Questões de Concurso Para prefeitura de unaí - mg

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Q2305762 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 03 




Disponível em: http://dialogoeducacional.blogspot.com/2012/02/substantivo-ensino-medio.html. Acesso em: 28 set. 2023. 


Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se inferem do texto 03.
I - As pressões externas tolhem a criatividade.
II - A criatividade faz parte do processo da escrita.
III - A liberdade favorece o processo de criação.
IV - O produto é o que importa no processo criativo.
V - A obrigação de criar gera muita insatisfação.
Estão CORRETAS as alternativas
Alternativas
Q2305761 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 02 




Disponível em: http://www.mairaborges.com/2020/11/como-ser-mais-criativo.html. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 


O verbo que foi usado coloquialmente, ou seja, com o apagamento da preposição, é  
Alternativas
Q2305760 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 02 




Disponível em: http://www.mairaborges.com/2020/11/como-ser-mais-criativo.html. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 


Ser criativo envolve 


I - apreciar o previsível.


II - obrigar-se sempre a criar.


III - trabalhar sem cessar.


IV - aceitar os recomeços.


V - propor-se a correr riscos.


Estão CORRETAS as alternativas 

Alternativas
Q2305759 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 01


A teoria do flow: foco total no fluxo  

Ana Paula Puga 


            Quando estamos em flow, segundo Mihaly Csikszentmihalyi, desenvolvemos atividades que nos trazem prazer e chegamos mais perto da satisfação plena. Já observou uma criança brincando? Se sim, você deve ter notado como ela parece 100% envolvida no seu mundo imaginário, na fantasia que criou naquele momento do brincar. Ela nem vê o tempo passar. Parece nem escutar se alguém chamar. Ela cria personagens, histórias, cria saídas ultra mega fantásticas para as situações mais inimagináveis de sua história. 

            E você, já se pegou tão envolvido em uma atividade que nem percebeu o tempo passar? Nem ouvia as pessoas à sua volta e parecia que nada existia além de você e daquilo que estava fazendo? E era tão bom que, quando terminou, se pegou sorrindo, suspirando, olhando para si e para seu feito com aquele orgulho do bem! Tem pessoas que se percebem assim quando cozinham, quando escrevem, quando desenham, quando estão montando um quebra-cabeças, pintando, restaurando um móvel, fazendo uma planilha...

            Pois é, este é o estado de flow. Flow – que poderia ser definido como um estado subjetivo em que o sujeito experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. No estado de flow (ou fluxo), há um envolvimento tão intenso com a tarefa que a sua realização promove grande satisfação.

            Se o desafio é grande e me percebo com pouca habilidade para resolvê-lo, sinto ansiedade. Se tenho pouca habilidade para lidar com certa situação, mas não me sinto desafiado, surge uma sensação de apatia. Ou ainda se me percebo hábil, mas sem desafios, relaxo, permaneço ali na zona de conforto. Mas não é nem ansiedade, nem apatia, muito menos a estagnação que nos leva a experimentar felicidade e satisfação, seja no trabalho, seja em relacionamentos, seja na vida como um todo.

            Então, como experimentar mais felicidade e satisfação no meu dia a dia, em casa ou no trabalho? A resposta é: desenvolva novas habilidades ou crie oportunidades novas e desafiadoras. Sim, é o que você leu. A escolha é minha, é sua, é nossa, de criar esses momentos. De sair da posição de vítima para protagonistas do que queremos.

            É isso o que há em comum entre as pessoas que vivem momentos de flow e, por consequência, se dizem felizes e satisfeitas com suas vidas. Elas sabem aproveitar cada situação como uma oportunidade de colocar suas habilidades em prática ou adquirirem novas, e desafiarem-se.

            Sim, é o que afirma Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago e reconhecido no meio como uma das maiores autoridades em pesquisa no campo da Psicologia Positiva. “É por estar totalmente envolvido com cada detalhe de nossas vidas, seja bom ou ruim, que nós encontramos a felicidade, não tentando procurá-la diretamente.” Diz ele, sobre esse estado chamado flow. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura do texto 01.


I - Em “Quando estamos em flow, segundo Mihaly Csikszentmihalyi, desenvolvemos atividades que nos trazem prazer e chegamos mais perto da satisfação plena.”, as vírgulas foram usadas, facultativamente, de acordo com a norma, para separar adjuntos adverbiais antecipados.


II - Em “Ela cria personagens, histórias, cria saídas ultra mega fantásticas para as situações mais inimagináveis de sua história.”, verifica-se o uso da linguagem coloquial, com a repetição dos prefixos “ultra” e “mega” para intensificar o adjetivo “fantásticas”.


