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Based on that, choose the correct alternative:
First column: Methodological approaches
(1) Situational Language Teaching (SLT)
(2) CLT - Communicative Language Teaching (The Communicative Approach)
(3) CLIL - Content and Language Integrated Learning
Second column: definitions
(__) The goal of this approach is to develop learners' communicative competence across all four skills. It has been the dominant approach in mainstream language education for many decades.
(__) This is an approach that combines the learning of a specific subject matter with learning the target language.
(__) This approach views language as a purposeful means of achieving goals in real-life situations.
Choose the alternative that presents the correct association between the columns:
(__) The sentence does not have any types of articles.
(__) There are a total of eleven words classified as nouns in the sentence.
(__) In the sentence, it is possible to find four different pronouns.
I. The modal verb 'would', in the first sentence of the text, is used to express a hypothesis.
II. The use of the modal verb 'may', in the last paragraph, expresses something that is likely to happen.
III. Modal verbs do not have any impact in the meaning of this text.
It is correct what is stated in:
(__) In the first paragraph, the word 'however' is an adjective and is used to express the idea of addition.
(__) The word 'indeed', used in the second paragraph can be used to emphasize a statement or response confirming something already suggested, and also can be used to introduce a further and stronger or more surprising point.
(__) 'Furthermore' is used in the third paragraph to introduce a subordinate clause which contains a statement which contrasts with the statement in the main clause.
Primeira coluna: figura de linguagem
(1) Apóstrofe. (2) Gradação. (3) Hipérbato. (4) Silepse.
Segunda coluna: exemplo de emprego
(__) São inspiradores os caminhos da literatura.
(__) A maioria dos alunos não queriam que lhes fosse cerceado o direito de escolher qual livro leriam.
(__) Comecei fazendo algumas buscas, em seguida li muitas coisas e, quando dei por mim, já estava obcecado pelo tema.
(__) Oh céus, o que mais eu preciso fazer para conseguir finalizar este livro?
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
(__) Uma importante diferença entre os fonemas consonantais e vocálicos, do ponto de vista da articulação, é que para a produção de consoantes, há sempre alguma forma de bloqueio na saída do ar, enquanto os segmentos vocálicos são articulados a partir de uma saída livre de ar.
(__) No que diz respeito à posição das vogais na sílaba, estas podem apenas exercer a função de núcleo silábico, sendo as consoantes e semivogais aquelas destinadas às margens da sílaba.
(__) Foneticamente falando, o português brasileiro apresenta cinco vogais.
(__) Enquanto a Fonologia considera as características individuais dos falantes, a Fonética se ocupa das características de representação mais amplas.
(__) No que diz respeito à classificação, os segmentos consonantais podem ser classificados quanto a: ponto de articulação, modo de articulação, vozeamento e se são nasais ou orais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Primeira coluna: sinal de pontuação
(1) Ponto de interrogação. (2) Ponto. (3) Ponto e vírgula. (4) Dois pontos. (5) Vírgula.
Segunda coluna: uso
(__) Emprega-se para separar num período as orações da mesma natureza que tenham uma certa extensão (Cunha, Cintra, 2008).
(__) Emprega-se para separar elementos que exercem funções sintáticas diversas, geralmente com a finalidade de realçá-los (Cunha, Cintra, 2008).
(__) Emprega-se, fundamentalmente, para indicar o término de uma oração declarativa, seja ela absoluta, seja a derradeira de um período composto (Cunha, Cintra, 2008).
(__) Emprega-se no fim de qualquer pergunta direta, ainda que não exija resposta (Cunha, Cintra, 2008).
(__) Emprega-se para marcar, na escrita, uma sensível suspensão da voz na melodia de uma frase não concluída (Cunha, Cintra, 2008).
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Mediadores de leitura
Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)
Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.
Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.
Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.
O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024.
I. essas páginas (segundo parágrafo)
a. um trabalho em parceria
b. a leitura
II. Por isso (segundo parágrafo)
a. essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz.
b. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas
III. Seu ofício (terceiro parágrafo)
a. do mediador de leitura
b. um manual de funções
IV. Por isso (quarto parágrafo)
a. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
b. além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Mediadores de leitura
Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)
Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.
Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.
Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.
O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024.
I. Aproximar livros e leitores.
II. Oferecer meios pelos quais crianças, mesmo que ainda não leiam, possam se aproximar do livro.
III. Oferecer e limitar para o leitor o sentido do livro, interpretando-o para a criança/adolescente.
IV. Ser um leitor experiente, que mostra entusiasmo e se deixa encantar pelos livros, transparecendo este encantamento aos leitores em formação.
V. Fazer leituras coletivas, em voz alta.
VI. Promover encontros individuais entre leitores e livros.
VII. Atuar em espaços institucionais de leitura especificamente, visto que são estes espaços que se constituem como meios de formação de leitores.
É correto o que se afirma em:
Mediadores de leitura
Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)
Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.
Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.
Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.
O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024.
(__) A leitura é um processo passivo no qual o leitor recebe os sentidos construídos pelo autor do texto.
(__) Toda leitura parte de um objetivo, o qual irá desencadear a seleção de um gênero e um comportamento estratégico específico por parte do leitor.
(__) A leitura é uma competência, um conjunto de habilidades complexas, que guarda em si vários outros processos de ordem oculomotora, perceptual e de compreensão.
(__) Para que a leitura faça sentido, ela precisa estar associada a alguma atividade de produção de textos, pois é só assim que o professor saberá como o estudante leu e o que compreendeu do que foi lido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Mediadores de leitura
Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)
Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.
Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.
Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.
O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024.
I. Podemos afirmar que o texto pertence ao gênero verbete de glossário. Este gênero explica palavras que são: i) pouco conhecidas ou; ii) palavras e expressões que ganham novos significados em uma determinada área do conhecimento.
PORQUE
II. Pertence ao tipo textual injuntivo e consiste em um texto impessoal, geralmente escrito em linguagem mais formal.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Mediadores de leitura
Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)
Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.
Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.
Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.
O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.
Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024.
I. Ao analisar a função dos mediadores de leitura, fica sinalizado que a concepção de linguagem mais saliente na função do mediador é a linguagem como comunicação, pois é por meio da linguagem que uma mensagem é passada de um emissor a um receptor.
II. Essa forma de compreender o papel do mediador de leitura está muito ligada à concepção de linguagem como interação, visto que esta promove uma construção de sentidos, de relações alteritária e é um meio no qual tanto adulto quanto criança/adolescente têm espaço para trazer suas contribuições.
III. Considerando o papel do mediador de leitura, a concepção de linguagem que mais se aproxima dessa mediação é a linguagem como expressão do pensamento, visto que a função do mediador, muitas vezes, é "permanece[r] em silêncio ou se ocultar para deixar que livro e leitor conversem", deixando que o leitor expresse o que pensa.
É correto o que se afirma em:
I. A introdução de alimentos potencialmente alergênicos deve ser evitada até o bebê completar 1 ano de idade.
II. Alimentos potencialmente alergênicos podem ser introduzidos gradualmente a partir dos 6 meses de idade.
III. A introdução precoce de alimentos alergênicos está associada a um aumento no risco de desenvolver alergias.
É correto o que se afirma em: