Questões de Concurso
Para prefeitura de renascença - pr
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I - A anemia não se desenvolve até muitas horas após a perda de sangue aguda, quando o líquido intersticial se difunde no espaço intravascular e dilui na massa de eritrócitos remanescente. Durante as primeiras horas, no entanto, podem ocorrer concentrações de granulócitos polimorfonucleares, plaquetas e, em hemorragias graves os leucócitos imaturos e normoblastos podem aumentar. A perda constante de sangue resulta em anemia se a perda for mais rápida do que a reposição, ou, mais comumente, se a eritropoiese acelerada esgotar os depósitos de ferro do corpo.
II - A completa cessação de eritropoiese resulta na diminuição de eritrócitos em torno de 7 a 10%/semana (1%/dia). A deficiência da eritropoiese, mesmo que insuficiente para reduzir o número de eritrócitos, ocasiona, normalmente, tamanhos e formas anormais de eritrócitos.
III - A hemólise excessiva pode ser provocada por alterações intrínsecas nos eritrócitos ou por fatores extrínsecos, como anticorpos ou complemento em sua superfície, que levam à sua destruição tardia. Baço dilatado sequestra e destrói os eritrócitos muito mais lentamente do que baço normal.
I - Na phlegmasia alba dolens, uma complicação rara da trombose venosa profunda durante a gestação, as pernas tornam-se leitosas. A fisiopatologia é desconhecida, mas o edema pode aumentar a pressão dos tecidos moles acima da pressão de perfusão capilar resultando em isquemia do tecido e gangrena úmida.
II - Na phlegmasia cerulea dolens, a trombose venosa iliofemoral maciça acarreta oclusão venosa quase total, o membro inferior tornase isquêmica, extremamente dolorosa e cianótica. A fisiopatologia pode envolver estase completa do fluxo sanguíneo arterial e venoso no membro inferior porque o retorno venoso é ocluído ou o edema maciço interrompe o fluxo sanguíneo. Gangrena venosa pode se desenvolver.
III - A tromboflebite supurativa da veia jugular (síndrome de Lemierre), infecção bacteriana (em geral anorganismo aeróbia) da veia jugular interna e tecidos moles circunjacentes podem suceder faringoamigdalite, sendo geralmente complicadas por bacteremia e sepse.
I - Retorno venoso prejudicado (p. ex., em pacientes imobilizados).
II - Lesão ou disfunção endotelial (p. ex., após fratura nas pernas).
III - Hipercoagulabilidade.
I - Em um paciente assintomático com uropatia obstrutiva de longa duração, o exame de urina pode ser normal ou apresentar alguns cilindros, leucócitos ou hemácias. Deve-se considerar nefropatia obstrutiva bilateral em um paciente com insuficiência renal aguda e exame de urina normal.
II - A uretrocistografia miccional diagnostica quase todas as obstruções uretrais e do colo vesical, assim como o refluxo vesicoureteral, mostrando adequadamente a anatomia e o volume de urina residual na bexiga após a micção (volume residual pós-miccional). É mais dificilmente feita em crianças, pois o diagnostico anormalidades anatômicas ou congênitas e feito via ressonância magnética. No entanto, isso pode ser feito em adultos se houver suspeita de estenose uretral.
III - A ultrassonografia é o principal exame para detecção de hidronefrose. Entretanto, a taxa de resultados falso-positivos é de 25% se apenas os critérios mínimos (visualização do sistema coletor) forem considerados no diagnóstico.
As causas mais comuns diferem de acordo com a idade:
I - Crianças: anormalidade anatômicas (incluindo válvulas uretrais posteriores ou estreitamento e estenose na junção ureterovesical ou ureteropélvica).
II - Adultos jovens: cálculos.
III - Adultos mais velhos: hiperplasia prostática benigna (HPB) ou câncer de próstata, tumores retroperitoneais ou pélvicos (incluindo câncer metastático) e cálculos.
I - Ter níveis sanguíneos elevados de fator reumatoide ou anticorpos antipeptídeos citrulinados cíclicos (anti-CCP).
II - Ser mais novo quando o distúrbio começa.
III - Ser tabagista.
Assinale a alternativa correta:
I - Não deposite as esperanças do tratamento apenas no medicamento, pois o resultado depende principalmente das mudanças nos hábitos de vida (dieta e atividade física).
II - Com o tempo o medicamento pode passar a perder o efeito. Se isso ocorrer, consulte seu médico e nunca aumente a dose por conta própria.
III - Existem muitas propagandas irregulares de medicamentos para emagrecer nos meios de comunicação, por isso não acredite em promessas de emagrecimento rápido e fácil.
IV - Não compre medicamentos pela internet ou em academias de ginástica, pois muitos não são autorizados pelo Ministério da Saúde e podem fazer mal a quem utiliza.
V - Clínicas e consultórios não podem vender medicamentos. O paciente tem a liberdade de escolher a farmácia de sua confiança para comprar ou manipular o medicamento prescrito.
VI - Fórmulas de emagrecimento com várias substâncias misturadas são proibidas pelo Ministério da Saúde e já provocaram mortes.
I - Peptostreptococcus.
II - Prevotella sp.
III - Bacterioides.
IV - Mobiluncus.
V - Gardnerella vaginallis.
VI - Mycoplasma hominis (alguns casos).
I - Organismos exógenos: geralmente leva à salpingite. Os menos comuns são as Infecções Sexualmente Transmissíveis - ISTs, como Chlamydia trachomatis (mais comum) e Neisseria gonorrhoeae.
II - Infecções endógenas: são patógenos normais e comensais do trato genital inferior, especialmente Escherichia coli e bacteroides fragilis. Eles se tornam patogênicos sob condições que interrompem a barreira cervical normal, como a manipulação recente do trato genital ou trauma (por exemplo, aborto, uso de DIU, gravidez recente ou dilatação e curetagem). Os portais de entrada mais comuns são as lacerações cervicais e o local da placenta. Estes organismos causam uma infecção ascendente e podem se disseminar de forma direta ou via linfáticos para o ligamento largo, causando celulite pélvica.
III - Actinomicose: devido ao uso prolongado de DIU. Buscar Actinomyces israelii em cultura.
I - A Sindrome Fitz-Hugh-Curts pode ocorrer em infecções por clamídia e gonococo onde há um microabscessos na superfície hepática e aderências ao peritônio do tipo corda de violino.
II - A avaliação laparoscópica é considerada padrão-ouro. Embora não recomendada de rotina, devido ao alto custo e morbidade associados.
III - O diagnóstico clínico pode ser difícil, pois os sinais e sintomas podem ser inespecíficos e correlacionar-se com a extensão da inflamação.
I - O exame físico deve ser completo por meio de palpação abdominal, exame especular e toque bimanual.
II - O hemograma completo deve ser solicitado para todas as mulheres com SUA para avaliar anemia ferropriva.
III - O teste de gravidez deve ser solicitado para aquelas pacientes em idade fértil.
IV - Testes de coagulação devem ser solicitados nos casos de antecedentes de sangramento menstrual aumentado desde a menarca ou antecedentes pessoais e/ou familiares de sangramento anormal.
V - Sangramento intermenstrual e pós-coito, dor pélvica associada e idade superior a 45 anos constituem indicadores de risco para câncer endometrial ou outras doenças estruturais nas mulheres em idade reprodutiva.
I - Teoria implantação ou fluxo menstrual retrógrado.
II - Teoria imunológica.
III - Teoria da metaplasia celômica.
IV - Teoria da indução.
V - Teoria da disseminação linfática e hematogênica.
VI - Teoria Iatrogênica.
I - Retroversão fixa do útero.
II - Fundo de saco de Douglas preenchido e sensível.
III - Presença de massa anexial fixa.
IV - Endometriose umbilical.
V - Nódulos palpáveis sensíveis ao toque vaginal.
I - Hemolysis [hemólise] (a destruição das células vermelhas do sangue).
II - Elevated levels of [níveis elevados] lliver enzymes [de enzimas hepáticas], indicando danos ao fígado.
III - Um número baixo de plaquetas, o que diminui a capacidade de coagulação do sangue e aumenta o risco de sangramento durante e após o parto.