III - Em “Pois é, este é o estado de flow. Flow – que poderia ser definido como um estado subjetivo em que o sujeito experimenta uma entrega total na atividade desempenhada.”, o travessão separa uma oração subordinada adjetiva explicativa.


IV - Em “No estado de flow (ou fluxo), há um envolvimento tão intenso com a tarefa que a sua realização promove grande satisfação.”, os parênteses foram usados para inserir, no trecho, um esclarecimento.


V - Em “Tem pessoas que se percebem assim quando cozinham, quando escrevem, quando desenham, quando estão montando um quebra-cabeças, pintando, restaurando um móvel, fazendo uma planilha...”, o verbo “tem”, no registro formal, seria substituído pelo verbo “há”.


Estão CORRETAS as alternativas  

Alternativas
Q2305758 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 01


A teoria do flow: foco total no fluxo  

Ana Paula Puga 


            Quando estamos em flow, segundo Mihaly Csikszentmihalyi, desenvolvemos atividades que nos trazem prazer e chegamos mais perto da satisfação plena. Já observou uma criança brincando? Se sim, você deve ter notado como ela parece 100% envolvida no seu mundo imaginário, na fantasia que criou naquele momento do brincar. Ela nem vê o tempo passar. Parece nem escutar se alguém chamar. Ela cria personagens, histórias, cria saídas ultra mega fantásticas para as situações mais inimagináveis de sua história. 

            E você, já se pegou tão envolvido em uma atividade que nem percebeu o tempo passar? Nem ouvia as pessoas à sua volta e parecia que nada existia além de você e daquilo que estava fazendo? E era tão bom que, quando terminou, se pegou sorrindo, suspirando, olhando para si e para seu feito com aquele orgulho do bem! Tem pessoas que se percebem assim quando cozinham, quando escrevem, quando desenham, quando estão montando um quebra-cabeças, pintando, restaurando um móvel, fazendo uma planilha...

            Pois é, este é o estado de flow. Flow – que poderia ser definido como um estado subjetivo em que o sujeito experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. No estado de flow (ou fluxo), há um envolvimento tão intenso com a tarefa que a sua realização promove grande satisfação.

            Se o desafio é grande e me percebo com pouca habilidade para resolvê-lo, sinto ansiedade. Se tenho pouca habilidade para lidar com certa situação, mas não me sinto desafiado, surge uma sensação de apatia. Ou ainda se me percebo hábil, mas sem desafios, relaxo, permaneço ali na zona de conforto. Mas não é nem ansiedade, nem apatia, muito menos a estagnação que nos leva a experimentar felicidade e satisfação, seja no trabalho, seja em relacionamentos, seja na vida como um todo.

            Então, como experimentar mais felicidade e satisfação no meu dia a dia, em casa ou no trabalho? A resposta é: desenvolva novas habilidades ou crie oportunidades novas e desafiadoras. Sim, é o que você leu. A escolha é minha, é sua, é nossa, de criar esses momentos. De sair da posição de vítima para protagonistas do que queremos.

            É isso o que há em comum entre as pessoas que vivem momentos de flow e, por consequência, se dizem felizes e satisfeitas com suas vidas. Elas sabem aproveitar cada situação como uma oportunidade de colocar suas habilidades em prática ou adquirirem novas, e desafiarem-se.

            Sim, é o que afirma Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago e reconhecido no meio como uma das maiores autoridades em pesquisa no campo da Psicologia Positiva. “É por estar totalmente envolvido com cada detalhe de nossas vidas, seja bom ou ruim, que nós encontramos a felicidade, não tentando procurá-la diretamente.” Diz ele, sobre esse estado chamado flow. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 
Entre os recursos usados para a construção do texto, estão a
I - citação direta.
II - exemplificação.
III - função fática.
IV - interrogação.
V - citação indireta.
Estão CORRETAS as alternativas 
Alternativas
Q2305757 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 01


A teoria do flow: foco total no fluxo  

Ana Paula Puga 


            Quando estamos em flow, segundo Mihaly Csikszentmihalyi, desenvolvemos atividades que nos trazem prazer e chegamos mais perto da satisfação plena. Já observou uma criança brincando? Se sim, você deve ter notado como ela parece 100% envolvida no seu mundo imaginário, na fantasia que criou naquele momento do brincar. Ela nem vê o tempo passar. Parece nem escutar se alguém chamar. Ela cria personagens, histórias, cria saídas ultra mega fantásticas para as situações mais inimagináveis de sua história. 

            E você, já se pegou tão envolvido em uma atividade que nem percebeu o tempo passar? Nem ouvia as pessoas à sua volta e parecia que nada existia além de você e daquilo que estava fazendo? E era tão bom que, quando terminou, se pegou sorrindo, suspirando, olhando para si e para seu feito com aquele orgulho do bem! Tem pessoas que se percebem assim quando cozinham, quando escrevem, quando desenham, quando estão montando um quebra-cabeças, pintando, restaurando um móvel, fazendo uma planilha...

            Pois é, este é o estado de flow. Flow – que poderia ser definido como um estado subjetivo em que o sujeito experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. No estado de flow (ou fluxo), há um envolvimento tão intenso com a tarefa que a sua realização promove grande satisfação.

            Se o desafio é grande e me percebo com pouca habilidade para resolvê-lo, sinto ansiedade. Se tenho pouca habilidade para lidar com certa situação, mas não me sinto desafiado, surge uma sensação de apatia. Ou ainda se me percebo hábil, mas sem desafios, relaxo, permaneço ali na zona de conforto. Mas não é nem ansiedade, nem apatia, muito menos a estagnação que nos leva a experimentar felicidade e satisfação, seja no trabalho, seja em relacionamentos, seja na vida como um todo.

            Então, como experimentar mais felicidade e satisfação no meu dia a dia, em casa ou no trabalho? A resposta é: desenvolva novas habilidades ou crie oportunidades novas e desafiadoras. Sim, é o que você leu. A escolha é minha, é sua, é nossa, de criar esses momentos. De sair da posição de vítima para protagonistas do que queremos.

            É isso o que há em comum entre as pessoas que vivem momentos de flow e, por consequência, se dizem felizes e satisfeitas com suas vidas. Elas sabem aproveitar cada situação como uma oportunidade de colocar suas habilidades em prática ou adquirirem novas, e desafiarem-se.

            Sim, é o que afirma Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago e reconhecido no meio como uma das maiores autoridades em pesquisa no campo da Psicologia Positiva. “É por estar totalmente envolvido com cada detalhe de nossas vidas, seja bom ou ruim, que nós encontramos a felicidade, não tentando procurá-la diretamente.” Diz ele, sobre esse estado chamado flow. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 
Um dos fatores que impedem o estado flow é o(a)  
Alternativas
Q2305756 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 01


A teoria do flow: foco total no fluxo  

Ana Paula Puga 


            Quando estamos em flow, segundo Mihaly Csikszentmihalyi, desenvolvemos atividades que nos trazem prazer e chegamos mais perto da satisfação plena. Já observou uma criança brincando? Se sim, você deve ter notado como ela parece 100% envolvida no seu mundo imaginário, na fantasia que criou naquele momento do brincar. Ela nem vê o tempo passar. Parece nem escutar se alguém chamar. Ela cria personagens, histórias, cria saídas ultra mega fantásticas para as situações mais inimagináveis de sua história. 

            E você, já se pegou tão envolvido em uma atividade que nem percebeu o tempo passar? Nem ouvia as pessoas à sua volta e parecia que nada existia além de você e daquilo que estava fazendo? E era tão bom que, quando terminou, se pegou sorrindo, suspirando, olhando para si e para seu feito com aquele orgulho do bem! Tem pessoas que se percebem assim quando cozinham, quando escrevem, quando desenham, quando estão montando um quebra-cabeças, pintando, restaurando um móvel, fazendo uma planilha...

            Pois é, este é o estado de flow. Flow – que poderia ser definido como um estado subjetivo em que o sujeito experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. No estado de flow (ou fluxo), há um envolvimento tão intenso com a tarefa que a sua realização promove grande satisfação.

            Se o desafio é grande e me percebo com pouca habilidade para resolvê-lo, sinto ansiedade. Se tenho pouca habilidade para lidar com certa situação, mas não me sinto desafiado, surge uma sensação de apatia. Ou ainda se me percebo hábil, mas sem desafios, relaxo, permaneço ali na zona de conforto. Mas não é nem ansiedade, nem apatia, muito menos a estagnação que nos leva a experimentar felicidade e satisfação, seja no trabalho, seja em relacionamentos, seja na vida como um todo.

            Então, como experimentar mais felicidade e satisfação no meu dia a dia, em casa ou no trabalho? A resposta é: desenvolva novas habilidades ou crie oportunidades novas e desafiadoras. Sim, é o que você leu. A escolha é minha, é sua, é nossa, de criar esses momentos. De sair da posição de vítima para protagonistas do que queremos.

            É isso o que há em comum entre as pessoas que vivem momentos de flow e, por consequência, se dizem felizes e satisfeitas com suas vidas. Elas sabem aproveitar cada situação como uma oportunidade de colocar suas habilidades em prática ou adquirirem novas, e desafiarem-se.

