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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 Não existe um único espaço por excelência para a política educacional. Ela se processa onde há pessoas imbuídas
2 da intenção de aos poucos conduzir a criança a ser o modelo social de adolescente e, posteriormente, de jovem e adulto
3 idealizado pelo grupo social em que está situado.
4 A intenção de uma política educacional pode ser clara e visível, ou então obscura e camuflada. Conhecendo a
5 intenção de uma política educacional, poderá ser compreendido outro aspecto que a envolve – o poder. Esse aspecto da
6 elaboração da política educacional permite associá-la, para uma melhor interpretação, a duas antiquíssimas e também muito
7 atuais vertentes da práxis política.
8 Pelo fato de a política educacional ser estabelecida por meio do poder de definição do processo pedagógico, em
9 função de um grupo, de uma comunidade ou de setores dessa comunidade, ela tanto pode ser resultado de um amplo
10 processo participativo, em que todos os membros envolvidos com a tarefa pedagógica (professores (as), alunos (as) e seus
11 pais) debatem e opinem sobre como ela é, como deverá ser e a que fim deverá atender, como também pode ser imposição
12 de um pequeno grupo que exerce o poder sobre a grande maioria coletiva.
13 Atualmente, existem duas versões de política educacional correspondentes às práxis políticas aristotélicas e
14 platônicas. Na linha platônica, há a política educacional tecnocrática, e, na vertente aristotélica, há a política educacional
15 municipalizante.
16 Na vertente platônica, aqueles que elaboram a política educacionalsão representantes do Estado – um pequeno grupo
17 de pessoas que também desenvolve a atividade normativa sobre o sistema de ensino público, sem, contudo, ser responsável
18 pelo fornecimento do ensino.
19 Essa elite é conhecida como representante da tecnocracia. Na esfera educacional, a tecnocracia tem um perfil
20 antidemocrático, já que continuamente reserva para si o monopólio das virtudes necessárias para a direção da educação.
21 O planejamento, um instrumento para a concretização da política educacional, quando é tecnocrático, obedece a
22 uma orientação platônica, ou seja, não é flexível e não sofre mudanças de acordo com a dinâmica da realidade.
23 A legislação educacional é outro instrumento técnico da política educacional, que garante a homogeneização
24 ideológica na educação e a centralização administrativa.
25 Uma alternativa à política educacional tecnocrática de inspiração platônica é a política municipalizante. Ela implica
26 um poder maior em favor doslocais onde se estabelece a autonomia do complexo escolar, o que comumente é compreendido
27 como municipalização do ensino.
28 A política educacional municipalizante assegura recursos públicos desvinculados de posições político-partidárias e
29 pressupõe participação, controle e comprometimento por parte da comunidade com o motivo educacional.
30 Essa descentralização não requer a existência da dispendiosa burocracia. Há bastante flexibilidade nos currículos
31 escolares, permitindo que ocorram mudanças quando e onde elas se fizerem necessárias. A gestão de cada unidade escolar
32 é bastante democrática, pois os (as) diretores (as) de cada escola pertencem à comunidade em que ela está localizada, o que
33 faz da figura do administrador escolar uma espécie de ponte entre a instituição e o contexto em que ela está inserida.
34 Assim, a política educacional tem muito a ver com o contexto e a organização política de cada sociedade, e o seu
35 perfil depende em grande parte desse aspecto da sociedade em que ela existe.
36 Se a cultura de um povo é democrática e ele atua nas decisões políticas, é provável que sua política educacional
37 acate as sugestões e os anseios da população, mas em contextos autoritários, nos quais o povo é subjugado por uma cultura
38 extremamente dominadora, é comum predominar uma política educacional de cunho platônico.
Por Eliane da Costa Bruini - Colaboradora Brasil Escola Graduada em Pedagogia Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL FONTE: https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/o-que-politica-educacional.htm |
Há ocorrência de predicado verbal em
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 Não existe um único espaço por excelência para a política educacional. Ela se processa onde há pessoas imbuídas
2 da intenção de aos poucos conduzir a criança a ser o modelo social de adolescente e, posteriormente, de jovem e adulto
3 idealizado pelo grupo social em que está situado.
