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I. Abordagem crítico-superadora – Esta pedagogia levanta questões de poder, interesse, esforço e contestação. Acredita que qualquer consideração sobre a pedagogia mais apropriada deve versar não somente sobre questões de como ensinar, mas também sobre como adquirimos esses conhecimentos, valorizando a questão da contextualização dos fatos e do resgate histórico.
II. Abordagem sistêmica – Nela existe a preocupação de garantir a especificidade, na medida em que considera o binômio corpo/movimento como meio e fim da Educação Física escolar.
III. Abordagem cultural – do ponto de vista das orientações didáticas, o papel do professor nessa concepção confronta, num primeiro momento, o aluno com a realidade do ensino, o que se denominou transcendência de limites.
IV. Abordagem construtivista-interacionista – a habilidade motora é um dos conceitos mais importantes dentro dessa abordagem, pois é através dela que os seres humanos se adaptam aos problemas do cotidiano, resolvendo problemas motores.
V. Abordagem contida nos PCN – é eclética e aponta no sentido de abarcar as diferentes possibilidades da Educação Física na escola, ou seja, a saúde, o lazer e a reflexão crítica dos problemas envolvidos na cultura corporal de movimento.
Estão CORRETAS apenas as proposições:
______ A saúde do corpo e a educação moral se tornaram uma das preocupações centrais da Educação Física sob a influência higienista. ______ O desenvolvimento de aptidões esportivas nos alunos mais aptos foi o principal objetivo da Educação Física, no período de influência militarista. ______ Formar alunos críticos, criativos e conscientes era a meta da Educação Física no período de influência esportivista. ______ A formação de uma geração forte e energética, necessária à nação, era objetivo da Educação Física, numa visão progressista pós década de 1980.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
I. O processo de produção de sentido do poema pressupõe a compreensão do valor estético dos recursos de construção nele flagrados, aspecto que demanda ao aluno a análise de elementos linguísticos mobilizados pelo autor. II. Dada a natureza literária do texto, nenhuma proposta que focalize os aspectos linguísticos, em detrimento dos estéticos, como se viu na atividade didática trazida, está em consonância com as orientações dos PCN. III. Um aspecto importante no trabalho do poema em sala de aula Orion seria a focalização do caráter polissêmico do termo “Luzia”.
Tendo em vista as orientações dos PCN, apenas está adequado o exposto em
Ana, sei que você está cansada de conselhos, mas é preciso que eu faça esse papel. Ontem, disseram-me que você saiu mais cedo do trabalho. Novamente!!! É preciso que você reveja esses episódios na empresa. Em qualquer situação, é importante cuidar da imagem. Só se chega ao sucesso assim. Abraço. Paulo.
A noção de sujeito indeterminado, assumida como não indicadora do responsável pela ação verbal, somente NÃO é corretamente exemplificada, segundo a gramática tradicional, na oração trazida em:
Nos enunciados abaixo, analisou-se o emprego da vírgula:
I - Alice, a irmã da Mariana, chegou de viagem ontem. => uso incorreto, pois separa o sujeito (“a irmã da Mariana”) do verbo.
II - Alice, a irmã da Mariana chegou de viagem ontem. => uso correto, pois separa o vocativo “Alice”, que é termo discursivo, do restante da oração (sequência sujeito / verbo / objeto).
III - É indispensável, que a Mariana chegue de viagem até amanhã. => uso incorreto, pois separa o predicado do seu sujeito oracional.
IV – É indispensável não só que a Mariana chegue de viagem, mas também que participe do evento. => uso incorreto, pois não há vírgula antes de conjunção adversativa “mas”. V – É indispensável que, do ponto de vista da organização do evento, a Mariana esteja presente. => uso correto, pois separam-se por vírgula termos ou orações intercalados.
VI – A Mariana, eu creio que ela chegará de viagem a tempo de participar do evento. => uso correto, pois separa um termo discursivo topicalizado, que é retomado no interior da sentença.
Considerando-se a análise da pontuação efetivada em cada situação acima,
constata-se que estão CORRETAS apenas as afirmações constantes dos itens:
( ) A escrita correta de formas do Imperfeito do Subjuntivo (como "voltássemos" e "lessem") pode ser trabalhada por meio da depreensão de uma regra. ( ) O equívoco frequentemente cometido pelos estudantes entre as formas de 3ª pessoa do plural no Pretérito Perfeito e no Futuro do Presente do Indicativo (como "ganharam" x "ganharão") pode ser resolvido com base na conscientização sobre tonicidade. ( ) A troca de "S" por "Z" ou de "Z" por "X" pode ser evitada, em todos os casos, mostrando-se a posição do segmento sonoro no interior da palavra (como em "azar", "casa" e "exame"). ( ) A grafia incorreta, apresentada por grande número de estudantes, das formas de 1ª pessoa do pretérito perfeito x 3ª pessoa do presente do indicativo ("eu vivi" x "ele vive") reside na incompreensão de aspectos ligados à tonicidade: oxítona x paroxítona; forma de representação de fonemas átonos.
A ordem CORRETA, de cima para baixo, encontra-se na opção:
INSTRUÇÃO: Considere o fragmento abaixo para responder a questão:
Abordando perspectivas de ensino gramatical de forma mais reflexiva, em “Gramática Ensino Plural”, Luiz Carlos Travaglia (citando pesquisa de Gisele Nunes, 2001), sobre o ensino do verbo na escola básica, afirma que
“O estudo é predominantemente teórico e voltado quase exclusivamente para as formas (flexão, identificação e denominação), pois o trabalho com a significação é raro. Na verdade, a preocupação com a significação parece ocorrer só com uma coleção em atividades de gramática reflexiva […]. O fato de só uma coleção trabalhar o emprego de tempos e modos é revelador de que não se dá atenção ao uso do verbo, suas possibilidades significativas e sua adequação à produção de efeitos de sentido e às situações de uso, nem mesmo no que diz respeito ao já registrado nas gramáticas tradicionais e nos estudos de Estilística.
[…] Dá-se muita atenção à metalinguagem voltada quase exclusivamente para a morfologia do verbo. Algumas categorias do verbo (como o aspecto e a modalidade, esta confundida com o modo), são ignoradas. Os aspectos sintáticos ficam restritos às recomendações da Gramática Normativa sobre regência e concordância (esta apenas do verbo com o sujeito, como se não houvesse outras formas de concordância)”.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática Ensino Plural. São Paulo: Cortez, 2003. Cap. 6, p.155-174
INSTRUÇÃO: Considere o fragmento abaixo para responder a questão:
Abordando perspectivas de ensino gramatical de forma mais reflexiva, em “Gramática Ensino Plural”, Luiz Carlos Travaglia (citando pesquisa de Gisele Nunes, 2001), sobre o ensino do verbo na escola básica, afirma que
“O estudo é predominantemente teórico e voltado quase exclusivamente para as formas (flexão, identificação e denominação), pois o trabalho com a significação é raro. Na verdade, a preocupação com a significação parece ocorrer só com uma coleção em atividades de gramática reflexiva […]. O fato de só uma coleção trabalhar o emprego de tempos e modos é revelador de que não se dá atenção ao uso do verbo, suas possibilidades significativas e sua adequação à produção de efeitos de sentido e às situações de uso, nem mesmo no que diz respeito ao já registrado nas gramáticas tradicionais e nos estudos de Estilística.
[…] Dá-se muita atenção à metalinguagem voltada quase exclusivamente para a morfologia do verbo. Algumas categorias do verbo (como o aspecto e a modalidade, esta confundida com o modo), são ignoradas. Os aspectos sintáticos ficam restritos às recomendações da Gramática Normativa sobre regência e concordância (esta apenas do verbo com o sujeito, como se não houvesse outras formas de concordância)”.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática Ensino Plural. São Paulo: Cortez, 2003. Cap. 6, p.155-174
I. Indicativo: Modo verbal que expressa ideia de certeza, quando um fato é concluído como real. Ex. Penso estar claro que ele seja corrupto, pois todas as provas indicam isso. II. Imperativo: Modo verbal que pode estar na forma afirmativa ou na forma negativa e expressa ideia de ordem, conselho ou pedido. Ex: Leiam todo o texto atentamente e façamos uma roda para discuti-lo. III. Subjuntivo: Modo verbal que expressa dúvida, incerteza, probabilidade em relação à concretização da ação verbal. Ex: Quando eu vier novamente a Santa Luzia e vir o prefeito, falarei com ele sobre segurança pública.
Os conceitos e respectivos exemplos dos modos verbais estão CORRETOS em: