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Q3791224 Serviço Social
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante direitos fundamentais à criança e ao adolescente. Nesse contexto, assinale a alternativa que contém CORRETAMENTE o papel do Agente Comunitário de Saúde em relação à violência contra esse grupo: 
Alternativas
Q3791223 Saúde Pública
Diversos instrumentos foram desenvolvidos para registrar a identificação de sintomáticos respiratórios, a notificação e investigação de casos de tuberculose, o monitoramento do tratamento e outras atividades relacionadas.
No que se refere a esses instrumentos, associe a segunda coluna de acordo com a primeira:
Coluna 1 (1) Livro de registro do sintomático respiratório. (2) Ficha de notificação/investigação de tuberculose. (3) Livro de registro de pacientes e acompanhamento de tratamento dos casos de tuberculose. (4) Boletim de acompanhamento dos casos de tuberculose.

Coluna 2 (__) É um instrumento padrão em todo o país, utilizado para a notificação e investigação de casos confirmados de tuberculose, por se tratar de uma doença de notificação compulsória.
(__) Destina-se a registrar as atividades de busca de sintomáticos respiratórios, contendo campos para informações do indivíduo (nome, idade, sexo e endereço) e os resultados do exame de escarro para diagnóstico.
(__) É utilizado para registrar as informações sobre o tratamento dos casos de tuberculose acompanhados na unidade de saúde, servindo também como fonte de dados para o cálculo de indicadores da doença.
(__) É preenchido para acompanhar os casos confirmados de tuberculose até a conclusão do tratamento, incluindo informações sobre resultados de exames laboratoriais, exames de contatos e situação de encerramento do caso, além de servir para a atualização do Sinan.

A sequência que preenche corretamente as lacunas acima, de cima para baixo é:
Alternativas
Q3791222 Legislação Federal
Segundo a Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, o modelo de atenção à saúde baseado na atuação multiprofissional da Estratégia Saúde da Família prevê que, desde que o Agente Comunitário de Saúde tenha concluído o curso técnico e disponha dos equipamentos adequados, ele poderá realizar, em sua área de atuação, atividades assistidas por um profissional de saúde de nível superior.
São atividades do Agente Comunitário de Saúde, conforme previsto no trecho acima:
I. A aferição da pressão arterial, durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, encaminhando o paciente para a unidade de saúde de referência.
II. A medição de glicemia capilar, durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, encaminhando o paciente para a unidade de saúde de referência.
III. A aferição de temperatura axilar, durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, com o devido encaminhamento do paciente, quando necessário, para a unidade de saúde de referência.
IV. A orientação e o apoio, em domicílio, para a correta administração de medicação de paciente em situação de vulnerabilidade.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3791221 Saúde Pública
Um dos papeis do Agente Comunitário de Saúde é orientar a população de sua área sobre a importância da detecção precoce do câncer de próstata. Considerando as informações corretas sobre essa doença, assinale a alternativa mais CORRETA: 
Alternativas
Q3791220 Noções de Informática
Durante uma aula de informática, a professora pediu que os alunos criassem um gráfico no Excel com os dados de vendas mensais. Beatriz usou um gráfico de colunas, com os meses no eixo horizontal e os valores de vendas no eixo vertical, mas as cores estavam muito semelhantes e o título não indicava claramente o conteúdo. Usando os recursos de apresentação de gráficos no Excel, o que Beatriz poderia fazer para melhorar a visualização?
Alternativas
Q3791219 Segurança da Informação
Analise as afirmativas abaixo sobre autenticação em dois fatores (2FA) e sua importância para a segurança na internet e a proteção digital, marcando V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A autenticação em dois fatores adiciona uma camada extra de segurança, exigindo uma segunda forma de verificação além da senha.
(__) O segundo fator de autenticação pode ser um código enviado por SMS, aplicativo autenticador ou uma chave física.
(__) A 2FA só é necessária para contas bancárias e não tem utilidade em redes sociais ou e-mails pessoais.
(__) Mesmo que alguém descubra sua senha, a autenticação em dois fatores pode impedir o acesso não autorizado.
(__) Utilizar a autenticação em dois fatores reduz significativamente o risco de invasões por roubo de senhas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3791218 Noções de Informática
Ao digitar um trabalho escolar no Microsoft Word, João percebeu que os títulos dos capítulos estavam todos com tamanhos e fontes diferentes, e que o sumário não se atualizava automaticamente quando ele fazia alterações no texto. Um colega explicou que isso ocorre por ele não usar "estilos" corretamente.
Com base nessa situação, assinale a alternativa correta sobre o uso de estilos no Microsoft Word:
Alternativas
Q3791217 Noções de Informática
Durante uma aula de informática, os alunos aprenderam sobre os recursos visuais e funcionais do Microsoft Word, como a régua, a barra de status e os modos de exibição. Com base nesse conteúdo, analise as afirmativas abaixo e assinale V, para verdadeira, e F, para falsa:
( ) A régua do Word serve para ajustar margens, recuos e tabulações, facilitando a organização visual do texto.
( ) O modo de exibição "Layout de Impressão" mostra o documento como ele será impresso, incluindo cabeçalhos, rodapés e quebras de página.
( ) A barra de status exibe apenas o número de páginas e não possui outras funções interativas.
( ) O modo "Leitura" é ideal para editar o texto com precisão, pois mostra todos os elementos de formatação e permite alterações rápidas.
( ) A régua pode ser ativada ou desativada conforme a necessidade do usuário, por meio do menu "Exibir".

