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I. O diagnóstico de hipogonadismo hipergonadotrófico em casos de amenorreia primária, caracterizado por níveis elevados de FSH e LH, indica uma falência gonadal, sendo a Síndrome de Turner (45,X) a etiologia mais comum.
II. A presença de um corno uterino rudimentar não comunicante em um útero unicorno causa amenorreia primária global e ausência total de fluxo menstrual.
III. Causas obstrutivas, como o hímen imperfurado e o septo vaginal transverso, manifestam-se frequentemente com dor pélvica cíclica e abaulamento no hipogástrio devido ao acúmulo de sangue (criptomenorreia), apesar de a paciente possuir eixos hormonais íntegros.
IV. Na insensibilidade androgênica, o indivíduo possui testículos que produzem o Hormônio Antimülleriano (AMH), o que causa a regressão das estruturas müllerianas; portanto, o útero e as trompas estão ausentes.
I. A TH é o tratamento mais efetivo para o alívio dos sintomas vasomotores (fogachos) em mulheres abaixo de 60 anos ou com menos de dez anos de menopausa.
II. A realização periódica de ultrassonografia transvaginal é obrigatória em todas as mulheres assintomáticas usuárias de TH para o rastreamento do câncer de endométrio.
III. Em pacientes hipertensas controladas, a via transdérmica é preferível à via oral, pois evita a primeira passagem hepática e não interfere no sistema renina-angiotensina-aldosterona.
IV. Após a interrupção da TH, o efeito protetor sobre a densidade mineral óssea é mantido por pelo menos dez anos devido à memória biológica do tecido ósseo.
A. Útero didelfo. B. Útero septado. C. Útero unicorno. D. Agenesia uterina.
( ) Falha total ou parcial no desenvolvimento de apenas um dos ductos paramesonéfricos.
( ) Aplasia ou interrupção do desenvolvimento dos ductos de Müller.
( ) Falha completa na fusão dos ductos paramesonéfricos.
( ) Falha no processo de reabsorção do septo medial após a fusão normal dos ductos paramesonéfricos.
I. A anticoncepção de emergência com levonorgestrel (1,5 mg em dose única ou 0,75 mg em duas doses) pode ser utilizada em até 48 horas após a relação sexual, embora sua eficácia seja maior quanto mais precoce for a administração.
II. Mulheres usuárias de dispositivo intrauterino que desenvolvem quadro de doença inflamatória pélvica devem obrigatoriamente ter o dispositivo removido antes do início da primeira dose de antibioticoterapia.
III. A realização do exame citopatológico é um prérequisito obrigatório para que a mulher possa iniciar o uso de qualquer método contraceptivo hormonal.
IV. Os métodos conhecidos como LARCs (Contraceptivos Reversíveis de Longa Duração), que incluem o implante de etonogestrel e os dispositivos intrauterinos, apresentam taxas de falha em uso comum inferiores a uma gravidez por 100 mulheres no primeiro ano.