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Considerando a doença auditiva, assinale a alternativa incorreta referente à avaliação audiológica.
Nesse sentido, avalie as alternativas a seguir no que se refere à Medida de Imitância Acústica e assinale a opção correta.
I. Trata-se de um método que pode ser utilizado nas triagens auditivas escolares.
II. Considera-se reflexo acústico estapediano contralateral presente em níveis normais quando o reflexo é desencadeado entre 70 a 100dB acima do limiar de via aérea.
III. Em timpanograma do tipo Ar, a curva é achatada, sendo caracterizada por um pico de máxima admitância à baixa pressão, com amplitude reduzida, sendo encontradas em casos de presença de líquido no espaço da orelha média.
IV. A timpanometria avalia a mobilidade da membrana timpânica e das condições funcionais da orelha média, sendo realizada medindo-se a capacidade de a membrana refletir um som introduzido no Meato Acústico Externo, em resposta a modificações graduais de pressão no conduto.
V. Curvas timpanométricas do tipo C caracterizam-se por pico de máxima complacência deslocado para pressão negativa, compatível com disfunção da tuba auditiva.
No que se refere à habilidade de resolução temporal, é correto afirmar que:
A partir desse contexto, analise as informações apresentadas para marcar a alternativa correta.
I. Por volta dos seis meses, aproximadamente, a criança com desenvolvimento típico demonstra interesse pelas pessoas, muito mais que pelos brinquedos: a criança com TEA pode ignorar ou não “dar atenção” às pessoas ao seu redor, mesmo que familiares. Seu interesse parece se restringir aos objetos ou a alguns de seus detalhes.
II. A partir de sete meses, aproximadamente, a criança com desenvolvimento típico procura interação social por meio de gestos como “estender os braços para pedir colo, dar tchau, jogar beijo”: a criança com TEA tem a tendência a ficar em silêncio, não manifestar expressões faciais diferenciadas (alegria, medo, surpresa) e tende a ser pouco reativa aos comportamentos sociais de outras pessoas (Ex: “Vem com a vó; dá um abraço?; vamos passear?”)
III. Por volta dos 24 meses, aproximadamente, a criança com desenvolvimento típico tem um vocabulário que lhe permite uma interação linguístico-social, apesar de ainda não construir frases complexas e apresentar “erros” na pronúncia: essa é uma condição que não se diferencia da criança com TEA, pois elas também utilizam a linguagem falada como forma de comunicação, mesmo que prefiram o isolamento social.
IV. Quando estão no nível do Maternal (aproximadamente aos três anos), uma das situações que mais desperta preocupação e que pode ser indicativa de TEA é o fato de a criança não demonstrar interesse pelos brinquedos disponibilizados e nem se engajar em brincadeiras com as outras crianças.
V. Para o diagnóstico de TEA, é necessário o acompanhamento da equipe de profissionais e do acompanhamento da criança e de sua família, e esse processo deve estar concluído até os cinco anos, que é a idade estabelecida pelos manuais de diagnóstico para a definição desse quadro clínico.
“A menor E. F. M., 7a, aluna do 1º ano do Ensino Fundamental I realizou avaliação fonaoudiológica a partir do seu encaminhamento e, mediante os protocolos utilizados, foi possível verificar que:
1. No nível fonológico, apresenta alguns processos operantes, como: semivocalização da líquida não lateral /r/ e redução do encontro consonantal, considerados incompatíveis para a idade cronológica na qual se encontra; no nível pragmático, apresenta dificuldade em organizar as ideias para expor de forma verbal.
2. Dificuldade para compreender uma estorinha ouvida: o reconto apresenta-se com desorganização da sequência das ideias e ‘esquece’ de algumas informações, sendo necessário o reforço constante por parte da terapeuta.
3. Apresenta dificuldades em alguns preditores para a alfabetização, como: inadequado desempenho nas habilidades de consciência fonológica no nível da sílaba; dificuldades em discriminação auditiva; dificuldade para relacionar todos os grafemas com seus respectivos fonemas.
4. Escreve poucas palavras isoladas e não forma frases.
Observação: apresentou comportamento desatento durante as três sessões da avaliação e, muitas vezes, solicitou que repetisse a ordem das atividades (‘desconcentrada’)”.
Diante do que foi relatado, há algumas possibilidades diagnósticas, exceto:
Considerando esse contexto, analise as alternativas para marcar a única alternativa cujo conteúdo informativo não apresenta informações totalmente corretas.