Questões de Concurso Para metrô-sp

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Q710231 Português
    O Brasil é, sem dúvida, a maior bacia fluvial do mundo. Os milhares de rios que ziguezagueiam pelo território nacional trazem em suas águas passagens fundamentais de nossa cultura e ajudam a construir a identidade do país.
    Há uma máxima surgida em Pernambuco, que diz: “O rio Capibaribe se une ao rio Beberibe para formar o oceano Atlântico”. A frase contém uma boa dose de exagero, mas revela a importância que os rios têm para a cultura e o imaginário coletivo dos lugares: Capibaribe no Recife, Negro em Manaus, Branco em Boa Vista, Tietê em São Paulo.
    O país concentra cerca de 12% de toda a água doce do planeta. Tem o rio com o maior volume d’água, o Amazonas, e divide com a Argentina o conjunto de quedas d’água com o segundo maior fluxo médio anual, as Cataratas do Iguaçu. A bacia fluvial brasileira inspirou ainda lendas e artistas; produziu batalhas e religiosidade; é palco para espetáculos naturais e esportes radicais. É parte da paisagem das cidades − mesmo que muitas, em busca de progresso, tenham coberto seus leitos com cimento.
   Descoberto em 4 de outubro de 1501, dia de São Francisco, o velho Chico passa por cinco estados brasileiros: Minas, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Como nunca seca, tornou-se símbolo de prosperidade em lugares historicamente castigados pela estiagem. Por sua importância, inspirou canções, romances e poesias de grandes nomes da cultura nacional. “Uma vez que se bebe a água do rio, o rio nunca mais sai da gente”, garantem os ribeirinhos.
    Não são só o Tietê e o Pinheiros. Muitos outros rios percorrem a cidade de São Paulo. “É praticamente impossível andar 200 metros sem passar por um deles”, garante o geógrafo Luiz de Campos Júnior que, ao lado de companheiros, comanda o projeto Rios e Ruas, que leva paulistanos a caminhar sobre águas canalizadas escondidas embaixo de ruas e avenidas. Atrás da Avenida Paulista, por exemplo, nasce o Saracura. No Anhangabaú corre o rio que batizou o vale. O córrego da Água Preta brota sob carros e cimento no bairro da Pompeia, com água potável limpíssima. “Não se mata um rio. Acham que enterrar e colocar rua em cima faz o rio sumir. Mas ele continua vivo: erodindo, inundando, enchendo, esvaziando”, ensina Campos.
(Adaptado de: HOFFMANN, Bruno e VARGAS, Rodrigo Terra. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato, novembro de 2013, n. 175. p. 18-21) 
Uma vez que se bebe a água do rio, o rio nunca mais sai da gente”, garantem os ribeirinhos. (4o parágrafo) A fala dos habitantes das margens do rio São Francisco comprova, considerando-se o que diz o texto,
Alternativas
Q710229 Português
    O Brasil é, sem dúvida, a maior bacia fluvial do mundo. Os milhares de rios que ziguezagueiam pelo território nacional trazem em suas águas passagens fundamentais de nossa cultura e ajudam a construir a identidade do país.
    Há uma máxima surgida em Pernambuco, que diz: “O rio Capibaribe se une ao rio Beberibe para formar o oceano Atlântico”. A frase contém uma boa dose de exagero, mas revela a importância que os rios têm para a cultura e o imaginário coletivo dos lugares: Capibaribe no Recife, Negro em Manaus, Branco em Boa Vista, Tietê em São Paulo.
    O país concentra cerca de 12% de toda a água doce do planeta. Tem o rio com o maior volume d’água, o Amazonas, e divide com a Argentina o conjunto de quedas d’água com o segundo maior fluxo médio anual, as Cataratas do Iguaçu. A bacia fluvial brasileira inspirou ainda lendas e artistas; produziu batalhas e religiosidade; é palco para espetáculos naturais e esportes radicais. É parte da paisagem das cidades − mesmo que muitas, em busca de progresso, tenham coberto seus leitos com cimento.
   Descoberto em 4 de outubro de 1501, dia de São Francisco, o velho Chico passa por cinco estados brasileiros: Minas, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Como nunca seca, tornou-se símbolo de prosperidade em lugares historicamente castigados pela estiagem. Por sua importância, inspirou canções, romances e poesias de grandes nomes da cultura nacional. “Uma vez que se bebe a água do rio, o rio nunca mais sai da gente”, garantem os ribeirinhos.
    Não são só o Tietê e o Pinheiros. Muitos outros rios percorrem a cidade de São Paulo. “É praticamente impossível andar 200 metros sem passar por um deles”, garante o geógrafo Luiz de Campos Júnior que, ao lado de companheiros, comanda o projeto Rios e Ruas, que leva paulistanos a caminhar sobre águas canalizadas escondidas embaixo de ruas e avenidas. Atrás da Avenida Paulista, por exemplo, nasce o Saracura. No Anhangabaú corre o rio que batizou o vale. O córrego da Água Preta brota sob carros e cimento no bairro da Pompeia, com água potável limpíssima. “Não se mata um rio. Acham que enterrar e colocar rua em cima faz o rio sumir. Mas ele continua vivo: erodindo, inundando, enchendo, esvaziando”, ensina Campos.
(Adaptado de: HOFFMANN, Bruno e VARGAS, Rodrigo Terra. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato, novembro de 2013, n. 175. p. 18-21) 
Há, no 3o parágrafo do texto,
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Q710227 Português
    O Brasil é, sem dúvida, a maior bacia fluvial do mundo. Os milhares de rios que ziguezagueiam pelo território nacional trazem em suas águas passagens fundamentais de nossa cultura e ajudam a construir a identidade do país.
    Há uma máxima surgida em Pernambuco, que diz: “O rio Capibaribe se une ao rio Beberibe para formar o oceano Atlântico”. A frase contém uma boa dose de exagero, mas revela a importância que os rios têm para a cultura e o imaginário coletivo dos lugares: Capibaribe no Recife, Negro em Manaus, Branco em Boa Vista, Tietê em São Paulo.
    O país concentra cerca de 12% de toda a água doce do planeta. Tem o rio com o maior volume d’água, o Amazonas, e divide com a Argentina o conjunto de quedas d’água com o segundo maior fluxo médio anual, as Cataratas do Iguaçu. A bacia fluvial brasileira inspirou ainda lendas e artistas; produziu batalhas e religiosidade; é palco para espetáculos naturais e esportes radicais. É parte da paisagem das cidades − mesmo que muitas, em busca de progresso, tenham coberto seus leitos com cimento.
   Descoberto em 4 de outubro de 1501, dia de São Francisco, o velho Chico passa por cinco estados brasileiros: Minas, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Como nunca seca, tornou-se símbolo de prosperidade em lugares historicamente castigados pela estiagem. Por sua importância, inspirou canções, romances e poesias de grandes nomes da cultura nacional. “Uma vez que se bebe a água do rio, o rio nunca mais sai da gente”, garantem os ribeirinhos.
    Não são só o Tietê e o Pinheiros. Muitos outros rios percorrem a cidade de São Paulo. “É praticamente impossível andar 200 metros sem passar por um deles”, garante o geógrafo Luiz de Campos Júnior que, ao lado de companheiros, comanda o projeto Rios e Ruas, que leva paulistanos a caminhar sobre águas canalizadas escondidas embaixo de ruas e avenidas. Atrás da Avenida Paulista, por exemplo, nasce o Saracura. No Anhangabaú corre o rio que batizou o vale. O córrego da Água Preta brota sob carros e cimento no bairro da Pompeia, com água potável limpíssima. “Não se mata um rio. Acham que enterrar e colocar rua em cima faz o rio sumir. Mas ele continua vivo: erodindo, inundando, enchendo, esvaziando”, ensina Campos.
(Adaptado de: HOFFMANN, Bruno e VARGAS, Rodrigo Terra. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreato, novembro de 2013, n. 175. p. 18-21) 
O texto assinala, predominantemente,
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Q611192 Gestão de Pessoas
A prática do trabalho em equipe, o aprimoramento das relações trabalhistas e os novos padrões de produtividade levaram as empresas a substituir o conceito de empregado por 
Alternativas
Q611191 Gestão de Pessoas
Em ambientes de trabalho, há certos conflitos que prejudicam o bom relacionamento entre as pessoas. Quando tais conflitos não se explicitam, são considerados
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Q611190 Secretariado
De acordo com seu código de ética, os profissionais de secretariado obrigam-se a

I. guardar absoluto sigilo sobre os assuntos e documentos que lhes são confiados.

II. operacionalizar e canalizar adequadamente o processo de comunicação com o público.

III. estabelecer e manter clima profissional cortês no ambiente de trabalho.

Está correto o que consta em 
Alternativas
Q611189 Noções de Informática
Considere os tipos de programas de computador mais indicados para o desempenho das tarefas mencionadas na questão.

Para redigir cartas, de acordo com padrões de formatação previamente definidos, recomenda-se o uso de 
Alternativas
Q611188 Noções de Informática
Considere os tipos de programas de computador mais indicados para o desempenho das tarefas mencionadas na questão.

Para controlar os gastos com material de consumo, relacioná-los com os estoques existentes no almoxarifado, e verificar a frequência em que ocorrem, recomenda-se o uso de 
Alternativas
Q611187 Noções de Informática
Considere os tipos de programas de computador mais indicados para o desempenho das tarefas mencionadas na questão.

Para facilitar o controle da correspondência ativa e passiva, identificando os assuntos de que trata, as pessoas e entidades referidas e o local de armazenamento de cada exemplar, entre outros itens, recomenda-se o uso de 
Alternativas
Q611186 Noções de Informática
As apresentações feitas em PowerPoint ou programa equivalente utilizam
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Q611185 Noções de Informática
Um dos requisitos para a automação de escritórios é a
Alternativas
Q611184 Arquivologia
Para arquivar adequadamente cartazes, plantas e outros documentos de grande formato, deve-se
Alternativas
Q611183 Arquivologia
A informatização dos arquivos é requisito indispensável para garantir
Alternativas
Q611182 Arquivologia
Quando se tem um volume sempre crescente de pastas com documentos de uso corrente e pouco espaço para armazená-las, é recomendável a aquisição de
Alternativas
Q611181 Arquivologia
Dentre as medidas necessárias para conservar de forma duradoura arquivos digitais, que ficam rapidamente obsoletos, uma das mais utilizadas é
Alternativas
Q611180 Arquivologia
Para responder a questão considere a necessidade de arquivar as pastas correspondentes aos seguintes clientes de uma empresa:

1. João de Souza e Silva − Fortaleza (CE)

2. Júlio do Amaral Silva − Maceió (AL)

3. Abelardo da Silva Sousa − Porto Alegre (RS)

4. João de Souza Carvalho − Manaus (AM)

5. Carlos da Silva − Belo Horizonte (MG)

6. Luiz Fernando Silva − João Pessoa (PB)

7. Júlio Silva Souza − Campo Grande (MS) 

 Se a organização for alfabética, pelo nome do Estado, as pastas ficarão dispostas na seguinte ordem:
Alternativas
Q611179 Arquivologia
Para responder a questão considere a necessidade de arquivar as pastas correspondentes aos seguintes clientes de uma empresa:

1. João de Souza e Silva − Fortaleza (CE)

2. Júlio do Amaral Silva − Maceió (AL)

3. Abelardo da Silva Sousa − Porto Alegre (RS)

4. João de Souza Carvalho − Manaus (AM)

5. Carlos da Silva − Belo Horizonte (MG)

6. Luiz Fernando Silva − João Pessoa (PB)

7. Júlio Silva Souza − Campo Grande (MS) 

Se a organização for alfabética, pelo nome do cliente, as pastas ficarão dispostas na seguinte ordem: 
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Q611178 Arquivologia
Notas de compra e extratos bancários são exemplos de documentos
Alternativas
Q611177 Arquivologia
Quando se adota o método numérico para arquivar documentos, sua recuperação requer consulta
Alternativas
Q611176 Arquivologia
Enquanto assegurarem direitos (a instituições e pessoas), os documentos não podem ser 
Alternativas
Respostas
1021: A
1022: D
1023: C
1024: E
1025: A
1026: B
1027: D
1028: E
1029: B
1030: A
1031: E
1032: C
1033: A
1034: C
1035: D
1036: D
1037: E
1038: B
1039: C
1040: B