Questões de Concurso
Para prefeitura de barra bonita - sc
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Assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar o sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, bem como o aprendizado ao longo de toda a vida é uma:
A artista plástica mexicana Frida Kahlo, em sua obra As duas Fridas (Las dos Fridas ), datada de 1939, buscou:
O desenho apresenta uma série de elementos fundamentais. Sobre esse assunto, assinale a alternativa que apresenta alguns elementos básicos do desenho.
Sobre os elementos de um plano de aula, relacione a coluna 1 com a coluna 2.
Coluna 1
(1)Conteúdo.
(2)Objetivo.
(3)Avaliação.
Coluna 2
(__)Habilidade a ser desenvolvida.
(__)Aferição do que foi aprendido.
(__)O assunto que será ministrado.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo.
Acerca da Arte-Educação, julgue as frases abaixo.
I.Embora a Arte-Educação possibilite desenvolver o senso crítico e a criatividade dos educandos, ela ainda não tem qualquer espaço na educação formal.
II. A Arte-Educação coopera para que os estudantes descubram alguns de seus talentos e vivenciem o despertar de suas habilidades.
III. A Arte-Educação tem a responsabilidade de formar não apenas um decodificador de obra de arte, mas sim um ser humano reflexivo.
Está (ão) CORRETA (S) a (s) seguinte (s) proposição (ões).
As cores primárias também são chamadas de "cores verdadeiras". Sobre esse assunto, assinale a alternativa que apresenta APENAS cores primárias.
Voltado(a) para crianças e adolescentes, ele(a) surgiu no Brasil em 1948 no Rio de Janeiro de maneira espontânea, mas ganhou adeptos em diversas partes do Brasil. Seu objetivo era difundir a educação artística numa busca por uma revitalização educacional.
O trecho acima se refere ao(à):
Julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS.
1.(__)Ao planejar, o professor tem a possibilidade de organizar as aulas de modo a cumprir com os prazos estabelecidos.
2.(__)O planejamento garante uma inflexibilidade quanto às possíveis alterações nos conteúdos a serem ministrados.
3.(__)Ao planejar com antecedência, o professor pode estruturar uma aula utilizando recursos didáticos diferenciados.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Sobre o ensino de Arte por meio de visitas à museus, julgue as frases abaixo.
I.A visita física ao espaço do museu pode ser substituída pela visita virtual sem qualquer prejuízo, uma vez que as experiências vividas em ambas são as mesmas.
II. É importante que o professor que promova uma visita ao museu com seus alunos atue como professor-mediador da atividade.
III. O emprego de metodologias adequadas para a leitura das obras de arte é essencial para uma interpretação clara e significativa do que está sendo exposto.
Está (ão) CORRETA (S) a (s) seguinte (s) proposição (ões).
A arquitetura gótica é reconhecidamente um estilo arquitetônico que surgiu no norte da França durante a Baixa Idade Média. São elementos comuns no estilo gótico, EXCETO.
Sobre as imagens da vida de Cristo retratadas na Arte Medieval e Renascentista, julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS.
1.(__)Dentre alguns dos assuntos retratados nessas imagens, destacamos: a anunciação, a visitação, a natividade e a crucificação.
2.(__)Episódios da vida de Cristo que incluem sua mãe, a Virgem Maria, são bastante comuns.
3.(__)A maioria das histórias retratadas foram extraídas Novo Testamento, especialmente dos quatro Evangelhos. Ademais, alguns episódios narrados visualmente estão associados a lendas ou textos não bíblicos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Considere o trecho a seguir.
"[...] o trabalho criador, segundo Vigotski (2009), é uma das vias de acesso para a obtenção da consciência humana, permite a passagem do imediato ao mediato pela percepção e impulso do meio que precisa ser organizado com esse propósito. Em síntese, todo trabalho é criador, modifica forçosamente a natureza de quem trabalha, produz algo novo pelas mediações entre as pessoas e a natureza. Nesse processo, a imaginação humana combina, muda e cria coisas novas, mesmo que em pequenos atos. Para Vigotski (2009), essa capacidade de combinar o que já existe em novas formas é a base de toda a criação."
(Fonte: RIBEIRO, N. N.; ROSSETTO, T. R. Arte como trabalho criador: a produção de significados de pessoas com deficiência intelectual. Revista Teias. v. 21-n. 61-abril/junho 2020, p. 290.)
