Questões de Concurso
Para prefeitura de feira nova - pe
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São doenças de notificação compulsória:
I. Doença de Chagas aguda e Zika. II. Hanseníase e leptospirose. III. Febre amarela e amigdalite. IV. Febre chikungunya e diabete mellitus.
Estão corretas as assertivas:
São direitos dos Agente Comunitário de Saúde.
Assinale a incorreta.
I. Constituição Federal de 1988 afirma que a saúde é um direito de todos contribuintes do INSS e deve ser garantido pelo do Estado concedendo benefícios aos seus contribuintes em caso de doença, invalidez, morte. II. É permitido ao SUS destinar recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. III. Ao SUS compete executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador. IV. O SUS deve colaborar na proteção do meio ambiente. V. Ao SUS compete controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde.
Estão corretas as afirmativas:
I.A função de linguagem predominante é a fática. II. Um sentido polissêmico se encontra no emprego da palavra “paciente”. III. Na primeira fala, percebe-se um erro devido ao emprego de “a” quando deveria ser “há”. IV. Não existe falha gramatical na tirinha. V. “Por isso” é um termo conclusivo.
Está(ão) correta(s):
Mal Secreto
Raimundo Correa
Se a cólera que espuma, a dor que mora
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
…………………………………………
Mal Discreto
Bastos Tigre
Se a prontidão, a pinda, a quebradeira.
E os vários males desta mesma classe,
Tudo o que punge a tísica algibeira,
Sobre o rosto do “pronto” se estampasse;
………………………………………….
Para responder à, observe as duas estrofes em seus diversos aspectos, todos concernentes à Língua Portuguesa.
Mal Secreto
Raimundo Correa
Se a cólera que espuma, a dor que mora
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
…………………………………………
Mal Discreto
Bastos Tigre
Se a prontidão, a pinda, a quebradeira.
E os vários males desta mesma classe,
Tudo o que punge a tísica algibeira,
Sobre o rosto do “pronto” se estampasse;
………………………………………….
Para responder à, observe as duas estrofes em seus diversos aspectos, todos concernentes à Língua Portuguesa.
I. Vocês, com certeza, sairão vitoriosos, se tiverem investido em conhecimentos anteriores, sabiamente adquiridos. II. Não sabemos se o dia de amanhã virá, pois ele é uma incógnita, daí deveríamos sempre buscar somente o hoje, presente divino. III. Todos os seres humanos, se quisessem, poderiam ter uma vivência mais sadia, buscando serem mais empáticos. IV. Precisa-se de paz no mundo, todos são unânimes em falar isso, no entanto, poucos procuram olhar o outro, uma vez que continuam estáticos.
São elas:
Mal Secreto
Raimundo Correa
Se a cólera que espuma, a dor que mora
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
…………………………………………
Mal Discreto
Bastos Tigre
Se a prontidão, a pinda, a quebradeira.
E os vários males desta mesma classe,
Tudo o que punge a tísica algibeira,
Sobre o rosto do “pronto” se estampasse;
………………………………………….
Para responder à, observe as duas estrofes em seus diversos aspectos, todos concernentes à Língua Portuguesa.
Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
[...]
No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
[...]
Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
[...]
A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
[…]
No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
[…]
ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
( ) O exercício foi entregue aos alunos à muitos dias. ( ) A realização do Congresso sobre endemias será de 7 à 10 de abril. ( ) Todas as pessoas do recinto responderam à uma : “Cremos em Deus!”. ( ) Fizemos um belo passeio, pelo Carnaval, à granja de uns amigos nossos. ( ) Você se refere àquela bela música que foi gravada por Mireille Mathieu?
Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
[...]
No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
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Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
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A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
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No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
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ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Quanto ao parágrafo explicitado, a única afirmativa correta se encontra na alternativa
Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
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No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
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Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
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A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
[…]
No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
[…]
ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Para responder a esta questão, observe o parágrafo acima:
I.Existe relação de causa e consequência na abertura do parágrafo em enfoque. II. Encontra-se uma falha no emprego de “estão associados” porque deveria estar redigido “associadas”, concordando com doenças. III. O sujeito de “cruzou”, simples e paciente, é a palavra “estudo “, sendo “epidemiologista”, o agente da passiva. IV. As aspas empregadas são justificadas por ênfase e por cercar citação de alguém. V. Palavras se encontram colocadas em ordem direta e indireta.
Encontram-se corretas apenas as assertivas:
Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
[...]
No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
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Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
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A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
[…]
No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
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ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Texto 1
Pedágio da felicidade
Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.
[...]
No Brasil, taxação é defendida pela classe médica porque, além de doenças cardíacas e câncer, estão associados ao álcool, também os traumas causados por acidentes de trânsito e episódios de agressão relacionados à embriaguez. Um estudo publicado em 2019 pela epidemiologista Katherine Keyes, da Universidade Columbia, em Nova York, cruzou dados de taxação de bebida com levantamento sobre violência doméstica. A pesquisadora conseguiu detectar uma relação que, considerou “modesta”. “Nossas estimativas de redução no consumo de álcool indicam que um aumento de 10% no preço é associado a uma redução de 20%, escreveu num artigo para o periódico acadêmico Addiction.”
[...]
Para funcionar, do ponto de vista de saúde, afirmaram os cientistas, o aumento da taxação precisa ser elevado o suficiente para impedir a indústria de simplesmente absorver os custos do produto em questão e continuar seus negócios sem queda nas vendas.
[...]
A experiência mais longa e abrangente com a taxação maior de produtos que causam mal à saúde é com o cigarro. Segundo estudo do professor Leitão Paes, da UFPE, o custo econômico do vício no cigarro é de 0,5% do PIB anualmente. As medidas para conter o consumo do produto iniciaram nos anos 1980, mas a partir de 2008, as alíquotas dos impostos começaram a subir com mais força.
[…]
No Brasil, o principal argumento que sustenta a tese de que o imposto seletivo estimula o mercado paralelo de cigarros é a extensão das fronteiras, que são pouco fiscalizadas. O cigarro é uma mercadoria fácil de ser transportada ilegalmente em meio a cargas legais.
[…]
ALMEIDA, Cassia, GARCIA, Rafael
(Revista Epoca, 17 de fevereiro de 2020, p.s. 49 à 51)
Observe atentamente as informações do parágrafo abaixo:
“Obesidade, diabetes, câncer de pulmão, doenças hepáticas, aquecimento global, congestionamentos, qualidade do ar. São temas que, ao primeiro olhar, passam longe do sistema tributário do país, mas que têm dominado as discussões no mundo sobre como usar os impostos para reduzir o consumo de produtos que causam danos à saúde e ao meio ambiente. O debate foi incitado no Brasil pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao mencionar o “imposto do pecado” que poderia incidir sobre bebidas alcoólicas, cigarros e produtos com alto teor de açúcar, como refrigerantes, sorvetes e chocolates, em uma reunião do Fórum econômico Mundial, em Davos, Suécia. Guedes é defensor da ideia desde antes de migrar da iniciativa privada para o governo.”
Enumere a coluna da direita de acordo com o valor sintático dos vocábulos postos à esquerda:
(1) O debate
(2) Paulo Guedes
(3) bebidas alcoólicas
(4) defensor da ideia
( ) sujeito agente
( ) aposto
( ) predic. do sujeito
( ) adjunto adverbial
( ) sujeito paciente
A numeração correta de cima para baixo se encontra na alternativa
