Foram encontradas 50 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3957967 Matemática Financeira
Raquel está organizando uma viagem para os Estados Unidos faz algum tempo, a fim de visitar sua irmã e, para isso, pretende levar uma quantia em reais para trocar por dólares. Ela possui R$ 12.000,00 disponíveis para a viagem. No dia da troca, a cotação do dólar turismo está em R$ 5,20 e a casa de câmbio cobra uma taxa fixa de R$ 100,00 antes da realização da operação, além de uma tarifa de 2% sobre o valor a ser convertido.

Considerando todos os custos envolvidos, qual será o valor aproximado em dólares que Raquel conseguirá obter nessa troca?
Alternativas
Q3957966 Raciocínio Lógico
Em uma equipe de engenharia de software, um gerente afirma que "Se um sistema é seguro, então ele possui criptografia de dados."

Com base nessa afirmação, analise as proposições a seguir.

I. A recíproca da afirmação é "Se um sistema possuir criptografia de dados, então ele é seguro."
II. A contra-positiva da afirmação é "Se um sistema não possuir criptografia de dados, então ele não será seguro."
III. A negação da afirmação é "Um sistema é seguro e não possui criptografia de dados."

Com base nas proposições acima, está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3957965 Matemática
Em uma fábrica de peças de metal, há três máquinas que produzem peças em tempos diferentes, de maneira que a máquina X produz uma peça a cada 1/5 de hora, a máquina Y produz uma peça a cada 18 minutos e a máquina Z produz uma peça a cada meia hora. Sabe-se que todas as máquinas iniciam a produção ao mesmo tempo, às 8h. Dessa forma, qual será o horário em que as três máquinas voltarão a produzir uma peça simultaneamente?
Alternativas
Q3957964 Matemática
Painéis publicitários, geralmente em formatos retangulares, são bastante utilizados para divulgação de marcas e também para poluir visualmente uma cidade. Eses painéis necessitam de reparos constantes devido a chuva, ventos, depredações, etc. Suponhamos que um painel publicitário de determinada avenida necessite de reparos e, para isso, um técnico posicionou uma escada de forma que ela encostasse exatamente no topo do painel, formando um triângulo retângulo com o chão e a estrutura vertical do painel.
A escada tem 13 metros de comprimento e foi posicionada de forma que sua base ficou a 5 metros de distância da base do painel.

Com base nessas informações e sabendo que o painel se inicia a 7 metros do chão, qual é o tamanho vertical do painel?
Alternativas
Q3957963 Matemática
Nessa época de calor e seca, o número de incêndios aumenta bastante. Por conta disso, bombeiros foram acionados a combater um incêndio em um galpão industrial e, para isso, utilizaram um caminhão-pipa com capacidade total de 20.000 litros de água. A água foi direcionada por mangueiras para encher rapidamente reservatórios cilíndricos temporários, cada um com 60 cm de altura e 80 cm de diâmetro interno.
Após encher completamente todos os reservatórios possíveis, os bombeiros perceberam que ainda restavam, aproximadamente, 11600 litros de água no caminhão.

Com base nessas informações, determine quantos reservatórios cilíndricos foram completamente preenchidos.
obs: considere π = 3,14 e utilize uma aproximação de 4 casas decimais durantes as operações.
Alternativas
Q3957962 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


-


É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

No trecho "aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta", o termo "se" (destacado) atua como: 
Alternativas
Q3957961 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


-


É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

No trecho "Gosto de muitas delas — preciso delas" (quarto parágrafo), o pronome duplamente destacado retoma, no contexto, o termo: 
Alternativas
Q3957960 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


-


É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

Nas frases "O cinema não vive sem. O amor não vive sem." (primeiro parágrafo), ocorre a supressão da palavra "música", que pode ser entendida pelo contexto. Essa figura de linguagem chama-se:
Alternativas
Q3957959 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


-


É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

Com base no texto, julgue verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

(__) A autora considera as palavras mais importantes do que o som das canções.
(__) A autora acredita ser muito simples a tarefa de escrever sobre música.
(__) O texto aconselha os ouvintes a não escutarem músicas simplistas e inofensivas.
(__) Para a autora, as duas categorias de canções (inofensivas e dilacerantes) são importantes.
Alternativas
Q3957958 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As músicas inofensivas e as dilacerantes


-


É difícil escrever sobre música. Palavras sempre ficam aquém da intensidade do som. Canções são obras eróticas, as letras seduzem, o ritmo excita. Música é um afrodisíaco universal. O cinema não vive sem. O amor não vive sem.


Cada um de nós tem seu próprio gosto. A música que a gente prefere é nosso demônio interno ganhando voz, dialogando conosco em privado. É uma troca de segredos entre dois desconhecidos íntimos que se relacionam através de fones de ouvido, ou dentro do carro, no escuro do quarto.


Há quem só escute músicas inofensivas. Você sabe, aquelas que possuem rimas óbvias, melodias calmantes, nenhuma perturbação e que ganham as paradas de sucesso mais condescendentes do universo. As músicas fáceis. Bonitinhas. Descartáveis.


São necessárias. Gosto de muitas delas — preciso delas, inclusive, porque ninguém consegue ser tão endiabrado de segunda a segunda. Uma baladinha bem chiclete, que você cantarola enquanto espera o trem na estação do metrô. Normal. É nossa dose anestésica contra a dor de existir.


Mas prefiro a dor de existir. 


Não me identifico com nada que tenha sido composto sem esforço. Quero que a diva que esteja cantando me confesse seus pecados, que o cara que esteja cantando tente me convencer de que está arrependido, que o amor que esteja sendo narrado tenha sido o mais profundo de todos, que a banda me sequestre na calçada da escola e eu passe dois dias em um cativeiro com pôsteres descascados de Jim Morrison nas paredes, quero que a música me coloque no meio de uma estrada, que me tire de onde estou, que tire a roupa que estou.


Que a música (e não estou falando só de rock, mas de jazz, blues, ópera, gospel) me eleve até um ponto em que eu vislumbre o mar lá de cima, as montanhas, as famílias voltando para casa no fim do dia cantarolando refrões - que pareça que eu morri. Quero que ela me tonteie com sua crueza, que me arrebate com sua poesia, que me aproxime de sentimentos impenetráveis, que me revele o lado infernal da sofisticação, quero música que mesmo que eu não entenda o que diz, eu entenda.


A música tem que me invadir de um jeito que me faça duvidar se tenho força para emoções desmedidas – mas tenho. Ela precisa enredar como nos enreda a voz soturna de Tom Waits, os poemas cantados pelo Chico, os gritos rasgantes de Janis, as provocações sensuais de Jagger, os sussurros de João Gilberto. Todas as canções dilacerantes são um pouco criminosas, pois nos abatem e nos condenam ao silêncio, aquele silêncio sagrado em que a gente se escuta, finalmente. 

A autora do texto distingue as canções em duas categorias: as inofensivas e as dilacerantes. Essa divisão baseia-se:
Alternativas
Respostas
21: E
22: C
23: E
24: D
25: E
26: C
27: E
28: C
29: E
30: B