Questões de Concurso
Para prefeitura de biguaçu - sc
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Analise as afirmativas abaixo considerando o texto 2.
1. Pelo texto pode-se afirmar que as línguas se fundam nos usos e não ao contrário.
2. O aluno, ao falar a linguagem coloquial, fala mal e, portanto, escreve mal.
3. O penúltimo verso traz a ideia de que o português depende da interação com o outro; assim, traz latente a terceira concepção de linguagem apresentada no texto 1.
4. É preciso que o professor de língua portuguesa, a exemplo do Professor Gois, mostre-se autoridade em metalinguagem para que os alunos tenham confiança e possam aprender.
5. Muitas vezes o ensino da gramática faz com que o aluno veja a língua como algo esquisito, excêntrico.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São diretrizes do Plano Municipal de Educação de Biguaçu (Lei Municipal nº 3558/2015):
1. Reduzir analfabetismo.
2. Melhoria da qualidade da educação.
3. Universalização do atendimento escolar.
4. Formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores cristãos, morais, meritocráticos e éticos em que se fundamenta a sociedade.
5. Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Trocando em miúdos: em vez de homogeneizar a condição humana, a anulação tecnológica das distâncias temporais/espaciais tende a polarizá-la. Ela emancipa certos seres humanos das restrições territoriais e torna extraterritoriais certos significados geradores de comunidade — ao mesmo tempo que desnuda o território, no qual outras pessoas continuam sendo confinadas, do seu significado e da sua capacidade de doar identidade. Para algumas pessoas ela augura uma liberdade sem precedentes face aos obstáculos físicos e uma capacidade inaudita de se mover e agir a distância. Para outras, pressagia a impossibilidade de domesticar e se apropriar da localidade da qual têm pouca chance de se libertar para mudar-se para outro lugar.
BAUMAN, Zygmunt. “Globalização, as consequências humanas”. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999.p. 25.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. Segundo Bauman, a Globalização é um processo histórico, socioeconômico e político que tanto divide quanto une, ou seja, tem seus pontos positivos e negativos.
2. Como pontos positivos temos maior acesso à informação e possibilidades de comunicação, como nunca vistos anteriormente na história; além da proliferação dos avanços da medicina para os incluídos.
3. Entre os pontos negativos está o fenômeno da polarização que a pirâmide econômica mundial sofre atualmente, onde os países e empresas ricas ficam mais ricos e os países e empresas pobres ficam mais pobres.
4. A globalização é benéfica para os globalizadores (pessoas, empresas e países ricos) e maléfica para os globalizados (pessoas pobres, empresas e países menos desenvolvidos).
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A Guerra do Paraguai foi um marco para os países que dela participaram. Guerra do Paraguai se diz no Brasil; Guerra da Tríplice Aliança se fala no Rio da Prata e, no Paraguai, é conhecida como Guerra Grande.
O custo da guerra deixou uma grande nódoa nas finanças públicas do Brasil. Mas essa mesma guerra também estimulou a indústria brasileira - sem chegar a mencionar as fábricas de produtos têxteis (para uniforme do exército) e o arsenal do Rio - e, de alguma maneira, modernizou a infraestrutura do país. O recrutamento, o treinamento, o fornecimento de vestuários, de armamentos e o transporte para um exército tão grande tinham desenvolvido a organização ainda rudimentar do Estado brasileiro.
BETHELL, Leslie. In: MARQUES, Maria Eduarda C. M. A Guerra do Para-
guai: 130 anos depois. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1995. p. 22.
Acerca das consequências econômicas da Guerra do Paraguai, pontua-se de forma preponderante na historiografia brasileira:
1. Para o Brasil, a guerra gerou forte impacto na economia, uma vez que os gastos do Brasil foram 11 vezes o orçamento anual do país em 1864.
2. O Brasil saiu prejudicado no aspecto financeiro, uma vez que a guerra foi a causadora do aumento da dívida externa e da consequente dependência econômica de países europeus, como a Inglaterra.
3. No decurso de cerca de cinco anos e alguns meses de combate, foi preciso mobilizar cerca de 200 mil homens, dos quais 139 mil foram para o campo de combate. Desta forma, o Brasil fez um grande esforço para armar, municiar, alimentar, vestir e dar assistência médica aos seus soldados.
4. O período de baixa na economia mundial, registrado nos anos 1850-1860, elevou os valores de mercado dos produtos primários brasileiros no período da guerra e favoreceu a injeção das libras esterlinas, tornando-se a principal moeda internacional, seguido pelo patacão imperial.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
O historiador Eric Hobsbawm, na sua obra intitulada “Nações e nacionalismo desde 1780”, ao estudar o fenômeno do nacionalismo, procurou explicar o surgimento deste fenômeno na Europa do século XIX, ligado, entre outras razões, a uma presença mais efetiva dos poderes do Estado na sociedade daquele período.
Cada vez mais o Estado detinha informações sobre cada um dos indivíduos e cidadãos através do instrumento representado por seus censos periódicos regulares (que só se tornaram comuns depois da metade do século XIX), através da educação primária teoricamente compulsória e através do serviço militar obrigatório, onde existisse.
HOBSBAWM, Eric. Nações e nacionalismo desde 1780. Rio de
Janeiro: Paz e Terra. 1990. p.102.
Com base nas abordagens históricas acerca do controle do Estado sobre a sociedade civil no século XIX, é correto afirmar:
Um visitante francês em sua estada no Rio de Janeiro, em 1748, sintetiza seus juízos sobre o comportamento social dos portugueses:
[…] para dar uma ideia clara da sua futilidade, a seguinte nota: uma espada e uma roupa elegante os seduzem enormemente e a aparência é tudo que consideram ao avaliar a importância de alguém. […] Os habitantes comuns que querem satisfazer a sua vaidade aos olhos do povo, na impossibilidade de utilizar o castão de prata, escondem a sua inferioridade exagerando no brilho das suas roupas e das de seus acompanhantes. […]
PIERRE Sonnerat. In: FRANÇA, Jean Marcel Carvalho. Outras visões
do Rio de Janeiro colonial: antologia de textos (1582-1808). Rio de
Janeiro: José Olympio, 2000. p. 207-208.
O texto acima revela que cada indivíduo membro da sociedade colonial brasileira, do século XVIII, deveria mostrar-se, no trajo, nos adereços e mesmo nas cores portadas, de acordo com o seu estado socioeconômico.
Com base nessas considerações podemos afirmar:
1. A impossibilidade ou dificuldade no discernimento entre livre e cativo pelo modo ou riqueza nas roupas era uma questão posta, a qual não incomodava a sociedade da época, sendo uma questão acolhida pela legislação em vigor no Brasil do período colonial.
2. Riqueza e pobreza são fios de uma trama que pouco a pouco passam a compor o complexo e misto código de vestimenta nos trópicos, um código que deveria traduzir a hierarquia e a distinção social.
3. As pompas e rococós, sinal mais imediato e efetivo do poder econômico naquele ambiente extremamente visual, acabavam por perder sua função de distinção quando “qualquer um” podia trajá-las.
4. Aos olhos de diversos legisladores e camarários, permitir que os pretos circulassem vestidos com requinte prejudicava, portanto, o firmamento de uma verdadeira barreira entre os de cor – e os demais agentes sociais que, mesmo pobres, eram brancos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
No Brasil colonial, seguindo o costume português, desde o despertar o cristão se via rodeado de lembranças do reino dos Céus. Na parede contígua à cama, havia sempre algum símbolo visível da fé cristã: um quadrinho ou caixilho com gravura do anjo da guarda ou do santo; uma pequena concha com água-benta; o rosário dependurado na cabeceira da cama.
MOTT, Luiz. Cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e o calundu. In: SOUZA, Laura de Mello e (Org.). História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v. 1. p. 164-166.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. Em muitas propriedades rurais mais abastadas, próximo às casas-grandes dos engenhos de açúcar, era comum a construção de uma capela ou ermida, onde um sacerdote residente ou de fora prestava assistência religiosa aos senhores e à escravaria e agregados.
2. Apesar de os oratórios e santos de casa serem bentos e abençoados pelo vigário ou missionário em suas visitas residenciais, nem sempre a relação dos moradores com tais simulacros seguia as normas permitidas pela ortodoxia católica.
3. O oratório funcionava como uma espécie de relicário, onde eram conservados, além de eventuais relíquias “verdadeiras” do Santo Lenho, da coluna onde Cristo foi açoitado, pedacinhos de osso de algum santo e, eventualmente, até um bocadinho do “leite em pó” de Nossa Senhora.
4. No oratório guardavam-se alguns “talismãs” aceitos ou tolerados pela Igreja, a saber, “a rosa- -de-jericó”, a qual, posta contraída e seca num copo de água, na intenção de alguma parturiente, caso abrisse rapidamente, significava bom sucesso; no caso contrário, morte certa.
