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Para qualquer função de onda que satisfaça a equação de Schrödinger, a energia da partícula será constante no tempo.
Se a função de onda for um autovalor da energia, então ela evolui no tempo com uma fase global imaginária, de forma que a densidade de probabilidade será constante no tempo.
Considere que, além de seu estado fundamental, um átomo hidrogenoide tenha dois outros estados com energias de 0,5 eV e 1,5 eV acima do valor da energia do estado fundamental. Nessa situação, considerada a constante de Planck igual a 4,0.10−15 eV × s e a velocidade da luz igual a 3,0.108 m/s, o valor do comprimento de onda dos fótons emitidos e(ou) absorvidos, quando ocorrer transição direta entre os estados excitados, será 750 nm.
A energia cinética de um próton será maior que a energia cinética de um nêutron quando ambas as partículas possuírem o mesmo comprimento de onda.
Um aumento na intensidade da onda incidente sobre uma superfície metálica fotoelétrica representa um aumento no módulo da velocidade máxima dos elétrons fotoejetados.
Para que ocorra interferência construtiva no processo de espalhamento de raios X por uma estrutura cristalina, a diferença de caminho entre planos adjacentes deve ser um número inteiro do comprimento de onda dos raios X incidentes, e o ângulo de espalhamento das ondas deve ser igual ao ângulo de incidência das respectivas ondas.
Em difração de fenda única, a distância vertical entre qualquer franja escura e o centro da figura de difração é diretamente proporcional à largura da fenda.
Segundo a condição de Bragg para interferência construtiva em difração de raios X, a diferença de caminho entre duas ondas deve ser tal que o produto do seno do ângulo de incidência das ondas de raios X por duas vezes a distância entre dois planos cristalinos adjacentes seja igual a um número inteiro de comprimento de onda das ondas de raios X espalhadas.
Se o valor da largura da fenda de difração por fenda única for inferior ou igual ao comprimento de onda da onda incidente, mais estreito e agudo será o pico máximo central da figura de refração.
O valor da distância focal em espelhos esféricos convexos é igual à metade do raio de curvatura do espelho.
As figuras de interferência criadas pela superposição de duas ondas monocromáticas e coerentes devem-se ao caráter estacionário da onda resultante.
Os raios paraxiais que incidem em espelhos esféricos côncavos e convexos são refletidos de forma a passar pelo foco do espelho.

A variação de entropia por mol de fluido de trabalho no processo CA é igual a - 5/2 R ln 3, em que R corresponde à constante universal dos gases.

A diferença entre o calor fornecido ao motor e o calor perdido por ele em um ciclo é menor que a metade da energia interna do fluido de trabalho no estado termodinâmico, representado pelo ponto A no diagrama P×V.

Para um processo termodinâmico iniciado no estado C e finalizado no estado A, considerando-se um caminho diferente do que o apresentado na figura, a variação de entropia do fluido de trabalho será diferente, pois esta depende do calor trocado, e esse calor, por sua vez, depende do processo termodinâmico que vai do estado A para o estado B.

Para que as duas cargas saiam da região de campo elétrico com a mesma velocidade, devem ser aceleradas por uma mesma diferença de potencial V2 - V1, uma vez que ambas possuem a mesma carga.

Se as cargas entrarem na região de campo magnético com a mesma velocidade, então ambas terão trajetórias circulares e a partícula mais pesada terá trajetória cujo raio é o dobro do raio da trajetória mais leve.

A partir das informações fornecidas pela situação hipotética, julgue o item a seguir.
Para que as cargas sejam aceleradas na direção da região de campo magnético, o potencial elétrico V1 deve ser maior que o potencial elétrico V2.
, em que t é o tempo e
denota o vetor posição de
um ponto P no espaço, com relação à origem do sistema de
coordenadas espaciais, associado ao sistema de referência
considerado, conforme a figura a seguir. 
= 0 para todo tempo t e
, tal que
. Uma
distribuição de cargas é dita estacionária se, e somente se, sua
densidade de cargas ,
não depender do tempo.
quando a distribuição de cargas é estacionária, julgue o item a seguir. O fluxo do campo elétrico para qualquer superfície gaussiana fechada que contenha a região esférica de raio R será constante e proporcional à carga Q , mesmo que a densidade de cargas não seja estacionária.
, em que t é o tempo e
denota o vetor posição de
um ponto P no espaço, com relação à origem do sistema de
coordenadas espaciais, associado ao sistema de referência
considerado, conforme a figura a seguir. 
= 0 para todo tempo t e
, tal que
. Uma
distribuição de cargas é dita estacionária se, e somente se, sua
densidade de cargas ,
não depender do tempo. Considerando que as equações de Maxwell descrevem as
relações entre a densidade de cargas considerada e os campos
eletromagnéticos associados a ela, e que
quando a
distribuição de cargas é estacionária, julgue o item a seguir.
Se a densidade de carga for constante e positiva, isto é,
, então o campo elétrico em um ponto P qualquer do espaço terá a mesma direção do vetor posição
associado a P, e a intensidade do campo elétrico dentro da
região esférica de raio R poderá ser escrita como
,
em que A é uma constante que depende de
e Q e R.