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I - Política Nacional de Promoção da Saúde.
II - Política Nacional de Vigilância em Saúde.
III - Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados.
IV - Política de Saúde Mental.
V - Política Nacional de Alimentação e Nutrição.
VI - Política Nacional de Fiscalização do Estatuto do Idoso.
VII - Política Nacional de Fiscalização do Estatuto da Criança e do Adolescente.
I - O risco de mortalidade por anafilaxia pode ser maior em pacientes com história de reações graves, asmáticos (risco de broncospasmo grave), porém, não possui relação com a idade.
II - Os fundamentos do tratamento de emergência são o suporte das vias aéreas e/ou ventilação, posição supina, epinefrina e expansão de volume com cristaloide isotônico intravenoso.
III - Na ocorrência de um único episódio de anafilaxia deve -se orientar para identificação dos desencadeadores, porém, nunca deve ser recomendada epinefrina auto -injetável.
Está correto o que se afirma em:
I - A presença de rinite tem efeito sobre o desenvolvimento e a gravidade de outras doenças, incluindo asma brônquica, sinusite, doença da orelha média e má-oclusão dentária.
II - As duas síndromes mais comuns são a rinite alérgica e a rinite idiopática; a diferenciação dessas duas doenças exige a avaliação da presença de imunoglobulina E específica (IgE).
III - Embora a rinite possa ser tratada de forma efetiva com uma série de medicamentos vendidos sem prescrição médica, a imunoterapia continua a ser o único tratamento que modifica a história natural da doença, com a capacidade de melhorar, no longo prazo, os sintomas nasais e reduzir as crises de asma.
IV - Um pequeno subgrupo de pacientes com rinite pode apresentar sintomas causados por mecanismos alérgicos locais sem evidência de IgE sistêmica.
Está correto o que se afirmar em:
I - A imunoterapia específica com alérgenos tem sua eficácia comprovada somente na abordagem da asma brônquica.
II - A efetividade clínica ocorre a longo prazo.
III - Inicialmente, a imunoterapia específica (SIT) induz as células T regulatórias alérgenoespecíficas, que atenuam as respostas das células T aos alérgenos. Ao longo do tempo, há um desvio do padrão predominantemente Th2 para um padrão predominantemente Th1 na produção de citocinas.
IV - A melhora clínica alcançada pela SIT não é mantida após a descontinuidade dessa forma terapêutica.
Está correto o que se afirma em:
Ao abordar mecanismos das doenças alérgicas analise as assertivas:
I - A inflamação alérgica é resultado de um complexo processo que envolve interação celular das estruturas teciduais e células inflamatórias onde inclui-se sempre os mastócitos, basófilos, eosinófilos, linfócitos, células dendríticas e neutrófilos.
II - O sistema imune inato responde primeiro aos sinais infecciosos e inflamatórios precoces, ativa e instrui o sistema imune adaptativo para as respostas antígeno-específicas dos linfócitos B e T e atua no desenvolvimento da memória imunológica.
III - A produção de anticorpos IgE é regulada principalmente por células Th2. As células Th2 ativadas desencadeiam a produção de IgE nas células B por meio de uma combinação de sinais, incluindo citocinas secretadas (IL-4 ou IL-13), e pela superfície da célula (CD40L).
IV - O reconhecimento do alérgeno e a captação, a sensibilização alérgica, a inflamação e as doenças se originam no sistema imune adaptativo.
Está correto o que se afirmar em:
I - Urgência hipertensiva: importante elevação da pressão arterial (em geral PA diastólica ≥ 120 mmHg), sem sintomas graves e sem risco imediato à vida ou de dano agudo a órgãosalvo (cérebro, coração, pulmões e rins) ou comprometimento vascular, mas que pode evoluir para complicações graves.
II - Emergência hipertensiva: quando existe evidente dano agudo e progressivo vascular e de órgãos-alvo, com rápida descompensação da função de órgãos vitais e com risco iminente de morte ou de lesão orgânica irreversível, demandando início imediato da redução dos níveis pressóricos.
III - Inclui os quadros de: encefalopatia hipertensa, AVC com hemorragia subcanóidea, complicações cardiovasculares (IAM, angina instável com dor, falência de ventrículo esquerdo, dissecção de aorta, edema agudo de pulmão), falência renal.
I - Manter via aérea pérvia.
II - Estabilizar coluna cervical se suspeita de trauma.
III - Oferecer O2 sob mascara não reinalante 10 a 15 l/min se SatO < 94%.
IV - Identificar e controlar sangramentos, se pertinente (considerar compressão, torniquete, imobilização de pelve e membros, se necessário).
V - Monitorar oximetria de pulso e sinais vitais.
VI - Avaliar a prevenção de hipotermia: manter temperatura adequada; Remover roupas molhadas e usar manta térmica ou cobertor.
Leia as afirmativas a seguir sobre a ESF e assinale a alternativa correta:
I - O Brasil tem um Sistema Nacional de Saúde, público e universal, denominado SUS, resultado da luta pela redemocratização do País, que traz em seu arcabouço legal importantes elementos como o conceito amplo de saúde, ao considerar os aspectos socioambientais e o entendimento que a saúde é um direito do cidadão e dever do Estado.
II - Em 2006, foi elaborada e aprovada a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), que explicita a Saúde da Família (SF) como modelo preferencial de reorganização da atenção primária no SUS. Na PNAB, atenção básica é definida como “um conjunto de ações de saúde desenvolvidas em âmbito individual e coletivo que abrangem a promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde”.
III - Essas ações se desenvolvem por meio de uma equipe multidisciplinar, em um território geograficamente definido e com sua respectiva população, tornando-se o primeiro ponto de contato da população com o sistema de saúde. Fortalecem os princípios da APS em um Sistema Universal de Saúde, como é o SUS: universalidade, acessibilidade, coordenação, vínculo, continuidade, integração, responsabilidade, humanização, equidade e participação social. Em 2011, com a proposta de Redes de Atenção à Saúde nas regiões brasileiras, a APS foi definida como porta de entrada do SUS.
I - A Estratégia Saúde da Família (ESF) visa à reorganização da atenção básica no País, de acordo com os preceitos do Sistema Único de Saúde, e é tida pelo Ministério da Saúde e gestores estaduais e municipais como estratégia de expansão, qualificação e consolidação da atenção básica por favorecer uma reorientação do processo de trabalho com maior potencial de aprofundar os princípios, diretrizes e fundamentos da atenção básica, de ampliar a resolutividade e impacto na situação de saúde das pessoas e coletividades, além de propiciar uma importante relação custo-efetividade.
II - Cada equipe de Saúde da Família (eSF) deve ser responsável por, no máximo, 4.000 pessoas, sendo a média recomendada de 3.000 pessoas, respeitando critérios de equidade para essa definição. Recomenda-se que o número de pessoas por equipe considere o grau de vulnerabilidade das famílias daquele território, sendo que, quanto maior o grau de vulnerabilidade, menor deverá ser a quantidade de pessoas por equipe.
III - Um ponto importante é o estabelecimento de uma equipe multiprofissional (equipe de Saúde da Família – ESF) composta por, no mínimo: (I) médico generalista, ou especialista em Saúde da Família, ou médico de Família e Comunidade; (II) enfermeiro generalista ou especialista em Saúde da Família; (III) auxiliar ou técnico de enfermagem; e (IV) agentes comunitários de saúde. Podem ser acrescentados a essa composição os profissionais de Saúde Bucal: cirurgiãodentista generalista ou especialista em Saúde da Família, auxiliar e/ou técnico em Saúde Bucal.