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Q3229041 Saúde Pública
A articulação entre a Estratégia de Saúde da Família (ESF) e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) é fundamental para a promoção de uma atenção integral à saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS). Assim, avalie as proposições:

I.Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são considerados serviços estratégicos dentro da rede de atenção à saúde, com a função de articular e organizar a rede de serviços, incluindo a Atenção Básica, e atuar no território para resgatar as potencialidades locais;
II.Os CAPS foram implantados de forma regularizada em 2001 e devem seguir os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo acesso, integralidade e resolutividade no atendimento a indivíduos com transtornos mentais graves e suas famílias, através de uma equipe multiprofissional;
III.A Reforma Psiquiátrica, conforme o Ministério da Saúde, depende da construção de uma rede comunitária de cuidados, composta por serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico que estejam articulados e que possam oferecer um conjunto de referências para acolher os indivíduos em sofrimento psíquico.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3229040 Psicologia
A inserção do psicólogo na saúde pública tem se expandido nos últimos anos, refletindo mudanças significativas no sistema de saúde e na percepção da saúde mental. Assinale a alternativa que reflete uma razão para a crescente inserção da psicologia no campo da saúde pública: 
Alternativas
Q3229039 Psicologia
Embora a violência física frequentemente envolva figuras paternas, o abuso psicológico, muitas vezes menos visível, pode ter efeitos devastadores e duradouros nas vítimas. Assinale a alternativa que descreve corretamente um aspecto da violência intrafamiliar:
Alternativas
Q3229038 Saúde Pública
No contexto do princípio da integralidade na saúde, qual das alternativas abaixo representa a definição adequada desse conceito?
Alternativas
Q3229037 Psicologia
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o termo "droga" abrange qualquer substância química ou combinação de substâncias que pode modificar a função biológica e, possivelmente, a estrutura do organismo (OMS, 1981). As substâncias psicoativas ou drogas psicotrópicas são aquelas que afetam o cérebro, alterando seu funcionamento e podendo induzir mudanças no humor, na percepção, no comportamento e nos estados de consciência. Qual das alternativas abaixo descreve corretamente o conceito de "drogas ilícitas"?
Alternativas
Q3229036 Psicologia
Considere as afirmativas relacionadas à Abordagem do usuário de álcool e outras drogas, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)As Ações de Reparação são voltadas para identificar e desenvolver as qualidades e habilidades do usuário, enquanto as Ações de Emancipação abordam as demandas e carências do usuário.
(__)A Dimensão Instrumental refere-se à forma como o usuário utiliza instrumentos sociais, como a linguagem escrita, o dinheiro, o telefone ou o transporte público, para exercer autonomia no seu dia a dia.
(__)As Ações de Potenciação visam identificar e desenvolver as qualidades e habilidades do usuário do serviço, para que possam ser potencializadas.

Assinale a alternativa com a sequência, de cima para baixo, correta:
Alternativas
Q3229035 Psicologia
Os princípios éticos e regulamentares que orientam a prática profissional dos psicólogos são fundamentais para assegurar a qualidade dos serviços e o respeito pelos direitos dos usuários. Isso inclui a forma como a remuneração é estabelecida e a atuação do psicólogo durante greves ou paralisações. Conhecer essas diretrizes é crucial para garantir uma prática ética e responsável. De acordo com as normas que regem a prática do psicólogo, qual das alternativas abaixo reflete corretamente as diretrizes sobre a fixação da remuneração e a participação em greves ou paralisações?
Alternativas
Q3229034 Psicologia
A terapia comportamental é uma abordagem psicológica que se concentra na modificação de comportamentos disfuncionais por meio de técnicas baseadas em princípios de aprendizagem. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)A Terapia Comportamental não considera fatores ambientais como influentes no surgimento e manutenção dos comportamentos, focando apenas em aspectos biológicos.
(__)A Terapia Comportamental busca entender as causas dos comportamentos e como fatores ambientais reforçam ou enfraquecem certas respostas comportamentais.
(__)O terapeuta comportamental analisa os pensamentos, emoções e intenções, visando promover autoconhecimento e controle sobre as variáveis que influenciam os comportamentos.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Alternativas
Q3229033 Psicologia
O assédio sexual é uma forma de abuso que envolve comportamentos de conotação sexual que causam constrangimento, geralmente perpetrados por alguém em uma posição de poder. É uma característica comum dessa violência: 
Alternativas
Q3229032 Psicologia
 A Intervenção Comunitária na saúde mental busca promover a saúde mental por meio do fortalecimento dos recursos locais, da integração de serviços e do engajamento da comunidade na identificação e resolução de problemas. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)Intervenções em saúde mental podem e devem ser realizadas por todos os profissionais de Saúde na Atenção Básica, com foco no entendimento do território e na relação de vínculo com os usuários.
(__)Profissionais de Saúde devem sempre se sentir inseguros e improvisar suas intervenções em saúde mental, pois não é necessário ter um saber técnico específico para definir a necessidade de uma intervenção.
(__)O cuidado em saúde mental não é uma prática isolada ou especializada, mas sim parte integrante do trabalho cotidiano na Atenção Básica, sendo elaborado com base nas vivências dos territórios e nas singularidades dos pacientes.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Alternativas
Q3229031 Psicologia
A Psicologia Comunitária emergiu na década de 1960, durante um período de significativas transformações tanto na área da Saúde Mental quanto na sociedade em geral. Assim, avalie as proposições:

I.A Psicologia Comunitária se concentra na relação entre indivíduos e seus ambientes, enfatizando o ponto de vista ecológico e intervenções centradas nos sistemas, em vez de apenas no indivíduo;
II.A Psicologia Comunitária foca exclusivamente em intervenções individuais, ignorando a importância de fatores sociais e ecológicos; 
III.O termo "política" na Psicologia Comunitária refere-se a eleições e partidos políticos, e não à intervenção local para resolver problemas específicos e criar novos recursos.

Assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q3229030 Psicologia
No contexto de desastres e emergências, qual das alternativas abaixo representa a definição adequada de "papel do psicólogo em situações de tragédias"?
Alternativas
Q3229029 Psicologia
O estágio de contemplação é uma fase crítica no processo de mudança de comportamento, onde o indivíduo começa a refletir sobre a possibilidade de reduzir ou parar o uso de substâncias. Este estágio é marcado pela ambivalência, onde a pessoa considera tanto os aspectos positivos quanto negativos do seu comportamento. Qual das alternativas abaixo descreve corretamente as ações recomendadas para um paciente no estágio de contemplação?
Alternativas
Q3229025 História
A Inconfidência Mineira foi um importante movimento de caráter separatista ocorrido no século XVIII no Brasil. Qual foi o principal motivo que levou ao surgimento desse movimento?
Alternativas
Q3229022 Português
Identifique a alternativa em que o uso da vírgula foi feito INCORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3229019 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)
A alternativa que apresenta um verbo transitivo indireto é:
Alternativas
Q3229018 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)
"Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais."

No trecho acima há um vício de linguagem denominado:
Alternativas
Q3229017 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)
"segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças".
Em relação às regras de uso da crase, a análise da expressão "a doenças", sem acento no "a", é justificada porque:
Alternativas
Q3229016 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)
Os vocábulos 'rápido', 'gás' e 'países' são classificados em, respectivamente, proparoxítona, monossílaba e paroxítona, da mesma forma que os da alternativa: 
Alternativas
Q3229015 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)
Em relação à análise sintática, os termos destacados que estão classificados INCORRETAMENTE estão na alternativa: 
Alternativas
Respostas
521: C
522: B
523: D
524: A
525: C
526: D
527: D
528: C
529: D
530: D
531: A
532: B
533: D
534: B
535: A
536: A
537: D
538: A
539: B
540: B