            Sim, é o que afirma Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago e reconhecido no meio como uma das maiores autoridades em pesquisa no campo da Psicologia Positiva. “É por estar totalmente envolvido com cada detalhe de nossas vidas, seja bom ou ruim, que nós encontramos a felicidade, não tentando procurá-la diretamente.” Diz ele, sobre esse estado chamado flow. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 01.
I - O estado flow permite que se atinja um alto nível de criatividade.
II - O estado flow pode ser atingido por meio de diferentes atividades.
III - O estado flow é alcançado por meio das atividades mais complexas.
IV - O máximo envolvimento do estado flow gera uma grande satisfação. V - O comodismo é um fator que impede que se chegue ao estado flow.
Estão CORRETAS as alternativas 
Alternativas
Q2305755 Pedagogia
Considerando a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, avalie as seguintes afirmativas:
I - Uma escola inclusiva é aquela que garante uma educação de qualidade para todos os seus alunos, valorizando a diversidade e atendendo às potencialidades e necessidades individuais de cada um.
II - Em uma escola inclusiva, o aluno não está exposto a um ambiente segregado, mas sim é parte integrante de um ambiente que promove a sua jornada no processo de aprendizagem e no desenvolvimento das habilidades para o exercício da cidadania.
III - A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como meta fundamental garantir a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s
Alternativas
Q2305754 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir considerando a perspectiva da escola inclusiva sobre os saberes necessários à prática educativa, e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A escola inclusiva requer uma abordagem diferenciada para atender às necessidades de todos os alunos, independentemente de suas habilidades ou características.
( ) A prática educativa inclusiva limita-se à adaptação de materiais ou estratégias para alunos com necessidades educacionais especiais.
( ) A formação contínua dos educadores é fundamental para promover a inclusão e atender de forma adequada às demandas dos alunos diversos.
( ) O respeito à diversidade é um dos fundamentos essenciais da prática educativa inclusiva.
( ) O aluno, na escola inclusiva, está sujeito à segregação, de modo a garantir sua caminhada no processo de aprendizagem por meio de uma abordagem humanística.
Assinale a alternativa CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
Alternativas
Q2305753 Pedagogia
Paulo Freire, renomado educador brasileiro, enfatizou a importância da educação como um ato de diálogo, participação ativa dos alunos e engajamento crítico. Portanto, suas ideias podem ser aplicadas ao uso de projetos educacionais nas escolas com o(s) seguintes(s) objetivo(s):
I - Fomentar o aprimoramento das habilidades de pesquisa, a capacidade de solucionar problemas de maneira eficaz e o fortalecimento das competências essenciais para o trabalho em equipe.
II - Proporcionar uma abordagem de aprendizado mais envolvente, prática e significativa, preparando os alunos para o sucesso acadêmico e pessoal, bem como para sua participação ativa na sociedade.
III - Melhorar a disciplina dos alunos e promover um ambiente competitivo entre os estudantes, incentivando-os a alcançar seu melhor desempenho.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q2305752 Pedagogia
A abordagem interdisciplinar auxilia os alunos a conectarem os pontos entre diferentes áreas de conhecimento, o que pode enriquecer significativamente o processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, a interdisciplinaridade
I - amplia a compreensão dos conceitos ao relacioná-los a contextos do mundo real, tornando o aprendizado mais relevante para os estudantes.
II - impõe uma abordagem única e inflexível ao ensino, limitando a exploração das conexões entre as disciplinas e a flexibilidade no processo de aprendizagem.
III - promove a quebra de barreiras entre as disciplinas, incentivando a colaboração entre professores de diferentes áreas e, assim, enriquecendo a abordagem pedagógica.
Sobre a interdisciplinaridade, está(ão) CORRETO(S) o(s) trechos(s)
Alternativas
Q2305751 Pedagogia
A avaliação do processo de ensino-aprendizagem é uma prática fundamental no contexto educacional. A respeito da avaliação no contexto da educação, analise as afirmativas a seguir. 
I - A avaliação busca fornecer feedback contínuo aos alunos sobre seu desempenho, dando a eles a oportunidade de refletir sobre seu trabalho, identificar seus pontos fortes e áreas que precisam ser aprimoradas.
II - A avaliação diagnóstica é uma análise realizada pelos professores, geralmente no início do ano letivo, com o objetivo de identificar o nível de conhecimento acumulado pelo aluno em relação ao conteúdo.
III - A avaliação tem como foco fornecer informações acerca das ações de aprendizagem e, portanto, deve ser realizada apenas ao final do ano letivo. 
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)  
Alternativas
Q2305750 Pedagogia
No contexto da relação professor/aluno/conhecimento, qual é um dos papéis fundamentais do professor?  
Alternativas
Q2305749 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir, com base no disposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).  
I - Os PCN têm o propósito de fornecer um guia rígido e inflexível para a elaboração de currículos escolares, limitando a autonomia das escolas.
II - Os PCN são uma ferramenta flexível que busca estabelecer diretrizes para os currículos escolares, permitindo adaptações às necessidades locais e contextuais.
III - Um dos papéis dos PCN é promover a igualdade de oportunidades educacionais, considerando a diversidade cultural e regional do Brasil. 
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)  
Alternativas
Q2305748 Pedagogia
Leia atentamente a afirmativa a seguir e escolha a alternativa que melhor a completa. Na perspectiva de uma escola crítica, o planejamento da prática docente busca 
Alternativas
Q2305747 Pedagogia
Refletindo sobre as perspectivas de Saviani (1997) e Libâneo (1990) em relação às tendências pedagógicas, avalie as afirmativas a seguir em verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A tendência pedagógica liberal progressista enfatiza a transmissão de conhecimento de forma autoritária.
( ) A tendência pedagógica tradicional valoriza a autonomia do aluno e sua participação ativa no processo de aprendizagem.
( ) A tendência pedagógica libertadora, também conhecida como a pedagogia de Paulo Freire, é compreendida como uma abordagem educacional que estabelece uma conexão intrínseca entre a educação, a luta e a organização de classe dos oprimidos.
( ) A tendência pedagógica tecnicista enfatiza a padronização do processo educacional, com foco na aplicação de métodos e técnicas educacionais. 
Assinale a alternativa CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.  
Alternativas
Q2305746 Pedagogia
Com base nas reflexões de Libâneo (1994) sobre as relações e os processos didáticos de ensino e aprendizagem, assim como o caráter educativo e crítico desse processo, quais dos seguintes elementos desempenham um papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1234395 Português
                                                              Memória das coisas 
1 Entro em um antiquário dias após um leilão. Há uma grande escultura na entrada, vários cristais em diversas cores que eu sequer sei o nome, livros datados do início do século 19 logo abaixo da escada que sobe em espiral até o escritório. É instintivo: todas as vezes em que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre  5 a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo. Uso desse método para percorrer o curto caminho entre a porta e a cadeira que me indicam para sentar, distraído pelos inúmeros quadros e uma infinidade de frágeis objetos que não precisariam de mais do que um esbarrão para virarem poeira e entrarem, de vez, para a história. Para ser sincero, na verdade, já fazem parte dela. “Nossas coisas carregam de valor histórico nosso espaço cotidiano e nos permitem sentir que nossa existência se dá  10 em um lugar onde se desenvolve um continuum histórico do qual também fazemos parte”, indica o professor Carlos Etchevane, arqueólogo e doutor em geologia quartenária e paleontologia humana pelo Muséum National D’historie Naturelle, em Paris.  15 Desde que nos entendemos por gente, os objetos que carregamos por toda a vida nos ajudam a contar a história de quem somos, a formar nossa identidade e a moldar como nos apresentamos ao mundo. E o melhor: isso pouco tem a ver com os seus valores em dinheiro, mas com os laços que nos atam a eles. Isso vale tanto para aquela cristaleira de jacarandá, escondida no antiquário, para o chaveiro que carrego no meu bolso – e que um dia foi do meu avô – quanto para a poltrona na qual espero que você, leitor, esteja confortavelmente sentado lendo esta revista. 20 É preciso entender que as coisas que nos cercam não são feitas unicamente de matéria. “Elas têm também uma carga simbólica para quem as produz e as usa”, afirma Etchevane. Esse é o ponto exato capaz de transformar cada peça daquele antiquário em uma história única, cheia de som e fúria. Não são relíquias distantes, protegidas por vidros blindados de museus. São objetos marcados pelas relações do dia a dia, em uso, que nos ajudam a localizar memórias como pequenos fósseis que carregam narrativas repletas de afeto e de paixões. 25 A teórica canadense Laura Marks se dedicou a entender, durante anos, como esses pequenos fósseis atuam no nosso cotidiano. Em seu livro The Skin of the Film (sem tradução para o português), ela analisou diversos filmes procurando entender como objetos cenográficos podiam ajudar a contar histórias e afetar os sentidos dos espectadores. A solução soa engenhosamente simples. Nossas coisas, obviamente, não possuem uma memória própria, mas funcionam como um reservatório, acumulando tudo o que ali despejamos: nossas dores, alegrias, um dia triste e outro alegre, um beijo – enfim, tudo aquilo que não podemos carregar sozinhos.  30 Claro que isso tudo não é só coisa de cinema. “É possível observar essa relação entre os nossos sentidos, a memória e os objetos agindo em outras instâncias da arte e da vida”, afirma Laura. Para isso, nada de esconder aquele velho anel em um cofre ou esquecer aquele casaco herdado dos avós dentro de um armário. Escondidos, em um canto escuro, nada valem. Assim, eles são apenas fósseis comuns, isolados da luz, sem poder para contar suas lembranças.  35 A grande diferença entre os nossos fósseis e aqueles dos museus, para Laura, é que nossas coisas possuem uma propriedade que ela chama de radioatividade. “Eu gosto de pensá-la como uma forma benigna de contaminação, como aquela que acontece quando um perfume demarca o caminho de alguém”, afirma a pesquisadora. Assim como um cheiro nos lembra da presença de uma pessoa, um objeto pode trazer à tona sentimentos e lembranças que jurávamos soterrados lá dentro da gente.  40 Mais do que fazer emergir essas memórias, nossas coisas nos levam a partilhar essas experiências, contaminando aqueles que estão à nossa volta com suas histórias e segredos. Ao tirar aquele casaco antigo da gaveta, mais do que receber um longo abraço que rememora a todo o tempo a relação com os avós, somos levados a dividir essa sensação com os outros. 45 Entender isso nos ajuda a ter uma relação de posse “menos fetichista”, para usar as palavras de Laura, com as nossas coisas. Elas não são exatamente “nossas”, mas uma colagem que reúne um pouco de cada um que já esteve ligado àquele objeto. Às vezes, para preservar esse fóssil em sua exatidão, o escondemos. Não queremos correr o risco de perdê-lo. Basta convidar um amigo desastrado – como eu! – para uma comemoração e lá se vai para o chão um jarro de flores que estava há gerações na sua família. Um risco necessário, já que não podemos lembrar aquilo que não tentamos esquecer. 50 “Quando você tem medo de usar qualquer coisa, é lógico que ela vai terminar em cacos”, afirma o galerista Lélio Cimini, que há 13 anos comanda o Empório das Artes, o antiquário do início da reportagem. No seu dia a dia, Lélio usa um antigo aparelho de jantar. Nunca houve nenhum arranhão, nem mesmo uma peça quebrada. Claro, um objeto pode até perder o seu valor de venda ou de troca pelo desgaste, mas eles não se tornam especiais exatamente pelo seu custo. Todos aqueles pratos e xícaras, que um dia já participaram das festas de alguma 55 senhora do século 20, hoje são testemunhas do cotidiano, das conversas à mesa da família de Lélio. São essas memórias que se confundem e se encerram em cada prato e xícara que o tornam único, não sua natureza material. Ao contrário, se pode achar com um pouco de pesquisa um modelo parecido ou até com os mesmos e exatos desenhos. A porcelana, frágil, pode se rachar ou até se desfazer em poeira no chão. Mas as relações, não. E é justamente essa experiência, indestrutível, que faz aquele aparelho perdurar na lava-louças e não na vitrine do empório. 60 Mas, muitas vezes, também é essa mesma experiência que nos leva a nos desfazer de determinado objeto. “Quando comecei o Empório, boa parte das coisas veio da minha coleção pessoal”, comenta Lélio. “Fiquei apenas com aquilo que não conseguiria me desfazer, pelo apreço”, diz. Esquecer e lembrar, como nos faz recordar o historiador francês Michel de Certeau, são faces de uma mesma moeda. Em seu livro A Invenção do Cotidiano, 65 comenta que os processos de apagamento, de esvaziamento da memória, são tão necessários quanto os de escrita. Alguns estudos recentes da Universidade de Illinois, inclusive, revelam que o nosso cérebro precisa desse processo de apagamento para reter informações novas. Da mesma forma, necessitamos deixar para trás as coisas que já não nos preenchem para nos prepararmos para novas experiências. Em seu dia a dia à frente do antiquário, Lélio convive diretamente com esses dois extremos. “Uma das coisas mais prazerosas é perceber que lido com 70 a felicidade de duas pessoas”, afirma o galerista. “Tanto da pessoa que se desfaz do objeto que já não faz mais sentido em sua vida, quanto daquela que vai recebê-lo e dará uma nova utilidade para ele.” Talvez, por isso, arrumar os nossos armários soe como uma espécie de rito de passagem. É o momento em que colocamos tudo abaixo e decidimos o que continua conosco e o que não nos serve mais. Ficamos, frente a frente, com ambas as alegrias: fazemos um balanço, não apenas das coisas, mas das memórias. Um exercício não 75 só de apego, mas também de aparar as próprias arestas. Nos purificamos com fogo para seguir em frente. E com as mãos livres, fora dos bolsos, sem medo de quebrar mais nada. 
