Questões de Concurso Para prefeitura de imaculada - pb

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Q3560887 Geografia
A população do país chegou a 203,1 milhões em 2022, com aumento de 6,5% frente ao censo demográfico anterior, realizado em 2010. Isso representa um acréscimo de 12,3 milhões de pessoas no período. Os três estados brasileiros mais populosos que concentram 39,9% da população brasileira, são:

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-denoticias/noticias/37237-de-2010-a-2022-populacao-brasileira-cresce-6-5-echega-a-203-1-milhoes
Alternativas
Q3560886 Geografia
A Reserva Biológica do Atol das Rocas e o Arquipélago de Fernando de Noronha estão localizados na Região:
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Q3560885 Direito Constitucional
Segundo a Constituição Federal de 1988, a segurança pública no Brasil é preservada através de órgãos estatais, sendo estes, EXCETO:
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Q3560884 Literatura
“Ele só aprendeu a ler e a escrever como tomou contato com uma realidade social que mais tarde povoaria sua ficção. Pouca gente sabe, mas formou-se em medicina e entrou para a carreira diplomática nos anos 30. O sucesso literário veio com a publicação do romance Grande Sertão: Veredas (1956), um dos maiores livros brasileiros de todos os tempos.

O Escritor Brasileiro que o texto faz referência é:
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Q3560883 Geografia
Os fusos do Brasil estão a oeste do Marco Zero  (Meridiano de Greenwich), incluindo as ilhas oceânicas e variando de duas a cinco horas a menos em relação ao meridiano principal. São eles:

I. Fuso 1. Fernando de Noronha, Trindade e Martim. O tempo é contado pela subtração de duas horas ao GMT.
II. Fuso 2. Este fuso compreende a maior parte do território nacional, incluindo o Federal (horário de Brasília), as regiões Sul, Sudeste e Nordeste, bem como os estados de Goiás, Tocantins, Pará e Amapá. Subtrai três horas do fuso principal.
III. Fuso 3. Corresponde aos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, e cerca de dois terços do estado do Amazonas. Subtrai-se quatro horas em relação ao meridiano.
IV. Fuso 4. Rondônia, Roraima, e cerca de dois terços do estado do Amazonas. Este fuso horário abarca o estado do Acre (a partir de Porto Acre) e parte do Amazonas (a partir de Tabatinga). Com cinco horas subtraídas em relação ao GMT.

https://www.todamateria.com.br/fusos-horarios-no-brasil/

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3560882 Ciência Política
Mais de 15,7 milhões de eleitores brasileiros são filiados a algum partido. De acordo com as estatísticas de filiação partidária mensal, disponíveis no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em junho de 2023, a sigla contava com 2.046.711 filiados, o que corresponde a 12,95% do total de 15.798.227 filiados a partidos no país.

https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2023/Julho/mais-de-15-7- milhoes-de-eleitores-brasileiros-sao-filiados-a-algum-partido

O maior partido em número de filiados no Brasil é:
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Q3560881 Conhecimentos Bancários
O DREX é a primeira moeda virtual oficial do Brasil, e também é chamada de Real Digital. Na prática, ela servirá como uma nova expressão das cédulas físicas, já emitidas pelo Banco Central, e será garantida pelos mesmos fundamentos e pelas mesmas políticas econômicas que determinam o valor e a estabilidade do real convencional, permitindo transações financeiras, transferências e pagamentos, por exemplo.

https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/08/07/drex-o-que-e-a-novamoeda-digital-brasileira.ghtml

Sobre a função da Moeda DRIX no Brasil, analise os itens abaixo:

I. Será emitida pelo próprio BC, como uma extensão da moeda física, com a distribuição ao público intermediada pelos bancos e instituições de pagamento.
II. Sua custódia ficará no Banco Central.
III. Poderá ser trocada pelo real tradicional (em notas), e vice-versa, mas o foco serão as transações financeiras.
IV. A cotação frente a outras moedas também será a mesma.
V. Não será permitido que os bancos emprestem esses recursos a terceiros — como acontece atualmente com o real físico e depois os devolva aos clientes.
VI. Haverá uma garantia da segurança jurídica, cibernética e de privacidade nas operações.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3560880 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
Assinale a opção que contém a explicação ADEQUADA para o emprego dos pontos e vírgulas [; ] no trecho:

“... Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados...” 
Alternativas
Q3560879 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

O termo destacado “dela” faz referência à
Alternativas
Q3560878 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
“Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais.”

A palavra destacada pode ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por:
Alternativas
Q3560877 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
Analise o fragmento:

“... Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos. ” 

O termo “que” é
Alternativas
Q3560876 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
Sobre o fragmento: “Agora, o texto traz novos pontos”, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3560875 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
Em: “... acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."

O pronome demonstrativo “esta” é empregado, no texto, na função de:
Alternativas
Q3560874 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
Em: “Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas...” a palavra destacada estabelece relação de:
Alternativas
Q3560873 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
"... os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Analise as assertivas a seguir e coloque (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO.

( ) “passam” está flexionado no pretérito perfeito do indicativo.
( )“alcançarem” está flexionado no presente do subjuntivo.
( )“terão” está flexionado no futuro do pretérito do indicativo.
( )“concorrer” está na forma nominal de gerúndio.
( )“apontou” é verbo dicendi flexionado na terceira pessoa.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3560872 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
Em: “Inclusão ou segregação? ”, é possível afirmar que a figura de linguagem presente é 
Alternativas
Q3560871 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
O objetivo do texto é informar sobre:
Alternativas
Q3558932 Matemática
Três números (A, B e C, nessa ordem) formam uma progressão aritmética de razão 5 e cuja soma dos termos é igual a 6. Nessas condições, o valor de  (A + B)C é igual a:
Alternativas
Q3558931 Matemática
Dada a função real abaixo, o produto de suas raízes é igual a:

f(x) = 2x - 3.2x +2
Alternativas
Q3558930 Matemática
Na primeira fase de um campeonato estadual de xadrez 20 jogadores estão inscritos, e cada um deles deverá enfrentar todos os adversários. Qual será o total de partidas de xadrez na primeira fase desse campeonato:
Alternativas
Respostas
21: C
22: E
23: A
24: B
25: E
26: D
27: E
28: E
29: B
30: D
31: A
32: C
33: A
34: B
35: D
36: E
37: C
38: D
39: B
40: A