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Q1754250 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Observe o termo destacado no período que segue: “Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais.”. Tal termo, nesse caso, tem sentido equivalente a
Alternativas
Q1754249 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Assinale a alternativa em que o conectivo “que” esteja sendo utilizado para retomar um termo antecedente.
Alternativas
Q1754247 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de João Pessoa - PB
Q1236222 Português
A era do descartável: seu lixo diz muito sobre você
Imagine se um dia todos os lixeiros de sua cidade decidirem não trabalhar. O caos será generalizado, se a greve se prolongar e, talvez só assim, esses profissionais serão valorizados pela população. O serviço social da limpeza urbana é imensurável: trata-se de saúde, segurança e conforto público.
De uns anos para cá, o poder aquisitivo das famílias brasileiras tem aumentado. Ao consumir mais, produzimos mais. Fato! Em 2013, foram três milhões de toneladas a mais em relação ao ano anterior – o que significa um aumento de 4,1%. O Brasil é o quinto país que mais produz lixo no mundo.
Frequentemente vejo – no trabalho, na faculdade, na rua – pessoas jogando embalagens descartáveis com a maior naturalidade. Já faz parte do cotidiano: ficou com sede? Passa lá na copa do escritório, saca um copo descartável, toma um gole de água e… LIXO! Daqui uma hora a história se repete. A naturalidade destes hábitos e a quantidade de lixo que produzimos dizem muito sobre nós.
Somos seres que vivem em uma correria louca, onde a comida rápida e pronta é praticamente essencial, onde sobra pouco tempo para refletir e até mesmo para colocar em prática aquilo que acreditamos, onde o consumo é muito valorizado e lavar um copo é desnecessário.
Conheci, há dois anos, uma mulher na faixa dos trinta que morava sozinha. Ela trabalhava durante o dia e frequentava a academia três vezes por semana. Quando fui à casa dela, logo me alertou: não tem pratos, talheres ou copos. “É tudo de plástico, para eu não precisar lavar!”, explicou. Fiquei um tanto quanto chocada.
Com a mesma naturalidade e nesta mesma época, descartei por alguns meses os copos do café que comprava diariamente ao lado da faculdade, no Starbucks. “O copo é feito de papel e pode ser facilmente reciclado”, pensava eu. Depois de um período, o hábito começou a me incomodar – e não foi pouco. Até tentei levar uma caneca, mas era muito pesada e ocupava muito espaço em minha bolsa. Minha presença na lojinha passou a ser evento mais raro.
Este ano resolvi experimentar uma composteira caseira. Aqueles minhocários práticos, pensados para quem vive como nós: na correria, sem espaço e etc. Estou adorando a experiência. Tudo que é lixo orgânico jogo lá. Tenho um professor que jura que suas minhocas comem até carne. Eu nunca tentei. Mas parece mágica: nada de cheiro ruim ou de demora. Em alguns meses seu adubo está pronto. Como matéria seca, que é preciso colocar em proporção aos orgânicos, recorto a caixa de pizza em pedacinhos – e, assim, reciclo sua embalagem em casa mesmo. Então, se é para pedir comida em casa, eu já sei: pizza do restaurante ao lado.
Alguns podem pensar: “Besteira, a prefeitura recolhe o lixo, recicla e dá destino correto. Por que iria me esforçar tanto para reduzir meu lixo?”. Aí, meu amigo, vai de cada um. Mas a reflexão é importante (...).
PS: os três famosos “Rs” da sustentabilidade são claros: reduza, reutilize, recicle. A opção da reciclagem é ótima, mas é a última medida a ser tomada.
Jéssica Miwa (Disponível em: thegreensestpost.com) Acesso em 14/03/2018.
A oração reduzida destacada em: “AO CONSUMIR MAIS, produzimos mais lixo. Fato!” pode ser desenvolvida como:
Alternativas
Q913769 Farmácia
Biossegurança é o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação dos riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços. Os equipamentos de proteção individual (EPIs), contribuem para a efetivação dessas ações. Em relação aos EPIs, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q913768 Farmácia
A cromatografia é um método físico-químico moderno de separação dos componentes de uma mistura, sendo utilizada na identificação e quantificação de espécies químicas. Na figura a seguir, cromatogramas ilustram a relação entre resolução, seletividade e eficiência.
Imagem associada para resolução da questão

De acordo com os princípios básicos de cromatografia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q913767 Farmácia
A validação tem como objetivo demonstrar se um método analítico é apropriado para a determinação qualitativa, semiquantitativa e/ou quantitativa de fármacos e outras substâncias em produtos farmacêuticos. Qual parâmetro deve ser testado para a validação de um método de identificação de fármacos?
Alternativas
Q913766 Farmácia
Para iniciar a determinação do perfil de dissolução de comprimido de paracetamol (500 mg), uma quantidade igual a 2,4 mg do padrão foi pesada, dissolvida e diluída em água purificada, a fim de obter a concentração final de 24 μg/mL. Qual é o volume de água necessário para essa diluição?
Alternativas
Q913765 Farmácia
Antissépticos são substâncias providas de ação letal ou inibitória sobre a reprodução microbiana, de baixa causticidade e hipoalergênicas, sendo destinados a aplicações em pele e mucosa. Em relação aos antissépticos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q913764 Farmácia
Molaridade ou concentração molar é a relação estabelecida entre a quantidade de matéria do soluto e o volume de uma solução. A fórmula mais completa da molaridade é M = m1/M1.V, em que M = molaridade, m1 = massa do soluto (g), M1 = massa molar (g) e V = volume (L). Considerando esse conceito, defina a massa de NaCl necessária para preparar 200 mL de uma solução de cloreto de sódio a 0,5 mol/L. [massa molar NaCl = 40 g]
Alternativas
Q913763 Farmácia
A lei de Stokes é tão importante para o preparo de suspensões quanto o sistema EHL (Equilíbrio Hidrófilo-Lipófilo) é para o preparo de emulsões. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q913762 Farmácia
Sobre os fármacos injetáveis subcutâneos e sua administração, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. São soluções ou suspensões, sendo a insulina um exemplo de injetável subcutâneo. II. A adição de um vasoconstritor à formulação da injeção (ou antes dela), em geral, diminui a velocidade de absorção porque provoca a vasoconstrição na área. III. Alguns fármacos de baixa solubilidade têm ação prolongada com a utilização dessa via. Por exemplo, a administração da injeção de penicilina G benzatina resulta em concentrações sanguíneas efetivas do fármaco durante sete a dez dias. IV. São úteis para testes alérgicos e, também, para o diagnóstico de doenças, como tuberculose e leishmaniose.
Alternativas
Q913761 Farmácia
Após uma festa, mulher de 25 anos é levada inconsciente à emergência de um hospital, sem coordenação motora, com insuficiência respiratória e hálito alcoólico. Acompanhante relata que ela faz uso contínuo de um medicamento para tratar a ansiedade. Quando associado ao álcool, qual fármaco pode levar a uma severa depressão do sistema nervoso central?
Alternativas
Q913760 Farmácia
A Farmacovigilância é a ciência relativa à detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou outros problemas relacionados a medicamentos. É função do farmacêutico realizar ações de farmacovigilância, como detectar e notificar reações adversas a medicamentos (RAMs), as quais podem ser definidas como
Alternativas
Q913759 Farmácia
Homem de 50 anos consulta seu médico devido ao incômodo de uma tosse seca persistente não produtiva. Ele faz uso de vários medicamentos como metformina, furosemida, captopril e sinvastatina. Rapidamente o médico detecta que a causa desse sintoma é uma reação adversa relacionada ao uso de um dos seus medicamentos. Sabendo qual é o medicamento responsável, assinale a alternativa correta sobre o seu mecanismo de ação.
Alternativas
Q913758 Farmácia
Paciente soropositivo para o HIV recebeu diagnóstico de pneumonia por Pneumocystis jirovecii, ou pneumocistose. Logo, foi internado e começou o tratamento com cotrimoxazol. Quais são a composição e o mecanismo de ação do cotrimoxazol?
Alternativas
Q913757 Farmácia
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. Paciente faz uso prolongado de um anti-inflamatório esteroide e começa a apresentar atrofia muscular, aumento da gordura abdominal, cicatrização deficiente e face em lua cheia. Esse conjunto de sintomas está relacionado ao excesso do hormônio______________ e caracteriza uma síndrome denominada ___________.
Alternativas
Q913756 Farmácia
Mulher de 67 anos vai ao médico queixando-se de dor ardente no abdômen e de episódios de náuseas e vômito. Após a realização dos devidos exames, ela recebeu o diagnóstico de úlcera péptica estomacal. A paciente fazia uso prolongado de cetoprofeno, fármaco anti-inflamatório não esteroide (AINE). Dessa maneira, qual medicamento poderia substituir o atual, considerando como critério de escolha o fármaco que possua seletividade para a isoforma de ciclo-oxigenase (COX) responsável pelos efeitos indesejáveis dos AINEs?
Alternativas
Q913755 Farmácia
Qual propriedade físico-química inerente à molécula de um fármaco é necessária para que este tenha ação no sistema nervoso central?
Alternativas
Q913753 Farmácia
Sobre a ação das drogas nas divisões simpática e parassimpática do sistema nervoso autônomo (SNA), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1761: D
1762: A
1763: C
1764: E
1765: D
1766: C
1767: C
1768: D
1769: A
1770: B
1771: C
1772: A
1773: B
1774: B
1775: A
1776: D
1777: C
1778: A
1779: D
1780: B