Fonte: VILELA, Daniel. Memória das coisas. Disponível em: <https://vidasimples.com/conviver/memoria-das-coisas/ >. Acesso em: 20 jun. 2019.
Em que alternativa o verbo poderia ser empregado no plural, segundo a Gramática Normativa, embora o uso recorrente no Brasil seja o singular?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1234272 Português
                                                              Memória das coisas 
1 Entro em um antiquário dias após um leilão. Há uma grande escultura na entrada, vários cristais em diversas cores que eu sequer sei o nome, livros datados do início do século 19 logo abaixo da escada que sobe em espiral até o escritório. É instintivo: todas as vezes em que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre  5 a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo. Uso desse método para percorrer o curto caminho entre a porta e a cadeira que me indicam para sentar, distraído pelos inúmeros quadros e uma infinidade de frágeis objetos que não precisariam de mais do que um esbarrão para virarem poeira e entrarem, de vez, para a história. Para ser sincero, na verdade, já fazem parte dela. “Nossas coisas carregam de valor histórico nosso espaço cotidiano e nos permitem sentir que nossa existência se dá  10 em um lugar onde se desenvolve um continuum histórico do qual também fazemos parte”, indica o professor Carlos Etchevane, arqueólogo e doutor em geologia quartenária e paleontologia humana pelo Muséum National D’historie Naturelle, em Paris.  15 Desde que nos entendemos por gente, os objetos que carregamos por toda a vida nos ajudam a contar a história de quem somos, a formar nossa identidade e a moldar como nos apresentamos ao mundo. E o melhor: isso pouco tem a ver com os seus valores em dinheiro, mas com os laços que nos atam a eles. Isso vale tanto para aquela cristaleira de jacarandá, escondida no antiquário, para o chaveiro que carrego no meu bolso – e que um dia foi do meu avô – quanto para a poltrona na qual espero que você, leitor, esteja confortavelmente sentado lendo esta revista. 20 É preciso entender que as coisas que nos cercam não são feitas unicamente de matéria. “Elas têm também uma carga simbólica para quem as produz e as usa”, afirma Etchevane. Esse é o ponto exato capaz de transformar cada peça daquele antiquário em uma história única, cheia de som e fúria. Não são relíquias distantes, protegidas por vidros blindados de museus. São objetos marcados pelas relações do dia a dia, em uso, que nos ajudam a localizar memórias como pequenos fósseis que carregam narrativas repletas de afeto e de paixões. 25 A teórica canadense Laura Marks se dedicou a entender, durante anos, como esses pequenos fósseis atuam no nosso cotidiano. Em seu livro The Skin of the Film (sem tradução para o português), ela analisou diversos filmes procurando entender como objetos cenográficos podiam ajudar a contar histórias e afetar os sentidos dos espectadores. A solução soa engenhosamente simples. Nossas coisas, obviamente, não possuem uma memória própria, mas funcionam como um reservatório, acumulando tudo o que ali despejamos: nossas dores, alegrias, um dia triste e outro alegre, um beijo – enfim, tudo aquilo que não podemos carregar sozinhos.  30 Claro que isso tudo não é só coisa de cinema. “É possível observar essa relação entre os nossos sentidos, a memória e os objetos agindo em outras instâncias da arte e da vida”, afirma Laura. Para isso, nada de esconder aquele velho anel em um cofre ou esquecer aquele casaco herdado dos avós dentro de um armário. Escondidos, em um canto escuro, nada valem. Assim, eles são apenas fósseis comuns, isolados da luz, sem poder para contar suas lembranças.  35 A grande diferença entre os nossos fósseis e aqueles dos museus, para Laura, é que nossas coisas possuem uma propriedade que ela chama de radioatividade. “Eu gosto de pensá-la como uma forma benigna de contaminação, como aquela que acontece quando um perfume demarca o caminho de alguém”, afirma a pesquisadora. Assim como um cheiro nos lembra da presença de uma pessoa, um objeto pode trazer à tona sentimentos e lembranças que jurávamos soterrados lá dentro da gente.  