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Q4086713 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

Considerando que a norma culta da língua portuguesa é usada em situações formais e monitoradas de comunicação, há ERRO de grafia em: 
Alternativas
Q4086712 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. (1º§) As aspas empregadas no trecho anterior têm como propósito: 
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Q4086711 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

Substantivo é a classe de palavras usada para dar nome aos seres, objetos, fenômenos, lugares, qualidades, ações, dentre outros. Considerando que, quanto ao gênero, os substantivos podem ser classificados em masculinos e femininos, trata-se de substantivo feminino transcrito do texto: 
Alternativas
Q4086710 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

No trecho “Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho.” (3º§), o vocábulo destacado expressa ideia de:
Alternativas
Q4086709 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

Considerando que antônimos são palavras que apresentam significados contrários, no excerto “Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, [...]” (1º§), o significado oposto da palavra assinalada é: 
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Q4086708 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

Em “Encerrei o dia com uma anotação no diário:O mais belo pôr do sol da história’.” (3º§), a expressão destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por, EXCETO:
Alternativas
Q4086707 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

Considerando o sentido textual em “Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso.” (1º§), é possível afirmar que o termo “surpreso” significa: 
Alternativas
Q4086706 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

A palavra “rádio” citada no texto é acentuada pelo mesmo motivo que a seguinte expressão: 
Alternativas
Q4086705 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

O relato pessoal apresentado no texto além de entreter o leitor o leva a imaginar e a compreender acontecimentos ocorridos através das descrições de informações. Tal característica pode ser evidenciada em: 
Alternativas
Q4086704 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

Podemos inferir que Amyr Klink enfrentou mau tempo no seguinte trecho textual:
Alternativas
Q4086603 Relações Humanas
Verifica-se o comportamento ético profissional em, EXCETO: 
Alternativas
Q4086602 Gestão de Pessoas
“___________________ é o conjunto das características pessoais e atitudes tomadas no ambiente de trabalho.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Q4086601 Administração de Recursos Materiais
São consideradas atribuições do almoxarife, EXCETO:
Alternativas
Q4086600 Administração de Recursos Materiais
São procedimentos administrativos e operacionais do almoxarifado, EXCETO:
Alternativas
Q4086599 Arquivologia
“O método ____________ é usado quando a empresa escolhe classificar os documentos através de seu local de origem; é aquele utilizado quando os documentos possuem sua organização através do local.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Q4086598 Administração de Recursos Materiais
Um almoxarifado deve estar sempre bem organizado e ter um controle bem estruturado, a fim de garantir a eficiência do trabalho. São dicas que auxiliam na manutenção da organização do almoxarifado, EXCETO: 
Alternativas
Q4086597 Administração de Recursos Materiais
Fazem parte das atividades de almoxarifado, EXCETO:
Alternativas
Q4086596 Administração de Recursos Materiais
São consideradas etapas do processo de armazenagem logística:
Alternativas
Q4086595 Administração de Recursos Materiais
Analise as afirmativas a seguir.

I. A manutenção preventiva é um tipo de manutenção obrigatória executada, para evitar defeitos ou depreciação.
II. O almoxarifado é uma unidade física e administrativa, responsável pelo controle e movimentação dos bens de consumo de uma empresa.
III. O espaço que um item ou produto irá ocupar no almoxarifado é determinado pelo seu estoque mínimo.
IV. Os tipos de embalagem selecionadas para a guarda de produtos tem a principal finalidade de protegê-los de possíveis avarias.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4086594 Administração de Recursos Materiais
Relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Inventário.
2. Estoque mínimo.
3. Estoque.
4. Estoque de segurança.

( ) São acumulações armazenadas de recursos materiais em um sistema de produção e logística.
( ) É a quantidade de itens extras, separados, à parte, a fim de suprir emergências. Pode também ser chamado de reserva de proteção.
( ) Menor quantidade necessária para determinado produto ou material.
( ) Documento que traz informações específicas sobre o controle de materiais ou produtos de uma empresa, rigorosamente acompanhado e registrado.

A sequência correta está em
Alternativas
Respostas
181: A
182: A
183: B
184: B
185: A
186: B
187: A
188: B
189: D
190: C
191: C
192: C
193: A
194: A
195: D
196: A
197: A
198: C
199: B
200: B