Assinale a alternativa correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3791216 Noções de Informática
Analise as afirmativas a seguir sobre o uso de Tabelas Dinâmicas e Formatação Condicional no Microsoft Excel:
I. A Tabela Dinâmica permite resumir grandes quantidades de dados e agrupar informações por categorias, sem precisar usar fórmulas.
II. A formatação condicional serve apenas para alterar a cor das bordas e não pode ser usada com números.
III. É possível atualizar uma Tabela Dinâmica automaticamente quando novos dados são adicionados à planilha, desde que a origem esteja corretamente definida.
IV. Na formatação condicional, é possível usar regras prontas, como "Maior que" ou "Entre", para destacar valores conforme critérios definidos.
V. A criação de Tabelas Dinâmicas exige o uso da função PROCV para gerar os resumos e totais.

Com base nessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3791215 Segurança da Informação
Durante uma palestra sobre uso consciente da Internet, o palestrante pediu aos ouvintes que refletissem sobre atitudes que poderiam ajudar a proteger seus dados pessoais e evitar golpes virtuais. Em seguida, ele apresentou algumas afirmações para discussão:
I. Evitar acessar contas bancárias em redes Wi-Fi públicas é uma forma de se proteger contra invasões e roubo de dados.
II. Clicar em links recebidos por e-mail ou redes sociais é sempre seguro se o remetente aparentar ser uma empresa conhecida.
III. Utilizar senhas fortes, com letras, números e símbolos, reduz as chances de alguém invadir suas contas.
IV. Compartilhar fotos e informações pessoais livremente nas redes sociais não traz riscos reais, pois as plataformas já protegem todos os dados dos usuários.
V. Manter o antivírus atualizado ajuda a identificar sites e arquivos suspeitos antes que causem danos ao computador.

Com base nessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3791214 Noções de Informática
Ricardo trabalha em uma loja de acessórios eletrônicos e registra diariamente o total de vendas em uma planilha do Excel. Para acompanhar o desempenho do mês, ele quer calcular a média das vendas diárias. Os valores estão na coluna B, entre as células B2 e B31.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a fórmula que ele deve usar para calcular essa média:
Alternativas
Q3791213 Noções de Informática
Sobre o funcionamento e os recursos do ambiente Windows, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3791212 Noções de Informática
Analise as afirmativas abaixo sobre a interface gráfica do ambiente Windows, que envolve o uso de janelas, ícones, menus, área de trabalho e barra de tarefas:
I. A área de trabalho é o espaço principal da tela, onde ficam os ícones de atalhos, pastas e arquivos, podendo ser personalizada com papel de parede e widgets.
II. As janelas permitem a interação com programas e arquivos, e podem ser redimensionadas, minimizadas ou maximizadas conforme a necessidade do usuário.
III. A barra de tarefas serve apenas para mostrar o relógio e a data, não tendo nenhuma função de acesso rápido a programas abertos ou fixados.
IV. Os menus de contexto, acionados normalmente com o botão direito do mouse, apresentam opções específicas relacionadas ao item selecionado.
V. Os ícones são representações gráficas de arquivos, programas ou atalhos, e ao serem clicados executam uma ação associada, como abrir um aplicativo ou documento.

Com base nessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3791211 Noções de Informática
Vanessa está usando o Microsoft Excel 365 para registrar as notas dos colegas da turma. Ao abrir o programa, observou uma área com células organizadas em linhas e colunas, guias na parte superior e barras de rolagem. Com base na estrutura padrão do Excel 365, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3791210 Português
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito.
De acordo com o texto, a principal preocupação em relação à deflação é que ela:
Alternativas
Q3791209 Português
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
Muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3791208 Economia
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
Na Costa Rica, o principal fator que explica a deflação foi a valorização da moeda local em relação ao dólar. Já em El Salvador, a redução de impostos sobre importações de alimentos e ajustes fiscais internos contribuíram para o mesmo fenômeno. Considerando as informações do texto, é CORRETO afirmar que a deflação observada nesses países está relacionada principalmente a:
Alternativas
Q3791207 Português
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns.
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3791206 Português
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia".
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3791205 Português
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor.
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Respostas
1281: B
1282: D
1283: D
1284: B
1285: B
1286: D
1287: C
1288: B
1289: B
1290: B
1291: C
1292: C
1293: A
1294: C
1295: A
1296: A
1297: D
1298: D
1299: C
1300: A