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Q4302608 Português

Para responder à questão, leia o texto III.


Texto III


    Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.


     O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.


     O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa. 


(Texto fictício) 

Considerando o trecho “Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa”, os termos sistemáticas e condicionadas contribuem para a compreensão de que as variantes fonéticas 
Alternativas
Q4302607 Português

Para responder à questão, leia o texto III.


Texto III


    Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.


     O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.


     O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa. 


(Texto fictício) 

O contraste fonético entre as realizações do fonema /s/ em “mininush” e “mininus”, representados, conforme o Alfabeto Fonético Internacional (AFI), como [miˈninuʃ] e [miˈninus], respectivamente, é adequadamente interpretado como: 
Alternativas
Q4302606 Linguística

Para responder à questão, leia o texto III.


Texto III


    Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.


     O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.


     O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa. 


(Texto fictício) 

Uma das pronúncias para a palavra “tia” citada no texto, produzida pelos falantes como tchia, ressalta uma característica fonético-fonológica de uma variedade linguística. De acordo com o Alfabeto Fonético Internacional (AFI), essa pronúncia é representada como [ˈtʃiɐ] e exemplifica um processo de: 
Alternativas
Q4302605 Português

Para responder à questão, analise os textos I e II:


Texto I





Texto II 


“No Brasil, a diversidade linguística é uma marca cultural profunda, resultado de séculos de interações entre povos nativos, colonizadores europeus e imigrantes de várias partes do mundo [...] variações dialetais refletem as influências históricas, geográficas e culturais de cada região, tornando o português brasileiro uma língua rica em diversidade. Ao analisar os principais dialetos regionais do Brasil, torna-se evidente como essas variações desempenham um papel fundamental na identidade cultural de diferentes regiões”.


(CASTILHO, Divina Eterna. Variação linguística no Brasil: uma análise sobre os dialetos regionais. Revista Ilustração, Cruz Alta, v. 5, n. 10, p. 71 86, 2024. Disponível em: https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/406. Acesso em: 17, jul., 2026.) 

Quais princípios sociolinguísticos possibilitam relacionar as ideias do texto II à situação comunicativa apresentada na charge (texto I)?


I. Variação linguística diamésica, variação diacrônica, comunidade de fala e bilinguismo;


II. Variação linguística diatópica, heterogeneidade linguística, adequação comunicativa e pertencimento cultural;


III. Prestígio linguístico, variação diafásica, diferenças entre variedade de prestígio e variedade popular;


IV. Mudança linguística, variação individual (idioleto) e alternância de código;


V. Estigma linguístico, variação linguística situacional e preconceito linguístico.


Selecione uma alternativa correta. 

Alternativas
Q4302604 Linguística
No período da Idade Média, o galego-português era a língua falada nas regiões de Portugal e da Galícia. Tratava-se de uma unidade linguística de grande importância, que se caracterizou, sobretudo, como língua da poesia trovadoresca. Posteriormente, houve a separação entre o galego e o português em línguas distintas, ocorrida, principalmente 
Alternativas
Q4302338 Sociologia
Texto I
Chegou a vez da liquefação dos padrões de dependência e interação. Eles são agora maleáveis a um ponto que as gerações passadas não experimentaram e nem poderiam imaginar; mas, como todos os fluidos, eles não mantêm a forma por muito tempo. Dar-lhes forma é mais fácil que mantê-los nela.
(BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Tradução de Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2001. p.12)

Texto II
A sociedade em rede, em termos simples, é uma estrutura social baseada em redes operadas por tecnologias de comunica ção e informação fundamentadas na microelectrónica e em redes digitais de computadores que geram, processam e distri buem informação a partir de conhecimento acumulado nos nós dessas redes.
(CASTELLS, Manuel; CARDOSO, Gustavo (org.). A sociedade em rede: do conhecimento à acção política. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2006. p.20)

Os fragmentos abordam diferentes dimensões das transformações ocorridas nas sociedades contemporâneas sob o impac to da globalização. Embora partam de categorias analíticas distintas, ambos problematizam os efeitos produzidos pela reorganização do capitalismo, pela intensificação dos fluxos globais e pelas novas formas de interação social decorrentes da revolução informacional. Nesse contexto, as proposições seguintes analisam diferentes interpretações acerca da socie dade contemporânea, marque a alternativa que desenvolva adequadamente a problemática apresentada.
Alternativas
Q4302337 Geografia
“As reuniões dos Tuxás começaram a partir de 2013, onde chegaram a conclusão de que um projeto educacional próprio, criado e gestado por eles, poderia auxiliar na defesa do seu projeto de vida, possibilitando aos sujeitos compreenderem os perigos e armadilhas de empresas, instituições do Estado ou dos Awa’i/Karaí (homem branco) que vivem pela região. A partir de tais reflexões, foi criado em 2014 o Jumue’ha Renda Kehuru — Centro de Formação e Saberes Ka’apor (CFSK), e a partir da sua criação, o Projeto Educacional Ka’apor passou a ser uma das frentes de trabalho (atividades) mais frequente do território, tanto para recusar a educação escolar do branco que décadas atrás havia chegado até as aldeias, como para dialogar com os outros projetos que seriam criados a partir de então para formar gestores capazes de intervir nas decisões políticas do território sem cair nas armadilhas das propostas apresentadas por não indígenas”.

(PORTAL, T. M.; PONTES, C. V. A educação escolar indígena ka'apor: seus processos de resistência e luta na construção por autonomia. In: xv Reunião de Antropologia do Mercosul, 2025, Salvador.)

A formação do espaço social brasileiro é indissociável da imposição de uma racionalidade hegemônica que, historicamente, buscou a subordinação de territorialidades subalternizadas. Na modernidade tardia, a experiência do povo Ka’apor, por meio do Jumue’ha Renda Kehuru (CFSK), ilustra uma dinâmica de resistência espacial e cultural. A partir da análise do texto e das teorias sobre a produção do espaço e relações de poder no Brasil, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4302336 História
Na análise sobre a transição para a civilização urbana e a formação do Estado na Baixa Mesopotâmia, a historiografia contemporânea contesta o determinismo geográfico implícito na tese clássica do "despotismo hidráulico". O debate atual demonstra que as grandes obras de irrigação e o controle centralizado das águas não foram a causa primordial do surgi mento das primeiras instituições políticas, mas sim um reflexo tardio do fortalecimento e da consolidação do próprio poder estatal. Embora o ambiente da planície dos rios Tigre e Eufrates impusesse desafios severos, as respostas iniciais a essas condições ocorreram em nível regionalizado.

Considerando a organização socioeconômica das cidades-estados sumérias e a revisão historiográfica apresentada, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4302335 História
A historiografia recente sobre a emancipação política do Brasil rejeita a narrativa de uma transição pacífica e consensual orquestrada exclusivamente por Dom Pedro I no Rio de Janeiro. Historiadores demonstram que o processo de separação de Portugal foi marcado por violentas guerras civis regionalizadas (na Bahia, no Piauí, no Maranhão e na Província Cisplatina), onde diferentes projetos políticos disputavam o futuro do território.

Sob a ótica dos conflitos provinciais na Independência, a resistência das juntas governativas do Norte e Nordeste à autoridade do Rio de Janeiro se justificava historicamente porque: 
Alternativas
Q4302334 Sociologia
No final dos anos 1970, a instalação do polo industrial em Barcarena (PA) alterou drasticamente o perfil produtivo e demo gráfico da região. Como resposta cultural e econômica a esse processo de ruptura estrutural, produtores locais criaram, em 1979, o Festival do Abacaxi, uma iniciativa de valorização do cultivo agrícola tradicional frente ao avanço da grande indústria siderúrgica e de infraestrutura. Ao longo das décadas seguintes, enquanto a cidade se integrava às cadeias globais de alumínio, o festival expandiu-se e obteve o reconhecimento formal como patrimônio cultural do Pará. O evento atua, desse modo, como um importante local de preservação da memória e da identidade de camponeses e ribeirinhos, resistindo de forma simbólica ao apagamento sociocultural promovido pela lógica da modernização industrializada.

Sob a ótica da História do Tempo Presente e das disputas de memória no mundo contemporâneo globalizado, o surgimento e a perenização dessa festividade representam: 
Alternativas
Q4302333 Antropologia

A estrutura social das comunidades de matriz banta na porção centro-ocidental do continente africano tinha como pilar o sistema de linhagens, caracterizado pela união de indivíduos vinculados a uma ancestralidade comum. A formação de modelos políticos centralizados a partir do século XIV, a exemplo do Reino do Congo, não extinguiu essa dinâmica tradicional, mas a integrou ao seu funcionamento. A soberania do Manicongo fundamentava-se na ampliação das prerrogativas dos líderes dessas linhagens locais. Assim, a arrecadação de impostos, a concessão de áreas de cultivo e a circulação de itens valorizados (nzimbu) demandavam pactos permanentes entre o núcleo governamental e os poderes regionais, respeitando os laços de parentesco e os compromissos mútuos de reciprocidade.


Com base na dinâmica sociopolítica do Reino do Congo e das populações bantas descrita no trecho, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q4302332 História
Considere as transformações geopolíticas e os tratados de paz que reconfiguraram o mapa europeu e do Oriente Médio após o encerramento da Grande Guerra. A respeito das especificidades da Primeira Guerra Mundial e de seus desdobra mentos diplomáticos e institucionais, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4302331 História
A historiografia contemporânea sobre a Primeira Guerra Mundial tem abdicado de interpretações que atribuem a eclosão do conflito exclusivamente ao atentado de Sarajevo ou à responsabilidade isolada de uma única potência europeia. Em seu lugar, prevalece a compreensão de que a guerra resultou do colapso de um sistema internacional sustentado pelo equilíbrio de poder, pela diplomacia entre alianças e pela crescente militarização das relações internacionais. Nesse contexto, a intensificação da corrida armamentista, as disputas imperialistas, o nacionalismo exacerbado, disputa nos Bálcãs e a rigidez dos planos de mobilização das alianças militares transformaram a crise diplomática de julho de 1914 em um conflito de grandes proporções. Além disso, a Primeira Guerra Mundial inaugurou uma nova forma de enfrentamento, frequentemente caracterizada como guerra total, marcada pela mobilização integral dos recursos econômicos, industriais e humanos dos Estados, pela crescente diluição das fronteiras entre combatentes e populações civis e pelo uso sistemático da propaganda como instrumento de legitimação e sustentação do esforço de guerra.

