Questões de Concurso
Para prefeitura de ourém - pa
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No que diz respeito ao "Exercício” previsto no art. 35 e seus parágrafos, analise os itens seguintes e marque a alternativa correta:
I- Exercício é o efetivo desempenho das atribuições e responsabilidades do cargo para o qual foi nomeado e empossado o servidor.
II- O exercício deverá ocorrer dentro do prazo de 03 (três) dias contados da data da posse, no caso de nomeação e, da publicação oficial do ato, nos demais casos,
III- Será exonerado o servidor empossado que não entrar em exercício no prazo previsto no item II.
Nos termos do art. 43 e seus incisos, para avaliação do desempenho do servidor, a ser regulamentada por ato do Poder Executivo municipal, deverá ser considerado, dentre outros, os seguintes critérios:
I- conjugação de conhecimentos teóricos e práticos;
II- sociabilidade;
III- desenvolvimento profissional;
IV- equilíbrio físico.
Estão corretos apenas os itens:
Além do vencimento e de outras previstas em Lei, o servidor municipal poderá, nos termos do art. 53 e seus incisos, perceber as seguintes vantagens:
I- adicional de insalubridade, de risco de vida ou periculosidade para servidores que trabalhem habitualmente em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias radioativas ou com risco devida.
II- adicional por extensão da jornada de trabalho: quando autorizado e nos limites especificados em lei, à razão de 50% (cinquenta por cento) sobre a hora normal.
III- adicional noturno, quando a jornada de trabalho ocorrer entre 22 (vinte e duas) horas de um dia e 05 (cinco) horas do dia subsequente, à razão de 25% (vinte e cinco por cento) acima da hora extra diurna.
IV- gratificação por exercido de função entre 10%(Dez porcento) e 70%(Setenta por cento) sobre o vencimento base do servidor, atribuída pelo Chefe do Executivo a servidores no exercício de funções e cargos intermediários, constantes do Anexo V da Lei Municipal n.° 1.936/2017.
Após a análise das afirmações, marque a alternativa correta:
Sobre a possibilidade de ser fixada idade máxima para a realização de concurso público, conforme as regras do parágrafo 12 do art. 18, analise os itens seguintes e marque a alternativa correta:
I- A fixação de idade máxima é permitida apenas nos casos em que o desempenho normal das funções do cargo exija condição etária determinada.
II- É vedada a previsão de idade inferior à apresentada por servidores na ativa lotados em cargos iguais aos oferecidos no certame.
III- É permitida a fixação de idade máxima apenas nos concursos públicos que envolvem a área de segurança pública.
De acordo com o art. 12, são condições indispensáveis para o provimento de cargo da prefeitura:
I-a existência de vaga;
II- a disponibilidade de horário;
III- a previsão quantitativa de cargos;
IV- a previsão orçamentária.
Marque a alternativa que só tenha os itens corretos:
Sobre os aspectos gerais de Ourém, analise os itens seguintes e marque a alternativa correta:
I- O vasto território de Ourém, estabelecido pelo governador colonial Manoel Bernardo de Mello e Castro, através do ouvidor geral e corregedor da Comarca do Grão Pará, Dr. Feliciano Ramos Nobre Mourão em 29/05/1762, de tão grande que era, se limitava com o Município da Capital Belém, hoje, depois de muitas emancipações, se resume à extensão de 599,80 Km2 (SEPLAN/ESTATISTICA).
II- A população de Ourém cresceu e diminuiu influenciada de acordo com o progresso da região ou das emancipações ocorridas, tendo seu apogeu no final dos anos 1980.
III- Há registros de que quando da criação de Ourém, em 1753, por Mendonça Furtado, este governador conseguiu reunir 150 índios, ocasião em que denominou a localidade de Vila de Ourém.
IV- A cidade dista da capital em linha reta em 143 Km e pela principal estrada de rodagem em 182 Km, pertencendo à Mesorregião Nordeste Paraense e a Microrregião Guamá e na antiga nomenclatura Região Guajarina.
Sobre a história do local onde atualmente fica localizado o Município de Ourém, analise os itens seguintes e marque a alternativa correta:
I- Uma cachoeira impediu o navegador Pedro Teixeira de subir ainda mais o rio Xingu, em 1.616. Luiz de Moura fez o mesmo percurso e no período de 1725 a 1727 construiu ao lado direito da dita cachoeira a casa forte que originou a vila de Ourém.
II- A Casa Forte de Luiz de Moura foi construída no período de 01/03/1725 e concluída em 1727, data esta considerada como fundamental para a existência do grande Município do rio Guamá.
III- O local da construção da casa-forte teria sido na praça da matriz, em terreno levemente alçado sobre o nível das águas do Guamá, à margem direita, junto à cachoeira.
IV- A Casa Forte de Luiz de Moura e embrião de Ourém era toda em madeira de lei e aparelhada de armamentos com toda segurança e formosura.
Estão corretos somente os itens:
Quanto à impressão de documentos no Microsoft Word, analise I os itens a seguir e marque a alternativa correta:
I- No Microsoft Word existe somente a opção 'Impressão Rápida para o processo de impressão de documentos.
II- Para exibir a caixa de diálogo 'Impressão Rápida' deve-se pressionar CTRL+R.
III- Para exibir a caixa de diálogo 'Imprimir' deve-se pressionar
CTRL+P.
Analise a figura a seguir, leia os itens e marque a alternativa correta:

I- A ação de clicar em D2 e digitar =SE(B2=''Concluso";C2*30%) ; e, em seguida, pressionar ENTER, atribui o valor 600 à célula D2.
II- Para atribuir o valor 5000 à célula D3 é suficiente realizar o seguinte procedimento: clicar na célula D3, digitar =SE(C2<=C3;MÉDIA(C2:C5)) e, em seguida, pressionar ENTER.
IIl - O ato de clicar em célula D4 e digitar =SE(C2<=C3;SOMA(C2:C3); SOMA(C2:C5)) e em seguida, pressionar a tecla ENTER, atribui o valor 11000 à célula D4.
IV- Para atribuir o valor 10000 à célula D5 é suficiente realizar o seguinte procedimento: clicar a célula D5, digitar =SE(MÉDIA(C2:C5)>=1000; MÁXIMO(C2:C5)) e, em seguida, pressionara ENTER.
Estão corretos:
Relacione a Coluna 1 (Definição) com a Coluna 2 (terminologia) e marque a alternativa correta:
Colina 1
I- Programa que é disponibilizado para uso gratuito.
II- Programas que após um período de uso ou número de utilizações, perde algumas ou todas as suas funcionalidades.
III- Você pode testar o programa em sua totalidade, com todos os recursos, mas geralmente não poderá salvar ou exportar os trabalhos feitos.
Coluna 2
( ) freeware.
( ) Shareware.
( ) trial.
O Sistema Operacional Windows 8 é muito utilizado em todo mundo pela facilidade na sua utilização, pois podem ser feitas muitas operações nele. Para aqueles usuários mais avançados do sistema operacional, costuma-se utilizar teclas de atalho para se economizar tempo no passo a passo de uma operação a ser feita nele. Sobre teclas de atalho analise os itens a seguir e marque a alternativa correta:
I- A tecla
+T irá bloquear a área de trabalho ou alternar o
usuário.
II- A tecla
+ R irá abrir a janela Executar, onde se digitar o
comando cmd e teclar ENTER, irá abrir o prompt de comando do
Windows.
III- Atecla
+ F irá criar pastas e arquivos.
IV- Atecla
+ D recolhe todas as janelas ativas e mostra a área
de trabalho.
Estão corretos:
A Trump o que é de César.
Há algumas semanas, um sujeito muito parecido com Donald Trump levou 33 punhaladas no meio do Central Park, em Nova York. O sangue era cênico e os punhais eram falsos, mas o furor causado pela encenação nada teve de figurativo. Entre 23 de maio e 18 de junho, milhares de pessoas enfrentaram filas para assistir ao assassinato, enquanto outras tantas campeavam a internet denunciando a peça como apologia do terror politico. Nada mau, repare-se, para um texto que anda entre nós há mais de 400 anos: o espetáculo em questão é uma montagem de Júlio César, peça escrita por William Shakespeare em 1599. Nessa adaptação, dirigida por Oskar Eustin, o personagem-título tinha uma cabeleireira desbotada e usava terno azul, com gravata vermelha mais comprida que o aconselhável; sua esposa, Calpúrnia, falava com reconhecível sotaque eslavo. Um sósia presidencial encharcado de sangue é visão que não poderia passar incólume em um país que já teve quatro presidentes assassinados: após as primeiras sessões, patrocinadores cancelaram seu apoio, fãs do presidente interromperam a peça aos gritos, e e-mails de ódio choveram sobre companhias teatrais que nada tinham a ver com o assunto - exceto pelo fato de carregarem a palavra "Shakespeare” no nome.
Trocar togas por ternos não é ideia nova. Orson Welles fez isso em 1973, no Mercury Theater de Nova York; nessa célebre montagem, o ditador romano ganhou ares de Mussolini e foi esfaqueado pelo próprio Welles, que interpretava Brutus. Nas décadas seguintes, outras figuras modernas emprestaram trajes e trejeitos ao personagem: entre elas, Charles de Gaulle, Fidel Castro e Nicolae Ceausescu. Atualizações como essas expandem, mas não esgotam, o texto de Shakespeare - é muito difícil determinar, pela leitura da peça, se a intenção do bardo era louvar, condenar ou apenas retratar, com imparcialidade, os feitos sanguinolentos dos Idos de Março. Por conta dessa neutralidade filosófica, a tarefa de identificar o protagonista da peça é famosamente complicada: há quem prefira Brutus; há que escolha Marco Antônio ou até o velho Júlio.
O texto, como bom texto, não corrobora nem refuta: ele nos observa. Tragédias não são panfletos, e obras que se exaurem em mensagens inequívocas dificilmente continuarão a causar deleite e fúria quatro séculos após terem sido escritas. Em certo sentido, a boa literatura é uma combinação bem-sucedida de exatidão e ambiguidade: se os versos de Shakespeare ainda causam tamanho alvoroço, é porque desencadeiam interpretações inesgotáveis e, às vezes, contraditórias, compelindo o sucessivo universo humano a se espelhar em suas linhas. Ao adaptar a grande literatura do passado ao nosso tempo, também nós nos adaptamos a ela: procuramos formas de comunicar o misterioso entusiasmo que essas obras nos causam e projetamos o mundo, como o vemos em suas páginas.
Não, Shakespeare não precisa ter terno e gravata para ser atual - mas se o figurino cai bem, por que não vesti-lo?
(Fonte: BOTELHO, José Francisco. Revista VEJA. Data: 18 de julho de 2017)
A Trump o que é de César.
Há algumas semanas, um sujeito muito parecido com Donald Trump levou 33 punhaladas no meio do Central Park, em Nova York. O sangue era cênico e os punhais eram falsos, mas o furor causado pela encenação nada teve de figurativo. Entre 23 de maio e 18 de junho, milhares de pessoas enfrentaram filas para assistir ao assassinato, enquanto outras tantas campeavam a internet denunciando a peça como apologia do terror politico. Nada mau, repare-se, para um texto que anda entre nós há mais de 400 anos: o espetáculo em questão é uma montagem de Júlio César, peça escrita por William Shakespeare em 1599. Nessa adaptação, dirigida por Oskar Eustin, o personagem-título tinha uma cabeleireira desbotada e usava terno azul, com gravata vermelha mais comprida que o aconselhável; sua esposa, Calpúrnia, falava com reconhecível sotaque eslavo. Um sósia presidencial encharcado de sangue é visão que não poderia passar incólume em um país que já teve quatro presidentes assassinados: após as primeiras sessões, patrocinadores cancelaram seu apoio, fãs do presidente interromperam a peça aos gritos, e e-mails de ódio choveram sobre companhias teatrais que nada tinham a ver com o assunto - exceto pelo fato de carregarem a palavra "Shakespeare” no nome.
Trocar togas por ternos não é ideia nova. Orson Welles fez isso em 1973, no Mercury Theater de Nova York; nessa célebre montagem, o ditador romano ganhou ares de Mussolini e foi esfaqueado pelo próprio Welles, que interpretava Brutus. Nas décadas seguintes, outras figuras modernas emprestaram trajes e trejeitos ao personagem: entre elas, Charles de Gaulle, Fidel Castro e Nicolae Ceausescu. Atualizações como essas expandem, mas não esgotam, o texto de Shakespeare - é muito difícil determinar, pela leitura da peça, se a intenção do bardo era louvar, condenar ou apenas retratar, com imparcialidade, os feitos sanguinolentos dos Idos de Março. Por conta dessa neutralidade filosófica, a tarefa de identificar o protagonista da peça é famosamente complicada: há quem prefira Brutus; há que escolha Marco Antônio ou até o velho Júlio.
O texto, como bom texto, não corrobora nem refuta: ele nos observa. Tragédias não são panfletos, e obras que se exaurem em mensagens inequívocas dificilmente continuarão a causar deleite e fúria quatro séculos após terem sido escritas. Em certo sentido, a boa literatura é uma combinação bem-sucedida de exatidão e ambiguidade: se os versos de Shakespeare ainda causam tamanho alvoroço, é porque desencadeiam interpretações inesgotáveis e, às vezes, contraditórias, compelindo o sucessivo universo humano a se espelhar em suas linhas. Ao adaptar a grande literatura do passado ao nosso tempo, também nós nos adaptamos a ela: procuramos formas de comunicar o misterioso entusiasmo que essas obras nos causam e projetamos o mundo, como o vemos em suas páginas.
Não, Shakespeare não precisa ter terno e gravata para ser atual - mas se o figurino cai bem, por que não vesti-lo?
(Fonte: BOTELHO, José Francisco. Revista VEJA. Data: 18 de julho de 2017)