Questões de Concurso
Para prefeitura de natal - rn
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Cimetidina liga-se ao citocromo p450 e reduz a depuração de midazolam, diazepam e fentanil, utilizados na sedação de pacientes em ventilação mecânica.
Freqüências respiratórias superiores a 25 irm são sugestivas da possibilidade de esforço muscular excessivo e da existência de auto-PEEP.
Com referência a essa situação hipotética, julgue o item subseqüente.
A constatação de níveis de colinesterase plasmática inferiores a 10% do normal indica intoxicação leve em casos de intoxicação por organofosforados.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o item que se segue.
Na situação considerada, pode ocorrer ressangramento nas primeiras 24 horas pós-evento.
Caso o sangue do recém-nascido tenha sido colhido do cordão umbilical, deve-se ter o cuidado de concentrar o sangue antes de se proceder à tipagem, para evitar pseudoaglutinações.
A metodologia laboratorial para detecção de fungos por meio de cultura deve ser rigorosa, pois há risco de agentes contaminantes de crescimento mais rápido impedirem a visualização do agente etiológico em estudo.
Por Rodrigo Franklin Sousa A leitura, do ponto de vista do professor, deve ser concebida como espaço de formação e constituição da identidade do sujeito. Isso quer dizer que trabalhar com o texto de língua portuguesa, e trabalhar com o reconhecimento de gêneros discursivos, é trabalhar com a linguagem em seu sentido mais amplo e pleno. Primordial é a noção de que a linguagem em uso não pode nem deve ser considerada como simples “acidente” ou apreensão localizada de um sistema abstrato, mas como lugar de interação social e construção de relações, de valores e de significados. Enfim, como lugar de construção de identidade e crescimento humanos. Uma das formas pela qual o texto promove essa construção e esse crescimento é por meio das interações que fomenta. Engajar-se com um texto, qualquer que seja ele, é interagir de uma forma ou de outra com outros sujeitos, em contextos sociais e históricos reais. Essas interações podem ser abordadas e visualizadas por múltiplos ângulos. Um deles é o da interlocução entre um sujeito e um outro. Trata-se de visualizar mais do que simplesmente a “intenção do autor” como um elemento passivo a ser “encontrado” pelas marcas deixadas no texto; trata-se de ficar face a face com um outro, com um ente que o leitor imagina, com o qual tenta engajar-se e ao qual tenta responder. A relação de alteridade é o eixo fundamental da linguagem. O diálogo com o texto é um diálogo com o outro. Ainda que, no caso do texto escrito, esse outro seja uma reconstrução do leitor, essa própria reconstrução já é um exercício. Um exercício, aliás, que desenvolverá habilidades indispensáveis, já que buscar entender o outro é não apenas uma forma de forjarmos nossa própria identidade como também algo que traz consequências concretas e reais para nossas vidas. No formidável livro A Conquista da América, Tzvetan Todorov explora o que ele chama de o discurso da diferença. Em seu estudo, Todorov demonstra como muito das tragédias que marcaram os anos iniciais do descobrimento, e cujas marcas se fazem sentir até hoje, foi fruto de leituras erradas que tanto espanhóis quanto os ameríndios fizeram uns dos outros. Assim, consideramos que desenvolver habilidades de entendimento do outro é fundamental para a formação de atores sociais responsáveis. Em alguns casos, como no estudado por Todorov, pode ser o caminho para que se evitem tragédias de proporções inimagináveis. Entendida como um exercício de contato com o outro, a leitura pode ser vista como uma atividade que afeta nossos relacionamentos imediatos, o nosso país, ou o planeta. A leitura de mensagens pessoais ou de um memorando no trabalho requer a detecção de subtextos, ironias, sinalizações de conflitos. A boa leitura de matérias jornalísticas ou de programas e propostas de governo requer que detectemos tendências ideológicas, parcialidade nas informações e boa ou má vontade na apresentação dos fatos. Habilidades de leitura também podem ser aplicadas aos mais diversos tipos de texto. Mesmo com suas especificidades, todos envolvem tipos semelhantes de questionamentos, de pressuposições de sentimentos e de raciocínios. Desenvolver boas habilidades de leitura é algo que impacta nossa vida em todas as suas dimensões. Aprender a ler bem (e, consequentemente, ensinar a ler bem) vai muito além de cumprir um currículo acadêmico, ou de reproduzir um discurso vazio que não terá qualquer impacto real. Aprender e ensinar a ler são atividades éticas no sentido mais profundo do termo. Ao trazer o termo “ética” para a reflexão sobre o ensino de língua portuguesa e para o trabalho com textos e gêneros discursivos, não quero de maneira nenhuma remeter a um discurso vazio, ou a uma série de regras que dizem respeito a como ser “bonzinhos”. Pensar sobre ética é refletir sobre como viver melhor. A reflexão ética busca soluções sobre como podemos ter uma vida com mais qualidade, uma vida mais plena e com realização humana real. Não podemos esquecer que todas as questões éticas, embora digam respeito a nossa responsabilidade pessoal como indivíduos, afetam nós mesmos e os nossos relacionamentos. As questões éticas sempre são interpessoais. Sempre envolvem um indivíduo e um outro. Sempre envolvem um indivíduo e a sociedade que o cerca. Sendo assim, por definição, elas também sempre envolvem a interação desses indivíduos entre si e com a sociedade que os cerca. O que eu penso, falo e escrevo afeta a vida dos outros. O que os outros pensam, falam e escrevem necessariamente afeta também a minha vida. Trabalhar a leitura é capacitar para a interação com o outro, para a vivência na sociedade. É ensinar a viver. SOUSA, Rodrigo Franklin. Língua Portuguesa: alteridade e Ética. Revista Conhecimento Prático Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Escala, Ed. 52, mar./abr./2015, p. 33-35. [Excerto adaptado] No que concerne ao uso das aspas no texto, considere as seguintes afirmações. I - No terceiro parágrafo, as aspas foram usadas para demarcar uma crítica a um possível discurso sobre o trabalho com o texto. II - No nono parágrafo, as aspas foram usadas, respectivamente, para marcar um destaque a um termo e para fazer referência, criticamente, a uma concepção com a qual o autor não concorda. III - No terceiro parágrafo, as aspas foram usadas, respectivamente, para demarcar uma voz alheia citada literalmente e para dar ênfase a um termo. IV - No nono parágrafo, as aspas foram usadas, nas duas ocorrências, para dar destaque a termos e conseguir a adesão do leitor. Das afirmações, estão corretas
A cal hidratada é disponível na forma de pasta com alto teor de umidade.
As madeiras de lei não têm capacidade de resistência à tração.
Asfaltos podem ser obtidos tanto por extração de jazidas naturais como por processos industriais.
I - L’Epée, por ser surdo, teve condições de construir uma escola em que todas as características dos surdos eram respeitadas e onde a língua oral era proibida. II - L’Epée inovou em sua época por colocar, em primeiro plano, a educação do surdo e não priorizar a tentativa de transformá-lo em uma boa réplica de ouvinte. III - Sua escola formava surdos que se tornavam profissionais para trabalharem em hospitais e em escolas de surdos da França e de outros países. IV - O Abade reconhecia a importância da sinalização para a compreensão e expressão dos seus alunos, passando a utilizá-la nas aulas, e esse era o seu diferencial.
Das afirmações, estão corretas
I - Anteriormente ao reconhecimento legal da Libras pela Lei nº 10.436/2002, ela não era considerada uma língua nem mesmo pela comunidade surda, que a tinha por uma forma alternativa de comunicação.
II - O reconhecimento legal da Libras ratificou o que a com unidade surda brasileira já divulgava: o fato de sua forma sinalizada de comunicação ser uma língua tão complexa quanto qualquer outra.
III - A partir da promulgação da Lei nº 10.436/2002, o poder público e as empresas concessionárias de serviços públicos devem garantir formas institucionalizadas de apoiar o uso e a difusão da Libras.
IV - A Lei nº 10.436/2002, além de reconhecer a Libras como Língua oficial da comunidade surda, faculta às instituições de ensino superior a inserção da disciplina de Libras em cursos de formação de professores.
De acordo com a Lei nº 10.436/2002, estão corretas as informações
O exame clínico é constituído de anamnese e exame físico. Na anamnese, devem ser abordados: identificação do paciente, queixa principal, história da doença atual e história médica e odontológica pregressa. Além do valor legal, o exame clínico é a base do sucesso do ato operatório e importante medida de biossegurança.
O papel do cirurgião-dentista é aferir a pressão arterial do paciente em todas as sessões. Hoje, os parâmetros de hipertensão têm sido revisados e valores até 120 mmHg × 80 mmHg são considerados normais. Os valores da pressão diastólica de 120 mmHg a 139 mmHg são considerados normais e valores de mais de 139 mmHg podem sugerir quadro hipertensivo.
Os órgãos linfáticos, o osso e a mucosa são de alta radiossensibilidade.
Os exames laboratoriais que devem ser solicitados na triagem de uma discrasia sanguínea são: contagem de plaquetas (avaliação quantitativa-qualitativa), tempo de sangramento (avaliação qualitativa), tempo de protrombina (avaliação da via intrínseca e da via comum da coagulação) e tempo de tromboplastina parcial (avaliação da via extrínseca e da via comum da coagulação).
Para determinar a presença de fósforo em alimentos, os métodos colorimétricos são mais indicados que os métodos que se baseiam em absorção atômica.
A autocura da anemia infecciosa eqüina dispensa o tratamento dessa enfermidade.