Questões de Concurso Para prefeitura de niterói - rj

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Q3440747 Redação Oficial
Dentre as partes que compõem a estrutura do ofício, o vocativo deve ser empregado de acordo com o cargo que o destinatário ocupa. Relacione adequadamente as colunas a seguir de acordo com o grau de formalidade requerida no ofício.
1. Adequado. 2. Inadequado.
( ) Senhor José. ( ) Prezado José. ( ) Senhor Deputado. ( ) Excelentíssimo Senhor Presidente da República.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3440746 Redação Oficial
Sabendo-se que na redação oficial é necessário empregar a linguagem escrita na modalidade formal ao redigir os textos produzidos pelo serviço público, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3440745 Português
Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia


De acordo com a equipe de psicólogos do estudo, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida

   Pessoas no início da vida adulta apresentam maior capacidade de empatia, isto é, de se colocarem no lugar do outro, como mostram evidências de um novo estudo publicado na revista científica Social Cognitive and Affective Neuroscience.

   Os psicólogos que estudaram o tema descobriram que os jovens adultos são especialmente sensíveis à chamada dor social, que envolve situações de constrangimento, sofrimento e tristeza. Esta faixa etária (dos 20 até os 40 anos) tem a tendência de sentir mais empatia por outras pessoas que vivenciam a dor social do que os adolescentes (10 a 19 anos) ou adultos mais velhos (mais de 60 anos).

   “Este estudo fornece insights valiosos sobre a natureza complexa das respostas empáticas a outros com dor que atingem o pico na fase adulta jovem, como visto em suas avaliações comportamentais da intensidade da dor sentida por outros”, afirma Heather Ferguson, pesquisadora principal do artigo e professora de psicologia em Kent.

   De acordo com a pesquisa, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida, conforme a experiência social e a exposição a diferentes situações sociais e relacionadas à dor aumentam.

   Por outro lado, os dados mostraram que depois dos 60, as pessoas tendem a não sentir uma empatia tão forte ao observar a dor de outras pessoas.

  “No entanto, o cérebro se torna cada vez mais reativo a ver outros com dor à medida que envelhecemos, o que sugere que adultos mais velhos sentiram empatia no momento em que viram as fotografias de dor – mas foram menos precisos posteriormente ao avaliar a intensidade dessa dor”, conclui.


(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
As ocorrências de crase em “sensíveis à chamada dor social” (2º§) e “relacionadas à dor aumentam” (4º§) se justificam de acordo com:
Alternativas
Q3440744 Português
Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia


De acordo com a equipe de psicólogos do estudo, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida

   Pessoas no início da vida adulta apresentam maior capacidade de empatia, isto é, de se colocarem no lugar do outro, como mostram evidências de um novo estudo publicado na revista científica Social Cognitive and Affective Neuroscience.

   Os psicólogos que estudaram o tema descobriram que os jovens adultos são especialmente sensíveis à chamada dor social, que envolve situações de constrangimento, sofrimento e tristeza. Esta faixa etária (dos 20 até os 40 anos) tem a tendência de sentir mais empatia por outras pessoas que vivenciam a dor social do que os adolescentes (10 a 19 anos) ou adultos mais velhos (mais de 60 anos).

   “Este estudo fornece insights valiosos sobre a natureza complexa das respostas empáticas a outros com dor que atingem o pico na fase adulta jovem, como visto em suas avaliações comportamentais da intensidade da dor sentida por outros”, afirma Heather Ferguson, pesquisadora principal do artigo e professora de psicologia em Kent.

   De acordo com a pesquisa, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida, conforme a experiência social e a exposição a diferentes situações sociais e relacionadas à dor aumentam.

   Por outro lado, os dados mostraram que depois dos 60, as pessoas tendem a não sentir uma empatia tão forte ao observar a dor de outras pessoas.

  “No entanto, o cérebro se torna cada vez mais reativo a ver outros com dor à medida que envelhecemos, o que sugere que adultos mais velhos sentiram empatia no momento em que viram as fotografias de dor – mas foram menos precisos posteriormente ao avaliar a intensidade dessa dor”, conclui.


(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
Considerando as informações expressas nos dois últimos parágrafos, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3440743 Português
Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia


De acordo com a equipe de psicólogos do estudo, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida

   Pessoas no início da vida adulta apresentam maior capacidade de empatia, isto é, de se colocarem no lugar do outro, como mostram evidências de um novo estudo publicado na revista científica Social Cognitive and Affective Neuroscience.

   Os psicólogos que estudaram o tema descobriram que os jovens adultos são especialmente sensíveis à chamada dor social, que envolve situações de constrangimento, sofrimento e tristeza. Esta faixa etária (dos 20 até os 40 anos) tem a tendência de sentir mais empatia por outras pessoas que vivenciam a dor social do que os adolescentes (10 a 19 anos) ou adultos mais velhos (mais de 60 anos).

   “Este estudo fornece insights valiosos sobre a natureza complexa das respostas empáticas a outros com dor que atingem o pico na fase adulta jovem, como visto em suas avaliações comportamentais da intensidade da dor sentida por outros”, afirma Heather Ferguson, pesquisadora principal do artigo e professora de psicologia em Kent.

   De acordo com a pesquisa, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida, conforme a experiência social e a exposição a diferentes situações sociais e relacionadas à dor aumentam.

   Por outro lado, os dados mostraram que depois dos 60, as pessoas tendem a não sentir uma empatia tão forte ao observar a dor de outras pessoas.

  “No entanto, o cérebro se torna cada vez mais reativo a ver outros com dor à medida que envelhecemos, o que sugere que adultos mais velhos sentiram empatia no momento em que viram as fotografias de dor – mas foram menos precisos posteriormente ao avaliar a intensidade dessa dor”, conclui.


(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
Apesar de empregada com alguma frequência, qual estrutura NÃO está em conformidade com a linguagem padrão no título “Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia”?
Alternativas
Q3440742 Português
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo

“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal

   Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.

   Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).

   Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.

   “Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.

   A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.

   “Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

   A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.

   Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.


(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
Uma reescrita possível para o trecho “A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo.” (5º§) é:
Alternativas
Q3440741 Português
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo

“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal

   Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.

   Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).

   Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.

   “Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.

   A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.

   “Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

   A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.

   Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.


(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
De acordo com o texto apresentado, só NÃO é possível afirmar que:
Alternativas
Q3440740 Português
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo

“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal

   Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.

   Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).

   Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.

   “Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.

   A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.

   “Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

   A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.

   Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.


(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
O uso da linguagem culta é predominante no texto, sendo tal escolha característica do gênero textual apresentado. A relação estabelecida entre os termos destacados a seguir é um exemplo da afirmativa anterior: “A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.” (8º§); o mesmo NÃO pode ser identificado em:
Alternativas
Q3440739 Português
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo

“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal

   Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.

   Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).

   Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.

   “Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.

   A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.

   “Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

   A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.

   Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.


(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
De acordo com o contexto e considerando o texto em sua totalidade, o trecho “Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença.” (6º§) pode ser corretamente compreendido de acordo com o indicado em:
Alternativas
Q3440738 Português
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo

“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal

   Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.

   Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).

   Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.

   “Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.

   A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.

   “Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

   A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.

   Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.


(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
Considerando o título do texto, é possível reconhecer o emprego de estrutura linguística como estratégia que permite o estabelecimento de interação com o interlocutor diante do texto apresentado; trata-se de:
Alternativas
Q3440627 Direito Tributário
Considere, hipoteticamente, que Genésio trabalha no setor de pessoal da Niterói Prev. Ele foi questionando por um servidor recém-empossado sobre o funcionamento do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), normas e eventuais descontos de seus proventos. Com base nos normativos acerca do IRRF, Genésio prestou as informações a seguir. Assinale a afirmativa que está em DESACORDO com os normativos.
Alternativas
Q3440626 Auditoria Governamental
Auditoria interna é uma atividade independente e objetiva de avaliação e consultoria, conduzida internamente por uma organização, para avaliar e melhorar a eficácia dos processos de gestão de riscos, controle e governança. Visa garantir que a organização funcione de forma eficiente, eficaz e em conformidade com as leis e os regulamentos. Nesse contexto, o órgão responsável pela auditoria governamental e controle interno da Administração Pública Federal é o(a): 
Alternativas
Q3440625 Contabilidade Pública
Filomena, servidora pública federal incumbida de receber suprimento de fundos para atender a peculiaridades do setor que trabalha, deverá prestar contas de sua aplicação dentro do prazo estabelecido. Nos termos do Decreto nº 93.872/1986, que deverá ser seguido por Filomena, sobre o suprimento de fundos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3440624 Direito Financeiro
A Lei de Responsabilidade Fiscal – Lei Complementar nº 101/2000 – foi instituída com o objetivo de que os entes federados controlem os gastos, limitados às arrecadações, com possíveis endividamentos dentro de regras bem rígidas e transparentes. A depender do aumento das despesas ou da realização das receitas, diversas ações são necessárias. Trata-se do objetivo da limitação de empenho e movimentação financeira a ser promovida pelos poderes públicos: 
Alternativas
Q3440623 Direito Tributário
Alpheu Tomáz é técnico em um escritório de contabilidade que presta serviços para diversas empresas. Ele calcula e emite as guias de impostos e contribuições sociais a serem recolhidas pelos clientes. Para cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), qual a base de cálculo Alpheu Tomáz deverá considerar?
Alternativas
Q3440622 Auditoria
A atividade da auditoria interna está estruturada em procedimentos, com enfoque técnico, objetivo, sistemático e disciplinado, e tem por finalidade agregar valor ao resultado da organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos controles internos, por meio da recomendação de soluções para as não-conformidades apontadas nos relatórios. No que tange à auditoria interna, assinale a afirmativa que está em DESACORDO com a Norma Brasileira de Contabilidade NBC TI 01. 
Alternativas
Q3440621 Administração Financeira e Orçamentária
Ao final do exercício financeiro, haverá o registro de Restos a Pagar, despesas empenhadas, mas não pagas até o último dia do exercício financeiro. Expressa corretamente as classificações de Resto a Pagar: 
Alternativas
Q3440620 Contabilidade Pública
Bráulio atua no setor financeiro da Niterói Prev e deverá classificar as despesas ocorridas nas adequadas categorias econômicas. Em qual categoria econômica Bráulio deverá classificar despesas que não correspondem à contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções destinadas a atender à manutenção de outras entidades de direito público ou privado?
Alternativas
Q3440619 Legislação Federal
O Programa de Integração Social (PIS) foi criado pela Lei Complementar Federal nº 7/1970; o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) foi instituído por meio da Lei Complementar Federal nº 8/1970. Considerando as peculiaridades desses programas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3440618 Contabilidade Pública
Hipoteticamente, Ambrósio, contador da Niterói Prev, está revisando o orçamento destinado ao órgão e o devido cumprimento dos princípios orçamentários previstos na Lei nº 4.320/1964. É correto afirmar que o princípio da anualidade estabelece que o orçamento público deverá:
Alternativas
Respostas
561: C
562: B
563: D
564: C
565: B
566: C
567: D
568: D
569: D
570: A
571: C
572: C
573: A
574: A
575: B
576: D
577: D
578: D
579: C
580: B