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I - Os pólipos podem ser sésseis ou pediculados e seu tamanho varia consideravelmente. A incidência de pólipos é de 7 a 50%, sendo os valores mais altos representados por pólipos muito pequenos (em geral hiperplásicos ou adenomas), encontrados durante autópsias. Os pólipos, geralmente múltiplos, ocorrem muito comumente no reto e no sigmoide e diminuem sua frequência na direção do ceco.
II - Pólipos adenomatosos (neoplásicos) geram grande preocupação. Essas lesões são classificadas histologicamente como adenomas tubulares, adenomas tubulovilosos (pólipos viloglandulares) ou adenomas vilosos. A probabilidade de câncer em um pólipo adenomatoso no momento da descoberta relaciona-se ao tamanho, tipo histológico e grau da displasia; um adenoma tubular de 1,5 cm tem 2% de risco de conter um câncer, contra um risco de 35% em adenomas vilosos de 3 cm.
III - Pólipos não adenomatosos (não neoplásicos) incluem pólipos hiperplásicos, hamartomas (Síndrome de Peutz-Jegers), pólipos juvenis, pseudopólipos, lipomas, leiomiomas e outros tumores mais raros. Os pólipos juvenis ocorrem em crianças, costumam ultrapassar seu suprimento sanguíneo e se autoamputam em algum momento durante ou após a puberdade.
Analise as alternativas a seguir e assinale a correta:
I - O álcool causa aproximadamente 30% dos casos de pancreatite aguda. O risco de desenvolver pancreatite aumenta com o aumento da quantidade de álcool consumido (quatro a sete bebidas por dia para homens e três ou mais bebidas por dia para mulheres). No entanto, menos de 10% das pessoas que frequentemente consomem álcool apresentam pancreatite aguda, o que sugere que outros fatores desencadeantes são necessários para o surgimento da pancreatite.
II - Quando a pancreatite aguda é causada por cálculos biliares, a dor costuma começar subitamente e alcança a sua intensidade máxima em minutos.
III - Um pseudocisto pancreático é uma coleção de líquido contendo enzimas pancreáticas que se forma dentro e ao redor do pâncreas. Em algumas pessoas, o pseudocisto desaparece espontaneamente. Em outras pessoas, é possível que o pseudocisto não desapareça e se infeccione.
IV - A pancreatite necrosante pode ocorrer no caso de pancreatite aguda grave. No caso da pancreatite necrosante, algumas partes do pâncreas podem morrer e os líquidos orgânicos podem vazar para dentro da cavidade abdominal, o que reduz o volume de sangue e resulta em uma queda acentuada da pressão arterial, possivelmente causando choque e insuficiência de órgãos. A pancreatite aguda grave pode apresentar risco à vida.
V - A infecção de um pâncreas inflamado é um risco, sobretudo em pessoas que estão com pancreatite necrosante. Às vezes, o médico suspeita da existência de infecção quando há uma piora no estado de saúde da pessoa e ela fica com febre, sobretudo se isso ocorrer depois que os primeiros sintomas da pessoa já haviam começado a se resolver.
VI - A insuficiência de órgãos pode ocorrer na pancreatite aguda, uma vez que danos ao pâncreas podem permitir que enzimas ativadas e toxinas como, por exemplo, as citocinas, entrem na corrente sanguínea e causem uma redução da pressão arterial e danos a outros órgãos como os pulmões e os rins, por exemplo. Esse tipo de dano pode fazer com que algumas pessoas que estão com pancreatite aguda apresentem insuficiência de outros órgãos, inclusive dos rins, pulmões ou coração e essa insuficiência pode levar à morte.
I - O câncer de estômago é responsável por 27.600 dos casos estimados e cerca de 11.010 mortes nos Estados Unidos todos os anos. O adenocarcinoma gástrico é responsável por 95% de todos os tumores malignos do estômago; menos comuns são os linfomas gástricos localizados e leiomiossarcomas.
II - Os pólipos gástricos podem ser percussores do câncer. Os pólipos inflamatórios podem se desenvolver em pacientes tomando anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), e os pólipos de glândulas fúndicas são comuns em pacientes usando inibidores da bomba de prótons.
III - Os pólipos adenomatosos, em particular os múltiplos, embora raros, são os de maior risco de transformação maligna. O câncer é particularmente mais provável nos casos de pólipos adenomatosos com > 2 cm de diâmetro ou quando o componente viloso está presente na análise histológica. Como a transformação maligna não pode ser detectada pela inspeção, todos os pólipos vistos à endoscopia devem ser removidos.
IV - Vários fatores genéticos também são fatores de risco. O câncer gástrico difuso hereditário está associado a uma mutação no gene cadherin 1 (CDH1) e não apresenta lesão precursora. Essa mutação é um traço autossômico dominante com alta penetrância. Em geral, os pacientes afetados desenvolvem câncer gástrico em idade precoce (média de idade 38 anos).
V - As mulheres afetadas também têm alto risco de desenvolver câncer de mama lobular. Pacientes com história pessoal ou familiar de câncer gástrico difuso e/ou câncer de mama lobular em vários membros da família, especialmente se foram diagnosticados antes dos 50 anos, devem ser encaminhados para aconselhamento genético e testes.
I - O consumo de álcool e de cigarros não são as duas das principais causas de pancreatite crônica.
II - A dor abdominal pode ser contínua ou aparecer e desaparecer.
III - O diagnóstico toma por base os sintomas, antecedentes de pancreatite aguda recorrente e uso de álcool, e os resultados de exames de imagem e de função pancreática.
IV - O tratamento inclui o consumo de álcool e cigarros, modificar a dieta, tomar suplementos de enzimas pancreáticas e medidas para alívio da dor.
( ) Segundo a classificação proposta por Spina (1979), a fissura pré-forame acomete lábio e rebordo alveolar.
( ) As fissuras labiopalatinas sempre se apresentam como parte de um quadro sindrômico.
( ) Algumas das dificuldades de fala de crianças com fissura palatina são: uso de articulação compensatória, distorção na produção de determinados fonemas e hipernasalidade.
( ) As fissuras labiopalatinas também são definidas conforme a extensão, sendo completas ou incompletas de forma bilateral, unilateral ou mediana.
( ) O tratamento das fissuras labiopalatinas é exclusivamente cirúrgico: queiloplastia e palatoplastia.
A sequência correta, de cima para baixo é: