".


"Essas [lembranças] são muito mais complexas do que [recordar] um evento", explicou Shaw ao programa Life Scientific, da BBC.


Para se recordar de um evento — por exemplo, "no dia 11 de setembro de 2001, houve um ataque às Torres Gêmeas em Nova York" — não é preciso acessar muitos locais do cérebro.


Mas, quando revivemos uma experiência própria, é preciso conectar todas as partes do cérebro responsáveis pelas diferentes sensações, formando uma grande e complicada rede de neurônios.


Shaw adverte que as lembranças não são o registro exato do passado, como gostaríamos de imaginar. Segundo ela, estudos científicos já confirmaram, mais de uma vez, que a forma como recordamos é inevitavelmente defeituosa e costuma guardar pouca relação com eventos que podem ser verificados.


Crise de identidade


"Somos a nossa memória, somos esse imenso museu de formas inconstantes, essa porção de espelhos quebrados", disse o escritor argentino Jorge Luis Borges (1899-1986). Ele conseguiu compreender muito bem que as recordações são realidades dinâmicas, mutantes e imprecisas. Mas, se "somos a nossa memória" e ela é tão pouco confiável... será que nós somos mentiras?


Em certo sentido, sim. Porém, o fato de que nunca poderemos ter a certeza de que o que recordamos está certo não deve nos preocupar, segundo a especialista em lembranças falsas. "Acredito que é uma visão muito importante de como funciona o nosso cérebro", explica Shaw. "E, em última instância, o nosso cérebro não existe simplesmente para registrar o passado de forma perfeita e confiável. Ele está ali para navegar pelo presente e pensar no futuro".


"Estas coisas maravilhosas e criativas são excelentes para resolver problemas, permitem que sejamos inteligentes, recombinam criativamente informações recolhidas no passado e as unem de forma que nunca havíamos feito antes, para criar uma nova história, uma nova solução ou uma nova ideia."


"É para isso que ele é adaptado e, portanto, coisas como falsas recordações são um subproduto dessa incrível capacidade de inteligência", afirma a psicóloga [...] "Você retira e coloca partes, porque esquece algumas ou toma emprestadas recordações de outras pessoas, ou de outras fontes", explica ela. "O que é intrigante sobre as recordações é que nós não temos acesso à versão original, mas apenas àquela que fizemos da última vez".


Retirado e adaptado de: BBC News Brasil. Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória. BBC News Brasil. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g6yyrgqwgo Acesso em: 29 out., 2023.

Analise o seguinte trecho, retirado de "Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória?":


Para se recordar de um evento — por exemplo, "no dia 11 de setembro de 2001, houve um ataque às Torres Gêmeas em Nova York" — não é preciso acessar muitos locais do cérebro.


Considerando a pontuação do excerto (travessão, vírgula e aspas), na ordem que aparecem no trecho, assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta a função desses sinais de pontuação: 

Alternativas
Q3665057 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória? 


Já aconteceu de você se lembrar perfeitamente de ter deixado as chaves em um certo lugar de forma que, se elas não estão ali, é porque alguém as pegou e depois descobrir que elas estavam todo o tempo no seu bolso? Ou você, alguma vez, ouvir um amigo contar algo que aconteceu com você e a história dele ser bem diferente do que você se recorda?


Essas experiências nos deixam um tanto perturbados. Mas elas ocorrem com frequência e, às vezes, nem as percebemos.


"Todas as pessoas têm recordações falsas o tempo todo, mesmo as que acreditam ter a melhor memória do mundo", garante a psicóloga Julia Shaw, do University College de Londres.


Shaw se refere particularmente à memória autobiográfica, "as lembranças das nossas vidas que vêm frequentemente acompanhadas de um rodapé intitulado 'componentes multissensoriais': recordar como se sentia, o que sabia, como via a si, como sonhava... com emoções fortes".


"Essas [lembranças] são muito mais complexas do que [recordar] um evento", explicou Shaw ao programa Life Scientific, da BBC.


Para se recordar de um evento — por exemplo, "no dia 11 de setembro de 2001, houve um ataque às Torres Gêmeas em Nova York" — não é preciso acessar muitos locais do cérebro.


Mas, quando revivemos uma experiência própria, é preciso conectar todas as partes do cérebro responsáveis pelas diferentes sensações, formando uma grande e complicada rede de neurônios.


Shaw adverte que as lembranças não são o registro exato do passado, como gostaríamos de imaginar. Segundo ela, estudos científicos já confirmaram, mais de uma vez, que a forma como recordamos é inevitavelmente defeituosa e costuma guardar pouca relação com eventos que podem ser verificados.


Crise de identidade


"Somos a nossa memória, somos esse imenso museu de formas inconstantes, essa porção de espelhos quebrados", disse o escritor argentino Jorge Luis Borges (1899-1986). Ele conseguiu compreender muito bem que as recordações são realidades dinâmicas, mutantes e imprecisas. Mas, se "somos a nossa memória" e ela é tão pouco confiável... será que nós somos mentiras?


Em certo sentido, sim. Porém, o fato de que nunca poderemos ter a certeza de que o que recordamos está certo não deve nos preocupar, segundo a especialista em lembranças falsas. "Acredito que é uma visão muito importante de como funciona o nosso cérebro", explica Shaw. "E, em última instância, o nosso cérebro não existe simplesmente para registrar o passado de forma perfeita e confiável. Ele está ali para navegar pelo presente e pensar no futuro".


"Estas coisas maravilhosas e criativas são excelentes para resolver problemas, permitem que sejamos inteligentes, recombinam criativamente informações recolhidas no passado e as unem de forma que nunca havíamos feito antes, para criar uma nova história, uma nova solução ou uma nova ideia."


"É para isso que ele é adaptado e, portanto, coisas como falsas recordações são um subproduto dessa incrível capacidade de inteligência", afirma a psicóloga [...] "Você retira e coloca partes, porque esquece algumas ou toma emprestadas recordações de outras pessoas, ou de outras fontes", explica ela. "O que é intrigante sobre as recordações é que nós não temos acesso à versão original, mas apenas àquela que fizemos da última vez".


Retirado e adaptado de: BBC News Brasil. Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória. BBC News Brasil. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g6yyrgqwgo Acesso em: 29 out., 2023.

A partir da leitura de "Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória?", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:


( )O cérebro humano não é confiável, pois ele não armazena corretamente as informações do passado.


( )Sempre que retomamos uma lembrança, o fazemos a partir da última versão que salvamos em nossa memória.


( )Recordar de alguma coisa que vivenciamos é diferente de recordar informações no geral.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3665056 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória? 


Já aconteceu de você se lembrar perfeitamente de ter deixado as chaves em um certo lugar de forma que, se elas não estão ali, é porque alguém as pegou e depois descobrir que elas estavam todo o tempo no seu bolso? Ou você, alguma vez, ouvir um amigo contar algo que aconteceu com você e a história dele ser bem diferente do que você se recorda?


Essas experiências nos deixam um tanto perturbados. Mas elas ocorrem com frequência e, às vezes, nem as percebemos.


"Todas as pessoas têm recordações falsas o tempo todo, mesmo as que acreditam ter a melhor memória do mundo", garante a psicóloga Julia Shaw, do University College de Londres.


Shaw se refere particularmente à memória autobiográfica, "as lembranças das nossas vidas que vêm frequentemente acompanhadas de um rodapé intitulado 'componentes multissensoriais': recordar como se sentia, o que sabia, como via a si, como sonhava... com emoções fortes".


"Essas [lembranças] são muito mais complexas do que [recordar] um evento", explicou Shaw ao programa Life Scientific, da BBC.


Para se recordar de um evento — por exemplo, "no dia 11 de setembro de 2001, houve um ataque às Torres Gêmeas em Nova York" — não é preciso acessar muitos locais do cérebro.


Mas, quando revivemos uma experiência própria, é preciso conectar todas as partes do cérebro responsáveis pelas diferentes sensações, formando uma grande e complicada rede de neurônios.


Shaw adverte que as lembranças não são o registro exato do passado, como gostaríamos de imaginar. Segundo ela, estudos científicos já confirmaram, mais de uma vez, que a forma como recordamos é inevitavelmente defeituosa e costuma guardar pouca relação com eventos que podem ser verificados.


Crise de identidade


"Somos a nossa memória, somos esse imenso museu de formas inconstantes, essa porção de espelhos quebrados", disse o escritor argentino Jorge Luis Borges (1899-1986). Ele conseguiu compreender muito bem que as recordações são realidades dinâmicas, mutantes e imprecisas. Mas, se "somos a nossa memória" e ela é tão pouco confiável... será que nós somos mentiras?


Em certo sentido, sim. Porém, o fato de que nunca poderemos ter a certeza de que o que recordamos está certo não deve nos preocupar, segundo a especialista em lembranças falsas. "Acredito que é uma visão muito importante de como funciona o nosso cérebro", explica Shaw. "E, em última instância, o nosso cérebro não existe simplesmente para registrar o passado de forma perfeita e confiável. Ele está ali para navegar pelo presente e pensar no futuro".


"Estas coisas maravilhosas e criativas são excelentes para resolver problemas, permitem que sejamos inteligentes, recombinam criativamente informações recolhidas no passado e as unem de forma que nunca havíamos feito antes, para criar uma nova história, uma nova solução ou uma nova ideia."


"É para isso que ele é adaptado e, portanto, coisas como falsas recordações são um subproduto dessa incrível capacidade de inteligência", afirma a psicóloga [...] "Você retira e coloca partes, porque esquece algumas ou toma emprestadas recordações de outras pessoas, ou de outras fontes", explica ela. "O que é intrigante sobre as recordações é que nós não temos acesso à versão original, mas apenas àquela que fizemos da última vez".


Retirado e adaptado de: BBC News Brasil. Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória. BBC News Brasil. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g6yyrgqwgo Acesso em: 29 out., 2023.

Sobre o texto "Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória?", analise as afirmações a seguir:


I.O texto consiste em uma entrevista realizada com Julia Shaw.


II.O texto pertence a um gênero jornalístico.


III.O texto é uma matéria jornalística.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3665055 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória? 


Já aconteceu de você se lembrar perfeitamente de ter deixado as chaves em um certo lugar de forma que, se elas não estão ali, é porque alguém as pegou e depois descobrir que elas estavam todo o tempo no seu bolso? Ou você, alguma vez, ouvir um amigo contar algo que aconteceu com você e a história dele ser bem diferente do que você se recorda?


Essas experiências nos deixam um tanto perturbados. Mas elas ocorrem com frequência e, às vezes, nem as percebemos.


"Todas as pessoas têm recordações falsas o tempo todo, mesmo as que acreditam ter a melhor memória do mundo", garante a psicóloga Julia Shaw, do University College de Londres.


Shaw se refere particularmente à memória autobiográfica, "as lembranças das nossas vidas que vêm frequentemente acompanhadas de um rodapé intitulado 'componentes multissensoriais': recordar como se sentia, o que sabia, como via a si, como sonhava... com emoções fortes".


"Essas [lembranças] são muito mais complexas do que [recordar] um evento", explicou Shaw ao programa Life Scientific, da BBC.


Para se recordar de um evento — por exemplo, "no dia 11 de setembro de 2001, houve um ataque às Torres Gêmeas em Nova York" — não é preciso acessar muitos locais do cérebro.


Mas, quando revivemos uma experiência própria, é preciso conectar todas as partes do cérebro responsáveis pelas diferentes sensações, formando uma grande e complicada rede de neurônios.


Shaw adverte que as lembranças não são o registro exato do passado, como gostaríamos de imaginar. Segundo ela, estudos científicos já confirmaram, mais de uma vez, que a forma como recordamos é inevitavelmente defeituosa e costuma guardar pouca relação com eventos que podem ser verificados.


Crise de identidade


"Somos a nossa memória, somos esse imenso museu de formas inconstantes, essa porção de espelhos quebrados", disse o escritor argentino Jorge Luis Borges (1899-1986). Ele conseguiu compreender muito bem que as recordações são realidades dinâmicas, mutantes e imprecisas. Mas, se "somos a nossa memória" e ela é tão pouco confiável... será que nós somos mentiras?


Em certo sentido, sim. Porém, o fato de que nunca poderemos ter a certeza de que o que recordamos está certo não deve nos preocupar, segundo a especialista em lembranças falsas. "Acredito que é uma visão muito importante de como funciona o nosso cérebro", explica Shaw. "E, em última instância, o nosso cérebro não existe simplesmente para registrar o passado de forma perfeita e confiável. Ele está ali para navegar pelo presente e pensar no futuro".


"Estas coisas maravilhosas e criativas são excelentes para resolver problemas, permitem que sejamos inteligentes, recombinam criativamente informações recolhidas no passado e as unem de forma que nunca havíamos feito antes, para criar uma nova história, uma nova solução ou uma nova ideia."


"É para isso que ele é adaptado e, portanto, coisas como falsas recordações são um subproduto dessa incrível capacidade de inteligência", afirma a psicóloga [...] "Você retira e coloca partes, porque esquece algumas ou toma emprestadas recordações de outras pessoas, ou de outras fontes", explica ela. "O que é intrigante sobre as recordações é que nós não temos acesso à versão original, mas apenas àquela que fizemos da última vez".


Retirado e adaptado de: BBC News Brasil. Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória. BBC News Brasil. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g6yyrgqwgo Acesso em: 29 out., 2023.

Analise o seguinte trecho, retirado de "Por que temos lembranças falsas mesmo com uma boa memória?":


Já aconteceu de você se lembrar perfeitamente de ter deixado as chaves em um certo lugar de forma que, se elas não estão ali, é porque alguém as pegou e depois descobrir que elas estavam todo o tempo no seu bolso?


Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta os efeitos de sentido criados pelas palavras em destaque: 

Alternativas
Q3664929 Administração Geral

A rotina é necessária para o bom funcionamento de praticamente tudo o que se possa imaginar, desde a boa gestão do tempo, a boa administração das casas e, claro, o bom desempenho de instituições e empresas. A rotina administrativa fundamenta-se em alguns pilares, a saber:


Fonte disponível em: https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/o-que-e-e-quais-sao-os-funda mentos-da-rotina-administrativa,3a0d64e8feb67810VgnVCM1000001b 00320aRCRD>


I. Gestão Financeira.


II. Atendimento ao cliente.


III. Gestão de pessoas.


IV. Marketing.


V. Expedição.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3664928 Atendimento ao Público

Considere as afirmativas relacionadas à qualidade em atendimento ao público apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


( )Exponha as suas ideias de forma clara e objetiva.


( )Sempre seja atencioso e prestativo.


( )Ouça o cliente com atenção, mas para situações inesperadas, fale alto e use jargões.


( )Transmita segurança.


Fonte disponível em: < https://www.agendor.com.br/blog/tecnicas-atendimento-ao-publico/>


Assinale a alternativa com a sequência correta:

Alternativas
Q3664927 Noções de Informática

É uma ferramenta versátil que desempenha um papel fundamental na organização de dados, na análise de informações e na tomada de decisões em diversos contextos, desde o ambiente de trabalho até atividades pessoais. Uma ferramenta de planilha eletrônica amplamente utilizada, que permite organizar dados de forma estruturada em células e planilhas, tornando mais fácil a classificação, filtragem e pesquisa de informações. É possível realizar uma variedade de cálculos matemáticos e estatísticos, utilizando fórmulas e funções embutidas, economizando tempo e reduzindo erros manuais.


Assinale a alternativa que corretamente apresenta a ferramenta descrita no excerto:

Alternativas
Q3664926 Ética na Administração Pública

As regras deontológicas regulam os deveres de uma pessoa ou profissional, pautando-se na ética e na moralidade, são princípios e normas de conduta. Nesse contexto, analise os excertos a seguir:


I.A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo.


II.O servidor deve prestar toda a sua atenção às ordens legais de seus superiores, velando atentamente por seu cumprimento, e, assim, evitando a conduta negligente. Os repetidos erros, o descaso e o acúmulo de desvios tornam-se, às vezes, difíceis de corrigir e caracterizam até mesmo imprudência no desempenho da função pública.


III.A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público somente no exercício do cargo ou função. Seus atos, comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos quando estiver em exercício do cargo ou função.

Fonte: Decreto n.º 1.171/1994.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3664925 Administração de Recursos Materiais

A gestão de materiais é o planejamento e controle da compra, manutenção e utilização dos materiais, pela empresa. Priorizando o planejamento e a organização dos materiais, a empresa alcança alguns benefícios. Mas, ao contrário, essa má gestão pode resultar em uma série de problemas. Assinale a alternativa que apresenta uma potencial consequência de uma má gestão no planejamento e na organização de materiais:


Fonte disponível em: < https://www.nomus.com.br/blog-industrial/gestao-de-materiais/>

Alternativas
Respostas
1581: A
1582: E
1583: B
1584: D
1585: B
1586: E
1587: B
1588: A
1589: D
1590: B
1591: C
1592: E
1593: C
1594: B
1595: A
1596: C
1597: B
1598: B
1599: C
1600: C