Questões de Concurso Para prefeitura de caeté - mg

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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1194486 Fisioterapia
Subfase da marcha normal em que o quadril continua a flexionar-se e rodar medialmente e o joelho atinge sua extensão máxima. No tornozelo ocorreu dorsiflexao. O antepé está supinado e o retropé evertido: 
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1193768 Administração Pública
As alternativas a seguir apresentam dimensões que definem toda instituição, EXCETO
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1191014 Medicina
Em relação ao crescimento e desenvolvimento da criança, todas as afirmativas são corretas, EXCETO:
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1190512 Engenharia Civil
Em uma instalação predial de água quente, a instalação dos aquecedores de acumulação deve observar a seguinte condição: 
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1190372 Serviço Social
A lei nº 10.836 de 9 de janeiro de 2004 cria o Programa Bolsa família e dá outras providências. O parágrafo 1º coloca que “para fins do disposto nesta Lei, considera-se como “unidade nuclear:
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1190277 Engenharia Civil
Na elaboração de projetos de edificações, a etapa destinada à determinação das exigências de caráter prescritivo ou de desempenho, a serem satisfeitas pela edificação a ser concebida, é o: 
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1188733 Enfermagem
Em relação à assistência ao recém nascido na sala de parto, são afirmativas corretas, EXCETO:
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1188637 Odontologia
Quanto maior for o traumatismo tecidual, provavelmente maior será a intensidade de dor no período pós-operatório. Além dos estímulos de ordem física, os nociceptores também podem ser diretamente ativados por mediadores químicos endógenos, que são liberados logo após a lesão tecidual. Quais os agentes mais comuns implicados na resposta imediata à lesão tecidual, caracterizada por dor? 
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1188235 Psiquiatria
São diretrizes para diagnóstico da Esquizofrenia, segundo a CID- 10, EXCETO
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1185762 Pedagogia
Este documento defendia a educação obrigatória, pública, gratuita e leiga como dever do Estado, a ser implantada em programa de âmbito nacional. Seus objetivos fundamentais visavam à superação do caráter discriminatório e antidemocrático do ensino brasileiro que destinava a escola profissional para os pobres e o ensino acadêmico para a elite. 
O documento que apresentava essa proposta era:
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1184497 Pedagogia
O projeto político-pedagógico de uma escola não é uma formalidade, mas um guia de trabalho para todos os envolvidos na dinâmica institucional. Nesta perspectiva, em relação ao projeto, é tarefa da equipe pedagógica: 
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Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1184228 Terapia Ocupacional
É a partir dos anos 90 que as práticas no campo da terapia ocupacional social se ampliam para ir ao encontro da demanda por programas sociais variados, a partir da reestruturação das políticas setoriais, dentre as quais a Lei Orgânica da Saúde,a Lei Orgânica da Assistência Social e o Estatuto da criança e do Adolescente. 
Dentro deste contexto, é CORRETO afirmar:
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Q4086087 Não definido
Cancelar palavras para não cancelar pessoas



        Li um texto em defesa do uso da palavra “denegrir”, lançando mão de um tratado etimológico quase “iluminista” para dizer que o termo não tem uma origem racista. Não deixa de me espantar a quantidade de pessoas brancas que se dizem cansadas do “politicamente correto”, cansadas de ter de trocar de palavras e “se censurar”. Li os comentários com profundo espanto. Será que não entenderam que algumas palavras podem machucar uma quantidade imensa de pessoas? 


        Foi na sala de aula de Rita Segato que aprendi que “raça é signo”. Nessa frase que dá nome a um de seus mais importantes textos, ela responde a algumas perguntas contrárias às cotas raciais, sendo a primeira: “como é possível falar em cotas raciais se faz tempo já que a biologia e a antropologia aboliram a raça como uma categoria válida?”, ao que responde, com perplexidade, que “somente as representações sociais têm status existencial de realidade num universo plenamente simbólico como é o humano”.


