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Um usuário do MS Excel 2013 selecionado como células da planilha a seguir.

Após clicar em alguns botões, o usuário fez com que as células específicas passassem a ter a seguinte formatação:

Assinale a opção que indica os botões clicados pelo usuário.
Tempo de chuva é março
Chove. Coisa abençoada é chuva de verão, pois generosamente nos refresca, a nós que ingratos a chamamos de “mau tempo”.
Acordei de madrugada com o grande espetáculo operístico de trovões e relâmpagos, fui verificar janelas, verifique ralos de terraço, evite inundações. Dever cumprido, voltei para a cama. Mas lamento que o ar condicionado me impeça de ouvir o gotejar lá fora, delícia maior é proteger-se debaixo dos lençóis enquanto a natureza esbraveja.
E porque eu tentei inutilmente ouvir a voz da chuva sem que a volta ao sono me fosse consentida, revi mentalmente uma imagem de publicidade da TV, gota d'água caindo em câmara lenta noutra água, e me colocai no lugar dos pingos que despencam em rota especial de especificações.
O impacto mais contundente é certamente aquele contra qualquer superfície de metal. Sinos costumam estar protegidos em campanários ou debaixo de telhados, mas gosto de imaginar que emitiriam sua voz se tocados por uma ou muitas gotas. Os telhados de zinco e os aparelhos de ar condicionado fazem o que podem, mas não foram concebidos para o som, não são dotados. [...]
É em silêncio, ou quase, que uma gota de chuva encontra outra água. Olho o mar e penso no quase aniquilamento, na renúncia de si, que a chuva faz chegar que água salgada e revolta. Não há reconhecimento, embora a origem ali esteja. A evaporação transforma, e o calor que a gerou, purifica. A água do mar tornou-se doce no trânsito até a nuvem e doce despenca. Mas só até o impacto que obrigará a incorporar o antigo sal, a antiga identidade e novamente faz-se mar, onda, espuma, abrigo de sereia.
Distinto é o encontro da chuva com água do lago. A boa filha à casa torna, recebida pelos grandes braços do lago sempre abertos. Bem-vinda seja. Morei, na infância, em cidade lacustre à qual voltei mais tarde, mas dias de chuva traziam consigo uma melancolia especial, neblina pairando sobre uma superfície que se faz fosca. Talvez fosse o doce choro do reencontro.
Mal posso pensar no impacto de uma gota de chuva com água do rio. Ela vinha descendo na vertical desde uma nuvem distante e, com só bater na correnteza, é obrigada a mudar o prumo e correr, correr, correr na horizontal, por vezes batendo-se entre pedras. Melhor cair em cachoeira e conservar por mais um tanto a verticalidade.
Quando eu era adolescente e não existiam os produtos e as promessas capilares que nos submergiam atualmente, lavávamos o cabelo com água de chuva certos de que ficariam mais felizes. Não era tempo de poluição, mas o trânsito celeste e a filtragem das nuvens deixavam garantir uma pureza maior, alada e mágica, que se transmitiria aos nossos cabelos. Hoje a chuva é ácida, contaminada, e mais prudente é enfrentá-la de guarda-chuva em punho. Ainda assim, continua sendo a benção da terra.
Só a cidade não gosta de chuva. Mas a culpa não é da chuva. É da cidade, que se expande frenética e se impermeabiliza no asfalto impedindo a água de penetrar no chão. A cidade é fábrica de enchentes,a serem postadas na conta do “mau tempo”.
O campo, ao contrário, ama a chuva e o desejo, encontro casado em choque que não se vê, cada gota absorvida continuando seu percurso terra adentro para dar de beber as raízes e seres. A chuva, no campo ou no bosque, amamenta a vida.
(Marina Colasanti)
Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do fragmento acima com as palavras corretamente grafadas.
Tempo de chuva é março
Chove. Coisa abençoada é chuva de verão, pois generosamente nos refresca, a nós que ingratos a chamamos de “mau tempo”.
Acordei de madrugada com o grande espetáculo operístico de trovões e relâmpagos, fui verificar janelas, verifique ralos de terraço, evite inundações. Dever cumprido, voltei para a cama. Mas lamento que o ar condicionado me impeça de ouvir o gotejar lá fora, delícia maior é proteger-se debaixo dos lençóis enquanto a natureza esbraveja.
E porque eu tentei inutilmente ouvir a voz da chuva sem que a volta ao sono me fosse consentida, revi mentalmente uma imagem de publicidade da TV, gota d'água caindo em câmara lenta noutra água, e me colocai no lugar dos pingos que despencam em rota especial de especificações.
O impacto mais contundente é certamente aquele contra qualquer superfície de metal. Sinos costumam estar protegidos em campanários ou debaixo de telhados, mas gosto de imaginar que emitiriam sua voz se tocados por uma ou muitas gotas. Os telhados de zinco e os aparelhos de ar condicionado fazem o que podem, mas não foram concebidos para o som, não são dotados. [...]
É em silêncio, ou quase, que uma gota de chuva encontra outra água. Olho o mar e penso no quase aniquilamento, na renúncia de si, que a chuva faz chegar que água salgada e revolta. Não há reconhecimento, embora a origem ali esteja. A evaporação transforma, e o calor que a gerou, purifica. A água do mar tornou-se doce no trânsito até a nuvem e doce despenca. Mas só até o impacto que obrigará a incorporar o antigo sal, a antiga identidade e novamente faz-se mar, onda, espuma, abrigo de sereia.
Distinto é o encontro da chuva com água do lago. A boa filha à casa torna, recebida pelos grandes braços do lago sempre abertos. Bem-vinda seja. Morei, na infância, em cidade lacustre à qual voltei mais tarde, mas dias de chuva traziam consigo uma melancolia especial, neblina pairando sobre uma superfície que se faz fosca. Talvez fosse o doce choro do reencontro.
Mal posso pensar no impacto de uma gota de chuva com água do rio. Ela vinha descendo na vertical desde uma nuvem distante e, com só bater na correnteza, é obrigada a mudar o prumo e correr, correr, correr na horizontal, por vezes batendo-se entre pedras. Melhor cair em cachoeira e conservar por mais um tanto a verticalidade.
Quando eu era adolescente e não existiam os produtos e as promessas capilares que nos submergiam atualmente, lavávamos o cabelo com água de chuva certos de que ficariam mais felizes. Não era tempo de poluição, mas o trânsito celeste e a filtragem das nuvens deixavam garantir uma pureza maior, alada e mágica, que se transmitiria aos nossos cabelos. Hoje a chuva é ácida, contaminada, e mais prudente é enfrentá-la de guarda-chuva em punho. Ainda assim, continua sendo a benção da terra.
Só a cidade não gosta de chuva. Mas a culpa não é da chuva. É da cidade, que se expande frenética e se impermeabiliza no asfalto impedindo a água de penetrar no chão. A cidade é fábrica de enchentes,a serem postadas na conta do “mau tempo”.
O campo, ao contrário, ama a chuva e o desejo, encontro casado em choque que não se vê, cada gota absorvida continuando seu percurso terra adentro para dar de beber as raízes e seres. A chuva, no campo ou no bosque, amamenta a vida.
(Marina Colasanti)
Tempo de chuva é março
Chove. Coisa abençoada é chuva de verão, pois generosamente nos refresca, a nós que ingratos a chamamos de “mau tempo”.
Acordei de madrugada com o grande espetáculo operístico de trovões e relâmpagos, fui verificar janelas, verifique ralos de terraço, evite inundações. Dever cumprido, voltei para a cama. Mas lamento que o ar condicionado me impeça de ouvir o gotejar lá fora, delícia maior é proteger-se debaixo dos lençóis enquanto a natureza esbraveja.
E porque eu tentei inutilmente ouvir a voz da chuva sem que a volta ao sono me fosse consentida, revi mentalmente uma imagem de publicidade da TV, gota d'água caindo em câmara lenta noutra água, e me colocai no lugar dos pingos que despencam em rota especial de especificações.
O impacto mais contundente é certamente aquele contra qualquer superfície de metal. Sinos costumam estar protegidos em campanários ou debaixo de telhados, mas gosto de imaginar que emitiriam sua voz se tocados por uma ou muitas gotas. Os telhados de zinco e os aparelhos de ar condicionado fazem o que podem, mas não foram concebidos para o som, não são dotados. [...]
É em silêncio, ou quase, que uma gota de chuva encontra outra água. Olho o mar e penso no quase aniquilamento, na renúncia de si, que a chuva faz chegar que água salgada e revolta. Não há reconhecimento, embora a origem ali esteja. A evaporação transforma, e o calor que a gerou, purifica. A água do mar tornou-se doce no trânsito até a nuvem e doce despenca. Mas só até o impacto que obrigará a incorporar o antigo sal, a antiga identidade e novamente faz-se mar, onda, espuma, abrigo de sereia.
Distinto é o encontro da chuva com água do lago. A boa filha à casa torna, recebida pelos grandes braços do lago sempre abertos. Bem-vinda seja. Morei, na infância, em cidade lacustre à qual voltei mais tarde, mas dias de chuva traziam consigo uma melancolia especial, neblina pairando sobre uma superfície que se faz fosca. Talvez fosse o doce choro do reencontro.
Mal posso pensar no impacto de uma gota de chuva com água do rio. Ela vinha descendo na vertical desde uma nuvem distante e, com só bater na correnteza, é obrigada a mudar o prumo e correr, correr, correr na horizontal, por vezes batendo-se entre pedras. Melhor cair em cachoeira e conservar por mais um tanto a verticalidade.
Quando eu era adolescente e não existiam os produtos e as promessas capilares que nos submergiam atualmente, lavávamos o cabelo com água de chuva certos de que ficariam mais felizes. Não era tempo de poluição, mas o trânsito celeste e a filtragem das nuvens deixavam garantir uma pureza maior, alada e mágica, que se transmitiria aos nossos cabelos. Hoje a chuva é ácida, contaminada, e mais prudente é enfrentá-la de guarda-chuva em punho. Ainda assim, continua sendo a benção da terra.
Só a cidade não gosta de chuva. Mas a culpa não é da chuva. É da cidade, que se expande frenética e se impermeabiliza no asfalto impedindo a água de penetrar no chão. A cidade é fábrica de enchentes,a serem postadas na conta do “mau tempo”.
O campo, ao contrário, ama a chuva e o desejo, encontro casado em choque que não se vê, cada gota absorvida continuando seu percurso terra adentro para dar de beber as raízes e seres. A chuva, no campo ou no bosque, amamenta a vida.
(Marina Colasanti)
O período acima sublinhado denota a ação descrita pela narradora que é baseada em:
Tempo de chuva é março
Chove. Coisa abençoada é chuva de verão, pois generosamente nos refresca, a nós que ingratos a chamamos de “mau tempo”.
Acordei de madrugada com o grande espetáculo operístico de trovões e relâmpagos, fui verificar janelas, verifique ralos de terraço, evite inundações. Dever cumprido, voltei para a cama. Mas lamento que o ar condicionado me impeça de ouvir o gotejar lá fora, delícia maior é proteger-se debaixo dos lençóis enquanto a natureza esbraveja.
E porque eu tentei inutilmente ouvir a voz da chuva sem que a volta ao sono me fosse consentida, revi mentalmente uma imagem de publicidade da TV, gota d'água caindo em câmara lenta noutra água, e me colocai no lugar dos pingos que despencam em rota especial de especificações.
O impacto mais contundente é certamente aquele contra qualquer superfície de metal. Sinos costumam estar protegidos em campanários ou debaixo de telhados, mas gosto de imaginar que emitiriam sua voz se tocados por uma ou muitas gotas. Os telhados de zinco e os aparelhos de ar condicionado fazem o que podem, mas não foram concebidos para o som, não são dotados. [...]
É em silêncio, ou quase, que uma gota de chuva encontra outra água. Olho o mar e penso no quase aniquilamento, na renúncia de si, que a chuva faz chegar que água salgada e revolta. Não há reconhecimento, embora a origem ali esteja. A evaporação transforma, e o calor que a gerou, purifica. A água do mar tornou-se doce no trânsito até a nuvem e doce despenca. Mas só até o impacto que obrigará a incorporar o antigo sal, a antiga identidade e novamente faz-se mar, onda, espuma, abrigo de sereia.
Distinto é o encontro da chuva com água do lago. A boa filha à casa torna, recebida pelos grandes braços do lago sempre abertos. Bem-vinda seja. Morei, na infância, em cidade lacustre à qual voltei mais tarde, mas dias de chuva traziam consigo uma melancolia especial, neblina pairando sobre uma superfície que se faz fosca. Talvez fosse o doce choro do reencontro.
Mal posso pensar no impacto de uma gota de chuva com água do rio. Ela vinha descendo na vertical desde uma nuvem distante e, com só bater na correnteza, é obrigada a mudar o prumo e correr, correr, correr na horizontal, por vezes batendo-se entre pedras. Melhor cair em cachoeira e conservar por mais um tanto a verticalidade.
Quando eu era adolescente e não existiam os produtos e as promessas capilares que nos submergiam atualmente, lavávamos o cabelo com água de chuva certos de que ficariam mais felizes. Não era tempo de poluição, mas o trânsito celeste e a filtragem das nuvens deixavam garantir uma pureza maior, alada e mágica, que se transmitiria aos nossos cabelos. Hoje a chuva é ácida, contaminada, e mais prudente é enfrentá-la de guarda-chuva em punho. Ainda assim, continua sendo a benção da terra.
Só a cidade não gosta de chuva. Mas a culpa não é da chuva. É da cidade, que se expande frenética e se impermeabiliza no asfalto impedindo a água de penetrar no chão. A cidade é fábrica de enchentes,a serem postadas na conta do “mau tempo”.
O campo, ao contrário, ama a chuva e o desejo, encontro casado em choque que não se vê, cada gota absorvida continuando seu percurso terra adentro para dar de beber as raízes e seres. A chuva, no campo ou no bosque, amamenta a vida.
(Marina Colasanti)
Assinale a opção que indica a justificativa adequada para o uso das vírgulas no período acima.
A Varicela (Catapora) é uma doença febril exantemática, de transmissão direta através das vias aéreas, que apresenta grande aumento do número de casos todos os anos entre os meses de setembro a dezembro. As ações para controle da doença no âmbito da atenção básica estão voltadas principalmente para a imunização e o controle de contatos, dada sua alta transmissibilidade.
Observando apenas o trecho descrito acima é correto afirmar que a Varicela é uma doença: