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No Sistema Único de Saúde (SUS) ___________ se evidencia no atendimento aos indivíduos de acordo com suas necessidades, oferecendo mais a quem mais precisa e menos a quem requer menos cuidados.
A existência de ___________ em quantidade suficiente na alimentação é imprescindível para impregnação calcarea da substância óssea fundamental. Para uma boa assimilação do ___________ pela mucosa intestinal é necessário que o organismo tenha um suprimento mínimo de Vitamina D. Além disso, para que o ___________ se fixe nos ossos, é indispensável uma taxa determinada de fósforo sanguíneo.
A gastrosquise é um defeito congênito da parede abdominal do ___________, em sua porção próxima ao umbigo, que cursa geralmente com a saída de conteúdo intestinal pelo orifício, que fica exposto ao ___________ durante a ___________.
I - A sífilis é uma infecção bacteriana sistêmica, de evolução crônica, causada pelo Treponema pallidum; quando não tratada, progride ao longo dos anos, sendo classificada em sífilis recente (primária, secundária, latente recente) e tardia (latente tardia e terciária).
II - O Treponema pallidum é uma bactéria gram-negativa, do grupo das espiroquetas, de alta patogenicidade.
III - O período de incubação varia de 10 a 90 dias - média de 21 dias, a partir do contato sexual infectante.
IV - O ser humano é o único reservatório. O modo de transmissão pode ser sexual, vertical ou sanguíneo. A transmissão sexual é a predominante. Os sítios de inoculação do Treponema pallidum são, em geral, os órgãos genitais, podendo ocorrer também manifestações extragenitais (lábios, língua e áreas da pele com solução de continuidade).
V - A transmissão vertical pode ocorrer durante a gestação e implicar consequências, como aborto, natimorto, parto pré-termo, morte neonatal e manifestações congênitas precoces ou tardias; ocorre em qualquer fase gestacional, sendo influenciada pelo estágio da infecção na mãe (maior nos estágios primário e secundário da doença) e pelo tempo que o feto foi exposto.
VI - Dentre as manifestações clínicas, a “sífilis latente” é o período em que não se observa nenhum sinal ou sintoma; o diagnóstico fazse exclusivamente pela reatividade dos testes treponêmicos e não treponêmicos; é dividida em latente recente (menos de dois anos de infecção) e latente tardia (mais de dois anos de infecção). Aproximadamente 25% dos pacientes não tratados intercalam lesões de secundarismo com os períodos de latência, durante um a dois anos da infecção.