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Q3788942 Pedagogia
A avaliação na Educação Infantil é contínua, qualitativa e individualizada, sendo proibido o uso de instrumentos classificatórios. Contudo, a existência de parâmetros de referência, como os previstos na BNCC, é legítima, pois auxiliam os educadores a verificarem se os direitos de aprendizagem estão sendo contemplados, sem transformar tais parâmetros em metas padronizadas.
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Q3788941 Pedagogia
Falar em competência leitora na Educação Infantil não significa antecipar o ensino formal da decodificação, mas sim criar experiências que despertem o interesse pela linguagem escrita e oral. A simples exposição a letras e palavras não caracteriza, por si só, um trabalho voltado ao desenvolvimento de leitores críticos. 
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Q3788940 Pedagogia
O planejamento de ensino é considerado um instrumento intencional que define metas, conteúdos e estratégias. Apesar de metodologias abertas valorizarem a espontaneidade, a ausência de objetivos explícitos compromete a coerência do processo educativo e dificulta avaliar se as ações propostas atendem às finalidades estabelecidas pela escola.
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Q3788939 Pedagogia
Com base na teoria histórico-cultural de Vygotsky, a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) representa o espaço entre o nível de desenvolvimento real e o nível de desenvolvimento potencial da criança. No entanto, ao propor atividades muito além da ZDP, o professor compromete o processo de internalização do conhecimento, contrariando o princípio da mediação significativa. Assim, ainda que a proposta vise “desafiar” a criança, o afastamento excessivo entre tarefa e capacidade real pode gerar frustração em vez de aprendizagem.
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Q3788938 Pedagogia
Segundo Piaget, o desenvolvimento cognitivo ocorre em estágios que podem ser acelerados por meio da exposição constante a conteúdos mais complexos, mesmo que ainda não estejam compatíveis com a estrutura mental da criança, pois a aprendizagem pode forçar o desenvolvimento cognitivo antes da maturação.
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Q3788937 Pedagogia
A autoridade do professor, segundo abordagens interacionistas, é indispensável ao processo educativo, mas não deve ser confundida com imposição hierárquica. Contudo, algumas correntes tradicionais defendem que, para garantir avanço no conhecimento, é necessário que a orientação do professor prevaleça sobre as experiências espontâneas da criança, ainda que isso reduza temporariamente a participação ativa do aluno.
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Q3788936 Pedagogia
As concepções contemporâneas de ensino-aprendizagem destacam que aprender não significa apenas acumular informações, mas integrar novas experiências aos conhecimentos prévios, considerando fatores sociais, emocionais e culturais. Nesse contexto, métodos que padronizam atividades e ignoram o repertório do aluno podem limitar o desenvolvimento de habilidades mais complexas, mesmo que apresentem resultados imediatos em avaliações tradicionais.
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Q3788935 Pedagogia
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (Resolução CNE/CEB nº 5/2009), o planejamento deve respeitar o ritmo biológico, emocional e social da criança. Contudo, em determinadas situações excepcionais, quando previamente previstas no planejamento coletivo e com a justificativa de favorecer experiências formativas coletivas, admite-se ajustar a rotina para priorizar atividades que envolvam todo o grupo, desde que tal adaptação não comprometa cuidados essenciais, como alimentação e descanso.
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Q3788934 Pedagogia
Embora o Projeto Político-Pedagógico (PPP) seja exigido por lei e deva expressar a identidade da escola, alguns gestores o tratam apenas como um documento burocrático voltado a relatórios administrativos. Entretanto, segundo as normativas nacionais, o PPP é um instrumento que deve refletir concepções de educação, princípios democráticos e intencionalidades pedagógicas; reduzi-lo a funções administrativas descaracteriza seu papel articulador.
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Q3788933 Pedagogia
A LDB permite a adoção de progressão continuada como estratégia de superação da repetência e da evasão escolar, desde que associada a práticas de reforço e recuperação paralela, sem que isso configure flexibilização da avaliação do rendimento, que permanece vinculada ao cumprimento dos objetivos propostos no planejamento docente.
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Q3788932 Pedagogia
A BNCC, ao definir os direitos de aprendizagem e desenvolvimento, impõe às escolas brasileiras a responsabilidade de organizar práticas pedagógicas que considerem as singularidades dos estudantes, inclusive aqueles com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades, em consonância com os princípios da Educação Inclusiva e da equidade.
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Q3788931 Português
Da Educação Tradicional à Escola Nova

        Todos os conceitos e todas as teorias estão interconectados. Não há conceitos em hierarquias. Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante do que a outra. A visão do conhecimento em rede constitui um instrumento para a transformação potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o como um processo, algo que não possui um aspecto definível absolutamente fixo. Implica um sistema aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que está em constante fluxo de energia, capaz de crescimento e de transformação sem fim. A imagem de rede, tanto do conhecimento em rede como de redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade, plasticidade, interatividade, adaptabilidade, cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.