5. A palha benta do Domingo de Ramos é outro exemplo típico desta crendice popular do período colonial brasileiro. Era conservada como poderoso antídoto contra raios, coriscos e tempestades.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A suposição de que a Terra era redonda e a necessidade de comprovação dessa hipótese através de uma viagem, são projetos tipicamente renascentistas. (…) Ao descobrir outras culturas, o homem do Renascimento hierarquizou-as: da civilização à barbárie. Nesse sentido, o humanista constitui-se a partir de uma vontade de domínio e poder sobre todos os povos do mundo.
SILVA, Janice Theodoro da. Descobrimentos e Renascimento. São Paulo, Contexto, 1991. p.56.
Acerca das transformações econômicas, políticas e sociais ocorridas com o desenvolvimento do comércio e da vida urbana, a partir da Expansão Marítima e Comercial Europeia, bem como com o processo de colonização da América, é correto afirmar:
Acerca da Passagem da Antiguidade para a Idade Média, considere o texto abaixo.
O período que se estendeu de princípios do século IV a meados do século VIII sem dúvida apresenta uma feição própria, mas não “antiga” e ainda não claramente “medieval”. Apesar disso, talvez seja melhor chamá-la de Primeira Idade Média do que usar o velho rótulo Antiguidade Tardia, pois nela teve início a convivência e a lenta interpenetração dos três elementos históricos que comporiam todo o período medieval. Elementos que, por isso, chamamos de Fundamentos da Idade Média: herança romana clássica, herança germânica, cristianismo.
FRANCO JR, Hilário. A Idade Média: O nascimento do Ocidente. São
Paulo: Brasiliense, 1999. p. 12.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. A participação da herança romana clássica na formação da Idade Média deu-se sobretudo após a profunda crise do século III, quando o Império Romano tentou a sobrevivência por meio do estabelecimento de novas estruturas, que não impediram sua decadência, mas que permaneceriam vigentes por séculos.
2. A aceitação de germanos no exército imperial romano é um exemplo da tentativa romana de sobrevivência por meio do estabelecimento destas novas estruturas; bem como o desenvolvimento de uma nova espiritualidade que possibilitou o sucesso do cristianismo.
3. O cristianismo, por sua vez, foi o elemento que possibilitou a articulação entre romanos e germanos, o elemento que ao fazer a síntese daquelas duas sociedades forjou a unidade espiritual, essencial para a civilização medieval.
4. A Igreja Cristã, nos seus primeiros tempos, reafirmava aspectos importantes da civilização romana, como a divindade do imperador, a hierarquia social, o militarismo. Ela era um prolongamento da romanidade, com seu caráter universalista, com o cristianismo transformado em religião do Estado, com o latim que por intermédio da evangelização foi levado a regiões antes inatingidas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Não era apenas por meio da força que as classes dominantes de Roma queriam impor-se aos povos conquistados. Desejavam, também, ser vitoriosos no plano cultural. O anseio de Roma por projeção cultural foi bem compreendido por Otávio Augusto que, durante o seu governo (27 a.C – 14 d.C), incentivou uma política de proteção a artistas e intelectuais. O objetivo dessa política cultural era estimular a produção de obras que exaltassem a glória de Roma e de seu governo.
COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral. Volume único. São Paulo: Saraiva, 2006. P. 90.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. É nesse contexto que encontramos ricos cidadãos, como o influente conselheiro do Imperador Otávio Augusto, Caio Mecenas, o qual concedia proteção e apoio financeiro a um círculo de intelectuais e poetas, sustentando sua produção artística.
2. Do nome Caio Mecenas originaram-se os termos “mecenas”, usado para denominar a pessoa rica que patrocina as artes e as ciências, e “mecenato”, que designa essa atividade de proteção às artes e às ciências.
3. Os poetas Virgílio, Horácio e Ovídio e o historiador Tito Lívio são exemplos de personalidades favorecidas por este tipo de apoio desenvolvido pelos “mecenas”.
4. A cultura romana não era de todo original; como grandes conquistadores, os Romanos entraram em contato com diversos povos, absorvendo e recriando elementos de suas culturas, principalmente da cultura grega.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
(…) Essas são as histórias contadas por persas e fenícios. Eu mesmo não tenho nenhuma intenção de afirmar que esses eventos ocorreram dessa ou daquela maneira. Mas eu sei quem foi o primeiro homem a cometer atos injustos contra os gregos. Eu o identificarei e então prosseguirei com minha história, falando igualmente das cidades grandes e pequenas dos homens. Pois muitos estados que foram grandes uma vez agora se tornaram pequenos e aqueles que eram grandes na minha época tinham sido pequenos antes. Sabendo, portanto, que a prosperidade humana nunca continua no mesmo lugar, eu mencionarei ambos igualmente. (…)
HERÓDOTO. História. I, 5. Brasília: UnB, 1993.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. Cada historiador grego da antiguidade poderia expressar os aspectos elencados acima de forma diferente, de acordo com seu próprio pensamento, estilo e propósito.
2. Cada historiador grego da antiguidade poderia expor suas opiniões e suas razões de uma forma específica, ciente de que estava se dirigindo a uma audiência crítica que testaria suas opiniões em relação a outras opiniões, princípios e ideias.
3. Cada historiador grego da antiguidade, na sua própria maneira, tentaria criar um espaço privilegiado que legitimasse seu direito de falar e de ser ouvido.
4. Os comentários de Heródoto sobre a plausibilidade dos eventos que está narrando e as críticas acerca da confiabilidade de suas fontes são fornecidos para a audiência como um convite para que ela própria se torne crítica e participe de sua jornada investigativa, tal como quando ele se recusa a escolher entre versões alternativas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Werner Jaeger, autor do clássico “Paideia: A formação do homem grego”, refere-se à educação grega nos tempos de Homero; fala de um código de nobreza cavalheiresca, regendo a vida do “homem nobre que, na vida privada como na guerra, rege-se por normas certas de conduta, alheias aos comuns dos homens.” (JAEGER, 1986, p. 20). Nesse sentido, como princípio formativo da Paidéia grega, o conceito de Arete referia-se, em termos gerais, a um ideal de excelência humana, o qual deveria ser alcançado nas diferentes ações desenvolvidas pelos homens.
O sentido do dever é, nos poemas homéricos, uma característica essencial da nobreza, que se orgulha por lhe ser imposta uma medida exigente. A força educadora da nobreza reside no fato de despertar o sentimento do dever em face do ideal, que deste modo o indivíduo tem sempre diante dos olhos.
JAEGER, Werner. Paideia: A formação do homem grego. São Paulo:
Martins Fontes, 1986. p.20.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. O homem grego primitivo cultivava a “ânsia de se distinguir e a aspiração à honra” - era aí que começava o valor: “honrar os deuses e os homens pela sua Arete”.
2. Arete e Paideia são conceitos inseparáveis na cultura helênica, ambos os conceitos tratam de um ideal utópico a ser alcançado; no entanto, são impraticáveis.
3. Os conceitos Arete e Paideia evoluíram com o tempo, mas conservando sempre os sentidos de nobreza e de formação.
4. Os conceitos Arete e Paideia assinalavam uma
educação de espectro integral e tridimensional, a qual visava a formação harmônica entre
mente, corpo e coração (uma formação intelectual, física e virtuosa).
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
LEVRATTO, V. Arquilectur@: modalidades de lectura digital en niños y niñas de educación primaria. In Tendencias Pedagógicas, n. 29, 2017. p. 114.
En lo que se refiere a la lectura hipertextual, señale la alternativa correcta:
SARAIVA. S.A.C. La evaluación de la Comprensión Lectora de Alumnos Portugueses en Español Lengua Extranjera. Universidad de Lisboa. 2012. p. 14.
Con base en el texto, señale la alternativa correcta:
MATO, N.A. Principales métodos de enseñanza de lenguas extranjeras […]. In Revista de Lingüística y Lenguas Aplicadas, V. 6, 2011. p. 12 y 13.
Con relación al método mencionado en el texto, señale la alternativa correcta:
Lea con atención el texto de abajo y en seguida conteste la pregunta:
Guernica
Reflejo fiel de una época y de unas luctuosas y dramáticas circunstancias, el lienzo Guernica nació para formar parte del Pabellón Español en la Exposición Internacional de París, de 1937. El motivo que impulsó a Pablo Picasso a realizar la escena representada en la gran pintura fue la noticia de los bombardeos efectuados por la aviación alemana sobre la villa vasca que da nombre a la obra, conocidos por el artista a través de las dramáticas fotografías publicadas, entre otros diarios, por el periódico francés L’Humanité. A pesar de ello, tanto los bocetos como el cuadro no contienen ninguna alusión a sucesos concretos, sino que, por el contrario, constituyen un alegato genérico contra la barbarie y el terror de la guerra. Concebido como un gigantesco cartel, el gran lienzo es el testimonio del horror que supuso la Guerra Civil española, así como la premonición de lo que iba a suceder en la Segunda Guerra Mundial. La sobriedad cromática, la intensidad de todos y cada uno de los motivos, y la articulación de esos mismos motivos, determinan el extremado carácter trágico de la escena, que se iba a convertir en el emblema de los desgarradores conflictos de la sociedad de nuestros días. […]
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía. Disponible en https://www.museoreinasofia.es/coleccion/obra/guernica
SÁNCHEZ, M.E.G.; SÁNCHEZ, E.I.G. TEOPANTA, F.F.A. Metodología de aprendizaje para lengua extranjera. In Revista RECIAMUC, 6.2, mayo 2022. p. 117.
En lo que se refiere a la motivación integrativa, señale la alternativa correcta:
Lea con atención el texto de abajo y en seguida conteste la pregunta:
Guernica
Reflejo fiel de una época y de unas luctuosas y dramáticas circunstancias, el lienzo Guernica nació para formar parte del Pabellón Español en la Exposición Internacional de París, de 1937. El motivo que impulsó a Pablo Picasso a realizar la escena representada en la gran pintura fue la noticia de los bombardeos efectuados por la aviación alemana sobre la villa vasca que da nombre a la obra, conocidos por el artista a través de las dramáticas fotografías publicadas, entre otros diarios, por el periódico francés L’Humanité. A pesar de ello, tanto los bocetos como el cuadro no contienen ninguna alusión a sucesos concretos, sino que, por el contrario, constituyen un alegato genérico contra la barbarie y el terror de la guerra. Concebido como un gigantesco cartel, el gran lienzo es el testimonio del horror que supuso la Guerra Civil española, así como la premonición de lo que iba a suceder en la Segunda Guerra Mundial. La sobriedad cromática, la intensidad de todos y cada uno de los motivos, y la articulación de esos mismos motivos, determinan el extremado carácter trágico de la escena, que se iba a convertir en el emblema de los desgarradores conflictos de la sociedad de nuestros días. […]
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía. Disponible en https://www.museoreinasofia.es/coleccion/obra/guernica
“Concebido como un gigantesco cartel, el gran lienzo es el testimonio del horror que supuso la Guerra Civil española, así como la premonición de lo que iba a suceder en la Segunda Guerra Mundial.”
En lo que se refiere a las palabras resaltadas en letra negrilla, “un”, “del”, “así” y “en”, señale la alternativa correcta, que indica, respectivamente, su clasificación gramatical, de acuerdo con la función que cumplen dentro de la oración:
Lea con atención el texto de abajo y en seguida conteste la pregunta:
Guernica
Reflejo fiel de una época y de unas luctuosas y dramáticas circunstancias, el lienzo Guernica nació para formar parte del Pabellón Español en la Exposición Internacional de París, de 1937. El motivo que impulsó a Pablo Picasso a realizar la escena representada en la gran pintura fue la noticia de los bombardeos efectuados por la aviación alemana sobre la villa vasca que da nombre a la obra, conocidos por el artista a través de las dramáticas fotografías publicadas, entre otros diarios, por el periódico francés L’Humanité. A pesar de ello, tanto los bocetos como el cuadro no contienen ninguna alusión a sucesos concretos, sino que, por el contrario, constituyen un alegato genérico contra la barbarie y el terror de la guerra. Concebido como un gigantesco cartel, el gran lienzo es el testimonio del horror que supuso la Guerra Civil española, así como la premonición de lo que iba a suceder en la Segunda Guerra Mundial. La sobriedad cromática, la intensidad de todos y cada uno de los motivos, y la articulación de esos mismos motivos, determinan el extremado carácter trágico de la escena, que se iba a convertir en el emblema de los desgarradores conflictos de la sociedad de nuestros días. […]
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía. Disponible en https://www.museoreinasofia.es/coleccion/obra/guernica
“El motivo que impulsó a Pablo Picasso a realizar la escena representada en la gran pintura fue la noticia de los bombardeos efectuados por la aviación alemana sobre la villa vasca que da nombre a la obra, […]”
Con relación a la separación silábica de las palabras “realizar”, “fue”, “noticia”, “bombardeos” y “aviación”, en letra negrilla, señale la alternativa correcta: