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Q4050739 Não definido
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Analise as assertivas a seguir sobre a sintaxe de trechos retirados do texto:

I. Em o estudo mapeou comportamentos, o termo comportamentos exerce função de objeto direto.
II. Em A violência física também é uma realidade assustadora, a expressão uma realidade assustadora exerce função de predicativo do sujeito.
III. Em o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, os termos pelo medo e pela exclusão exercem função de agente da passiva.

Está(ão) CORRETA(S) 
Alternativas
Q4050738 Não definido
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No trecho A frequência desses episódios é alarmante, a estrutura sintática do período apresenta: 
Alternativas
Q4050737 Não definido
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Ao mencionar que o ambiente escolar deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, mas tem se tornado palco de agressões sistemáticas, o texto estabelece uma oposição que contribui para: 
Alternativas
Q4050736 Não definido
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
A presença de percentuais como 68%, 52%, 31%, 86%, 90%, 34% e 38% cumpre papel relevante na construção argumentativa do texto, pois:

I. Demonstra que a violência de gênero ocorre em situações raras, mas ganha destaque por envolver temas sensíveis no debate educacional contemporâneo.
II. Confere concretude à denúncia apresentada, mostrando que o problema possui recorrência expressiva e afeta diferentes grupos no ambiente escolar.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4050735 Não definido
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
O texto constrói sua argumentação a partir da articulação entre dados de pesquisa, descrição do ambiente escolar e fala de especialista. Esse conjunto de elementos permite compreender que a violência de gênero na escola é apresentada como: 
Alternativas
Q4050734 Não definido
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No período Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores, a expressão destacada exerce, em relação ao verbo, a função sintática de: 
Alternativas
Q4050733 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
Identify the two correct and two wrong interpretations of the phrasal verbs used in the text and mark T (true) and F (false).

( ) The phrasal verb "lined up" in the first paragraph indicates that the upcoming books are physically standing in a straight queue at the printing press.
( ) The expression "gotten in on" in the third paragraph suggests that Penguin Books has started participating in the same profitable trend that the British Library began.
( ) The expression 'lined up' is used idiomatically to indicate that more volumes are scheduled or prepared for future release.
( ) The term "back in" in the final sentence is used to describe the physical movement of a book being placed inside a prínting machine.

Which alternative CORRECTLY fills in the above? parenthesis 
Alternativas
Q4050732 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
Regarding the collocation "back in print,, in the final paragraph, analyze the statements below:

I. It functions as a technical shorthand in the literary world; it specifically emphasizes the availability of the content to the general public rather than the physical act of pressing ink onto paper.
II. It signals to the reader that the work has returned to the "active" catalogue of a publisher, making it a crucial term for libraries and book collectors to identify titles that are no longer "rare" or "out of print."
III. The author uses "back in print" as a prepositional collocation to indicate the specific medium of the reissue.

The CORRECT statements are: 
Alternativas
Q4050731 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
In the final paragraph, the author uses the structure "(seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series". Regarding the punctuation and typography in this excerpt, mark the CORRECT alternative. 
Alternativas
Q4050730 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
In the first paragraph, why does the author use the phrasing "there have been over 60 volumes released" instead of simply saying "the library released 60 volumes in 2018"? 
Alternativas
Q4050729 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
Analyze the words ending in -ed in the phrases "as they launched in July 2018" and "thoughtfully curated collections" from the first paragraph. Which statement CORRECTLY explains how these words work in the sentence? 
Alternativas
Q4050728 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
Based on the text, identify which of the following synonym substitutions are True (T) or False (F) in context:

( ) In the first paragraph, the word "obscure" could be accurately replaced by "vague," as it refers to a confusing writing style rather than the fame of the works.
( ) In the first paragraph, the word "imprint" could be accurately replaced by "brand," referring to the specific sub-label under which the books are published.
( ) In the third paragraph, the word "simultaneously" could be accurately replaced by "concurrently," describing the release of five books at the same time.
( ) In the second paragraph, the word "handful" could be accurately replaced by "fistful," as both imply the same metaphorical quantity in a literary context.

Which alternative CORRECTLY fills in the parenthesis above? 
Alternativas
Q4050727 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
In writing, passive voice is a strategic tool used to control focus. Based on the text, analyze the statements below:

I. The phrase "being included" (third paragraph) uses a passive structure to emphasize The House on the Borderland as the recipient of the action, while the agent (the publisher) remains implied.
II. "Were published simultaneously" (third paragraph) employs the passive voice to shift the focus to the books themselves, rather than the act of the publisher.
III. "Many more lined up" (first paragraph) functions as a reduced passive structure, highlighting the status of future volumes without naming the specific arranger.
IV.The phrase "launched their own Penguin Weird Fiction range" (third paragraph) is an example of the active voice, where the subject (Penguin Books) clearly performs the action.

The CORRECT statements are: 
Alternativas
Q4050726 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
About the sentence "seemingly inconsistently labelled" (final paragraph), why did the author enclose it in brackets? 
Alternativas
Q4050725 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
Based on the text, which of the following statements is true regarding William Hope Hodgson's presence in the Tales of the Weird series? 
Alternativas
Q4050724 Não definido
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
About the sentence "has arguably been leading" (first paragraph), mark the alternative that best describe it. 
Alternativas
Q4050723 Não definido
   El reciente debate en torno a lo ocurrido en ese museo - presentado en algunos ámbitos como un episodio de censura y en otros como una corrección de contenidos - revela, en el fondo, una dificultad más profunda: la tentación de utilizar el espacio museográfico como herramienta de una narrativa cerrada, impermeable a matices. El problema no es nuevo. La historia argentina reciente - atravesada por la violencia política, la represión ilegal y la guerra de 1982 - es particularmente sensible a este tipo de operaciones.
   En ese contexto, el museo debería ofrecer algo que hoy parece escaso: complejidad. Porque complejidad no significa relativizar los hechos. Significa, por el contrario, resistir la tentación de simplificarlos.
   Un museo sobre Malvinas no puede reducirse a una épica sin fisuras, pero tampoco a una lectura exclusivamente crítica que diluya el significado que ese episodio tiene para amplios sectores de la sociedad.
   La cuestión de fondo es si el museo conserva su vocación de espacio de conocimiento o si se transforma, gradualmente, en un dispositivo de persuasión. Porque la diferencia no es menor. Un museo que ensefra expone tensiones. Un museo que persuade las resuelve de antemano. Y cuando eso ocurre, el visitante ya no recorre una historia: recorre una conclusión con una carga ideologica.
   Tal vez el desafío más exigente de nuestras instituciones culturales no sea tomar partido, sino sostener el rigor incluso cuando el tema invita a abandonarlo' Porque si algo no puede permitirse un museo historico es convertir la memoria en un argumento.

Adaptado de: https://www.lanacion.com.arleditoriales/museos-memoria -y- ri g o r - ni d21 042026 /
En el marco de la acentuación gráfica del espaõol y la clasificación de palabras según la posición de la sílaba tónica, identifique cuál de los siguientes vocablos NO corresponde a una palabra esdrújula. 
Alternativas
Q4050722 Não definido
   El reciente debate en torno a lo ocurrido en ese museo - presentado en algunos ámbitos como un episodio de censura y en otros como una corrección de contenidos - revela, en el fondo, una dificultad más profunda: la tentación de utilizar el espacio museográfico como herramienta de una narrativa cerrada, impermeable a matices. El problema no es nuevo. La historia argentina reciente - atravesada por la violencia política, la represión ilegal y la guerra de 1982 - es particularmente sensible a este tipo de operaciones.
   En ese contexto, el museo debería ofrecer algo que hoy parece escaso: complejidad. Porque complejidad no significa relativizar los hechos. Significa, por el contrario, resistir la tentación de simplificarlos.
   Un museo sobre Malvinas no puede reducirse a una épica sin fisuras, pero tampoco a una lectura exclusivamente crítica que diluya el significado que ese episodio tiene para amplios sectores de la sociedad.
   La cuestión de fondo es si el museo conserva su vocación de espacio de conocimiento o si se transforma, gradualmente, en un dispositivo de persuasión. Porque la diferencia no es menor. Un museo que ensefra expone tensiones. Un museo que persuade las resuelve de antemano. Y cuando eso ocurre, el visitante ya no recorre una historia: recorre una conclusión con una carga ideologica.
   Tal vez el desafío más exigente de nuestras instituciones culturales no sea tomar partido, sino sostener el rigor incluso cuando el tema invita a abandonarlo' Porque si algo no puede permitirse un museo historico es convertir la memoria en un argumento.

Adaptado de: https://www.lanacion.com.arleditoriales/museos-memoria -y- ri g o r - ni d21 042026 /
Considere el fragmento del texto: Hay instituciones que, por su propia naturaleza, están obligadas a una forma particular de prudencia. En este contexto, la palabra prudencia se clasifica morfológicamente como: 
Alternativas
Q4050721 Não definido
   El reciente debate en torno a lo ocurrido en ese museo - presentado en algunos ámbitos como un episodio de censura y en otros como una corrección de contenidos - revela, en el fondo, una dificultad más profunda: la tentación de utilizar el espacio museográfico como herramienta de una narrativa cerrada, impermeable a matices. El problema no es nuevo. La historia argentina reciente - atravesada por la violencia política, la represión ilegal y la guerra de 1982 - es particularmente sensible a este tipo de operaciones.
   En ese contexto, el museo debería ofrecer algo que hoy parece escaso: complejidad. Porque complejidad no significa relativizar los hechos. Significa, por el contrario, resistir la tentación de simplificarlos.
   Un museo sobre Malvinas no puede reducirse a una épica sin fisuras, pero tampoco a una lectura exclusivamente crítica que diluya el significado que ese episodio tiene para amplios sectores de la sociedad.
   La cuestión de fondo es si el museo conserva su vocación de espacio de conocimiento o si se transforma, gradualmente, en un dispositivo de persuasión. Porque la diferencia no es menor. Un museo que ensefra expone tensiones. Un museo que persuade las resuelve de antemano. Y cuando eso ocurre, el visitante ya no recorre una historia: recorre una conclusión con una carga ideologica.
   Tal vez el desafío más exigente de nuestras instituciones culturales no sea tomar partido, sino sostener el rigor incluso cuando el tema invita a abandonarlo' Porque si algo no puede permitirse un museo historico es convertir la memoria en un argumento.

Adaptado de: https://www.lanacion.com.arleditoriales/museos-memoria -y- ri g o r - ni d21 042026 /
Considere el siguiente fragmento del texto:
Tal vez el desafío más exigente de nuestras instituciones culturales no sea tomar partido, sino sostener el rigor incluso cuando el tema invita a abandonarlo. En este enunciado, el conector sino establece una relación de rectificación entre dos ideas contrapuestas, sustituyendo la primera por la segunda. Seftale el equivalente MÁS ADECUADO de este conector en portugués, manteniendo el mismo valor semántico y funcional. 
Alternativas
Q4050720 Não definido
   El reciente debate en torno a lo ocurrido en ese museo - presentado en algunos ámbitos como un episodio de censura y en otros como una corrección de contenidos - revela, en el fondo, una dificultad más profunda: la tentación de utilizar el espacio museográfico como herramienta de una narrativa cerrada, impermeable a matices. El problema no es nuevo. La historia argentina reciente - atravesada por la violencia política, la represión ilegal y la guerra de 1982 - es particularmente sensible a este tipo de operaciones.
   En ese contexto, el museo debería ofrecer algo que hoy parece escaso: complejidad. Porque complejidad no significa relativizar los hechos. Significa, por el contrario, resistir la tentación de simplificarlos.
   Un museo sobre Malvinas no puede reducirse a una épica sin fisuras, pero tampoco a una lectura exclusivamente crítica que diluya el significado que ese episodio tiene para amplios sectores de la sociedad.
   La cuestión de fondo es si el museo conserva su vocación de espacio de conocimiento o si se transforma, gradualmente, en un dispositivo de persuasión. Porque la diferencia no es menor. Un museo que ensefra expone tensiones. Un museo que persuade las resuelve de antemano. Y cuando eso ocurre, el visitante ya no recorre una historia: recorre una conclusión con una carga ideologica.
   Tal vez el desafío más exigente de nuestras instituciones culturales no sea tomar partido, sino sostener el rigor incluso cuando el tema invita a abandonarlo' Porque si algo no puede permitirse un museo historico es convertir la memoria en un argumento.

Adaptado de: https://www.lanacion.com.arleditoriales/museos-memoria -y- ri g o r - ni d21 042026 /
En la expresión remoción u ocultamiento, el empleo de la conjunción u en lugar de o se justifica por: 
Alternativas
Respostas
301: D
302: C
303: B
304: A
305: C
306: A
307: C
308: C
309: B
310: A
311: A
312: D
313: D
314: A
315: B
316: A
317: D
318: B
319: A
320: A