4 A intenção de uma política educacional pode ser clara e visível, ou então obscura e camuflada. Conhecendo a
5 intenção de uma política educacional, poderá ser compreendido outro aspecto que a envolve – o poder. Esse aspecto da
6 elaboração da política educacional permite associá-la, para uma melhor interpretação, a duas antiquíssimas e também muito
7 atuais vertentes da práxis política.
8 Pelo fato de a política educacional ser estabelecida por meio do poder de definição do processo pedagógico, em
9 função de um grupo, de uma comunidade ou de setores dessa comunidade, ela tanto pode ser resultado de um amplo
10 processo participativo, em que todos os membros envolvidos com a tarefa pedagógica (professores (as), alunos (as) e seus
11 pais) debatem e opinem sobre como ela é, como deverá ser e a que fim deverá atender, como também pode ser imposição
12 de um pequeno grupo que exerce o poder sobre a grande maioria coletiva.
13 Atualmente, existem duas versões de política educacional correspondentes às práxis políticas aristotélicas e
14 platônicas. Na linha platônica, há a política educacional tecnocrática, e, na vertente aristotélica, há a política educacional
15 municipalizante.
16 Na vertente platônica, aqueles que elaboram a política educacionalsão representantes do Estado – um pequeno grupo
17 de pessoas que também desenvolve a atividade normativa sobre o sistema de ensino público, sem, contudo, ser responsável
18 pelo fornecimento do ensino.
19 Essa elite é conhecida como representante da tecnocracia. Na esfera educacional, a tecnocracia tem um perfil
20 antidemocrático, já que continuamente reserva para si o monopólio das virtudes necessárias para a direção da educação.
21 O planejamento, um instrumento para a concretização da política educacional, quando é tecnocrático, obedece a
22 uma orientação platônica, ou seja, não é flexível e não sofre mudanças de acordo com a dinâmica da realidade.
23 A legislação educacional é outro instrumento técnico da política educacional, que garante a homogeneização
24 ideológica na educação e a centralização administrativa.
25 Uma alternativa à política educacional tecnocrática de inspiração platônica é a política municipalizante. Ela implica
26 um poder maior em favor doslocais onde se estabelece a autonomia do complexo escolar, o que comumente é compreendido
27 como municipalização do ensino.
28 A política educacional municipalizante assegura recursos públicos desvinculados de posições político-partidárias e
29 pressupõe participação, controle e comprometimento por parte da comunidade com o motivo educacional.
30 Essa descentralização não requer a existência da dispendiosa burocracia. Há bastante flexibilidade nos currículos
31 escolares, permitindo que ocorram mudanças quando e onde elas se fizerem necessárias. A gestão de cada unidade escolar
32 é bastante democrática, pois os (as) diretores (as) de cada escola pertencem à comunidade em que ela está localizada, o que
33 faz da figura do administrador escolar uma espécie de ponte entre a instituição e o contexto em que ela está inserida.
34 Assim, a política educacional tem muito a ver com o contexto e a organização política de cada sociedade, e o seu
35 perfil depende em grande parte desse aspecto da sociedade em que ela existe.
36 Se a cultura de um povo é democrática e ele atua nas decisões políticas, é provável que sua política educacional
37 acate as sugestões e os anseios da população, mas em contextos autoritários, nos quais o povo é subjugado por uma cultura
38 extremamente dominadora, é comum predominar uma política educacional de cunho platônico.
Por Eliane da Costa Bruini - Colaboradora Brasil Escola Graduada em Pedagogia Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL FONTE: https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/o-que-politica-educacional.htm |
A alternativa em que há uma explicação correta para o termo transcrito é
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 Não existe um único espaço por excelência para a política educacional. Ela se processa onde há pessoas imbuídas
2 da intenção de aos poucos conduzir a criança a ser o modelo social de adolescente e, posteriormente, de jovem e adulto
3 idealizado pelo grupo social em que está situado.
4 A intenção de uma política educacional pode ser clara e visível, ou então obscura e camuflada. Conhecendo a
5 intenção de uma política educacional, poderá ser compreendido outro aspecto que a envolve – o poder. Esse aspecto da
6 elaboração da política educacional permite associá-la, para uma melhor interpretação, a duas antiquíssimas e também muito
7 atuais vertentes da práxis política.