Considerando o trecho acima e as questões vinculadas ao trabalho artístico, assinale a alternativa INCORRETA.
Um professor que aplica uma prova no início do ano a fim de identificar o que os estudantes já aprenderam nos anos anteriores está utilizando a chamada:
Sobre a Missão Artística Francesa no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.
É possível concluir que avaliações qualitativas levam em consideração, principalmente:
"O Estado começou a ser realmente povoado em 1637, com a chegada dos bandeirantes, que iniciaram a ocupação da futura capital, __________, mais tarde nomeada de Florianópolis."
(https://www.sc.gov.br)
A história contada no site oficial do Estado de Santa Catarina cita o nome atribuído à época de sua povoação à região onde hoje fica a cidade de Florianópolis.
Qual é o nome, citado na lacuna do texto?
Assinale a alternativa que apresenta a descrição CORRETA de "pluralismo político":
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
A indústria digital em xeque
09/04/2021 ? 00:00
Este ano, 2021, é um ano de transformação para a indústria digital. A mudança não é uma - são muitas e simultâneas. Nenhuma é de novo aparelho, revolução em software, inovação de qualquer sorte. Mas, enquanto as fábricas de automóveis estão empacando mundo afora pela falta de microchips, centenas de bilhões de dólares se acumulam em ilhotas no Canal da Mancha, e gigantes ainda pairam na península logo abaixo de San Francisco - o Vale do Silício -, tudo pode mudar.
Sim, microprocessadores estão em falta. No mundo todo. Quem quer, mas ainda não conseguiu, comprar um PlayStation 5, o novo modelo de iMac, ou um carro bacana daqueles caros e cheio de apetrechos digitais, o problema é esse. De bate-pronto, nas lojas, a explicação é que a pandemia atrapalhou a logística do mundo. É verdade, mas é só parcialmente verdade.
Houve um tempo em que a Intel, empresa que inventou o Vale do Silício e a microcomputação, era líder mundial em microchips - o cérebro de qualquer coisa que se diga digital. Não mais. A força dominante é a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company. Todos a chamam de TSMC mesmo, e, com esse nome sem graça, sem uma marca que o valha, produz próximo de 60% dos microchips do planeta. Em segundo, com quase 20%, está a coreana Samsung. E simplesmente nenhuma empresa ocidental tem o nível de tecnologia e capacidade de miniaturização para fazer o que a TSMC faz. Dentro do seu celular, se for de ponta, o cérebro veio de Taiwan. (Até a Intel desenha algum de seus chips e terceiriza lá o fabrico.)
A pandemia atrapalhou a linha de produção, a logística de chegada de matéria-prima e partida de chips prontos, mas, se não fosse a briga comercial do ex-presidente Donald Trump com a China, parte dessa logística não estaria tão abalada. Quando se sai proibindo uso de tecnologia aqui e ali, nas brigas entre advogados sobre origem de dezenas de milhares de patentes, na tentativa de determinar se o aparelho X ou o Y usam isso ou aquilo, tudo atrasa. E o novo PlayStation não chega às lojas. Esse processo da globalização, que funcionava há 30 anos, quebrou e tem de ser remontado.
Enquanto isso, a ex-presidente do Banco Central americano, hoje equivalente a ministra da Economia Janet Yellen pôs perante os europeus uma proposta inusitada, talvez surpreendente. Garantir que toda nação cobre uma taxa mínima de corporações - fala-se num piso de 21%. No Brasil, passa dos 35% - não faz lá muito sentido botar empresa de alcance global por aqui. Na Irlanda, é 12,5%. Lá faz muito sentido - e muitas gigantes do Vale têm lá suas sedes europeias. Algumas ilhas autônomas na Europa cobram ainda menos e, num mundo em que compras são feitas online em território não lá muito claro, faturar onde convém é fácil. Corporações que valem trilhão de dólares no mercado pagam bem pouco imposto.
Se o projeto de Biden der certo, e o mundo comprar a ideia, haverá mais dinheiro para segurar o tranco do desemprego que a automação causará. Esse, afinal, é o problema de todos.
