Questões de Concurso Para prefeitura de são joão do caiuá - pr

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Q1237252 Português
Foi bonita a festa    A canção de Milton Nascimento e Fernando Brant a dizer que o “Brasil está vazio na tarde de domingo” encontrou seu ambiente perfeito numa quinta-feira, dia 12, na abertura da Copa de 2014. Não há notícia de que nem nas sete finais disputadas pela Seleção as ruas ficaram tão desertas, exceto nas concentrações festivas para assistir ao jogo com a Croácia. Um dia mágico em que o País do Futebol mostrou ao mundo e a si mesmo que sabe organizar uma Copa tanto quanto ganhá-la.    O espetáculo na Arena do Corinthians coroou o trabalho árduo de milhares e milhares de brasileiros para montar uma enorme infraestrutura compatível com a magnitude do evento. Até a última hora, cassandras só focalizavam problemas, de resto inerentes a um empreendimento gigantesco, mas a abertura da Copa foi talhada no figurino do sucesso. Os equipamentos e serviços funcionaram a contento, a Seleção venceu e, principalmente, o povo-torcedor, alegre e engajado, confirmou que o futebol demarca a identidade nacional.    Estava na paisagem verde-amarela, impregnando os olhos e o coração, o sentimento de ocasião memorável. Se toda Copa já arrebata o brasileiro, esta que realizamos em 12 sedes e todos os rincões do território nacional dá a sensação de tocarmos a História com a mão.    Oxalá sigamos nesse ambiente até 13 de julho, data da final no Maracanã. Os incidentes, próprios destes dias conturbados que o mundo vive, não têm potencial de estragar pelas mãos rancorosas de uma minoria a grande festa que alegra os corações e mentes da maioria esmagadora.    Além dos bons resultados econômicos, o torneio projeta o Brasil no imaginário do mundo. Especialistas dizem que a exposição em volume de saturação do país que o promove tem valor incalculável na imagem da nação. Bilhões de pessoas estão assistindo aos jogos em 200 países, e a audiência acumulada deve passar de dezenas de bilhões de telespectadores.    A eles exibimos um retrato sem retoques de nossas virtudes e carências. Voltados para as entranhas, podemos divisar o que realizamos e ainda estamos por fazer em cinco séculos de nosso esforço para construir uma civilização pujante no novo mundo.    Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/
No texto, o autor emprega a expressão “Tocar a História com a mão”. Trata-se de uma figura de linguagem, conhecida como:
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Q1237241 Direito Administrativo
Quanto aos servidores públicos, são considerados estáveis os nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público após:
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Q1237027 Direito Constitucional
Nos termos do artigo 225 da Constituição Federal de 1988, é considerado(a) patrimônio nacional:
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Q1236961 Direito Constitucional
Com relação à política nacional do meio ambiente, a Constituição Federal de 1988 consagra a necessidade de realização de estudo prévio de impacto ambiental para:
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Q1236942 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, NÃO será objeto de deliberação a proposta de emenda constitucional tendente a abolir:
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Q1236941 Português
Foi bonita a festa    A canção de Milton Nascimento e Fernando Brant a dizer que o “Brasil está vazio na tarde de domingo” encontrou seu ambiente perfeito numa quinta-feira, dia 12, na abertura da Copa de 2014. Não há notícia de que nem nas sete finais disputadas pela Seleção as ruas ficaram tão desertas, exceto nas concentrações festivas para assistir ao jogo com a Croácia. Um dia mágico em que o País do Futebol mostrou ao mundo e a si mesmo que sabe organizar uma Copa tanto quanto ganhá-la.    O espetáculo na Arena do Corinthians coroou o trabalho árduo de milhares e milhares de brasileiros para montar uma enorme infraestrutura compatível com a magnitude do evento. Até a última hora, cassandras só focalizavam problemas, de resto inerentes a um empreendimento gigantesco, mas a abertura da Copa foi talhada no figurino do sucesso. Os equipamentos e serviços funcionaram a contento, a Seleção venceu e, principalmente, o povo-torcedor, alegre e engajado, confirmou que o futebol demarca a identidade nacional.    Estava na paisagem verde-amarela, impregnando os olhos e o coração, o sentimento de ocasião memorável. Se toda Copa já arrebata o brasileiro, esta que realizamos em 12 sedes e todos os rincões do território nacional dá a sensação de tocarmos a História com a mão.    Oxalá sigamos nesse ambiente até 13 de julho, data da final no Maracanã. Os incidentes, próprios destes dias conturbados que o mundo vive, não têm potencial de estragar pelas mãos rancorosas de uma minoria a grande festa que alegra os corações e mentes da maioria esmagadora.    Além dos bons resultados econômicos, o torneio projeta o Brasil no imaginário do mundo. Especialistas dizem que a exposição em volume de saturação do país que o promove tem valor incalculável na imagem da nação. Bilhões de pessoas estão assistindo aos jogos em 200 países, e a audiência acumulada deve passar de dezenas de bilhões de telespectadores.    A eles exibimos um retrato sem retoques de nossas virtudes e carências. Voltados para as entranhas, podemos divisar o que realizamos e ainda estamos por fazer em cinco séculos de nosso esforço para construir uma civilização pujante no novo mundo.    Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/    No último parágrafo do texto, o pronome pessoal “eles” faz referência a quem?
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Q1236909 Português
Foi bonita a festa    A canção de Milton Nascimento e Fernando Brant a dizer que o “Brasil está vazio na tarde de domingo” encontrou seu ambiente perfeito numa quinta-feira, dia 12, na abertura da Copa de 2014. Não há notícia de que nem nas sete finais disputadas pela Seleção as ruas ficaram tão desertas, exceto nas concentrações festivas para assistir ao jogo com a Croácia. Um dia mágico em que o País do Futebol mostrou ao mundo e a si mesmo que sabe organizar uma Copa tanto quanto ganhá-la.    O espetáculo na Arena do Corinthians coroou o trabalho árduo de milhares e milhares de brasileiros para montar uma enorme infraestrutura compatível com a magnitude do evento. Até a última hora, cassandras só focalizavam problemas, de resto inerentes a um empreendimento gigantesco, mas a abertura da Copa foi talhada no figurino do sucesso. Os equipamentos e serviços funcionaram a contento, a Seleção venceu e, principalmente, o povo-torcedor, alegre e engajado, confirmou que o futebol demarca a identidade nacional.    Estava na paisagem verde-amarela, impregnando os olhos e o coração, o sentimento de ocasião memorável. Se toda Copa já arrebata o brasileiro, esta que realizamos em 12 sedes e todos os rincões do território nacional dá a sensação de tocarmos a História com a mão.    Oxalá sigamos nesse ambiente até 13 de julho, data da final no Maracanã. Os incidentes, próprios destes dias conturbados que o mundo vive, não têm potencial de estragar pelas mãos rancorosas de uma minoria a grande festa que alegra os corações e mentes da maioria esmagadora.    Além dos bons resultados econômicos, o torneio projeta o Brasil no imaginário do mundo. Especialistas dizem que a exposição em volume de saturação do país que o promove tem valor incalculável na imagem da nação. Bilhões de pessoas estão assistindo aos jogos em 200 países, e a audiência acumulada deve passar de dezenas de bilhões de telespectadores.    A eles exibimos um retrato sem retoques de nossas virtudes e carências. Voltados para as entranhas, podemos divisar o que realizamos e ainda estamos por fazer em cinco séculos de nosso esforço para construir uma civilização pujante no novo mundo.    Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/
“Oxalá” é uma palavra da língua portuguesa utilizada como ______________________ para expressar o desejo que algo aconteça; pode ser substituída por _________________________. As palavras que completam de forma CORRETA as lacunas são, respectivamente:
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Q1225065 Português
Foi bonita a festa    A canção de Milton Nascimento e Fernando Brant a dizer que o “Brasil está vazio na tarde de domingo” encontrou seu ambiente perfeito numa quinta-feira, dia 12, na abertura da Copa de 2014. Não há notícia de que nem nas sete finais disputadas pela Seleção as ruas ficaram tão desertas, exceto nas concentrações festivas para assistir ao jogo com a Croácia. Um dia mágico em que o País do Futebol mostrou ao mundo e a si mesmo que sabe organizar uma Copa tanto quanto ganhá-la.    O espetáculo na Arena do Corinthians coroou o trabalho árduo de milhares e milhares de brasileiros para montar uma enorme infraestrutura compatível com a magnitude do evento. Até a última hora, cassandras só focalizavam problemas, de resto inerentes a um empreendimento gigantesco, mas a abertura da Copa foi talhada no figurino do sucesso. Os equipamentos e serviços funcionaram a contento, a Seleção venceu e, principalmente, o povo-torcedor, alegre e engajado, confirmou que o futebol demarca a identidade nacional.    Estava na paisagem verde-amarela, impregnando os olhos e o coração, o sentimento de ocasião memorável. Se toda Copa já arrebata o brasileiro, esta que realizamos em 12 sedes e todos os rincões do território nacional dá a sensação de tocarmos a História com a mão.    Oxalá sigamos nesse ambiente até 13 de julho, data da final no Maracanã. Os incidentes, próprios destes dias conturbados que o mundo vive, não têm potencial de estragar pelas mãos rancorosas de uma minoria a grande festa que alegra os corações e mentes da maioria esmagadora.    Além dos bons resultados econômicos, o torneio projeta o Brasil no imaginário do mundo. Especialistas dizem que a exposição em volume de saturação do país que o promove tem valor incalculável na imagem da nação. Bilhões de pessoas estão assistindo aos jogos em 200 países, e a audiência acumulada deve passar de dezenas de bilhões de telespectadores.    A eles exibimos um retrato sem retoques de nossas virtudes e carências. Voltados para as entranhas, podemos divisar o que realizamos e ainda estamos por fazer em cinco séculos de nosso esforço para construir uma civilização pujante no novo mundo.    Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/    A festa a que o texto faz referência no título é:
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Q1181663 Educação Física
Existem muitas evidências científicas sobre a prática de atividades físicasque abordam aspectos morfológicos, fisiológicos, anatômicos e, inclusive, questões relacionadas a diferenças entre os sexos. Diante dessas evidências podemos afirmar que:    I. A potência muscular se diferencia entre homens e mulheres na idade adulta, porém nas crianças a potência muscular apresenta-se igual.    II. A resistência apresenta diferenças entre os sexos.    III. Força – da infância até aos doze anos não existem diferenças significativas entre meninos e meninas. Após esta idade, os meninos têm aumento maior de força muscular, pela presença mais acentuada do hormônio sexual masculino (testosterona), que tem efeito anabolizante nas massas musculares.    IV.Coordenação motora – os indivíduos do sexo feminino apresentam melhor coordenação motora que os do sexo masculino, portanto utilizam-se predominantemente mulheres para realização de tarefas mais delicadas.
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Q1181604 Educação Física
Atualmente, algumas revisões sistemáticas têm demonstrado associação positiva entre atividade física, aptidão física e longevidade. As evidências sugerem que os sujeitos com elevados níveis de atividade física e aptidão física, assim como aqueles que decidiram adotar um estilo de vida ativo, experimentam menor risco de desenvolver doenças cardiovasculares e, portanto, vivem mais. Sendo assim, assinale a alternativa que NÃO diz respeito aos benefícios da atividade física associados ao aumento da longevidade:
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: A
4: B
5: D
6: D
7: D
8: A
9: B
10: A