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Para responder à questão, leia o texto III.
Texto III
Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.
O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.
O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa.
(Texto fictício)
Para responder à questão, leia o texto III.
Texto III
Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.
O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.
O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa.
(Texto fictício)
Para responder à questão, leia o texto III.
Texto III
Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.
O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.
O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa.
(Texto fictício)
Para responder à questão, analise os textos I e II:
Texto I

Texto II
“No Brasil, a diversidade linguística é uma marca cultural profunda, resultado de séculos de interações entre povos nativos, colonizadores europeus e imigrantes de várias partes do mundo [...] variações dialetais refletem as influências históricas, geográficas e culturais de cada região, tornando o português brasileiro uma língua rica em diversidade. Ao analisar os principais dialetos regionais do Brasil, torna-se evidente como essas variações desempenham um papel fundamental na identidade cultural de diferentes regiões”.
(CASTILHO, Divina Eterna. Variação linguística no Brasil: uma análise sobre os dialetos regionais. Revista Ilustração, Cruz Alta, v. 5, n. 10, p. 71 86, 2024. Disponível em: https://journal.editorailustracao.com.br/index.php/ilustracao/article/view/406. Acesso em: 17, jul., 2026.)
Quais princípios sociolinguísticos possibilitam relacionar as ideias do texto II à situação comunicativa apresentada na charge (texto I)?
I. Variação linguística diamésica, variação diacrônica, comunidade de fala e bilinguismo;
II. Variação linguística diatópica, heterogeneidade linguística, adequação comunicativa e pertencimento cultural;
III. Prestígio linguístico, variação diafásica, diferenças entre variedade de prestígio e variedade popular;
IV. Mudança linguística, variação individual (idioleto) e alternância de código;
V. Estigma linguístico, variação linguística situacional e preconceito linguístico.
Selecione uma alternativa correta.
Chegou a vez da liquefação dos padrões de dependência e interação. Eles são agora maleáveis a um ponto que as gerações passadas não experimentaram e nem poderiam imaginar; mas, como todos os fluidos, eles não mantêm a forma por muito tempo. Dar-lhes forma é mais fácil que mantê-los nela.
(BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Tradução de Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2001. p.12)
Texto II
A sociedade em rede, em termos simples, é uma estrutura social baseada em redes operadas por tecnologias de comunica ção e informação fundamentadas na microelectrónica e em redes digitais de computadores que geram, processam e distri buem informação a partir de conhecimento acumulado nos nós dessas redes.
(CASTELLS, Manuel; CARDOSO, Gustavo (org.). A sociedade em rede: do conhecimento à acção política. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2006. p.20)
Os fragmentos abordam diferentes dimensões das transformações ocorridas nas sociedades contemporâneas sob o impac to da globalização. Embora partam de categorias analíticas distintas, ambos problematizam os efeitos produzidos pela reorganização do capitalismo, pela intensificação dos fluxos globais e pelas novas formas de interação social decorrentes da revolução informacional. Nesse contexto, as proposições seguintes analisam diferentes interpretações acerca da socie dade contemporânea, marque a alternativa que desenvolva adequadamente a problemática apresentada.
(PORTAL, T. M.; PONTES, C. V. A educação escolar indígena ka'apor: seus processos de resistência e luta na construção por autonomia. In: xv Reunião de Antropologia do Mercosul, 2025, Salvador.)
A formação do espaço social brasileiro é indissociável da imposição de uma racionalidade hegemônica que, historicamente, buscou a subordinação de territorialidades subalternizadas. Na modernidade tardia, a experiência do povo Ka’apor, por meio do Jumue’ha Renda Kehuru (CFSK), ilustra uma dinâmica de resistência espacial e cultural. A partir da análise do texto e das teorias sobre a produção do espaço e relações de poder no Brasil, assinale a alternativa correta.
Considerando a organização socioeconômica das cidades-estados sumérias e a revisão historiográfica apresentada, assinale a alternativa correta.
Sob a ótica dos conflitos provinciais na Independência, a resistência das juntas governativas do Norte e Nordeste à autoridade do Rio de Janeiro se justificava historicamente porque:
Sob a ótica da História do Tempo Presente e das disputas de memória no mundo contemporâneo globalizado, o surgimento e a perenização dessa festividade representam:
A estrutura social das comunidades de matriz banta na porção centro-ocidental do continente africano tinha como pilar o sistema de linhagens, caracterizado pela união de indivíduos vinculados a uma ancestralidade comum. A formação de modelos políticos centralizados a partir do século XIV, a exemplo do Reino do Congo, não extinguiu essa dinâmica tradicional, mas a integrou ao seu funcionamento. A soberania do Manicongo fundamentava-se na ampliação das prerrogativas dos líderes dessas linhagens locais. Assim, a arrecadação de impostos, a concessão de áreas de cultivo e a circulação de itens valorizados (nzimbu) demandavam pactos permanentes entre o núcleo governamental e os poderes regionais, respeitando os laços de parentesco e os compromissos mútuos de reciprocidade.
Com base na dinâmica sociopolítica do Reino do Congo e das populações bantas descrita no trecho, assinale a alternativa correta.
Considerando as dinâmicas estruturais e o debate historiográfico sobre a Primeira Guerra Mundial, assinale a alternativa correta.
“Aristóteles dirá que o homem é um animal político, ou seja, ‘que vive na pólis’. A pólis, ou cidade-estado, era o cerne da civilização grega e seus habitantes eram chamados de politai, "cidadãos", aqueles que vivem na pólis”.
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma / Pedro Paulo A. Funari. - 2 cd - São Paulo: Contexto. 2002 - Repensando a História. p. 48)
A experiência da pólis grega clássica, notadamente o modelo democrático ateniense do século V a.C., é frequentemente celebrada como o berço da cidadania ocidental. Contudo, a historiografia crítica aponta que a consolidação desse espaço político e social estava intrinsecamente ligada a profundas contradições estruturais. Sobre a organização socioespacial e política da Atenas Clássica, assinale a alternativa correta.
Leia o trecho a seguir.
"Abatido por vários séculos de opressão, esse continente presenciou gerações de viajantes, de traficantes de escravos, de exploradores, de missionários, de procônsules, de sábios de todo tipo, que acabaram por fixar sua imagem no cenário da miséria, da barbárie, da irresponsabilidade e do caos."
(KI-ZERBO, Joseph. História Geral da África I: Metodologia e Pré-História da África. Brasília: UNESCO, 2010, p.37.)
A crítica formulada por Ki-Zerbo contrapõe-se à interpretação eurocêntrica da história africana. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação historicamente correta acerca dos grandes reinos e impérios africanos.
A historiografia contemporânea tem revisado as revoltas anticoloniais no Brasil do final do século XVIII, superando a narrativa nacionalista do século XIX que as enxergava apenas como antecipações heróicas da independência. Ao analisar a Conjuração Baiana (1798), também conhecida como Revolta dos Alfaiates, historiadores destacam a circulação de ideias revolucionárias e a composição social heterogênea do movimento.
Sob a ótica da História Social e das conexões atlânticas no período colonial, a especificidade histórica da Conjuração Baiana reside no fato de que:
Considerando o contexto histórico da dinâmica de expansão das fronteiras coloniais da América Lusitana entre os séculos XVII e XVIII, bem como o debate historiográfico sobre a ocupação do território, assinale a alternativa CORRETA.
(HENRIQUE, Márcio Couto. Sem Vieira nem Pombal: Índios na Amazônia do século XIX. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2018.)
A partir da perspectiva historiográfica apresentada pelo autor e dos estudos recentes sobre os povos indígenas durante o período colonial brasileiro, assinale a alternativa correta.