40 Mais do que fazer emergir essas memórias, nossas coisas nos levam a partilhar essas experiências, contaminando aqueles que estão à nossa volta com suas histórias e segredos. Ao tirar aquele casaco antigo da gaveta, mais do que receber um longo abraço que rememora a todo o tempo a relação com os avós, somos levados a dividir essa sensação com os outros. 45 Entender isso nos ajuda a ter uma relação de posse “menos fetichista”, para usar as palavras de Laura, com as nossas coisas. Elas não são exatamente “nossas”, mas uma colagem que reúne um pouco de cada um que já esteve ligado àquele objeto. Às vezes, para preservar esse fóssil em sua exatidão, o escondemos. Não queremos correr o risco de perdê-lo. Basta convidar um amigo desastrado – como eu! – para uma comemoração e lá se vai para o chão um jarro de flores que estava há gerações na sua família. Um risco necessário, já que não podemos lembrar aquilo que não tentamos esquecer. 50 “Quando você tem medo de usar qualquer coisa, é lógico que ela vai terminar em cacos”, afirma o galerista Lélio Cimini, que há 13 anos comanda o Empório das Artes, o antiquário do início da reportagem. No seu dia a dia, Lélio usa um antigo aparelho de jantar. Nunca houve nenhum arranhão, nem mesmo uma peça quebrada. Claro, um objeto pode até perder o seu valor de venda ou de troca pelo desgaste, mas eles não se tornam especiais exatamente pelo seu custo. Todos aqueles pratos e xícaras, que um dia já participaram das festas de alguma 55 senhora do século 20, hoje são testemunhas do cotidiano, das conversas à mesa da família de Lélio. São essas memórias que se confundem e se encerram em cada prato e xícara que o tornam único, não sua natureza material. Ao contrário, se pode achar com um pouco de pesquisa um modelo parecido ou até com os mesmos e exatos desenhos. A porcelana, frágil, pode se rachar ou até se desfazer em poeira no chão. Mas as relações, não. E é justamente essa experiência, indestrutível, que faz aquele aparelho perdurar na lava-louças e não na vitrine do empório. 60 Mas, muitas vezes, também é essa mesma experiência que nos leva a nos desfazer de determinado objeto. “Quando comecei o Empório, boa parte das coisas veio da minha coleção pessoal”, comenta Lélio. “Fiquei apenas com aquilo que não conseguiria me desfazer, pelo apreço”, diz. Esquecer e lembrar, como nos faz recordar o historiador francês Michel de Certeau, são faces de uma mesma moeda. Em seu livro A Invenção do Cotidiano, 65 comenta que os processos de apagamento, de esvaziamento da memória, são tão necessários quanto os de escrita. Alguns estudos recentes da Universidade de Illinois, inclusive, revelam que o nosso cérebro precisa desse processo de apagamento para reter informações novas. Da mesma forma, necessitamos deixar para trás as coisas que já não nos preenchem para nos prepararmos para novas experiências. Em seu dia a dia à frente do antiquário, Lélio convive diretamente com esses dois extremos. “Uma das coisas mais prazerosas é perceber que lido com 70 a felicidade de duas pessoas”, afirma o galerista. “Tanto da pessoa que se desfaz do objeto que já não faz mais sentido em sua vida, quanto daquela que vai recebê-lo e dará uma nova utilidade para ele.” Talvez, por isso, arrumar os nossos armários soe como uma espécie de rito de passagem. É o momento em que colocamos tudo abaixo e decidimos o que continua conosco e o que não nos serve mais. Ficamos, frente a frente, com ambas as alegrias: fazemos um balanço, não apenas das coisas, mas das memórias. Um exercício não 75 só de apego, mas também de aparar as próprias arestas. Nos purificamos com fogo para seguir em frente. E com as mãos livres, fora dos bolsos, sem medo de quebrar mais nada. 
Fonte: VILELA, Daniel. Memória das coisas. Disponível em: <https://vidasimples.com/conviver/memoria-das-coisas/ >. Acesso em: 20 jun. 2019.
Considere o trecho: “É instintivo: em todas as vezes que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu – que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo.” (Linhas 3-5)
Sobre a pontuação usada nesse trecho, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1201501 Veterinária
Art. 32. Não será autorizado o funcionamento de estabelecimento de produtos de origem animal, para exploração dos comércios interestadual ou internacional, sem que esteja completamente instalado e equipado para a finalidade  a que se destine. 
Fonte: BRASIL. Decreto n.º 30.691, de 29 de março de 1952. Aprova o novo regulamento da inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal. Brasília, DF, 1952.
Qual das alternativas abaixo apresenta adequação(ões), em uma situação de inspeção, que um funcionário de órgão fiscalizador, em seu município, cobraria de estabelecimento de produtos de origem animal que visa atuar em todo o país?
Alternativas
Respostas
501: B
502: C
503: E
504: C
505: E
506: D
507: B
508: E
509: E
510: B
511: C
512: B
513: A
514: D
515: C
516: A
517: D
518: A
519: C
520: A