8 Pelo fato de a política educacional ser estabelecida por meio do poder de definição do processo pedagógico, em
9 função de um grupo, de uma comunidade ou de setores dessa comunidade, ela tanto pode ser resultado de um amplo
10 processo participativo, em que todos os membros envolvidos com a tarefa pedagógica (professores (as), alunos (as) e seus
11 pais) debatem e opinem sobre como ela é, como deverá ser e a que fim deverá atender, como também pode ser imposição
12 de um pequeno grupo que exerce o poder sobre a grande maioria coletiva.
13 Atualmente, existem duas versões de política educacional correspondentes às práxis políticas aristotélicas e
14 platônicas. Na linha platônica, há a política educacional tecnocrática, e, na vertente aristotélica, há a política educacional
15 municipalizante.
16 Na vertente platônica, aqueles que elaboram a política educacionalsão representantes do Estado – um pequeno grupo
17 de pessoas que também desenvolve a atividade normativa sobre o sistema de ensino público, sem, contudo, ser responsável
18 pelo fornecimento do ensino.
19 Essa elite é conhecida como representante da tecnocracia. Na esfera educacional, a tecnocracia tem um perfil
20 antidemocrático, já que continuamente reserva para si o monopólio das virtudes necessárias para a direção da educação.
21 O planejamento, um instrumento para a concretização da política educacional, quando é tecnocrático, obedece a
22 uma orientação platônica, ou seja, não é flexível e não sofre mudanças de acordo com a dinâmica da realidade.
23 A legislação educacional é outro instrumento técnico da política educacional, que garante a homogeneização
24 ideológica na educação e a centralização administrativa.
25 Uma alternativa à política educacional tecnocrática de inspiração platônica é a política municipalizante. Ela implica
26 um poder maior em favor doslocais onde se estabelece a autonomia do complexo escolar, o que comumente é compreendido
27 como municipalização do ensino.
28 A política educacional municipalizante assegura recursos públicos desvinculados de posições político-partidárias e
29 pressupõe participação, controle e comprometimento por parte da comunidade com o motivo educacional.
30 Essa descentralização não requer a existência da dispendiosa burocracia. Há bastante flexibilidade nos currículos
31 escolares, permitindo que ocorram mudanças quando e onde elas se fizerem necessárias. A gestão de cada unidade escolar
32 é bastante democrática, pois os (as) diretores (as) de cada escola pertencem à comunidade em que ela está localizada, o que
33 faz da figura do administrador escolar uma espécie de ponte entre a instituição e o contexto em que ela está inserida.
34 Assim, a política educacional tem muito a ver com o contexto e a organização política de cada sociedade, e o seu
35 perfil depende em grande parte desse aspecto da sociedade em que ela existe.
36 Se a cultura de um povo é democrática e ele atua nas decisões políticas, é provável que sua política educacional
37 acate as sugestões e os anseios da população, mas em contextos autoritários, nos quais o povo é subjugado por uma cultura
38 extremamente dominadora, é comum predominar uma política educacional de cunho platônico.
Por Eliane da Costa Bruini - Colaboradora Brasil Escola Graduada em Pedagogia Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL FONTE: https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/o-que-politica-educacional.htm |
A alternativa em que a oração transcrita tem função restritiva é
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 Não existe um único espaço por excelência para a política educacional. Ela se processa onde há pessoas imbuídas
2 da intenção de aos poucos conduzir a criança a ser o modelo social de adolescente e, posteriormente, de jovem e adulto
3 idealizado pelo grupo social em que está situado.
4 A intenção de uma política educacional pode ser clara e visível, ou então obscura e camuflada. Conhecendo a
5 intenção de uma política educacional, poderá ser compreendido outro aspecto que a envolve – o poder. Esse aspecto da
6 elaboração da política educacional permite associá-la, para uma melhor interpretação, a duas antiquíssimas e também muito
7 atuais vertentes da práxis política.
8 Pelo fato de a política educacional ser estabelecida por meio do poder de definição do processo pedagógico, em
9 função de um grupo, de uma comunidade ou de setores dessa comunidade, ela tanto pode ser resultado de um amplo
10 processo participativo, em que todos os membros envolvidos com a tarefa pedagógica (professores (as), alunos (as) e seus
11 pais) debatem e opinem sobre como ela é, como deverá ser e a que fim deverá atender, como também pode ser imposição
12 de um pequeno grupo que exerce o poder sobre a grande maioria coletiva.
