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Q3522939 Radiologia
Durante uma radiografia de tórax, o Técnico em Radiologia deve seguir medidas adequadas de proteção radiológica para minimizar a exposição à radiação. Qual das seguintes práticas é mais eficaz para proteger tanto o paciente quanto o Técnico em Radiologia durante o procedimento?
Alternativas
Q3522938 Radiologia
O que significa o termo "tempo de meia-vida" no contexto da radioatividade?
Alternativas
Q3522937 Radiologia
Qual das seguintes medidas é mais eficaz para prevenir a transmissão de infecções em ambientes de assistência à saúde?
Alternativas
Q3522936 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a manipulação de materiais biológicos, qual é a prática recomendada em relação ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)?
Alternativas
Q3522935 Radiologia
O que é a diáfise de um osso longo?
Alternativas
Q3522934 Radiologia
Qual é o nome do osso longo localizado no antebraço, que é articulado proximalmente com o úmero e distalmente com os ossos do carpo?
Alternativas
Q3522933 Radiologia
Qual das seguintes estruturas ósseas é responsável por proteger o cérebro e abrigar os órgãos sensoriais da Visão e do Olfato?
Alternativas
Q3522932 Radiologia
Qual é o nome do osso que forma a parte posterior do crânio e articula-se com a primeira vértebra cervical, permitindo o movimento de inclinação da cabeça para frente e para trás?
Alternativas
Q3514735 Matemática Financeira
Se um investimento de x reais é feito a uma taxa de juros simples anual de 8%, quantos meses levará para o investimento dobrar? 
Alternativas
Q3514734 Matemática
Em uma pesquisa, a média de idade de um grupo de 10 pessoas é 35 anos. Se a idade de uma pessoa foi incorretamente registrada como 45 anos em vez de 26 anos, qual é a média corrigida? 
Alternativas
Q3514731 Português
A frase em que ocorre desvio da norma padrão é: 
Alternativas
Q3514727 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.
Agência Brasil
23/04/24

        Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.
    
    O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

        Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20). 

        Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

         Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

"Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na regido amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela região — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar políticas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.", disse Galli a Agência Brasil.

        O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada às investigações sobre crimes ambientais. [...] "Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o pais”, acrescentou Galli.

        Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de políticas públicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.

Adaptado
https://istoedinheiro.com.br 

"Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores [..]." 8°§


A oração grifada apresenta a mesma classificação que: 

Alternativas
Q3514724 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.
Agência Brasil
23/04/24

        Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.
    
    O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

        Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20). 

        Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

         Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

"Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na regido amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela região — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar políticas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.", disse Galli a Agência Brasil.

        O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada às investigações sobre crimes ambientais. [...] "Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o pais”, acrescentou Galli.

        Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de políticas públicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.

Adaptado
https://istoedinheiro.com.br 
De acordo com a tipologia textual, a intenção do autor foi: 
Alternativas
Q3514722 Fonoaudiologia
Em relação às manobras posturais da terapia comportamental em disfagia, o queixo para baixo ou cabeça fletida para baixo, caracteriza-se pela seguinte fisiologia: 
Alternativas
Q3514721 Saúde Pública
A organização e o desenvolvimento do processo de trabalho do o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) dependem de algumas ferramentas já amplamente testadas na realidade brasileira, como por exemplo: 
Alternativas
Q3514720 Direito Sanitário
As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda ao seguinte principio, entre outros: 
Alternativas
Q3514719 Fonoaudiologia
Em suma, a síndrome do cerebrocerebelo manifesta-se por meio do atraso no inicio dos movimentos, por uma decomposição de movimentos multiarticulares em diversas etapas desorganizadas, pelo tremor, pela disartria (vocalização confusa) e pela dismetria. A hipotonia apresenta: 
Alternativas
Q3514718 Fonoaudiologia
A face humana apresenta características próprias e peculiares, sendo que essas características influenciam diretamente a oclusão dentária, a harmonia facial, a musculatura orofacial e as funções estomatognáticas. Por essa razão, diagnosticar o tipo facial é importante para a clínica fonoaudiológica, principalmente na área de motricidade orofacial e também para a clínica ortodôntica. Assinale a alternativa que se refere ao tipo facial caracterizado no texto abaixo:
Há predomínio do crescimento vertical (face longa) e terço inferior da face aumentado, podendo estar associado à mordida aberta esquelética, palato profundo, arcada dentária em forma de "V" e respiração oral, excesso maxilar vertical ou protrusão mandibular; a musculatura facial, portanto, apresenta-se mais estirada verticalmente e, consequentemente, com menor potência muscular. 
Alternativas
Q3514717 Fonoaudiologia
O laudo da audiometria tonal deve levar em consideração três aspectos: tipo da perda auditiva, grau da perda auditiva e configuração audiométrica. A classificação da configuração audiométrica leva em consideração o desenho dos limiares de via aérea para cada orelha. De acordo com classificação de Silman e Silverman (1997) — adaptada de Carhart (1945) e Lloyd e Kaplan (1978), que considera as mudanças entre as oitavas de frequência a partir de 1.000 Hz, a configuração descendente acentuada apresenta as seguintes características: 
Alternativas
Q3514716 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que se refere à verminose cujo o ciclo de vida esta descrito abaixo:
Após a cópula os machos são eliminados com as fezes e morrem. As fêmeas fecundadas produzem milhares de ovos armazenados no útero. Estas migram do ceco para a regido perianal onde realizam a oviposição ou seriam eliminados por rompimento ou dessecamento das fêmeas. Os ovos são eliminados para o meio externo e se tornam infectantes em poucas horas. Após a ingestão desses ovos pelo hospedeiro as larvas eclodem do ovo no intestino delgado, sofrem duas transformações até chegar no ceco, onde se transformam em adultos. Após um a dois meses, as fêmeas são encontradas na região perianal. 
Alternativas
Respostas
21: C
22: A
23: A
24: D
25: C
26: C
27: B
28: A
29: X
30: A
31: X
32: B
33: X
34: B
35: A
36: C
37: C
38: D
39: B
40: A