        Trocando em miúdos, o fato de sabermos que as raças não existem biologicamente, que são uma mera questão de melanina não acaba com o racismo, e não acaba porque somos seres sociais, porque fomos socializados num mundo que escalona as cores da pele. Mesmo que as ciências tenham avançado e tenhamos descoberto que não há que se falar biologicamente em raças, a raça segue existindo. O racismo está no olhar que enquadra e deprecia, está também na insistência de palavras que machucam, está às vezes em lugares quase invisíveis que sustentam todo um arcabouço opressivo, assassinando pessoas diuturnamente, física e simbolicamente. 


       Mesmo que uma palavra tenha tido uma origem não racista, ou mesmo uma origem racista, eu diria que, independentemente da origem da palavra, é preciso fazer sua leitura hoje, no contexto atual, no mundo simbólico onde ela transita. Se ela machuca um grupo de pessoas, não há razão para insistir em seu uso.  


        Mas vamos combinar que substituir “denegrir” ou mesmo “judiar” não são tarefas atlânticas. A coisa boa das palavras é que há muitas, e sempre surgem novas palavras e modos de dizer. E não, isso não é um mero “cancelamento” de palavras. Ao contrário, insistir em palavras que agridem é insistir no “cancelamento” de pessoas. Militar pela abolição de palavras que machucam pessoas e grupos de pessoas é um ativismo importantíssimo e tampouco deve ser confundido com censura. Basta um pouco de bom senso, razoabilidade e sensibilidade. 


        Tem gente que ainda usa “o homem” para designar todos os seres humanos, a humanidade, achando irrelevante o seu caráter excludente para as mulheres, metade da população do país. Tem gente que insiste em usar a palavra “retardado”, esquecendo de seu poder ofensivo para pessoas com deficiência. Tem gente à beça que ainda não se deu conta da importância de modificarmos o nosso jeito de falar, de retificarmos nossos textos para “desgenerificar”, “desracializar”, etc., porque sem modificar a língua, essa graúda “ferramenta do senhor”, não vamos “derrubar a casa grande”, como diria a poeta Audre Lorde. 


        A língua está viva. A história e a etimologia nos mostram também que muitas palavras morreram e outras tantas nasceram, porque a língua é assim, não está morta e cimentada, e sobretudo, precisa estar aberta para que as palavras possam representar e traduzir a vida, seus processos, suas lutas e trans formações sociais. Querendo ou não, a língua é já uma metamorfose ambulante, como a vida. Querer estancá-la e mantê-la inflexível é destruí-la, não o contrário. 


        Em pleno século XXI faz sentido insistirmos em vocabulários e modos linguísticos excludentes, onde nem todes se sentem representades? E dizer, ainda, que a linguagem neutra é feia? Tem gente que acha feio porque não se acostumou. Feio é excluir, feio é insistir em palavras que ferem.


        Que a língua, essa metamorfose ambulante, possa, antes tarde do que mais tarde, abarcar todes que a usam. Encontremos formas de inventar novas palavras e tornar outras mais belas, como disse Drummond. Busquemos a ética na (est)ética de nossas palavras e textos. Confabulemos com urgência novas metáforas de claridade e escuridão, porque está tudo tão sufocantemente branco que a brancura queimou nossos neurônios. É preciso escurecer para perceber. Como disse Manoel de Barros, “às vezes ao poeta faz bem desexplicar – tanto quanto escurecer acende os vagalumes”.


(GONTIJO, Danú. Cancelar palavras para não cancelar pessoas. Jornal Nexo, 2022. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2022/Cancelar-palavras para-n%C3%A3o-cancelar-pessoas. Acesso em: 19/08/2022. Adaptado.) 
Selecione a passagem do texto em que a autora utilizou uma linguagem mais próxima do registro informal ou coloquial da linguagem.
Alternativas
Q4085352 Não definido
De acordo com a Lei Geral do Turismo, Lei nº 11.771/2008, considera-se o turismo:
Alternativas
Respostas
547: C
548: B
549: A
550: D
551: B
552: D
553: D
554: A
555: B
556: C
557: C
558: A
559: C
560: C