13 Atualmente, existem duas versões de política educacional correspondentes às práxis políticas aristotélicas e
14 platônicas. Na linha platônica, há a política educacional tecnocrática, e, na vertente aristotélica, há a política educacional
15 municipalizante.
16 Na vertente platônica, aqueles que elaboram a política educacionalsão representantes do Estado – um pequeno grupo
17 de pessoas que também desenvolve a atividade normativa sobre o sistema de ensino público, sem, contudo, ser responsável
18 pelo fornecimento do ensino.
19 Essa elite é conhecida como representante da tecnocracia. Na esfera educacional, a tecnocracia tem um perfil
20 antidemocrático, já que continuamente reserva para si o monopólio das virtudes necessárias para a direção da educação.
21 O planejamento, um instrumento para a concretização da política educacional, quando é tecnocrático, obedece a
22 uma orientação platônica, ou seja, não é flexível e não sofre mudanças de acordo com a dinâmica da realidade.
23 A legislação educacional é outro instrumento técnico da política educacional, que garante a homogeneização
24 ideológica na educação e a centralização administrativa.
25 Uma alternativa à política educacional tecnocrática de inspiração platônica é a política municipalizante. Ela implica
26 um poder maior em favor doslocais onde se estabelece a autonomia do complexo escolar, o que comumente é compreendido
27 como municipalização do ensino.
28 A política educacional municipalizante assegura recursos públicos desvinculados de posições político-partidárias e
29 pressupõe participação, controle e comprometimento por parte da comunidade com o motivo educacional.
30 Essa descentralização não requer a existência da dispendiosa burocracia. Há bastante flexibilidade nos currículos
31 escolares, permitindo que ocorram mudanças quando e onde elas se fizerem necessárias. A gestão de cada unidade escolar
32 é bastante democrática, pois os (as) diretores (as) de cada escola pertencem à comunidade em que ela está localizada, o que
33 faz da figura do administrador escolar uma espécie de ponte entre a instituição e o contexto em que ela está inserida.
34 Assim, a política educacional tem muito a ver com o contexto e a organização política de cada sociedade, e o seu
35 perfil depende em grande parte desse aspecto da sociedade em que ela existe.
36 Se a cultura de um povo é democrática e ele atua nas decisões políticas, é provável que sua política educacional
37 acate as sugestões e os anseios da população, mas em contextos autoritários, nos quais o povo é subjugado por uma cultura
38 extremamente dominadora, é comum predominar uma política educacional de cunho platônico.
Por Eliane da Costa Bruini - Colaboradora Brasil Escola Graduada em Pedagogia Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL FONTE: https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/o-que-politica-educacional.htm |
“Se a cultura de um povo é democrática e ele atua nas decisões políticas, é provável que sua política educacional acate as sugestões e os anseios da população...” (L.36/37).
No período acima,
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 Não existe um único espaço por excelência para a política educacional. Ela se processa onde há pessoas imbuídas
2 da intenção de aos poucos conduzir a criança a ser o modelo social de adolescente e, posteriormente, de jovem e adulto
3 idealizado pelo grupo social em que está situado.
4 A intenção de uma política educacional pode ser clara e visível, ou então obscura e camuflada. Conhecendo a
5 intenção de uma política educacional, poderá ser compreendido outro aspecto que a envolve – o poder. Esse aspecto da
6 elaboração da política educacional permite associá-la, para uma melhor interpretação, a duas antiquíssimas e também muito
7 atuais vertentes da práxis política.
8 Pelo fato de a política educacional ser estabelecida por meio do poder de definição do processo pedagógico, em
9 função de um grupo, de uma comunidade ou de setores dessa comunidade, ela tanto pode ser resultado de um amplo
10 processo participativo, em que todos os membros envolvidos com a tarefa pedagógica (professores (as), alunos (as) e seus
11 pais) debatem e opinem sobre como ela é, como deverá ser e a que fim deverá atender, como também pode ser imposição
12 de um pequeno grupo que exerce o poder sobre a grande maioria coletiva.
13 Atualmente, existem duas versões de política educacional correspondentes às práxis políticas aristotélicas e
14 platônicas. Na linha platônica, há a política educacional tecnocrática, e, na vertente aristotélica, há a política educacional
15 municipalizante.
16 Na vertente platônica, aqueles que elaboram a política educacionalsão representantes do Estado – um pequeno grupo
17 de pessoas que também desenvolve a atividade normativa sobre o sistema de ensino público, sem, contudo, ser responsável
18 pelo fornecimento do ensino.
19 Essa elite é conhecida como representante da tecnocracia. Na esfera educacional, a tecnocracia tem um perfil
20 antidemocrático, já que continuamente reserva para si o monopólio das virtudes necessárias para a direção da educação.
21 O planejamento, um instrumento para a concretização da política educacional, quando é tecnocrático, obedece a
22 uma orientação platônica, ou seja, não é flexível e não sofre mudanças de acordo com a dinâmica da realidade.
23 A legislação educacional é outro instrumento técnico da política educacional, que garante a homogeneização
24 ideológica na educação e a centralização administrativa.
25 Uma alternativa à política educacional tecnocrática de inspiração platônica é a política municipalizante. Ela implica
26 um poder maior em favor doslocais onde se estabelece a autonomia do complexo escolar, o que comumente é compreendido
27 como municipalização do ensino.
28 A política educacional municipalizante assegura recursos públicos desvinculados de posições político-partidárias e
29 pressupõe participação, controle e comprometimento por parte da comunidade com o motivo educacional.
30 Essa descentralização não requer a existência da dispendiosa burocracia. Há bastante flexibilidade nos currículos
31 escolares, permitindo que ocorram mudanças quando e onde elas se fizerem necessárias. A gestão de cada unidade escolar
32 é bastante democrática, pois os (as) diretores (as) de cada escola pertencem à comunidade em que ela está localizada, o que
33 faz da figura do administrador escolar uma espécie de ponte entre a instituição e o contexto em que ela está inserida.
34 Assim, a política educacional tem muito a ver com o contexto e a organização política de cada sociedade, e o seu
35 perfil depende em grande parte desse aspecto da sociedade em que ela existe.
36 Se a cultura de um povo é democrática e ele atua nas decisões políticas, é provável que sua política educacional
37 acate as sugestões e os anseios da população, mas em contextos autoritários, nos quais o povo é subjugado por uma cultura
38 extremamente dominadora, é comum predominar uma política educacional de cunho platônico.
Por Eliane da Costa Bruini - Colaboradora Brasil Escola Graduada em Pedagogia Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL FONTE: https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/o-que-politica-educacional.htm |
Sobre os elementos linguísticos usados no texto, é verdadeiro o que se afirma em
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
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1 Não existe um único espaço por excelência para a política educacional. Ela se processa onde há pessoas imbuídas
2 da intenção de aos poucos conduzir a criança a ser o modelo social de adolescente e, posteriormente, de jovem e adulto
3 idealizado pelo grupo social em que está situado.
4 A intenção de uma política educacional pode ser clara e visível, ou então obscura e camuflada. Conhecendo a
5 intenção de uma política educacional, poderá ser compreendido outro aspecto que a envolve – o poder. Esse aspecto da
6 elaboração da política educacional permite associá-la, para uma melhor interpretação, a duas antiquíssimas e também muito
7 atuais vertentes da práxis política.
8 Pelo fato de a política educacional ser estabelecida por meio do poder de definição do processo pedagógico, em
9 função de um grupo, de uma comunidade ou de setores dessa comunidade, ela tanto pode ser resultado de um amplo
10 processo participativo, em que todos os membros envolvidos com a tarefa pedagógica (professores (as), alunos (as) e seus
11 pais) debatem e opinem sobre como ela é, como deverá ser e a que fim deverá atender, como também pode ser imposição
12 de um pequeno grupo que exerce o poder sobre a grande maioria coletiva.
13 Atualmente, existem duas versões de política educacional correspondentes às práxis políticas aristotélicas e
14 platônicas. Na linha platônica, há a política educacional tecnocrática, e, na vertente aristotélica, há a política educacional
15 municipalizante.
16 Na vertente platônica, aqueles que elaboram a política educacionalsão representantes do Estado – um pequeno grupo
17 de pessoas que também desenvolve a atividade normativa sobre o sistema de ensino público, sem, contudo, ser responsável
18 pelo fornecimento do ensino.
19 Essa elite é conhecida como representante da tecnocracia. Na esfera educacional, a tecnocracia tem um perfil
20 antidemocrático, já que continuamente reserva para si o monopólio das virtudes necessárias para a direção da educação.
21 O planejamento, um instrumento para a concretização da política educacional, quando é tecnocrático, obedece a
22 uma orientação platônica, ou seja, não é flexível e não sofre mudanças de acordo com a dinâmica da realidade.
23 A legislação educacional é outro instrumento técnico da política educacional, que garante a homogeneização
24 ideológica na educação e a centralização administrativa.
25 Uma alternativa à política educacional tecnocrática de inspiração platônica é a política municipalizante. Ela implica
26 um poder maior em favor doslocais onde se estabelece a autonomia do complexo escolar, o que comumente é compreendido
27 como municipalização do ensino.
28 A política educacional municipalizante assegura recursos públicos desvinculados de posições político-partidárias e
29 pressupõe participação, controle e comprometimento por parte da comunidade com o motivo educacional.
30 Essa descentralização não requer a existência da dispendiosa burocracia. Há bastante flexibilidade nos currículos
31 escolares, permitindo que ocorram mudanças quando e onde elas se fizerem necessárias. A gestão de cada unidade escolar
32 é bastante democrática, pois os (as) diretores (as) de cada escola pertencem à comunidade em que ela está localizada, o que
33 faz da figura do administrador escolar uma espécie de ponte entre a instituição e o contexto em que ela está inserida.
34 Assim, a política educacional tem muito a ver com o contexto e a organização política de cada sociedade, e o seu
35 perfil depende em grande parte desse aspecto da sociedade em que ela existe.
36 Se a cultura de um povo é democrática e ele atua nas decisões políticas, é provável que sua política educacional
37 acate as sugestões e os anseios da população, mas em contextos autoritários, nos quais o povo é subjugado por uma cultura
38 extremamente dominadora, é comum predominar uma política educacional de cunho platônico.
Por Eliane da Costa Bruini - Colaboradora Brasil Escola Graduada em Pedagogia Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL FONTE: https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/o-que-politica-educacional.htm |
A linguagem é uma das formas de se tratar sobre fatos relacionados com tudo que existe no mundo e toda ela tem um objetivo. A usada na composição do texto em análise
Em relação ao Meio Ambiente, a Constituição Federal do Brasil instituiu que:
Que tipo de atenção o condutor de veículos deve ter, por ser um dos fundamentos da Direção Defensiva e da prevenção de acidentes?
O desgaste de um componente do veículo pode prejudicar o funcionamento de outros, comprometendo a segurança. Uma das atitudes seguras para checagem dos itens do seu veículo, é verificar mensalmente:
A embreagem do automóvel tem diversas funções, como possibilitar a saída do veículo, transmitir o torque e proteger o motor e a transmissão contra sobrecargas. A função do Platô consiste em:
Em um motor de combustão interna, as válvulas controlam a entrada e saída dos gases no cilindro. A acionamento de abertura/fechamento das válvulas são transmitidas pelo:
No sistema de freios do automóvel, na maioria dos casos, quando o pedal de freio fica duro ao ser pressionado, o problema é causado por alguma falha no principal multiplicador de forças do sistema, ou seja:
O Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a velocidade máxima de 60 km/h nas seguintes vias abertas à circulação de veículos:
O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação, deve obedecer, dentre outras, a seguinte norma:
Os primeiros minutos que se sucedem a todo acidente, principalmente nos casos mais graves, são importantíssimos para a garantia de vida da vítima. Os chamados sinais vitais são indicativos do funcionamento normal do organismo, e, normalmente, a temperatura corporal elevada, indica:
Em uma situação com vítimas de acidente de trânsito, ao prestar os primeiros socorros, não deve ser feito:
As películas além de maior privacidade, oferecem ao condutor e passageiros conforto contra a luminosidade, proteção do calor e da emissão dos raios solares. Porém, a resolução nº 254/2007, do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, estabelece que:
Além da multa, que penalidade o infrator de trânsito está sujeito, se dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos?
Assinale a alternativa abaixo no qual o infrator computa 07 pontos na sua Carteira Nacional de Habilitação:
Uma infração de trânsito punida com uma multa no valor de R$ 195,23 (cento e noventa e cinco reais e vinte e três centavos), significa que o condutor do veículo: