Questões de Concurso
Para prefeitura de salgueiro - pe
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O professor intérprete, principalmente na Educação Infantil, precisa proporcionar a melhor prática de ensino ao seu aluno, tornando a prática individualizada, e sempre subestimando o melhor desse aluno.
Segundo Piaget, há cinco estágios básicos do desenvolvimento cognitivo para as crianças ouvintes, os quais se assemelham aos estágios de aquisição da linguagem dos sinais para as crianças surdas.
O professor intérprete não deve apenas fazer a transmissão dos conteúdos ao aluno surdo em sala de aula, ele também precisa estimulá-lo a participar das atividades diárias da turma e ajudá-lo a desenvolver um posicionamento crítico, seja com palavras ou ações, para que o aluno se torne um cidadão ativo.
Julgue o item que se segue.
Pensar o Atendimento Educacional Especializado na perspectiva freiriana é aproximar-se de pensamentos assitencialistas e capacitistas, focando nas possibilidades e potencialidades inerentes aos indivíduos.
O intérprete de LIBRAS, mesmo já tendo conhecimento da língua, pode abster-se de cursos complementares ou superiores que complementem seu conhecimento, uma vez que não existem novos métodos de ensino para essa modalidade.
A questão da arbitrariedade nas Línguas de Sinais é analisada considerando-se a iconicidade que integra tais línguas. Por um lado, ser arbitrário está associado à independência entre forma e significado e, por outro lado, a iconicidade é um princípio que manifesta uma transparência entre o sentido e a forma.
Na visão de Paulo Freire, cabe ao educador segregar os historicamente excluídos, não se omitindo diante da opressão e legitimando o discurso do opressor.
A inclusão de estudantes surdos em salas regulares tem se mantido estável, mesmo com o avanço na tecnologia, tanto na identificação quanto na intervenção precoce, o uso de implantes e softwares e professores intérpretes de LIBRAS.
A LIBRAS pode ser estudada da mesma forma que a Língua Portuguesa, pois suas bases gramaticais são as mesmas, independente da língua oral.
A gestão escolar é multissetorial e conta com quatro pilares: gestão pedagógica, gestão administrativa, gestão financeira e gestão de recursos humanos.
Se tratanto de casos legais, fica o intérprete de LIBRAS responsável por informar a corte que a interpretação literal não é possível, sendo feita uma paráfrase do que é dito ao surdo e o que o surdo está dizendo à corte.
Ao se fazer referência à identidade dos surdos, referimo-nos aos modos como elas compreendem a si próprias nesse contexto, suas concepções, posturas e comportamentos. Com isso, vemos que a identidade surda é homogênea, pois os surdos se posicionam politicamente em favor dos próprios direitos, além de viverem e valorizarem a própria cultura.
As expressões facial e corporal fazem parte dos componentes não manuais, que complementam os parâmetros principais e os secundários que compõem a estrutura das frases na LIBRAS .
A surdocegueira é caracterizada por uma condição na qual a pessoa pode nascer cega e surda (surdocegueira congênita), ou adquirir as deficiências primeiros anos de vida. As pessoas surdocegas podem ter audição residual e cegueira, ter surdez profunda e baixa visão, ter audição e visão residuais ou serem totalmente surdas e cegas.
A gestão escolar engloba a coordenação de procedimentos, recursos, dados e diretrizes pedagógicas de uma instituição educacional, visando a assegurar a eficiência operacional, promoção do crescimento dos alunos e aprimoramento dos métodos de ensino.
A busca por assumir as diferenças e o empoderamento como forma de preservar a identidade da pessoa com deficiência é uma forma de combater a vulnerabilidade criada socialmente, podendo criar ativos que axuliam na superação e administração de situações que as impeçam de progredir.
É necessário pontuar que, na perspectiva conceitual da inclusão escolar, o termo integração consiste em algo com significado diferente da forma como foi utilizado por Paulo Freire em suas abordagens.
Alunos surdos e com deficiência auditiva, por apresentarem maiores dificuldades em realizar anotações, ou até mesmo durante o uso dos dispositivos adicionais, acabam se tornando dependentes do professor intérprete de LIBRAS, que faz essas atividades por eles.
A nomenclatura "Pessoa com Deficiência" não é algo novo, porém, para se compreender sua origem, é preciso revisar diretrizes históricas da legislação nacional e internacional, que acabam conceituando as pessoas com deficiência como "indivíduos de capacidade reduzida", "excepcionais" e tantos outros termos.
Na Língua Portuguesa, fazemos o uso de intensificadores como "muito", "pouco", e contamos com o acréscimos de sufixos nos adjetivos para designar quantidades e/ou intensidade. Já na LIBRAS, o "muito" também é usado, mas não conta com as configurações das mãos para que seu efeito seja notado na oração.