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I. A criptografia é um programa ou parte de um programa de computador, normalmente malicioso, que se propaga inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos.
II. Por meio do uso da criptografia, pode-se proteger dados sigilosos armazenados em um computador, como um arquivo de senhas, por exemplo.
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
( ) “Criança” é substantivo comum.
( ) “Padeiro” é substantivo primitivo.
( ) “Vingança” é substantivo concreto.
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
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Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
(_) A circulação de veículos e de pessoas se altera a todo instante.
(_) Quanto mais movimentado, menor o conflito entre veículos, pedestres e ciclistas.
(_) Em um acidente, quando possível, deve-se manter o tráfego fluindo.
(_) Para a vítima, o mais importante é a chegada rápida da equipe de socorro.
Considerando-se a Lei nº 9.503/1997 - Código de Trânsito Brasileiro, sobre as normas do trânsito de veículos nas vias abertas à circulação, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Os veículos prestadores de serviços de utilidade pública, quando em atendimento na via, gozam de livre parada e estacionamento no local da prestação de serviço, desde que devidamente sinalizados, devendo estar identificados na forma estabelecida pelo CONTRAN.
( ) Todo condutor deverá, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que nenhum condutor que venha atrás haja começado uma manobra para ultrapassá-lo.
( ) Os veículos que se deslocam sobre trilhos não terão preferência de passagem sobre os demais, respeitadas as normas de circulação.