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Para prefeitura de barra de santana - pb
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Assinale a alternativa CORRETA sobre as teorias relacionadas aos enfoques descritos no texto acima.
USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos
Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.
Reinaldo José Lopes
SÃO CARLOS (SP)
Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.
Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.
Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.
No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.
"Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.
O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.
"Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.
Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas. [...]
"Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."
O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
"Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."
De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.
Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.
"Em consequência disso, a possiblidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.
Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtml>
Gerson, pintor experiente, acostumado com serviços em altura e já tendo participado de diversos treinamentos e capacitações, adverte Jobson, seu ajudante, sobre a importância de se atualizar quanto ao conhecimento das normas técnicas em Saúde e Segurança do Trabalho – SST. Gerson diz, então, a Jobson:
“A NR 35 fala sobre os requisitos e as medidas de prevenção para o trabalho em altura em toda atividade com diferença de nível acima de 2,0m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda”.
Com base na referida norma, o treinamento inicial a que deve ser submetido Jobson, para ser considerado capacitado para o trabalho em altura, deve ser realizado antes de iniciar a atividade e contemplar, inclusive:
A Norma Regulamentadora nº 18 (NR-18) aplica-se às atividades da indústria da construção, constantes em seção específica do Código Nacional de Atividades Econômicas - CNAE e às atividades e serviços de demolição, reparo, pintura, limpeza e manutenção de edifícios em geral e de manutenção de obras de urbanização.
Com base no que estabelece a NR-18, o Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR, além de contemplar as exigências previstas na NR-01, deve conter outros documentos. Dentre os quais:
A Norma Regulamentadora nº 17 (NR 17) aplica-se a todas as situações de trabalho, incluindo aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário dos postos de trabalho, ao trabalho com máquinas, equipamentos e ferramentas manuais, às condições de conforto no ambiente de trabalho e à própria organização do trabalho.
Com base na NR 17, quanto ao levantamento, transporte e descarga individual de cargas, assinale a alternativa CORRETA.
Junior, estudante de eletricidade predial básica, ao revisar o conteúdo de matérias já cursadas, deparou-se com a seguinte anotação: “nas instalações e serviços em eletricidade devem ser adotadas sinalizações adequadas de segurança, destinadas à advertência e à identificação dos riscos de acidentes com eletricidade”. De acordo com a NR10, sobre exemplos inadequados de sinalização de segurança, analise as assertivas a seguir:
I- Identificação das teclas de interruptores nos circuitos de iluminação.
II- Travamentos e bloqueios de dispositivos e sistemas de manobra e comandos.
III- Restrições e impedimentos de acesso.
IV- Sinalização de áreas de circulação, de vias públicas, de veículos e de movimentação de cargas.
V- Sinalização de impedimento de energização.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
O objetivo da Norma Regulamentadora nº 6 (NR 6 - Equipamentos de Proteção Individual – EPI) é estabelecer os requisitos para aprovação, comercialização, fornecimento e utilização de EPI. A respeito da NR 6, analise a questão.
O Equipamento de Proteção Individual (EPI), de fabricação nacional ou importado, só pode ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. Assinale a alternativa que estabelece, CORRETAMENTE, critérios normativos para a Certidão de Aprovação (CA) de um determinado EPI.
Renato, técnico de segurança do trabalho da fazenda Santa Ana, foi recentemente eleito um dos representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidente (CIPA). Assinale a alternativa que apresenta uma atribuição da CIPA.
Leia o texto sobre a NR1 para responder à questão.
A Norma Regulamentadora nº 1 (NR1) trata das disposições gerais das NR e do gerenciamento de riscos ocupacionais em ambientes laborais. Tal normativa passou por diversas revisões/atualizações desde a sua criação, que visam satisfazer as necessidades dos atores diretamente impactados, como quando da inclusão do tema gerenciamento de riscos ocupacionais por solicitação da bancada dos trabalhadores que compõem a Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP.
Assinale a alternativa que apresenta itens relacionados ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.
Leia o texto sobre a NR1 para responder à questão.
A Norma Regulamentadora nº 1 (NR1) trata das disposições gerais das NR e do gerenciamento de riscos ocupacionais em ambientes laborais. Tal normativa passou por diversas revisões/atualizações desde a sua criação, que visam satisfazer as necessidades dos atores diretamente impactados, como quando da inclusão do tema gerenciamento de riscos ocupacionais por solicitação da bancada dos trabalhadores que compõem a Comissão Tripartite Paritária Permanente – CTPP.
Jessé, técnico de laboratório em uma universidade pública é sempre zeloso em cumprir suas obrigações em saúde e segurança do trabalho. Sobre atos faltosos de Jessé, analise as seguintes assertivas.
I- Submeter-se aos exames médicos previstos nas NR.
II- Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho.
III- Não cumprir ordens de serviço expedidas pelo empregador que coloquem em risco sua vida ou saúde.
IV- Colaborar com a organização na aplicação das NR.
V- Usar, eventualmente, o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador.
É CORRETO o que se afirma apenas em: