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Q3398051 Psiquiatria
 O transtorno explosivo intermitente manifesta-se como episódios discretos de perda do controle de impulsos agressivos. Níveis significativamente baixos de 5-HIAA e de 3-metóxi-4-hidroxifenilglicol (MHPG) no líquido cerebrospinal foram encontrados em pacientes com diagnóstico de:
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Q3398050 Psiquiatria
Os escaneamentos por emissão de pósitrons (PET) fornecem informações sobre a ativação relativa de regiões do cérebro, visto que o metabolismo de glicose regional é diretamente proporcional à atividade neuronal. O escaneamento por PET usando FDDNP tem a capacidade de diferenciar envelhecimento normal, comprometimento cognitivo leve e doença de Alzheimer pela determinação de padrões cerebrais regionais de placas e emaranhados associados com essa doença. O FDDNP significa:
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Q3398049 Psiquiatria
Alterações eletrocardiográficas (ECG), como o achatamento ou a inversão da onda T, depressão do segmento ST e prolongamento do intervalo QT, foram observadas no estágio emaciado da anorexia nervosa. Na Bulimia nervosa, pode-se observar a seguinte complicação médica, dentre outras:
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Q3398048 Psiquiatria
Recomenda-se que o tratamento farmacológico seja utilizado nos pacientes agitados portadores de Delirium que representam risco para si ou para outros, após tentativa do uso de medidas não farmacológica. Nesse contexto, assinale a alternativa correta:
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Q3398047 Psiquiatria
Estima-se que quase 50% das medicações usadas por mulheres em idade fértil tenham algum potencial teratogênico. Considerando que os benzodiazepínicos não são uma classe de medicamentos com características homogêneas no que tange à sua influência na gestação e lactação, analise o trecho a seguir:

_______: sua taxa de excreção equivale a _______, sendo o principal fármaco recomendado para uso durante a lactação, desde que durante períodos curtos e com doses que não excedam_______, observando-se a ocorrência de _______ no lactente.

Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas no excerto:
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Q3398046 Psiquiatria
Em relação às principais medicações utilizadas em emergências psiquiátricas em crianças e adolescentes, a postura distônica induzida por medicação pode ser rapidamente revertida pela administração: 
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Q3398045 Psiquiatria

Assinale a alternativa correta no que diz respeito à entrevista psiquiátrica com um paciente obsessivo-compulsivo: 

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Q3398044 Medicina
A apneia central do sono (ACS), que tende a ocorrer nos idosos, é resultado da falha periódica dos mecanismos do Sistema Nervoso Central que estimulam a respiração. A respiração de Cheyne-Stokes pode ser identificada pela seguinte afirmação:
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Q3398023 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes



Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.


Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.


Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.


Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.


Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.


Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.


Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.


Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).


Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem.


De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.


No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.



Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.; CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele mentos-inertes/ 14 mar., 2024.
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes


Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.

Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.

Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.

Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.

Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.

Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.

Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).

Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem. De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.

No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.


Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.;
CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos
elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele
mentos-inertes/ 14 mar., 2024.

Analise o seguinte trecho, retirado do texto:

Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'.

Podemos afirmar que há, no trecho, uma figura de linguagem conhecida como:
Alternativas
Q3398022 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes



Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.


Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.


Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.


Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.


Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.


Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.


Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.


Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).


Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem.


De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.


No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.



Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.; CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele mentos-inertes/ 14 mar., 2024.
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes


Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.

Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.

Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.

Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.

Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.

Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.

Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).

Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem. De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.

No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.


Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.;
CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos
elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele
mentos-inertes/ 14 mar., 2024.

Analise o seguinte trecho, retirado do texto:

Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano.

Agora, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O trecho consiste em um período composto por subordinação.
(__) "Imperceptíveis" desempenha o papel de sujeito da oração.
(__) Há, no trecho, um conectivo que estabelece a ideia de concessão.
(__) "Imperceptíveis" e "onipresentes" são características atribuídas aos gases nobres.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3398021 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes



Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.


Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.


Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.


Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.


Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.


Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.


Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.


Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).


Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem.


De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.


No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.



Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.; CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele mentos-inertes/ 14 mar., 2024.
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes


Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.

Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.

Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.

Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.

Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.

Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.

Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).

Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem. De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.

No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.


Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.;
CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos
elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele
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Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta o tipo textual e a função da linguagem predominantes no texto:
Alternativas
Q3398020 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes



Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.


Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.


Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.


Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.


Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.


Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.


Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.


Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).


Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem.


De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.


No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.



Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.; CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele mentos-inertes/ 14 mar., 2024.
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes


Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.

Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.

Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.

Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.

Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.

Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.

Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).

Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem. De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.

No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.


Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.;
CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos
elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele
mentos-inertes/ 14 mar., 2024.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona funções da pontuação com empregos de seu uso:

Primeira coluna: função da pontuação

(1) Isolamento de adjunto. (2) Isolamento de aposto. (3) Enumeração

Segunda coluna: exemplo de empego

(__) No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de luz néon.
(__) Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos.
(__) Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3398019 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes



Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.


Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.


Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.


Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.


Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.


Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.


Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.


Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).


Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem.


De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.


No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.



Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.; CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele mentos-inertes/ 14 mar., 2024.
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes


Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.

Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.

Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.

Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.

Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.

Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.

Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).

Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem. De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.

No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.


Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.;
CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos
elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele
mentos-inertes/ 14 mar., 2024.

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir:

I. A lista de elementos, que antes era constituída por apenas quatro deles, hoje, sob novas perspectivas, já soma mais de uma centena de elementos.
II. Os elementos apresentados pela Grécia Antiga constituem tudo o que vemos, tocamos e experimentamos.
III. Gases nobres recebem esse nome justamente porque sua constituição é superior à dos outros, o que lhes dá esse título, como as famílias nobres entre os seres humanos.
IV. As linhas espectrais, que consistem na forma como os elementos reagem à luz, funcionam como "impressões digitais" dos gases.
V. Cada elemento reage de uma forma específica e característica à energia que absorve.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3397998 Engenharia Hidráulica
A tubulação compreendida entre a rede de distribuição de água e a unidade de medição de consumo é denominada:
Alternativas
Q3397997 Direito Sanitário
Considere as afirmativas relacionadas aos princípios fundamentais do saneamento básico, de acordo com a Lei n.º 11.445, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) A universalização do acesso e efetiva prestação do serviço é um dos princípios fundamentais do saneamento básico.
(__) O abastecimento de água e esgotamento sanitário são alguns dos princípios fundamentais do saneamento básico.
(__) A conservação dos recursos naturais e a proteção do meio ambiente são alguns dos princípios fundamentais do saneamento básico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3397996 Direito Ambiental

Segundo a Lei federal n.º 1.445 e suas atualizações, que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico, os reajustes de tarifas de serviços públicos de saneamento básico serão realizados observando-se o intervalo mínimo de ____ meses.


Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:

Alternativas
Q3397995 Engenharia Ambiental e Sanitária
No âmbito do abastecimento urbano de água potável, definem-se as perdas aparentes como:
Alternativas
Q3397994 Engenharia Ambiental e Sanitária
A fluoretação é uma das etapas importantes no tratamento da água para consumo humano, uma vez que é uma medida preventiva que reduz a prevalência de: 
Alternativas
Q3397993 Engenharia Hidráulica

_____________ devem ser constituídos/as de duas partes componentes: a câmara de trabalho, na parte inferior e a chaminé, que dá acesso à superfície na parte superior.


Considerando os elementos de um sistema de drenagem urbana, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna no excerto:

Alternativas
Q3397992 Engenharia Civil
Considere as afirmativas relacionadas aos sistemas de distribuição de água potável apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) A rede de distribuição de água deve ser executada preferencialmente em tubulações de concreto armado, pois não afeta a potabilidade da água, além de possuir elevada resistência.
(__) Na impossibilidade de utilizar tubulações de PVC, deve-se dar preferência a tubulações de cimento amianto.
(__) As redes de distribuição de água potável operam em regime de escoamento livre ao contrário das redes de esgoto, que operam em regime de escoamento forçado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Respostas
2761: E
2762: E
2763: E
2764: C
2765: E
2766: A
2767: E
2768: B
2769: A
2770: A
2771: E
2772: E
2773: C
2774: B
2775: E
2776: A
2777: E
2778: E
2779: B
2780: B