Considerando as dinâmicas estruturais e o debate historiográfico sobre a Primeira Guerra Mundial, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4302330 História
A transição do feudalismo para o capitalismo permanece como um dos temas mais debatidos pela historiografia. Nas últimas décadas, esse processo deixou de ser interpretado como uma simples sucessão cronológica entre dois modos de produção, passando a ser compreendido como uma transformação histórica complexa, marcada por diferentes ritmos regionais e por múltiplos fatores econômicos, políticos e sociais. Nesse contexto, a historiografia contemporânea destaca que as explicações para essa transição variam conforme a perspectiva analítica adotada, não havendo consenso quanto ao ele mento considerado decisivo para sua compreensão. Considerando esse debate historiográfico, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4302329 História
Leia o trecho a seguir.

“Aristóteles dirá que o homem é um animal político, ou seja, ‘que vive na pólis’. A pólis, ou cidade-estado, era o cerne da civilização grega e seus habitantes eram chamados de politai, "cidadãos", aqueles que vivem na pólis”.
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma / Pedro Paulo A. Funari. - 2 cd - São Paulo: Contexto. 2002 - Repensando a História. p. 48)

A experiência da pólis grega clássica, notadamente o modelo democrático ateniense do século V a.C., é frequentemente celebrada como o berço da cidadania ocidental. Contudo, a historiografia crítica aponta que a consolidação desse espaço político e social estava intrinsecamente ligada a profundas contradições estruturais. Sobre a organização socioespacial e política da Atenas Clássica, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4302328 História
Considere o debate historiográfico acerca das contradições estruturais que envolveram a transição política na Rússia czarista e a emergência da União Soviética. A respeito das especificidades da Revolução Russa e de seus desdobramentos socioeconômicos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4302327 História

Leia o trecho a seguir.


"Abatido por vários séculos de opressão, esse continente presenciou gerações de viajantes, de traficantes de escravos, de exploradores, de missionários, de procônsules, de sábios de todo tipo, que acabaram por fixar sua imagem no cenário da miséria, da barbárie, da irresponsabilidade e do caos." 


(KI-ZERBO, Joseph. História Geral da África I: Metodologia e Pré-História da África. Brasília: UNESCO, 2010, p.37.)


A crítica formulada por Ki-Zerbo contrapõe-se à interpretação eurocêntrica da história africana. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação historicamente correta acerca dos grandes reinos e impérios africanos. 

Alternativas
Q4302326 História

A historiografia contemporânea tem revisado as revoltas anticoloniais no Brasil do final do século XVIII, superando a narrativa nacionalista do século XIX que as enxergava apenas como antecipações heróicas da independência. Ao analisar a Conjuração Baiana (1798), também conhecida como Revolta dos Alfaiates, historiadores destacam a circulação de ideias revolucionárias e a composição social heterogênea do movimento.


Sob a ótica da História Social e das conexões atlânticas no período colonial, a especificidade histórica da Conjuração Baiana reside no fato de que: 

Alternativas
Q4302325 História
A expansão das fronteiras coloniais da América Portuguesa não resultou apenas de determinações metropolitanas ou da assinatura de tratados diplomáticos. Ao longo dos séculos XVII e XVIII, esse processo foi impulsionado por expedições exploratórias, atividades missionárias, interesses econômicos, conflitos militares e pela atuação de diferentes grupos indígenas, que ora resistiram ao avanço colonial, ora estabeleceram alianças e negociações com os agentes da colonização. Dessa forma, a ocupação efetiva do território ultrapassou os limites originalmente definidos pelo Tratado de Tordesilhas, contribuindo para a configuração espacial do Brasil.

Considerando o contexto histórico da dinâmica de expansão das fronteiras coloniais da América Lusitana entre os séculos XVII e XVIII, bem como o debate historiográfico sobre a ocupação do território, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4302324 História
"É preciso superar a visão de que os índios foram vítimas indefesas da colonização ou que apenas assistiram passivamente à ação histórica dos europeus. Os índios do passado foram, e os do presente continuam sendo, sujeitos da história."

(HENRIQUE, Márcio Couto. Sem Vieira nem Pombal: Índios na Amazônia do século XIX. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2018.)

A partir da perspectiva historiográfica apresentada pelo autor e dos estudos recentes sobre os povos indígenas durante o período colonial brasileiro, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
121: E
122: B
123: C
124: A
125: A
126: D
127: D
128: E
129: B
130: D
131: C
132: B
133: A
134: E
135: A
136: C
137: D
138: B
139: A
140: E