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I. Os principais sítios de infecção são retina e vias biliares, podendo ser acometidos também pulmões, aparelho digestivo e sistema nervoso central.
II. Resultados negativos da antigenemia ou PCR plasmático não excluem a doença por CMV em órgãos.
III. Recomenda-se diagnóstico precoce de retinopatia por CMV por meio de fundoscopia rotineira em paciente vivendo com HIV com LT-CD4+ <50 céls/mm3.
IV. É recomendada profilaxia secundária para doença gastrointestinal com ganciclovir, que deve ser mantido até que se atinja persistência de LT-CD4+ >100 céls/mm3 por mais de 3-6 meses.
I. A forma aguda da doença é aquela que se segue, geralmente, em um período de seis a oito semanas ao primeiro contato com coleções hídricas que contenham cercárias. São comuns exantema maculopapular, diarreia, dor e distensão abdominal.
II. A forma hepatointestinal é a forma clínica mais comum dentro da fase crônica da esquistossomose. A diarreia é a sua manifestação mais frequente. Geralmente, ela é intermitente, por vezes acompanhada de muco ou sangue, podendo alternarse com períodos de constipação.
III. O diagnóstico laboratorial da esquistossomose pode se dar pelo encontro de ovos do parasito em exame de fezes ou em cortes de tecidos obtidos por biópsia. O método de Kato-Katz é uma das técnicas parasitológicas adequadas e permite a contagem de ovos de S. mansoni nas amostras de fezes e avaliação estimada da carga parasitária.
IV. O praziquantel é a medicação utilizada no tratamento da esquistossomose. Está associada à efeitos adversos importantes, sendo pouco tolerada pelos pacientes.
( ) Os sintomas mais frequentes são decorrentes do acometimento encefálico, que é mais comum do que o acometimento meníngeo. Dentre esses sintomas, podemos citar distúrbios visuais, como diplopia, e alterações mentais, como confusão, distúrbios de personalidade e de memória.
( ) Uma das opções disponíveis para o diagnóstico laboratorial é o teste de fluxo lateral (LFA, lateral flow assay). A técnica de LFA é imunocromatográfica, já tendo sido aprovada pela ANVISA para uso em líquor e saliva, com alta sensibilidade e especificidade.
( ) Um aspecto importante no tratamento do paciente com neurocriptococose é o manejo da hipertensão intracraniana. Para pacientes com pressão intracraniana maior ou igual a 25 cm de H2O, é indicada punção liquórica de alívio.
( ) Para a fase inicial de tratamento, denominada como fase de indução, deve-se associar anfotericina B com fluconazol como primeira escolha de tratamento.
( ) A introdução dos antirretrovirais deve ser postergada nos pacientes com infecção pelo HIV/aids e com neurocriptococose até que haja evidência de resposta clínica em relação ao tratamento antifúngico devido ao risco de síndrome inflamatória da reconstituição imunológica, com aumento no risco de mortalidade.