Questões de Concurso Para prefeitura de santa luzia - mg

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Q1322578 Enfermagem
O tempo necessário (maior aproximação) para correr um soro de 500 ml num equipo de gotas, a 40 gotas por minuto é de
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Q1322577 Enfermagem
Sobre a prevenção e o tratamento das úlceras de pressão, estão corretas as seguintes condutas de enfermagem, EXCETO:
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Q1322576 Enfermagem
Dentre os cuidados primários com o paciente hipovolêmico grave, as principais ações de enfermagem incluem; EXCETO:
Alternativas
Q1322575 Enfermagem
Dentre os fatores mais importantes para a prevenção de infecção de sítio cirúrgico relativos ao paciente cirúrgico, podemos citar, EXCETO:
Alternativas
Q1322574 Enfermagem
Com relação às anotações de enfermagem é correto afirmar, EXCETO:
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Q1322573 Enfermagem
A aferição dos sinais vitais é um parâmetro importante para avaliar as condições gerais do paciente. Com relação ao pulso, pode-se afirmar, EXCETO:
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Q1322572 Enfermagem
Quanto à administração de dietas por sondas, pode-se afirmar, EXCETO:
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Q1322571 Estatuto da Advocacia e da OAB, Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina da OAB
De acordo com o Código de Ética, NÃO é considerada para a gradação da penalidade e respectiva imposição:
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Q1322570 Enfermagem
Com relação à biossegurança, conjunto de ações voltadas para prevenir ou minimizar os riscos para profissionais de saúde que trabalham com materiais biológicos, é correto afirmar, EXCETO:
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Q1322559 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
Em: “O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele [...]”, o verbo destacado está flexionado no
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Q1322558 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
O sujeito dos verbos destacados está corretamente identificado entre parênteses, EXCETO em:
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Q1322557 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
Há objeto direto, EXCETO em:
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Q1322556 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
Os termos destacados exercem a função de adjuntos adverbiais, EXCETO em:
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Q1322555 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
As palavras destacadas estão corretamente interpretadas entre parênteses, EXCETO em:
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Q1322554 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
“Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão”. Nesse trecho, o escritório é
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Q1322553 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
“Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.” A MELHOR explicação para esse trecho é
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Q1322552 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
Na Índia e no Senegal, os agricultores e pescadores utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado. Nessa prática, o telefone celular ajuda a resolver o problema da pobreza, porque
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Q1322551 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
No trecho: “Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza”, é CORRETO afirmar que
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Q1322550 Português
O CELULAR É O FIM DA POBREZA

     A popularização do telefone celular está ajudando a reduzir o fosso existente entre ricos e pobres. Nos países em desenvolvimento é caminho para fugir da pobreza. Como? Relatório do Banco Mundial explica que a queda nos custos de aquisição registrada nos últimos anos – especialmente nos países que privatizaram os serviços de comunicação – fez a telefonia móvel ficar mais barata do que a fixa, facilitando o acesso das pessoas que vivem em áreas distantes dos grandes centros urbanos. “O celular é mais rápido e custa menos ao dispensar a instalação de cabos para conexão”, informa o relatório. “Nas contas pré-pagas o sistema de cobrança, por ser descomplicado, torna-se democrático.”
     Na África e nas Filipinas, relata reportagem do New York Times, muitas famílias pobres foram incluídas no sistema bancário depois da aquisição de um aparelho portátil. Eles movimentam a conta pelo celular, tornando-o escritório ao alcance da mão. Em 2006 a África tinha 50 milhões de usuários de celular. Em 2007 o número saltou para 200 milhões. “Agricultores e pescadores na Índia e no Senegal utilizam o telefone celular para obter informações sobre o tempo e preços praticados no mercado”, destaca o jornal senegalês Vanguard. “É recurso que ajuda a tomar decisões sobre como, quando e a que preço vender os produtos.”
     Em Kerala, na Índia, um grupo de pescadores passou a lucrar 9% a mais com acesso ao celular. Agora eles pesquisam preços e conseguem negociar valores mais interessantes antes de despachar os lotes. O comerciante Ganesh Bicchwe, também indiano, investiu US$100 em 2005 para comprar um celular, aponta a Business Week. O objetivo era ampliar os negócios da sua pequena confecção ao ficar mais acessível aos clientes que antes não conseguiam falar com ele quando estava fora do escritório (que até então era a sua casa, alugada, diga-se de passagem). Hoje o negócio fatura US$ 25 mil por ano. Em 2005 foram US$ 12 mil por ano. “A possibilidade de proliferação dos telefones celulares é potencialmente revolucionária”, diz o New York Times.

Revista da Semana, 21 de abril de 2008.
Os trechos abaixo justificam as razões pelas quais se pode afirmar que o celular é o fim da pobreza, EXCETO:
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Respostas
894: A
895: D
896: C
897: B
898: B
899: A
900: D
901: A
902: C
903: A
904: B
905: D
906: A
907: D
908: C
909: B
910: C
911: A
912: C