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Q3855695 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O inventário do invisível

 

Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

 

2/12/2025

 

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

 

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

 

Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

 

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

 

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

 

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

 

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

 

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

 

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

 

Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

 

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

 

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.

 

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

As palavras têm um ou mais significados, reconhecidos pelos estudiosos da língua. Esses significados podem ser sinônimos, mas nunca absolutos porque o sentido depende do contexto em que as palavras aparecem, das circunstâncias internas e externas ao texto.


Analise os dois excertos a seguir à luz do contexto geral em que foram postos e de seus conhecimentos:


"Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte."


"Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café?"


As palavras destacadas são dois adjetivos com sentidos distintos. Considerando o sentido de cada um no contexto, analise as sentenças:


I.No primeiro excerto, a palavra "exacerbada" pode ser substituída por "intensa ou agravada", mantendo o sentido.


II.Apesar de "violenta" ser um sentido possível de "exacerbada", nesse contexto, ela compromete o sentido.


III.A palavra "exaurida" significa "esgotada, consumida, exausta". Qualquer uma dessas palavras manteria o sentido do texto.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3855694 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O inventário do invisível

 

Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

 

2/12/2025

 

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

 

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

 

Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

 

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

 

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

 

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

 

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

 

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

 

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

 

Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

 

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

 

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.

 

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

A pontuação de um texto escrito é muito importante, seja para indicar possíveis pausas e entonações durante a leitura, seja para indicar elementos sintáticos que, não marcados pela pontuação, podem gerar ideias sem clareza, ambíguas e até contraditórias. Tendo isso como referência e mobilizando seus conhecimentos a respeito do assunto, analise o excerto e as sentenças a seguir.
"Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso."
I.Os dois pontos, usados para marcar uma suspensão do discurso, nesse contexto, são seguidos da reprodução de um discurso direto, ou seja, da fala de alguém.
II.As vírgulas, no trecho sublinhado, foram usadas corretamente, uma vez que elas separam uma oração subordinada intercalada, a qual, por estar fora da ordem direta do período, quebra a fluência.
III.No último período, a vírgula posposta a "chão" para separar termos coordenados que não utilizam conectivo entre si. Nesse contexto, não caberia ponto e vírgula substituindo a vírgula.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3855693 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O inventário do invisível

 

Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

 

2/12/2025

 

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

 

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

 

Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

 

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

 

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

 

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

 

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

 

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

 

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

 

Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

 

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

 

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.

 

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

A partir da leitura do texto e da mobilização de conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir:
I.No final do ano, especialmente quando inicia dezembro, há uma certa cobrança ou expectativa alheia em relação a nosso balanço anual. Isso, em geral, é na perspectiva das conquistas, das metas alcançadas e não de outras possibilidades.
II.O texto apresenta duas perspectivas para o dizer "sim" para tudo: uma, na juventude, e outra, na vida adulta. Esta é alcançada à medida que a pessoa amadurece, torna-se mais sábia e aprende que é possível fazer escolhas.
III.No processo de escolher o que se abraça e para o que se diz "não", a pessoa precisa aprender a ler o próprio corpo e entender quando é o momento também de pausar e ter um descanso.
É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3855692 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O inventário do invisível

 

Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

 

2/12/2025

 

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

 

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

 

Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

 

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

 

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

 

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

 

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

 

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

 

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

 

Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

 

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

 

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.

 

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

No excerto "Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido?", o acento grave (crase) foi usado corretamente porque, nesse contexto, ela compõe uma locução adverbial constituída por substantivo feminino. Analise os usos da crase nas sentenças a seguir:
I. À proporção da minha força para lutar por isso é a mesma de eu desistir e nunca mais voltar atrás.
II. À custa de muita dedicação, estudo e certos sacrifícios, a juventude empobrecida conseguirá uma pontinha de lugar ao sol.
III.A decisão foi por comprar tudo à prazo porque não tinha todo o valor naquele momento.
IV.Não dormiu naquela noite. Queria colocar tudo às claras antes de partir naquela viagem com passagem só de ida.
Está correto o uso da crase em:
Alternativas
Q3855690 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O inventário do invisível

 

Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

 

2/12/2025

 

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

 

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

 

Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

 

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

 

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

 

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

 

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

 

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

 

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

 

Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

 

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

 

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.

 

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

No excerto a seguir, a palavra "conta" foi usada duas vezes. Analise os usos e as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha.
(__)O primeiro uso, se trata de uma expressão (dar conta de) já "cristalizada" na língua portuguesa, cujo sentido é de "ser capaz de fazer alguma coisa; conseguir, suportar". Nessa expressão, a palavra "conta" é um substantivo.
(__)No segundo uso, tem-se um substantivo que se refere ao ato de contar, calcular.
(__)Nos dois casos, as palavras exercem a função de sujeito dos verbos que elas acompanham.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3855689 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O inventário do invisível

 

Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

 

2/12/2025

 

Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

 

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

 

Nessa época, todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

 

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

 

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

 

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

 

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

 

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

 

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

 

Neste dezembro, que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

 

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

 

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.

 

(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)As palavras "invisível" e "difícil" são acentuadas graficamente porque são paroxítonas e terminam em "-l".
(__)As palavras "maravilha" e "curadoria" são paroxítonas e não são acentuadas graficamente por terminarem em -a.
(__)As palavras "urgência" e "próprio" são paroxítonas terminadas em ditongo oral, por isso recebem acento gráfico.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3855688 Ética na Administração Pública
Considere as afirmativas a seguir, relativas à função dos códigos de ética e à responsabilidade profissional no serviço público:
I.A elaboração participativa de códigos de ética profissional potencializa sua eficácia regulatória, na medida em que a legitimidade construída coletivamente favorece a internalização das normas pelos membros do grupo.
II.Os códigos de ética profissional constituem instrumentos normativos autossuficientes, dispensando articulação com o ordenamento jurídico geral para produzir efeitos sancionatórios sobre condutas de seus destinatários.
III.A responsabilidade ética das lideranças no serviço público compreende dimensões institucional, pessoal e educacional, abrangendo desde o cumprimento dos deveres funcionais até o diálogo formativo com os servidores sob sua coordenação.
IV.A força vinculante dos códigos de ética decorre primariamente de sua natureza jurídico-normativa, sendo secundária a adesão voluntária dos profissionais aos valores e princípios neles consagrados.
É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3855687 Gestão de Pessoas
A compreensão das múltiplas dimensões da inteligência humana contribui para o desenvolvimento de competências essenciais ao trabalho colaborativo. No contexto do serviço público, onde as interações entre servidores, gestores e cidadãos são constantes, determinadas dimensões da inteligência assumem relevância particular para a qualidade das relações e o alcance dos objetivos institucionais. Considerando as contribuições teóricas sobre inteligências múltiplas, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3855686 Medicina
Homem, 60 anos, diabético, com angina estável refratária ao tratamento médico otimizado. O cateterismo revela envolvimento triarterial, Syntax Score elevado e acometimento da artéria descendente anterior proximal. Assinale a intervenção que oferece o maior benefício prognóstico a longo prazo:
Alternativas
Q3855685 Medicina
Homem de 62 anos, diabético em uso irregular de hipoglicemiantes e tabagista (carga de 50 maços/ano), procura atendimento com tosse produtiva há 4 dias que evoluiu com dispneia intensa. Na avaliação inicial, encontra-se confuso, taquipneico (FR 28 irpm), com pele fria, livedo reticular e tempo de enchimento capilar > 4 segundos. A PA é 84/45 mmHg e Oximetria 88% em ar ambiente. Assinale a alternativa que descreve corretamente a sequência de condutas imediatas:
Alternativas
Q3855684 Medicina
Homem, 68 anos, com diagnóstico prévio de Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida e Doença Renal Crônica (TFG = 40 mL/min/1,73m²). O paciente faz uso de Metformina e Inibidor de DPP4, mas sua HbA1c é 8.5%. Assinale a alternativa que apresenta a classe de droga que deve ser adicionada prioritariamente para redução de desfechos cardiovasculares e renais:
Alternativas
Q3855683 Medicina
Paciente, 55 anos, com histórico de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) prévio e Diabetes Mellitus. Apresenta LDL-C = 75 mg/dL em uso de doses máximas toleradas de estatina e ezetimiba. Assinale a alternativa que indica a próxima intervenção farmacológica para atingir a meta de prevenção secundária agressiva:
Alternativas
Q3855682 Medicina
Mulher, 52 anos, com histórico de Diabetes e pressão arterial elevada. Apresenta Taxa de Filtração Glomerular de 55 mL/min/1,73m² e Relação Albumina/Creatinina (RAC) urinária indicando albuminúria de 500 mg/dia. O tratamento inclui IECA e inibidor de SGLT2. Assinale a alternativa que indica a intervenção farmacológica recomendada pelas diretrizes mais recentes para o manejo do risco residual renal e cardiovascular:
Alternativas
Q3855681 Medicina
Homem, 72 anos, com Fibrilação Atrial não valvar e histórico de Hipertensão, Diabetes e Doença Vascular prévia. Em uso de Apixabana, ele será submetido à colonoscopia com polipectomia em 7 dias, após resolução de sangramento gastrointestinal menor. Assinale a alternativa que indica a conduta mais segura e baseada em evidências em relação ao manejo do Anticoagulante Oral Direto no período periprocedimento: 
Alternativas
Q3855680 Medicina
Paciente, 78 anos, internado há 15 dias, desenvolve quadro de diarreia aquosa (> 3 evacuações/dia) com teste de toxina positivo para Clostridioides difficile. O quadro é classificado como não grave. Assinale a alternativa que indica o agente antimicrobiano de primeira linha recomendado, de acordo com as diretrizes atualizadas: 
Alternativas
Q3855679 Medicina
Homem, 75 anos, com neoplasia de pâncreas em quimioterapia, evolui subitamente com dispneia e taquicardia (FC 115 bpm). O paciente está com pressão arterial de 88/55 mmHg, SatO2 89% em máscara de O2 e o estado clínico impede o transporte imediato para a Angio-TC. O Ecocardiograma Trans-Torácico de urgência é realizado à beira do leito e revela relação VD/VE > 1,5, septo interventricular retificado e Excursão Sistólica do Plano do Anel Tricúspide (TAPSE) de 14 mm**. A Troponina I está elevada (0.8 ng/mL). Assinale a alternativa que indica a conduta imediata e prioritária:
Alternativas
Q3855678 Medicina
Mulher, 70 anos, com cardiomiopatia isquêmica e Fração de Ejeção de 30%. O tratamento otimizado (Carvedilol, Losartana, Espironolactona) falha em controlar os sintomas, mantendo dispneia classe II. Assinale a alternativa que indica a intervenção prioritária para completar os pilares terapêuticos e maximizar a redução de mortalidade: 
Alternativas
Q3855677 Medicina
Mulher, 58 anos, com Pressão Arterial sustentada acima de 140/90 mmHg, apesar do uso otimizado de um inibidor do SRAA, um diurético tiazídico e um bloqueador de canal de cálcio. Laboratório: K = 4.5 mEq/L e TFG normal. Assinale a alternativa que apresenta a classe de droga de quarta linha mais recomendada para adicionar ao tratamento:
Alternativas
Q3855676 Medicina
A participação popular é um dos pilares do Sistema Único de Saúde, conferindo à gestão realismo, transparência, comprometimento coletivo e efetividade de resultados. Essa participação está diretamente relacionada ao grau de consciência política e de organização da sociedade civil. Considerando os canais de participação e controle social no SUS, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)As Conferências e os Conselhos Municipais de Saúde são canais institucionalizados de participação da comunidade no SUS.
(__)As ouvidorias municipais do SUS e as consultas públicas permitem colher avaliações e demandas da população sobre a saúde pública local.
(__)A participação social na saúde consiste em considerar o usuário como recebedor passivo de benefícios do Estado, sem interferência na gestão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3855675 Medicina
O Fundo Nacional de Saúde (FNS) é o gestor financeiro dos recursos destinados a financiar as despesas correntes e de capital do Ministério da Saúde, bem como dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Único de Saúde. O financiamento federal da saúde pública é um processo que envolve etapas específicas e conta com a participação de diferentes entes federativos. Considerando as atribuições e o funcionamento do Fundo Nacional de Saúde, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O FNS atua na execução orçamentária, financeira e contábil, além de desenvolver mecanismos para disponibilizar informações à sociedade sobre custeios, investimentos e financiamentos no âmbito do SUS.
(__)O financiamento federal da saúde pública consiste nas etapas de planejamento dos investimentos, execução dos recursos federais e monitoramento da aplicação dos recursos públicos.
(__)O Fundo Nacional de Saúde limita-se a transferir os recursos financeiros, não possuindo atribuição de orientar estados e municípios quanto à elaboração de projetos e aplicação eficiente dos recursos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Respostas
1381: B
1382: B
1383: B
1384: E
1385: B
1386: X
1387: E
1388: E
1389: C
1390: A
1391: D
1392: B
1393: A
1394: A
1395: D
1396: E
1397: B
1398: D
1399: D
1400: C