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Q3498922 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
Which word would be an antonym for “maybe”?
Alternativas
Q3498921 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
Which word is a snonym for “actually”? 
Alternativas
Q3498920 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
British people tend to use / overuse the present perfect tense during their speaking interactions. What would the American corresponding way to say “I've got no idea!”
Alternativas
Q3498919 Inglês
Context: Anny and Lizzie are two friends who study at NY University. There'll be a long holiday and they are trying to decide what to do. Anny is American, Lizzie is British and both of them love to make fun of each other's accent.


Read the dialogue below and answer the question.


- What are you up to this weekend?

- I've got no idea, actually… What about you? Maybe football?

- No, no. Soccer is not my thing. Maybe… dancing?

- I'm keen to dance. Why not?

- Alright, let's call Martha and Susie. Maybe they wanna join us.

- Absolutely.
What's the synonym of the expression “keen to”?
Alternativas
Q3498893 Literatura
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma característica do Naturalismo e uma do Parnasianismo, respectivamente: 
Alternativas
Q3498892 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
Leia o trecho do texto:

“O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho.”

Nesse contexto, a expressão "arrebanhou com o braço como a um animalzinho" apresenta o uso da linguagem em:
Alternativas
Q3498891 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
Leia o trecho do texto:

“Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro.
A trouxa, que arrastava no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences.”

No contexto, a palavra destacada (“que”) exerce a função de:
Alternativas
Q3498889 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
Observe os trechos do texto:

“— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando.”
“Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala.”

Com base nas regras de acentuação gráfica, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3498888 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
Leia o trecho extraído do texto:

“Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro.

A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences [...]”

A oração destacada (“arrastada no chão”) pode ser classificada como:
Alternativas
Q3498887 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
No trecho:
“Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:”

A oração destacada pode ser classificada como:
Alternativas
Q3498886 Português
FUGA


Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.

— Para com esse barulho, meu filho — falou, sem se voltar. Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas:

— Não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.

— Pois então pare de empurrar a cadeira.

— Eu vou embora — foi a resposta.

Distraído, o pai não reparou que ele juntava ação às palavras, no ato de catar do chão suas coisinhas, enrolando-as num pedaço de pano. Era a sua bagagem: um caminhão de madeira com apenas três rodas, um resto de biscoito, uma chave (onde diabo meteram a chave da despensa? — a mãe mais tarde irá dizer), metade de uma tesoura enferrujada, sua única arma para a grande aventura, um botão amarrado num barbante.

A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante. De repente, o pai olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a porta da rua aberta, correu até o portão:

— Viu um menino saindo desta casa? — gritou para o operário que descansava diante da obra do outro lado da rua, sentado no meio-fio.

— Saiu agora mesmo com uma trouxinha — informou ele. Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia deixando pelo caminho alguns de seus pertences: o botão, o pedaço de biscoito e — saíra de casa desprevenido — uma moeda de 1 cruzeiro.

Chamou-o, mas ele apertou o passinho, abriu a correr em direção à avenida, como disposto a atirar-se diante do lotação que surgia à distância.

— Meu filho, cuidado!

O lotação deu uma freada brusca, uma guinada para a esquerda, os pneus cantaram no asfalto. O menino, assustado, arrepiou carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou com o braço como a um animalzinho:

— Que susto você me passou, meu filho — e apertava-o contra o peito, fora de si.

— Deixa eu descer, papai. Você está me machucando. Irresoluto, o pai pensava agora se não seria o caso de lhe dar umas palmadas:

— Machucando, é? Fazer uma coisa dessas com seu pai...

— Me larga. Eu quero ir embora.

Trouxe-o para casa e o largou novamente na sala — tendo antes o cuidado de fechar a porta da rua e retirar a chave, como ele fizera com a da despensa.

— Fique aí quietinho, está ouvindo? Papai está trabalhando.

— Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.


(Fernando Sabino)
“Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas.”

A palavra "paternas" pertence à classe gramatical de:
Alternativas
Q3498855 Enfermagem
Considerando os deveres e responsabilidades previstos no Código de Ética da Enfermagem em relação à assistência à pessoa, família e coletividade, identifique a alternativa que representa corretamente uma conduta ética esperada do técnico em enfermagem.
Alternativas
Q3498854 Enfermagem
Com base nos direitos estabelecidos pelo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, analise as alternativas a seguir e assinale aquela que expressa corretamente uma conduta negada ao profissional técnico de enfermagem no exercício de suas atividades.
Alternativas
Q3498853 Enfermagem
Em consonância com o código de ética do profissional de Enfermagem, podemos afirmar que é dever do profissional de enfermagem:
Alternativas
Q3498852 Enfermagem
De acordo com a Lei N 7.498/86, de 25 de junho de 1986 que regulamenta o exercício da Enfermagem, são reconhecidos como Técnicos de Enfermagem:
Alternativas
Q3498851 Enfermagem
A Enfermagem e suas atividades Auxiliares somente podem ser exercidas por pessoas legalmente habilitadas e inscritas no Conselho Regional de Enfermagem com jurisdição na área onde ocorre o exercício.
De acordo com a legislação que regulamenta o exercício profissional da Enfermagem no Brasil, o exercício das atividades da área é privativo de:
Alternativas
Q3498850 Administração Pública
Em se tratando da organização da Administração Pública do município de Santa Barbara assinale a opção em que NÃO contempla uma secretaria existente na estrutura da municipalidade.
Alternativas
Q3498849 História e Geografia de Estados e Municípios
No contexto do chamado “ciclo do ouro” em Minas Gerais, diversas localidades surgiram a partir da ação de bandeirantes em busca de metais preciosos. Sobre a origem da cidade de Santa Bárbara, é correto afirmar:
Alternativas
Q3498848 Conhecimentos Gerais
Considerado uma das maiores referências intelectuais do Brasil, Evanildo Bechara teve uma longa e influente trajetória acadêmica. Sobre sua vida e sua contribuição para amplo aspecto cultural brasileiro, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3498847 Noções de Informática
A Inteligência Artificial (IA) mostra-se uma ferramenta tecnológica que vem sendo cada vez mais usada no cotidiano das pessoas. Qual das alternativas abaixo marque aquela que mostra um exemplo verdadeiro e atual do uso da IA no nosso dia a dia;
Alternativas
Respostas
421: D
422: A
423: D
424: B
425: D
426: B
427: D
428: C
429: B
430: C
431: C
432: C
433: D
434: A
435: A
436: B
437: A
438: B
439: C
440: C