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Q4415792 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
O uso das letras maiúsculas na crônica só não ocorreram em:
Alternativas
Q4415791 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
O conselho: "Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém."teria sido útil:
Alternativas
Q4415790 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
De acordo com a crônica, o "retangulinho zebrado" que indica o preço só não é usado:
Alternativas
Q4415789 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Sobre Alan Haberman, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q4415788 Não definido
O enriquecimento de floresta natural que não se revigora espontaneamente dos cortes ou de outros tratamentos efetuados demandados pela necessidade da intervenção humana é denominado:
Alternativas
Q4415787 Não definido
A realização da poda é prática fundamental nas árvores plantadas em logradouros públicos. A prática cultural que consiste na remoção de ramos que estejam em desarmonia com a forma natural da copa ou a eliminação de bifurcações (ramos co-dominantes ou em ângulo agudo) é denominada: 
Alternativas
Q4415786 Não definido
De acordo com MALAVOLTA, PIMENTEL-GOMES & ALCARDE (2011), os fertilizantes podem ser apresentados em diferentes formas e tipos. Quando os fertilizantes são sólidos e se apresentam em partículas pequenas, recebem a denominação:

I- Fertilizantes fluidos se apresentam na forma de solução ou suspensão.
II- Fertilizantes em pó são fertilizantes sólidos que se apresentam em partículas pequenas.
III- Fertilizantes granulados são fertilizantes sólidos que se apresentam na forma de grânulos. 

São corretas: 
Alternativas
Q4415785 Não definido
A lavoura cacaueira apresenta um diversificado grupo de insetos associado ao cultivo, entre os quais os benéficos, constituído por espécies polinizadoras das flores e por parasitóides e predadores que se alimentam de outros insetos. Apresenta ainda o grupo dos nocivos, que em determinadas condições favoráveis, apresentam nível populacional elevado, causando danos econômicos, constituindo-se, desta forma, pragas da lavoura. Relacione a coluna das "Pragas" com a coluna dos "Danos" e assinale a alternativa correta: 

Pragas

I - Tripes (Selenothrips rubrocinctus)
II-Manhoso (Steirastoma breve)
III- Broca dos frutos (Conotrachelus humeropictus)
IV- Vaquinhas (várias espécies)

Danos

() Manchas cloróticas no limbo da folha, que evoluem para necroses e avançam para a queima, queda parcial ou total das folhas (emponteiramento). As reinfestações causam depauperamento e morte da planta. A ferrugem da deposição de excremento líquido que as formas jovens carregam na extremidade do abdome e do derramamento e oxidação do conteúdo celular, provocado pelo hábito alimentar, induz à colheita de frutos verdoengos ou excessivamente maduros, afetando a qualidade do produto.
() As larvas se alimentam no cambio da planta, abrindo galerias em espiral e penetram no lenho, podendo resultar na morte dos ramos ou cacaueiro jovem. A presença de serragem e exudação gomosa na região afetada indicam a presença do inseto, que pode determinar a morte de cacaueiros jovens ou má formação da copa de plantas adultas.
() As fêmeas introduzem o ovopositor no pericarpo do fruto e em minúsculos orifícios depositam seus ovos. Cinco dias depois, emergem pequenas larvas com sintomas de ataque de adultos. Decorridos cerca de 30 dias, atingem o máximo desenvolvimento larval, abrem orifícios, de saída para empuparem no solo, onde penetram fungos patogênicos que irão contaminar os frutos e sementes, tornando-os impróprios para o consumo e beneficiamento.
() Estes insetos se alimentam de folhas novas e parcialmente maduras, provocando perfurações no limbo foliar que fica com aspecto rendilhado, causando a redução da área foliar e diminuindo consequentemente a capacidade fotossintética das plantas. Alguns se alimentam da extremidade apical dos ramos e também tem sido encontrado roendo a casca de bilros e frutos. 
Alternativas
Q4415784 Não definido
Doença provocada por fungo que ataca com maior frequência os galhos finos e a forquilha dos cacaueiros novos em condições de campo, caracterizada por um micélio na forma de pontuações brancas na superfície do galho afetado, no início do ataque, que posteriormente adquire cor rosada. Nas folhas, observa-se o amarelecimento precoce seguido da morte do ramo afetado. Ela é a:
Alternativas
Q4415783 Não definido
De acordo Nogueira, Figueirêdo & Müller (2005), o açaizeiro pode ser propagado pelas vias assexuada (retirada de perfilhos) e sexuada (germinação de sementes). Sobre o assunto, leia as assertivas seguintes:

I- A produção de mudas, por meio de perfilhos, é indicada para a propagação, em pequena escala, de indivíduos que apresentem alta produtividade, elevado rendimento de polpa, maturação uniforme dos frutos no cacho e período de frutificação na entressafra.
II- A produção de mudas a partir de sementes não é o processo mais indicado para o estabelecimento de cultivos comerciais, uma vez que dificulta a produção de grande número de indivíduos, se comparado com a propagação assexuada.
III-A produção de mudas por meio de perfilhos deve ter o seu uso restrito aos trabalhos de melhoramento genético, pelas dificuldades de serem obtidos perfilhos em número suficiente, além de sua baixa taxa de sobrevivência em viveiro ou no campo.
IV-A produção de mudas a partir de sementes é o processo mais indicado para o estabelecimento de cultivos comerciais, pois possibilita produzir grande número de indivíduos com menor custo, quando comparado com a propagação assexuada.

Assinale a alternativa que contempla todas as assertivas corretas.
Alternativas
Q4415782 Não definido
De acordo com ALVES (2012), os espaçamentos mais utilizados para o cultivo do cupuaçuzeiro são: 5m x 5m, 6m x 6m e 6m x 4m. Relacione a coluna das "Opções de espaçamento" com a coluna do "Número de plantas por hectare" e assinale a alternativa correta:


Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q4415781 Não definido
A cultivar BRS Carimbó apresenta frutos médio-grandes e possui dupla aptidão, pois serve tanto para produção de polpa quanto para produção de sementes/amêndoas, com boa aceitação tanto na agroindústria, como no mercado de fruta in natura. Trata-se de uma cultivar de:
Alternativas
Q4415780 Não definido
Coleta seletiva é: 
Alternativas
Q4415779 Não definido
Como parte do processo educativo mais amplo, todos têm direito à educação ambiental. Manter atenção permanente à formação de valores, atitudes e habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva voltada para a prevenção, a identificação e a solução de problemas ambientais é incumbência:
Alternativas
Q4415778 Não definido
O UTM é um sistema de coordenadas baseado no plano cartesiano (eixo x,y). Sobre o assunto, assinale a alternativa que contempla todas as assertivas corretas:

I- Usa o metro (m) como unidade para medir distâncias e determinar a posição de um objeto.
II-Acompanha a curvatura da Terra
III- Seus pares de coordenadas também são chamados de coordenadas planas.
IV- O mesmo par de coordenadas pode se repetir nos 60 fusos diferentes. 
Alternativas
Q4415777 Não definido
Qual a denominação atribuída ao ângulo formado entre о meridiano de origem (Greenwich) e o meridiano do ponto considerado, contado sobre o plano equatorial?
Alternativas
Q4415776 Não definido
Na escala do desenho de 1:200.000, o comprimento da bacia do Rio Uriboca foi representada por uma linha de 36,8 cm. Assinale a alternativa que contém o comprimento total da bacia do Uriboca. 
Alternativas
Q4415775 Não definido
A avaliação de áreas é uma atividade comum na Topografia. Por exemplo, na compra e venda de imóveis rurais e urbanos, esta informação se reveste de grande importância. O processo em que a área a ser calculada é dividida em figuras geométricas, como triângulos, quadrados ou outras figuras, e a área final é determinada pela somatória de todas as áreas das figuras geométricas é denominado: 
Alternativas
Q4415774 Não definido
Considerando que uma Sesmaria de Mato correspondia a um quarto da largura por um terço do comprimento das medidas de uma Sesmaria de Campo e que a Sesmaria de Campo ocupava as dimensões de 6.600m por 19.800m, calcule a área em hectares de uma Sesmaria de Mato:
Alternativas
Q4415773 Não definido
As dimensões predominantes dos lotes agrícolas localizados no Município de Tailândia, Estado do Pará, apresentam 500m de frente por 1.000m de fundos. Qual o tamanho da área em hectares dos lotes que apresentam essas dimensões? 
Alternativas
Respostas
601: A
602: B
603: D
604: C
605: A
606: D
607: A
608: A
609: D
610: C
611: C
612: B
613: C
614: D
615: D
616: B
617: D
618: D
619: B
620: C