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Q1657398 Noções de Informática
Pode-se utilizar o botão de rolagem do mouse para aumentar ou diminuir o zoom de uma página do MS Word do Office 365 em português.

Para tanto, deve-se manter pressionada a tecla:
Alternativas
Q1657397 Noções de Informática
Assinele a alternativa que contém uma forma válida de transpor um conjunto de dados utilizando o MS Excel do Office 365 em português.
Alternativas
Q1657396 Noções de Informática
São itens válidos do conjunto de ferramentas disponíveis na caixa de diálogo ‘Salvar como’ do MS Word do Office 365 em português (Arquivo Salvar Como Procurar), cujo menu denominado Ferramentas encontra-se ao lado do botão Salvar da caixa de diálogo.

1. Mapear unidade de rede
2. Nova Pasta
3. Criar cópia do documento

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1657395 Noções de Informática
Assinale a alternativa que contém uma forma válida de obter ajuda utilizando o Windows 10 Pro em português.
Alternativas
Q1657394 Noções de Informática
Qual a função do recurso do MS Excel do Office 365 em português representado pelo ícone Imagem associada para resolução da questão
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Q1657393 Português
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Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica


A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.

O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.

O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.

De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.

O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.

Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.

http://www.leiaja.com/noticias
Assinale a alternativa que está de acordo com a norma culta.
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Q1657392 Português
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Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica


A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.

O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.

O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.

De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.

O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.

Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.

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Assinale a alternativa correta
Alternativas
Q1657391 Português
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Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica


A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.

O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.

O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.

De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.

O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.

Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.

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Assinale a alternativa correta sobre palavras extraídas do texto.
Alternativas
Q1657390 Português
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Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica


A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.

O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.

O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.

De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.

O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.

Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.

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Considere o período composto retirado do texto:
“… o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo…”.
Sobre ela é correto afirmar que:

1. Um dos verbos do período está no plural, corroborando com a regra de concordância verbal que diz: “o verbo deve concordar em número com seu sujeito”.
2. A oração principal e a oração subordinada possuem o mesmo sujeito.
3. A palavra sublinhada “que” retoma a expressão “o hábito”.
4. A oração subordinada possui predicado nominal, pois seu verbo é de ligação.
5. A palavra “antigo” tem a função de predicativo do sujeito.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1657389 Português
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Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica


A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.

O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.

O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.

De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.

O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.

Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.

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Avalie as afirmativas feitas de acordo com o texto.

1. Todas as propagandas sobre o tema elevam o hábito de automedicar-se.

2. A ingesta de qualquer medicamento deve prescindir de uma prescrição médica.

3. O farmacêutico ouvido na pesquisa afirma que a interação entre medicamentos é fatal e sempre acontece com a mistura de fármacos.

4. O texto cita duas causas evidentes para o hábito de automedicar-se.

5. A automedicação deve ser combatida pela conscientização da população.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1619216 Enfermagem
No casos de reanimação cardiorespiratória (RCP) é importante o técnico de enfermagem saber que:
1. Após uma parada cardiorrespiratória (PCR), o indivíduo perde a consciência em cerca de 30 a 40 segundos. 2. O socorrista deve inicialmente chamar e “sacudir” (de modo suave) o paciente, tomando cuidado para não mover a cabeça. 3. Na RCP, a sequência de procedimentos de Suporte Básico de Vida é “A-B-C” (via aérea, respiração, compressões torácicas). 4. Na RCP, a sequência de procedimentos de Suporte Básico de Vida é “C-A-B” (Compressões torácicas, Abertura de via aérea, Boa respiração).
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1619215 Enfermagem
No que se refere à coleta de urina para bacterioscopia, cultura de aeróbios, fungos e pesquisa de fungos, de pacientes com sonda vesical de demora, antes da coleta a sonda deve ser mantida fechada por um período de:
Alternativas
Q1619214 Enfermagem
Analise as afirmativas abaixo no que se refere ao armazenamento da insulina.
1. As insulinas lacradas não precisam ser mantidas refrigeradas. 2. Após aberto, o frasco pode ser mantido em temperatura ambiente entre 15 e 30°C. 3. A insulina pode ser congelada. 4. Após um mês do início do uso a insulina perde a sua potência, especialmente se mantida fora da geladeira.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1619213 Enfermagem
Com relação aos valores de referência para diagnóstico de taquipneia em crianças, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1619212 Enfermagem
De acordo com a classificação da American Heart Association:
A Pressão Arterial (PA) é considerada Normal quando a pressão sistólica (PS) é .................. mmHg e a pressão diastólica (PD) é .................. mmHg, sendo considerada Elevada quando a PS encontra-se entre .................. mmHg e a PD .................. mmHg.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Q1619211 Enfermagem
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação à Sífilis Congênita e em gestantes. ( ) A sífilis congênita e em gestante é de notificação compulsória nacional.
( ) É caso de sífilis congênita, criança de mãe com teste treponêmico reagente e teste não treponêmico não reagente no momento do parto. ( ) Considera-se tratamento adequado da gestante com sífilis quando o tratamento é iniciado 15 dias antes do parto. ( ) É considerado caso suspeito quando a gestante apresenta evidência clínica de sífilis, ou teste não treponêmico reagente com qualquer titulação.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1619210 Enfermagem
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) no atendimento ao paciente com queimaduras térmicas.
( ) Expor a área queimada, retirando as roupas que não estejam aderidas. ( ) Irrigar com soro fisiológico gelado para resfriar a área queimada. ( ) Cobrir a área com compressas geladas, estéreis e não aderentes. ( ) Prevenir a hipotermia, preferencialmente com manta metálica.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1619209 Enfermagem
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação à intoxicação por medicamentos via gastrointestinal.
( ) Quando há suspeita de ingestão de doses potencialmente tóxicas que ocorreram há menos de uma hora, a lavagem gástrica é o procedimento de escolha. ( ) O carvão ativado tem grande capacidade de adsorver várias substâncias tóxicas, diminuindo a absorção gastrintestinal. ( ) A carvão ativado é administrado somente por sonda nasogástrica. ( ) Quando a intoxicação é por via oral, devem-se provocar vômitos no paciente antes de qualquer procedimento.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1619208 Enfermagem
Todos os pacientes com Diabetes mellitus tipo 1 ou tipo 2, em uso de insulina em doses múltiplas, devem ser orientados para monitorar a glicemia capilar:
Alternativas
Q1619207 Enfermagem
A equipe de enfermagem deve estar preparada para dar orientações às mães e à família, sobre alimentação infantil.
Assim sendo, analise as afirmativas abaixo:
1. Orientar sobre o aleitamento materno exclusivo até os seis meses, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento. 2. Orientar sobre a introdução de alimentos complementares quatro vezes ao dia, se a criança receber leite, e 6 vezes ao dia, se estiver desmamada. 3. Orientar que a alimentação complementar deve ser oferecida de acordo com os horários de refeição da família, em intervalos regulares e de forma a respeitar o apetite da criança. 4. Orientar que a alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher, começando com consistência pastosa e, gradativamente, aumentar a consistência até chegar à alimentação da família. 5. Orientar sobre a importância do consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Respostas
421: E
422: C
423: A
424: E
425: B
426: A
427: C
428: B
429: D
430: D
431: C
432: B
433: D
434: C
435: A
436: A
437: C
438: B
439: D
440: D