Foram encontradas 415 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3642787 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, referenciais que sugeriram uma renovação da proposta curricular, para que a melhoria da qualidade da educação resultasse da corresponsabilidade entre todos os educadores, trouxeram os conteúdos programáticos abordados em três grandes categorias. Uma dessas categorias, enfatiza que é necessário:
“fazer com que os alunos construam instrumentos para analisar, por si mesmos, os resultados que obtêm e os processos que colocam em ação para atingir as metas a que se propõem. Por exemplo: para realizar uma pesquisa, o aluno pode copiar um trecho da enciclopédia, embora esse não seja o procedimento mais adequado. [...] É preciso que o aluno aprenda a pesquisar em mais de uma fonte, registrar o que for relevante, relacionar as informações obtidas para produzir um texto de pesquisa. Dependendo do assunto a ser pesquisado, é possível orientá-lo para fazer entrevistas e organizar os dados obtidos, procurar referências em diferentes jornais, em filmes, comparar as informações obtidas para apresentálas num seminário, produzir um texto.” (BRASIL, 1997, p.52)
A essa categoria de conteúdos dá-se o nome de:
Alternativas
Q3641270 Português

E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.” Quanto ao termo destacado, temos:

Alternativas
Q3641269 Português

Atente para os conceitos a seguir.



I. Frase é todo enunciado com sentido completo, podendo esta ser nominal ou verbal;


II. Oração é todo enunciado em torno de um verbo, podendo ou não ter sentido;


III. Período é toda frase verbal contendo uma ou mais orações, podendo este ser simples ou composto.



Analisando o texto “Vazio”, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3641266 Português

Leia o texto a seguir.


Vazio


    Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.

    E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.


Carolina Nunes

O tema global do conto é:

Alternativas
Q3641265 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Ao fazer referência a “Sabino em busca daquele menino no espelho”: 

Alternativas
Q3641264 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

O último parágrafo é marcado por um desfecho em que o narrador se demonstra:

Alternativas
Q3641262 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Pode-se afirmar que o “trem da vida”, o qual se repete no texto: 

Alternativas
Q3641260 Engenharia Civil

Todo trabalho em altura deve ser planejado e organizado. No planejamento do trabalho em altura devem ser adotadas medidas que obedeçam determinada hierarquia. Enumere abaixo como deve ser tal hierarquia e em seguida assinale a alternativa com a sequência CORRETA:



( ) Medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma.


( ) Medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução.


( ) Medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado. 

Alternativas
Q3641259 Engenharia Civil

Conforme a NBR 9050, ao longo de rotas acessíveis, deve ser atendido, dentre outros, o seguinte critério:

Alternativas
Q3641258 Engenharia Civil

Nas obras rodoviárias, a maioria das estruturas construídas envolve obras com betão, que, se não forem construídas adequadamente, poderão afetar negativamente a vida útil da estrada. Assinale a alternativa que se refere ao tipo de betão que se caracteriza por uma densidade relativamente alta, é composto por agregado de pedra, tem uma elevada resistência e é geralmente armado e projetado para fins de suporte de carga:

Alternativas
Q3641257 Engenharia de Transportes e Trânsito

Em um projeto de via permanente, o termo bitola, refere-se a(ao): 

Alternativas
Q3641256 Engenharia Civil

Talude é o termo que caracteriza a face de um terreno que possui certa inclinação. No que diz respeito à movimentação de taludes, a heterogeneidade é determinante para o desenvolvimento de

Alternativas
Q3641255 Engenharia Ambiental e Sanitária

Nos sistemas de tratamento de efluentes, a filtração é utilizada quando se pretende a remoção de sólidos em suspensão, cor, ferro trivalente e até mesmo DBO. Os processos de tratamento por membranas se aplicam à remoção de sólidos suspensos, cujo tamanho das partículas são superiores a 0,001 µm. A remoção de sólidos coloidais, sólidos em suspensão, óleos e graxas, silicatos e proteínas, bem como alguns microorganismos como coliformes, bactérias, vírus e algas, é realizada por meio do seguinte processo:

Alternativas
Q3641254 Engenharia Civil

O reconhecimento do solo é um procedimento essencial para o projeto e a execução de obras de diferentes portes, visto que todas as obras de engenharia se assentam sobre o terreno. Assinale a alternativa que se refere ao tipo de solo descrito abaixo:


Apresenta grãos finos, pouca ou nenhuma plasticidade e baixa resistência quando seco. Por causa destas características, as estradas construídas com este tipo de solo formam “barro” na época de chuva e geram muito pó no período seco. Cortes feitos nesse tipo de terrenos não tem estabilidade prolongada, sujeitos à erosão e à desagregação natural, se tornando inviáveis em alguns casos por exigirem maiores cuidados para se manter.

Alternativas
Q3641253 Engenharia Civil

As barragens de rejeitos são classificadas de acordo com o alteamento. Sobre os diferentes tipos de barragem de alteamento é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q3641252 Redes de Computadores

Cabeamento estruturado é a instalação de cabos constituindo uma rede caracterizada pela capacidade de transmissão de dados em alto volume, interligando dispositivos de comunicação em uma edificação ou conjunto de edificações. A função de interligar todos os armários de telecomunicação instalados nos andares de um edifício comercial é do(a): 

Alternativas
Q3641251 Engenharia Civil

Todos os trechos horizontais previstos no sistema de coleta e transporte de esgoto sanitário devem possibilitar o escoamento dos efluentes por gravidade, devendo, para isso, apresentar uma declividade constante. Recomendam-se as seguintes declividades mínimas:

Alternativas
Q3641250 Engenharia Hidráulica

Perda de Carga é um termo genérico designativo do consumo de energia desprendido por um fluido para vencer as resistências do escoamento. Essa energia se perde sob a forma de calor. No caso da Perda de carga contínua em condutos de seção constante em regime permanente e uniforme e escoamento incompressível, para o seu cálculo através da fórmula de Hazen-Willians, algumas restrições devem ser feitas, como por exemplo:

Alternativas
Q3641249 Engenharia Civil

Os produtos cerâmicos também são utilizados na fase de acabamento de uma obra, como é o caso do revestimento de pisos e paredes com o uso de placas cerâmicas, que podem ser fabricadas com argilas comuns ou especiais, ou argilas puras e impuras. Nesse contexto, assinale a alternativa cuja afirmação é VERDADEIRA

Alternativas
Q3641248 Engenharia Civil

O cimento é um aglomerante hidráulico produzido a partir de uma mistura de rocha calcária e argila. Assinale a alternativa que se refere ao tipo de Cimento Portland que é recomendado para estruturas que exijam um desprendimento de calor moderadamente lento e que possam ser atacadas por sulfatos:

Alternativas
Respostas
141: B
142: C
143: D
144: B
145: A
146: C
147: A
148: D
149: D
150: B
151: A
152: C
153: A
154: D
155: C
156: A
157: C
158: B
159: B
160: A