Esse, mas não só. Porque as duas crises - mais o antitruste que vem aí - se encaixam. No pano de fundo, está a guerra fria entre EUA e China, que Trump considerou dar para resolver numa guerra tarifária ou proibindo uso de patentes. Emperrou a logística mundial sem ter visto a crise real. Quando eram EUA contra União Soviética, o problema era quem podia explodir mais vezes o planeta. Com a China é mais complexo. Uma ditadura que se mostrou capaz de ser mais avançada tecnologicamente, gerar e distribuir riqueza, sugerindo que talvez tenha um modelo melhor que a democracia liberal.
Cabe às democracias provar o contrário.
https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/industria-digital-em-xeque.html
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
A indústria digital em xeque
09/04/2021 ? 00:00
Este ano, 2021, é um ano de transformação para a indústria digital. A mudança não é uma - são muitas e simultâneas. Nenhuma é de novo aparelho, revolução em software, inovação de qualquer sorte. Mas, enquanto as fábricas de automóveis estão empacando mundo afora pela falta de microchips, centenas de bilhões de dólares se acumulam em ilhotas no Canal da Mancha, e gigantes ainda pairam na península logo abaixo de San Francisco - o Vale do Silício -, tudo pode mudar.
Sim, microprocessadores estão em falta. No mundo todo. Quem quer, mas ainda não conseguiu, comprar um PlayStation 5, o novo modelo de iMac, ou um carro bacana daqueles caros e cheio de apetrechos digitais, o problema é esse. De bate-pronto, nas lojas, a explicação é que a pandemia atrapalhou a logística do mundo. É verdade, mas é só parcialmente verdade.
Houve um tempo em que a Intel, empresa que inventou o Vale do Silício e a microcomputação, era líder mundial em microchips - o cérebro de qualquer coisa que se diga digital. Não mais. A força dominante é a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company. Todos a chamam de TSMC mesmo, e, com esse nome sem graça, sem uma marca que o valha, produz próximo de 60% dos microchips do planeta. Em segundo, com quase 20%, está a coreana Samsung. E simplesmente nenhuma empresa ocidental tem o nível de tecnologia e capacidade de miniaturização para fazer o que a TSMC faz. Dentro do seu celular, se for de ponta, o cérebro veio de Taiwan. (Até a Intel desenha algum de seus chips e terceiriza lá o fabrico.)
A pandemia atrapalhou a linha de produção, a logística de chegada de matéria-prima e partida de chips prontos, mas, se não fosse a briga comercial do ex-presidente Donald Trump com a China, parte dessa logística não estaria tão abalada. Quando se sai proibindo uso de tecnologia aqui e ali, nas brigas entre advogados sobre origem de dezenas de milhares de patentes, na tentativa de determinar se o aparelho X ou o Y usam isso ou aquilo, tudo atrasa. E o novo PlayStation não chega às lojas. Esse processo da globalização, que funcionava há 30 anos, quebrou e tem de ser remontado.
Enquanto isso, a ex-presidente do Banco Central americano, hoje equivalente a ministra da Economia Janet Yellen pôs perante os europeus uma proposta inusitada, talvez surpreendente. Garantir que toda nação cobre uma taxa mínima de corporações - fala-se num piso de 21%. No Brasil, passa dos 35% - não faz lá muito sentido botar empresa de alcance global por aqui. Na Irlanda, é 12,5%. Lá faz muito sentido - e muitas gigantes do Vale têm lá suas sedes europeias. Algumas ilhas autônomas na Europa cobram ainda menos e, num mundo em que compras são feitas online em território não lá muito claro, faturar onde convém é fácil. Corporações que valem trilhão de dólares no mercado pagam bem pouco imposto.
Se o projeto de Biden der certo, e o mundo comprar a ideia, haverá mais dinheiro para segurar o tranco do desemprego que a automação causará. Esse, afinal, é o problema de todos.
Esse, mas não só. Porque as duas crises - mais o antitruste que vem aí - se encaixam. No pano de fundo, está a guerra fria entre EUA e China, que Trump considerou dar para resolver numa guerra tarifária ou proibindo uso de patentes. Emperrou a logística mundial sem ter visto a crise real. Quando eram EUA contra União Soviética, o problema era quem podia explodir mais vezes o planeta. Com a China é mais complexo. Uma ditadura que se mostrou capaz de ser mais avançada tecnologicamente, gerar e distribuir riqueza, sugerindo que talvez tenha um modelo melhor que a democracia liberal.
Cabe às democracias provar o contrário.
https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/industria-digital-em-xeque.html