🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Para prefeitura de foz do jordão - pr

Questões Discursivas

Foram encontradas 250 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4249687 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. 
Alternativas
Q4249686 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a justificativa para o emprego da crase no período: Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados.
Alternativas
Q4249685 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a justificativa correta para o uso da vírgula no período: Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos.
Alternativas
Q4249684 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente o tipo de circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda.
Alternativas
Q4249683 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa que poderia substituir o período “Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas”, mantendo as mesmas relações de sentido no texto:
Alternativas
Q4249682 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente palavra acentuada pela mesma regra da palavra início:
Alternativas
Q4249681 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa cuja letra g represente o mesmo fonema representado pela letra g na palavra congelante:
Alternativas
Q4249680 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA: 
Alternativas
Q4249679 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa cuja palavra NÂO apresente dígrafo:
Alternativas
Q4249678 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4249557 Pedagogia
Assinale a alternativa CORRETA que completa a afirmativa abaixo:
Os profissionais que atuam na secretaria escolar são aqueles responsáveis pela vida escolar dos _______________. Além disso, seu trabalho está intrinsecamente relacionado com o _________________ e com a _____________ da escola”. 
Alternativas
Q4249556 Atendimento ao Público
A habilidade de comunicação é um importante aspecto do atendimento. Muitas vezes a mensagem recebida não é processada pelo receptor da forma que foi emitida. Esse fato é comum porque em todo processo de comunicação há obstáculos que podem dificultar o perfeito entendimento. Alguns destes obstáculos são, EXCETO: 
Alternativas
Q4249555 Gestão de Pessoas

Para um bom convívio, precisamos desenvolver comportamentos positivos e que favoreçam a boa convivência e a cordialidade uns com os outros no ambiente de trabalho. Dessa forma, um relacionamento interpessoal positivo no ambiente de trabalho busca, EXCETO:

Alternativas
Q4249554 Arquivologia
A organização e a preservação os documentos e as informações geradas pelas instituições escolares que comprovam o registro dos fatos relativos à vida escolar do aluno e da instituição de ensino passa por alguns objetivos básicos do processo de arquivamento eficaz. São eles, EXCETO: 
Alternativas
Q4249553 Atendimento ao Público
A secretaria escolar é o primeiro setor da instituição de ensino, que tem contato com a comunidade escolar e com o público em geral. Nesse sentido, um atendimento de qualidade colabora com o bom andamento das ações na escola. Assim, há alguns princípios que o profissional que atua na secretaria escolar deve seguir para, com efetividade, prestar um atendimento de qualidade. São eles, EXCETO: 
Alternativas
Q4249552 Arquivologia
Assinale a alternativa CORRETA que preenche as lacunas:
“O arquivo escolar é o conjunto, rigorosamente organizado, de _______________ e informações que comprovam a identidade e os fatos relativos à escolaridade de cada ______________ e do conjunto de alunos da _______________”. (SEED, 2006).
Alternativas
Q4249551 Secretariado
O profissional que atua na secretaria escolar precisa ser organizado no seu ambiente de trabalho. Neste sentido, assinale a alternativa que NÃO apresenta a perspectiva de ambiente de trabalho “organizado”: 
Alternativas
Q4249550 Pedagogia
De acordo com o Manual do Secretário Escolar do Estado do Paraná (2006, p. 24) “o documento legal no qual constam todos os dados do estabelecimento de ensino: cursos ofertados, objetivos gerais e específicos, normas para admissão, avaliação, promoção e reprovação, obrigações, direitos e deveres. Também é considerado o conjunto das normas e regras que norteiam os procedimentos, os direitos e os deveres da equipe administrativa, professores e educandos.” Esse documento é o/a:
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4249549 Pedagogia
Conforme disposto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e suas modificações (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) em seu Art. 3º afirma que o ensino será ministrado com base em alguns princípios. Abaixo apresenta-se alguns deles:
I - Desigualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
II - Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.
III - Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.
IV - Desrespeito à liberdade e apreço à tolerância.
V - Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.
Assinale a alternativa:
Alternativas
Q4249548 Relações Humanas
Além de ser individual, a postura profissional traz consigo um conjunto de atitudes fundamentais no ambiente de trabalho. Neste sentido, o profissional que atua na secretaria escolar necessita estar ciente disso. Muitas dessas virtudes são provenientes do mundo antigo e continuam válidas até hoje, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
41: C
42: D
43: B
44: D
45: E
46: A
47: B
48: C
49: D
50: E
51: C
52: D
53: B
54: A
55: B
56: E
57: B
58: A
59: D
60: C