As novas gerações encontram-se inseridas em diversas redes e não concebem seu cotidiano sem interações e trocas e compartilhamentos constantes e rápidos de informações. Sendo assim, na medida em que a universidade tem papel incontestável na formação do caráter discente, pode vir a transformar fundamentalmente a realidade da sociedade.

TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B. Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com adaptações.
No trecho “A visão do conhecimento em rede constitui um instrumento para a transformação potencial do próprio conhecimento”, a regência do verbo “constituir” está correta, pois esse verbo é transitivo direto, exigindo complemento sem preposição. Além disso, a repetição da palavra “conhecimento” mantém a coesão referencial e não configura vício de linguagem, considerando-se o contexto técnico do texto.
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Q3788930 Português
Da Educação Tradicional à Escola Nova

        Todos os conceitos e todas as teorias estão interconectados. Não há conceitos em hierarquias. Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante do que a outra. A visão do conhecimento em rede constitui um instrumento para a transformação potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o como um processo, algo que não possui um aspecto definível absolutamente fixo. Implica um sistema aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que está em constante fluxo de energia, capaz de crescimento e de transformação sem fim. A imagem de rede, tanto do conhecimento em rede como de redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade, plasticidade, interatividade, adaptabilidade, cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.

As novas gerações encontram-se inseridas em diversas redes e não concebem seu cotidiano sem interações e trocas e compartilhamentos constantes e rápidos de informações. Sendo assim, na medida em que a universidade tem papel incontestável na formação do caráter discente, pode vir a transformar fundamentalmente a realidade da sociedade.

TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B. Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com adaptações.
Ao se reescrever o trecho “Reconhece-o como um processo, algo que não possui um aspecto definível absolutamente fixo”, mantendo-se o mesmo sentido, a substituição do pronome oblíquo átono “o” por “lhe” (isto é, “Reconhece-lhe como um processo...”) está correta, uma vez que o verbo “reconhecer” admite complemento indireto com referência a objeto não animado.
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Q3788929 Português
Da Educação Tradicional à Escola Nova

        Todos os conceitos e todas as teorias estão interconectados. Não há conceitos em hierarquias. Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante do que a outra. A visão do conhecimento em rede constitui um instrumento para a transformação potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o como um processo, algo que não possui um aspecto definível absolutamente fixo. Implica um sistema aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que está em constante fluxo de energia, capaz de crescimento e de transformação sem fim. A imagem de rede, tanto do conhecimento em rede como de redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade, plasticidade, interatividade, adaptabilidade, cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.

As novas gerações encontram-se inseridas em diversas redes e não concebem seu cotidiano sem interações e trocas e compartilhamentos constantes e rápidos de informações. Sendo assim, na medida em que a universidade tem papel incontestável na formação do caráter discente, pode vir a transformar fundamentalmente a realidade da sociedade.

TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B. Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com adaptações.
A frase “não concebem seu cotidiano sem interações e trocas e compartilhamentos constantes e rápidos de informações” apresenta uma figura de linguagem caracterizada pela repetição intencional da conjunção “e”, recurso conhecido como assíndeto, que reforça o ritmo da frase e destaca os elementos listados.
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Q3788928 Português
Da Educação Tradicional à Escola Nova

        Todos os conceitos e todas as teorias estão interconectados. Não há conceitos em hierarquias. Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante do que a outra. A visão do conhecimento em rede constitui um instrumento para a transformação potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o como um processo, algo que não possui um aspecto definível absolutamente fixo. Implica um sistema aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que está em constante fluxo de energia, capaz de crescimento e de transformação sem fim. A imagem de rede, tanto do conhecimento em rede como de redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade, plasticidade, interatividade, adaptabilidade, cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.

As novas gerações encontram-se inseridas em diversas redes e não concebem seu cotidiano sem interações e trocas e compartilhamentos constantes e rápidos de informações. Sendo assim, na medida em que a universidade tem papel incontestável na formação do caráter discente, pode vir a transformar fundamentalmente a realidade da sociedade.

TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B. Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com adaptações.
Na passagem “A imagem de rede, tanto do conhecimento em rede como de redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade, plasticidade, interatividade, adaptabilidade, cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização”, o uso da vírgula entre o sujeito (“A imagem de rede”) e o verbo (“pressupõe”) configura uma infração à norma culta, uma vez que, independentemente do estilo, não se admite, em nenhuma hipótese, o uso de vírgula entre sujeito e predicado.
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Q3788927 Português
Da Educação Tradicional à Escola Nova

        Todos os conceitos e todas as teorias estão interconectados. Não há conceitos em hierarquias. Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante do que a outra. A visão do conhecimento em rede constitui um instrumento para a transformação potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o como um processo, algo que não possui um aspecto definível absolutamente fixo. Implica um sistema aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que está em constante fluxo de energia, capaz de crescimento e de transformação sem fim. A imagem de rede, tanto do conhecimento em rede como de redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade, plasticidade, interatividade, adaptabilidade, cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.

As novas gerações encontram-se inseridas em diversas redes e não concebem seu cotidiano sem interações e trocas e compartilhamentos constantes e rápidos de informações. Sendo assim, na medida em que a universidade tem papel incontestável na formação do caráter discente, pode vir a transformar fundamentalmente a realidade da sociedade.

TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B. Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com adaptações.
A análise da seguinte construção do texto — "Todos os conceitos e todas as teorias estão interconectados." — revela um caso de concordância verbal com sujeito composto posposto ao verbo, cuja ordem foi invertida por razões estilísticas, sendo possível, embora não usual, a colocação do verbo no singular, desde que venha antes do sujeito.
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Q3788926 Português
No período “Jamais se deve desconsiderar o direito do educando à inclusão”, a próclise é obrigatória, uma vez que o advérbio “jamais” funciona como elemento atrativo que impede o uso da ênclise, o que tornaria a frase inadequada no padrão formal da escrita.
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Q3788925 Português
Quando um documento oficial do Ministério da Educação, como o Plano Nacional de Educação (PNE), utiliza expressões como “visa-se à garantia da qualidade da educação básica”, está empregando, predominantemente, a função metalinguística da linguagem, pois discorre sobre a própria linguagem da política educacional.
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Q3788924 Português
No trecho hipotético “A professora advertiu aos alunos que se atrasaram”, observa-se um uso plenamente adequado da regência verbal, já que o verbo “advertir”, quando empregado no sentido de repreender, admite a preposição “a” antes do objeto direto representado pela pessoa advertida. Além disso, se o trecho fosse reformulado para “A professora os advertiu que se atrasaram”, haveria obrigatoriedade de próclise em vez de ênclise, visto que “que” atuaria como elemento atrativo imediato, invalidando a segunda construção.
Alternativas
Q3788923 Português
Da Educação Tradicional à Escola Nova

        Todos os conceitos e todas as teorias estão interconectados. Não há conceitos em hierarquias.

        Uma ciência ou uma disciplina não é mais importante do que a outra. A visão do conhecimento em rede constitui um instrumento para a transformação potencial do próprio conhecimento. Reconhece-o como um processo, algo que não possui um aspecto definível absolutamente fixo. Implica um sistema aberto à participação, uma estrutura dissipadora e que está em constante fluxo de energia, capaz de crescimento e de transformação sem fim. A imagem de rede, tanto do conhecimento em rede como de redes de conhecimentos, pressupõe flexibilidade, plasticidade, interatividade, adaptabilidade, cooperação, parceria, apoio mútuo e auto-organização.

        As novas gerações encontram-se inseridas em diversas redes e não concebem seu cotidiano sem interações e trocas e compartilhamentos constantes e rápidos de informações. Sendo assim, na medida em que a universidade tem papel incontestável na formação do caráter discente, pode vir a transformar fundamentalmente a realidade da sociedade.

TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B. Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a cibercultura. In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com adaptações.
Em construções que demandam regência nominal, como “necessário à compreensão” ou “favorável ao diálogo”, a preposição exigida não é determinada apenas pelo substantivo, mas também pela regência que ele adquire em relação ao verbo que o antecede, o que justifica oscilações entre “à” e “de” conforme o contexto sintático.
Alternativas
Respostas
21: C
22: C
23: C
24: C
25: E
26: C
27: C
28: C
29: E
30: C
31: C
32: C
33: E
34: E
35: C
36: E
37: C
38: E
39: E
40: E